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Antes da chuva Drama . 14 anos . 60 min

Avental todo sujo de ovo Drama . 12 anos . 70 min

Boi de piranha Drama . 14 anos . 35 min

Criaturas de papel Adulto . 14 anos . 60 min

Dança contemporânea em domicílio Intervenção / Dança . Livre . 10 min

O descotidiano Circo . Livre . 45 min

Divino Dança . Livre . 50 min

Guerra, formigas e palhaços Comédia dramática . 12 anos . 60 min

Nina, o monstro e o coração perdido Teatro Infantojuvenil . Livre . 60 min

Nordeste, a dança do Brasil Dança . Livre . 50 min

Nowhereland - agora estamos aqui Dança . 12 anos . 60 min

Plural Formas animadas . 10 anos . 55 min

Proibido elefantes Dança . 14 anos . 55 min

Vigor Mortis Jukebox Vol. 1 Terror . 16 anos . 80 min

Exu, a boca do universo Drama cômico . 18 anos . 70 min

O lançador de foguetes Teatro de rua / Circo . Livre . 60 min

Foto do espetáculo O Pássaro do Sol. A imagem mostra a silhueta de um grande boneco de papelão em primeiro plano na parte superior e bonecos menores na parte inferior.

O pássaro do Sol Teatro de Sombras . Livre . 50 min

O silêncio e o caos Dança . 14 anos . 50 min

O som das cores Teatro de animação . Livre . 45 min

As três irmãs Tragicômico . 12 anos . 80 min

Palco Giratório

Completando 18 anos de estrada em 2015 e concebido como uma ação estratégica de difusão e intercâmbio de artes cênicas para um país extenso e diversificado como o Brasil, o Palco Giratório é movido por muito esforço e entusiasmo, mas também por reflexões e questionamentos. 

Considerando as diferenças culturais e as desigualdades sociais e econômicas do país, no qual uma grande parte dos cidadãos ainda possui acesso muito restrito a equipamentos culturais e a obras artísticas, como detectar e eleger produtos cênicos capazes de encantar, surpreender e afetar seus espectadores? Como perceber quais grupos e coletivos estão prontos e com disposição para embarcar na desafiante missão de percorrer, durante um ano, o grande continente chamado Brasil, mostrando o seu trabalho e tendo encontros com sua gente?

Sustentado por uma rede de 33 curadores, composta por profissionais residentes em todos os estados brasileiros, o Palco Giratório reúne anualmente uma “amostragem” importante da produção cênica brasileira. Cada curador apresenta um número determinado de produções do seu estado e o coletivo analisa o conjunto das indicações. Além disso, ao longo do ano, os curadores dividem-se em grupos para acompanhar os principais festivais de artes cênicas do Brasil.

O material de trabalho é, portanto, um mosaico rico e desafiador, como a contemporaneidade. Nesse mosaico, cada componente nem sempre corresponde ao imaginário acerca de um estado ou de uma linguagem cênica determinada. E, desse modo, conceitos, opiniões e referências vão sendo diluídos e reconfigurados.

Importante assinalar que esse mosaico não se propõe a ser a expressão das “melhores produções em artes cênicas” do período. Isso porque o Palco Giratório tem especificidades, e é necessário que a circulação – que pode abranger até cinquenta diferentes cidades e exigir que o grupo permaneça em circulação por três meses ininterruptos (além de diversas outras etapas ao longo do ano) – seja enriquecedora para o grupo e proporcione uma significativa experiência para os públicos do projeto. Além de o trabalho ser artisticamente potente, o grupo deve estar suficientemente amadurecido e preparado para a empreitada. Participar do circuito Palco Giratório é, portanto, um compromisso firmado com cada grupo envolvido, que opta por investir seu trabalho no país e desbravar o próprio território.  

Que experiência provocar no outro? Que tipo de encontros proporcionar a quem já é espectador assíduo do projeto e espera por ele todos os anos? Quais trabalhos eleger para falar àqueles que verão, talvez pela primeira vez, um espetáculo profissional de artes cênicas? Essas são algumas questões que a curadoria tem em mente e que busca responder por meio da sua ação, ao mapear e ao encaminhar as propostas para o coletivo.

A realização do gesto curatorial e a operacionalização do projeto exigem recortes e delimitações. Considerando a multiplicidade de sotaques no processo, é possível imaginar de que forma cada decisão envolve debates acalorados, nos quais se tensionam, se discutem e se complementam visões de teatro, de dança e de circo. Visões da arte, da cultura, visões de Brasil.

