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O câncer e saúde pública

Conheça algumas  instituições de saúde que encaminham pacientes ao tratamento, pesquisam e apoiam pessoas com câncer no Brasil.

INCA

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) é o órgão do Ministério da Saúde para o desenvolvimento e coordenação das ações para a prevenção e controle do câncer no Brasil. Essas ações compreendem a assistência médico-hospitalar, prestada direta e gratuitamente aos pacientes com câncer como parte dos serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O Inca também atua na prevenção e detecção precoce, na formação de profissionais especializados, desenvolvimento da pesquisa e geração de informação epidemiológica. O INCA coordena vários programas nacionais para o controle do câncer.

No site da entidade é possível se informar sobre a doença, seu tratamento na rede públicas e sobre o programa da instituição.
Site: http://www2.inca.gov.br/
 

Início do tratamento pelo SUS não pode ultrapassar 60 dias

A partir de 23 de janeiro de 2014, pacientes com câncer deverão começar o tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS) em, no máximo, 60 dias após o diagnóstico da doença. A Lei 12.732/12 entra em vigor em toda a rede pública do País e será considerada cumprida quando o tratamento for efetivamente iniciado, seja por meio de cirurgia, radioterapia ou quimioterapia.
 

Um novo software, o Sistema de Informação do Câncer (Siscan), foi criado para auxiliar estados e municípios gestores dos serviços oncológicos da rede pública a gerenciar sua fila de espera e acelerar o atendimento. O Sistema de Informação do Câncer (Siscan) estará disponível gratuitamente para as secretarias de saúde e reunirá o histórico dos pacientes e do tratamento, possibilitando acompanhar o panorama da doença.

 

A formação de médicos especialistas no tratamento do câncer, segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também é fundamental para o cumprimento da Lei e para a redução das desigualdades regionais. “Estamos formando especialistas em oncologia clínica, pediátrica, cirúrgica, entre outras áreas. Criamos um incentivo financeiro no valor de R$ 200 mil, além de incentivo mensal de custeio. A medida é para que os hospitais tenham estímulo para abrir novas vagas de residência em áreas prioritárias como a oncologia”, explicou.

Segundo o Ministério da Saúde, recursos também serão destinados para reforço no atendimento, ampliação do acesso e monitoramento nos tratamentos realizados.
 

Vacina contra o HPV começa a ser aplicada na Rede Pública

Em março de 2014, a rede pública brasileira vai vacinar meninas entre 11 e 13 anos contra o HPV. A meta é vacinar 80% do público-alvo, formado por 5,2 milhões de adolescentes. O vírus HPV é uma das principais causas do câncer do colo de útero, terceiro tipo mais frequente entre as mulheres.

A vacina estará disponível nos 36 mil postos da rede pública durante todo o ano, como parte da rotina de imunização. O Ministério da Saúde, no entanto, está incentivando às secretarias estaduais e municipais de saúde que promovam, em parceria com as secretarias de educação, a vacinação em escolas públicas e privadas.

Para receber a dose, basta apresentar o cartão de vacinação ou documento de identificação. Cada adolescente deverá tomar três doses para completar a proteção, sendo a segunda, seis meses depois da primeira, e a terceira, cinco anos após o início do esquema vacinal. Neste ano, será vacinado o primeiro grupo (11 a 13 anos).  Em 2015, a vacina passa a ser oferecida para as adolescentes de 9 a 11 anos.  
 

Planos de Saúde: Pacientes com câncer têm direito à medicação em domicílio

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou que os planos de saúde estão obrigados a custear em domicílio 36 novos medicamentos orais para o tratamento quimioterápico a pacientes com câncer em. A obrigatoriedade passa a valer a partir de janeiro de 2014. Antes, os planos de saúde eram obrigados a oferecer o tratamento apenas em ambulatórios.

Com a decisão, os pacientes passam a ter acesso em casa aos medicamentos indicados para o tratamento de 54 incorrências de vários tipos de câncer, entre eles de próstata, mama, pulmão, rim, pele, estômago, linfoma e leucemia, além de uma nova técnica de radioterapia.