Publicado em 20/02/2020
Atualizado em 27/02/2020

O melhor estilo para o carnaval

Com prevenção, a fantasia fica completa.

Carnaval é uma festa para todos os estilos. Seja no bloco, no baile ou na avenida, todo mundo solta a imaginação na hora de produzir a fantasia. Este ano estão em alta tiaras, bodies coloridos, brincos divertidos, copos com tirantes. Mas para estar realmente preparado para a folia, não dá pra esquecer da prevenção. O preservativo é o método mais eficaz para evitar a transmissão das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), como o HIV, sífilis e hepatites virais, além de uma gravidez não planejada. E o melhor: além de ser gratuito, ele cabe direitinho nas pochetes e nos bolsos das bermudas.

 

Na hora de curtir o carnaval, não esqueça a prevenção. (Foto: Divulgação)

 

O Ministério da Saúde vai distribuir 128,6 milhões de preservativos masculinos e femininos, além de 8,9 milhões de unidades de gel lubrificante. O método mais conhecido do público é a camisinha masculina, mas as mulheres também podem optar pela versão feminina, que tem importantes diferenciais. Usada internamente, a camisinha vaginal pode ser inserida até oito horas antes do sexo, o que confere maior autonomia à mulher sobre sua vida sexual, tem maior lubrificação e ainda atende pessoas alérgicas a látex, pois existem opções feitas de borracha nitrílica.

 

O preservativo feminino é maior do que o masculino. Tem 15 centímetros de comprimento e oito de diâmetro, possuindo dois anéis flexíveis. Ele deve ser introduzido no canal vaginal de forma semelhante a inserção de um absorvente interno, com a borda da abertura permanecendo do lado de fora da vagina. Assim como a camisinha masculina, deve ser descartado após o uso. Outra informação importante é que somente um tipo de preservativo pode ser utilizado no ato sexual. A sobreposição de camisinhas masculina e feminina aumenta o atrito e pode levar a ruptura.

 

Mesmo quem se protege está sujeito a imprevistos. Nestes casos, o indicado é a PEP (Profilaxia Pós-Exposição). Trata-se de uma medida de prevenção de urgência para impedir a infecção pelo HIV e demais ISTs a partir do uso de medicamentos. Deve ser utilizada após qualquer situação em que haja risco de contágio, como por exemplo o rompimento do preservativo. O ideal é que o tratamento seja iniciado no máximo em 72 horas, com duração de 28 dias. A PEP é encontrada gratuitamente nas unidades de saúde do SUS.





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