Para o Palco 2015, nós, os curadores, imbuímo-nos do propósito de conhecer melhor o que se pratica em teatro de formas animadas no país – dada percepção de que essa linguagem vinha se apresentando com pouca incidência nos festivais e na própria curadoria do projeto.

Foi assim que um panorama extremamente rico e imprevisível de grupos e de espetáculos foi desvelado. Quatro trabalhos foram selecionados para circulação e serão apresentados, em 2015, para milhares de brasileiros: os espetáculos Criaturas de papel e O intrépido Anãmiri, do grupo Bricoleiros, do Ceará; O pássaro do sol e Histórias da caixa, do grupo A Roda, da Bahia; Plural e O cabra que matou as cabras, da Cia. de Teatro Nu Escuro, de Goiás; e O som das cores, da Cia. Catibrum, de Minas Gerais.

Ainda sobre recortes e ênfases, o Nordeste foi a região com o maior número de grupos selecionados para circulação: nove, no total – resultado do mapeamento e da análise de um conjunto de trabalhos heterogêneos e de extrema qualidade técnica e apuro estético, afirmando o trabalho contínuo de descentralização do projeto. 

O artigo de Christianne Galdino, “O balanço da rede – descortinando o dançar nordestino” contribui com aquele panorama. Trata-se de um texto que ilumina as opções estéticas do Balé Popular do Recife, grupo que o Palco Giratório homenageia em seu circuito especial em 2015. O leitor encontrará nesse artigo, a visão de um Nordeste que, contrariando o costume, optou por não migrar e que hoje faz da região um contexto imprescindível para a arte contemporânea no Brasil.

Para a seção de bate-papo deste catálogo, buscamos intercambiar com curadores de outras instituições, que vêm desenvolvendo importantes projetos em artes cênicas no Brasil. A conversa visa contribuir com o tema, já que a maior parte dos artigos e livros disponíveis sobre o assunto relaciona-se com as artes visuais, onde o termo se originou.

Nesse sentido, o papo com Júnior Perim, diretor-geral e curador do Festival Internacional de Circo do Rio de Janeiro, aponta, por exemplo, os desafios de programar e conquistar públicos para o circo no Brasil. César Augusto, ator da Cia. dos Atores e curador do Galpão Gamboa, no Rio de Janeiro, defende o curador como criador e fala sobre o cuidado em não discriminar o público. E Fabiano Carneiro, coordenador de dança da Fundação Nacional de Artes (FUNARTE), define o público como o principal foco do curador. A conversa discute como a curadoria vem se profissionalizando no Brasil e o quanto merece ser discutida e aprofundada.

Sempre interessado em territórios híbridos, sabendo que as artes cênicas, como toda forma de arte, têm de ultrapassar as próprias fronteiras, o Palco Giratório dá continuidade ao circuito intervenção urbana. Em 2015, a bailarina Cláudia Müller, do Rio de Janeiro, entregará Dança contemporânea em domicílio pelos quatro cantos do Brasil, conforme o título de seu trabalho.

E para documentar um dos muitos contextos que os espetáculos do Palco Giratório produz ao chegar nos estados brasileiros, apresentamos o relato da equipe de cultura do Sesc no Maranhão. Nesse texto é possível conhecer um pouco da Aldeia Guajajara de Artes, que completará dez anos de existência e marca a chegada do Palco, sob a forma de uma grande festa cultural, em São Luís, a “Ilha do Amor”, a “Jamaica Brasileira”. Vale ressaltar que Leônidas Portella, artista maranhense do espetáculo “Divino”, em circulação, é fruto da Aldeia Guajajara de Artes, pois foi nela que encontrou a oportunidade de realizar uma formação profissional, que o permitiu partilhar seu trabalho por todo o Brasil este ano por meio do projeto que o formou, o Palco Giratório. 

Por fim, a 18ª edição do Palco Giratório desperta a atenção para um assunto de grande relevância: a acessibilidade nas artes. Dois dos grupos participantes, o Grupo Ninho de Teatro, do Ceará, e o Gira Dança, do Rio Grande do Norte, são inspirações para um trabalho inclusivo em artes, já que integram artistas profissionais com deficiência e total maestria em sua carreira. Para nós é uma alegria permitir que esses coletivos, além de apresentarem suas belas obras ao público brasileiro, estimulem o debate e a efetiva participação dessas pessoas.

O artigo de Rodrigo De Bonis, “Universo em Expansão”, reforça essa urgência, fundamentada na legislação brasileira (uma das mais avançadas do mundo), a qual necessita ser colocada em prática através da produção e da distribuição de obras de arte.

