Publicado em 05/04/2019
Atualizado em 05/04/2019

Saúde Universal

Sesc trabalha em consonância com temas do Dia Mundial da Saúde.

"Saúde universal: para todos e todas, em todos os lugares" é o tema deste ano do Dia Mundial da Saúde. Com isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) ressalta a importância do envolvimento de todos os setores da sociedade no combate à pobreza, à injustiça social, às lacunas educacionais e às condições precárias de vida, fatores que influenciam a saúde das pessoas.
 

Para alcançar o objetivo de ampliar o acesso e cobertura à saúde, a OMS destacou temas importantes a serem trabalhados. E o Sesc tem muito a contribuir. Sua presença nacional e capilaridade proporciona um amplo atendimento, alcançando públicos de todas as faixas etárias e em locais distantes, com maior necessidade de serviços básicos. Confira algumas propostas da OMS e como o Sesc atua:


Doenças crônicas não transmissíveis
Responsáveis por mais de 70% de todas as mortes no mundo, doenças como diabetes e câncer são impulsionadas por fatores de risco como uso do tabaco, sedentarismo, alimentação pouco saudável, entre outros. Por meio das ações de Educação em Saúde, o Sesc leva ao público informações e orientações sobre as doenças e seus riscos, promovendo a prática de hábitos saudáveis. Além disso, cuidados com a alimentação estão presentes nos cardápios dos restaurantes do Sesc, com oferta variada de pratos, possibilitando refeições completas e saudáveis."Eu gosto de vir ao Sesc primeiro pela qualidade da alimentação. O Sesc tem essa finalidade de educar as pessoas para dividir os espaços na mesa, eu acho bem bacana”, disse Eufrate Almeida do Nascimento.

Atenção primária a saúde
Os cuidados de saúde primários podem atender à maioria das necessidades de saúde de uma pessoa ao longo da sua vida. Nos consultórios médicos e odontológicos do Sesc, o público encontra atendimento e tratamento humanizado, com profissionais capacitados para orientar e esclarecer dúvidas dos pacientes. Além disso, suas unidades móveis chegam a locais distantes e carentes de serviços básicos, contemplando pessoas de todas as faixas etárias com tratamentos em saúde bucal e ofertas de exames de rastreamento do câncer de mama e de colo de útero. Coordenadora do OdontoSesc no Amapá, Tânagra Monte conta que moradores das comunidades quilombolas têm na unidade móvel uma das únicas opções de atendimento. “Os quilombos são muito distantes e as unidades básicas de saúde são poucas e têm uma grande limitação de vagas para este tipo de serviço. Muitos têm a primeira oportunidade de atendimento odontológico em nossas unidades”. Aos 51 anos, a moradora de Aparecida de Goiânia (GO) Idaildes Carvalho também encontrou na unidade do Saúde Mulher a oportunidade de realizar seu exame preventivo. “Eu nunca tinha feito o exame de papanicolau na vida. A primeira vez foi agora em fevereiro e foi muito tranquilo. A saúde deve estar em primeiro lugar. Fazer o exame para precaver é melhor do que tratar da doença”, disse.

Relutância em vacinar
A hesitação em relação à vacina ameaça reverter o progresso feito no combate a doenças que podem ser prevenidas por meio da imunização. O Sesc trabalha junto aos organismos oficiais na conscientização das pessoas sobre a importância da vacinação. Recentemente, realizou uma ampla campanha a respeito da vacina contra a febre amarela, doença que tem deixado o país em alerta. Por meio de seus canais de comunicação e nos diversos programas de Educação em Saúde, foram feitos esclarecimentos e orientações à população sobre o tema.

Dengue
Segundo a OMS, estima-se que 40% de todo o mundo está em risco de contrair o vírus da dengue. No Brasil, os males do Aedes aegypti são recorrentes e o Sesc, ao lado de parceiros como a Fiocruz e o Ministério da Saúde, mantém um trabalho constante de orientação a seu público sobre as formas de combate ao mosquito e prevenção contra dengue, zika e chikungunya.

HIV
Os progressos contra o HIV têm sido enormes. Apesar disso, a epidemia continua a se alastrar, com quase 1 milhão de pessoas morrendo por HIV/AIDS a cada ano. Ao lado de parceiros como a Unaids, o Sesc trabalha na orientação do público nas diversas formas de prevenção e tratamento da doença. Com a constatação do aumento dos casos de HIV entre jovens, foram centrados esforços no esclarecimento desse público, com o auxílio do Projeto de Prevenção às IST/HIV, que além de difundir informações, forma jovens multiplicadores, como o Cauã William, de 15 anos, de Santa Catarina, que hoje ajuda os colegas a se prevenirem: “Participar do projeto me ajudou a ter mais conhecimento, esclarecimento sobre as doenças sexualmente transmissíveis, e melhorou bastante o meu relacionamento com os colegas e amigos".

 





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