Esperamos que 2015 proporcione grandes celebrações quando os grupos do Palco Giratório desembarcarem em suas cidades, levando a chama das artes cênicas e realizando encontros, festejos, provocações. É o que preparamos para vocês!

 

CURADORIA

Departamentos Regionais do Sesc

Alessandra Britez (TO)
Álvaro Fernandes (PB)
Ana Paolilo (BA)
André Luis de Jesus Santana (SE)
Carolina de Andrade (RR)
Colette Dantas (ES)
Cristine Braga (RJ)
Dora Sá (MG)
Ednea Maria Barbosa de Souza (GO) 
Emerson Pirola (SP)
Fabrício Barros (AL)
Francielle Melinna Araujo Gadotti (MS)
Galiana Brasil (PE)
Genário Dunas (AP)
Isoneth Lopes Almeida (MA)
Ivaldo Gadelha (DF)
Jandeivid Lourenço Moura (MT)
Jane Schoninger (RS)
José Corrêa (AM)
Luis Felipe Sales (CE)
Maria Braga (RO)
Maria Carolina Fescina Silva (MG)
Maria do Livramento Machado (PI) 
Maria Teresa Piccoli (SC) 
Marques Izitio Alves (AC)
Nilton Marques (RN)
Suelen Silva (PA)
Tatyane Ravedutti (PR)

Departamento Nacional do Sesc

Maira Jeannyse (Centro Cultural Sesc Paraty) 
Viviane da Soledade (Escola Sesc de Ensino Médio)
Josenira Cássia Fernandes (Estância Ecológica Sesc Pantanal) 
Raphael Vianna Coutinho (Gerência de Cultura)
Vicente Pereira Junior (Gerência de Cultura)
Mariana Barbosa Pimentel (Gerência de Cultura)
Victor Rodrigues Seixas (Estagiário da Gerência de Cultura)

Observadores

Rafaella Vagmaker (ES)
Cristiane Marques de Oliveira (MG)
Wellington Dias de Jesus (GO)
Janaina Coelho Azevedo (MT)
Daniela Travassos Rocha (PE)
Maria Carolina Aragão da Luz (MA)
Camila Maria Duarte Sobrinho (AM)
Fátima Zarife (RJ)

Antes da chuva

Aramís encontra Ana em uma casa abandonada, onde ela mora com a avó. O menino, na ocasião com 11 anos, é chantageado pela moça para que deixe que ela o veja nu e depois leia pra ela em voz alta. Inspirada pelas histórias de espionagem lidas pelo garoto, Ana planeja uma fuga no navio do Papa que passará em breve pelo povoado.

RODRIGO PORTELLA
Texto

RODRIGO PORTELLA E LEO MARVET
Direção

BRUNA PORTELLA E LUAN VIEIRA
Elenco

BRUNO PERLATTO
Figurino

FELIPE CHERNICHARO
Músicas originais

RODRIGO PORTELLA
Operador de Luz

JANE CELESTE GUBERFAIN
Preparação vocal

CAMILA DOMINGUES
Assistente de figurino

TRILHOS PRODUÇÕES ARTÍSTICAS
Produção

LARISSA GONÇALVES
Produção executiva

 

  • Cia. Cortejo /
  • A Cia. Cortejo foi fundada em 2009 no pequeno município de Três Rios, interior do Rio, onde a Cia. mantém sua sede administrativa e criativa. Seu primeiro trabalho, Uma história oficial, estreou em 2010 e fez temporada no Teatro Laura Alvim, o que rendeu ao grupo uma indicação ao Prêmio Shell de Melhor Direção. Antes da chuva estreou no Festival de Curitiba concorrendo também em 2014 ao Prêmio Shell de Melhor Autor. O mergulho nas próprias raízes marca o trabalho de pesquisa da companhia.

  • Inspirações - Dramaturgia em Espaços não Convencionais
  • Público: Artistas cênicos com mais de 14 anos
  • Vagas: 15
  • Duração: 8h
  • Ministrantes: Rodrigo Portella
  • Exercícios práticos de produção dramatúrgica em espaços não convencionais. A ideia é levantar possibilidades de criação de narrativa, personagens e circunstâncias cênicas a partir de uma relação com o espaço.

  • Uma história oficial
  • Duração: 70 min
  • Gênero: Comédia Dramática
  • Classificação: 16 anos
  • Uma menina é vendida pela mãe para um vendedor de bíblias, que descobre na capacidade dela de provocar orgasmos "titânicos", uma lucrativa fonte de renda. A jovem se apaixona pelo escravo do comerciante, que, uma vez em liberdade, dispõe-se, ao lado dela, a mudar a história do lugarejo.

Avental todo sujo de ovo

Com texto do dramaturgo cearense Marcos Barbosa, o espetáculo estreou no início de 2009. Trata da relação familiar, com seus sentimentos, suas limitações e suas (in)verdades. Propondo uma intimidade com o público, o elenco convida os espectadores a visitarem a casa de Alzira e Antero, o casal que há 19 anos, junto à comadre Noélia, vive a angustiante espera do filho Moacir, que desapareceu de casa quando criança. Esse cenário só se modificará a partir da inesperada visita de Indienne Du Bois.

MARCOS BARBOSA
Texto

JÂNIO TAVARES
Direção

EDCEU BARBOZA, JOAQUINA CARLOS, RITA CIDADE E ZIZI TELÉCIO
 Elenco

JÂNIO TAVARES E CAROL LANDIM
Concepção de figurino

ALDA TAVARES E MARLEN CRIAÇÕES
 Execução de figurino

JÂNIO TAVARES E WANDERLEY PECKOVSKI
Concepção de cenário

JÂNIO TAVARES
Concepção de luz e som

SÂMIA OLIVEIRA
Operador de som

JÂNIO TAVARES
 Operador de luz

ELIZIELDON DANTAS
Contrarregra

GEORGE BELISÁRIO
 Adereços

GRUPO NINHO DE TEATRO
Concepção e execução de maquiagem

EDCEU BARBOZA
Coordenação de produção

ATO MARKETING CULTURAL
Produção

MONIQUE CARDOSO
 Produção executiva

 

  • Grupo Ninho de Teatro
  • O Grupo Ninho de Teatro se realiza na união de sete artistas residentes no Cariri cearense. Constituído em 2007, e como Associação e Produtora Artística em 2009, tem seis espetáculos em repertório: Bárbaro (2008), Avental Todo Sujo de Ovo (2009), Charivari (2009), O Menino Fotógrafo (2012), Jogos na Hora da Sesta (2012) e A Lição Maluquinha (2013). Desde 2011, administra sua sede, a Casa Ninho.

  • Da sala para a cena: decupagem de um avental!
  • Público: Atores e não atores acima de 14 anos
  • Vagas: 20
  • Duração: 4 a 8h
  • Ministrantes: Grupo Ninho de Teatro
  • Por meio de procedimentos que estimularam a criação do espetáculo Avental todo sujo de ovo, a oficina utilizará elementos do teatro épico para os participantes - enquanto atores – estimularem o público a tornar-se ativo perante a cena. Para isso, trabalha-se com jogos, músicas, fragmentos textuais e criação de atmosferas.

  • Jogos na hora da sesta
  • Duração: 50 min
  • Gênero: Drama
  • Classificação: 14 anos
  • Um grupo de crianças brinca em uma praça em um dia de sol. Expõe suas personalidades, de acordo com a formação moral que varia da pureza à maldade. Suas falas, jogos e comportamentos vão construindo, ao longo do espetáculo, um retrato duro e fiel da sociedade contemporânea – o fascínio pelas mídias, a sexualidade, o casamento, a morte, as guerras, a religiosidade, os tribunais – em um conjunto de ações repletas de violência e de poesia.

Boi de piranha

O espetáculo Boi de Piranha é um tema e uma analogia. Perpassa por dados históricos e afetos relacionados à construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, “Ferrovia do Diabo”, e a Batalha da Borracha no Norte do Brasil. A analogia surge a partir da imagem do boi que, por ser mais velho ou doente, é escolhido para o abate e ser entregue às piranhas a fim de que o restante do rebanho consiga passar. O migrante nordestino assume essa figura sacrificial dentro do espetáculo transformando-se em um Super-homem que cruza o país para sobreviver e para salvar.

 

FRANCIS MADSON
Texto

FRANCIS MADSON
Direção

ANA PAULA VENÂNCIO, EULES LYCAON E GISELE STERING
Elenco

FRANCIS MADSON
Cenário, figurino e iluminação

CIA. BOI DE PIRANHA
Trilha sonora

CIA. BOI DE PIRANHA
Maquiagem

FRANCIS MADSON E ELIELDO PAES
Contraregra

MICHELE SARAIVA
Fotografia

 

  • Cia. Boi de Piranha /
  • A Cia. Boi de Piranha é uma reunião de artistas de vários grupos e segmentos (dança, teatro e performance) com a finalidade de estabelecer novas vozes dentro do cenário artístico portovelhense e nortista. As linhas de pesquisa do grupo estão entre o corpo, a dramaturgia e a etnografia.

  • Palavracorpo – a necessidade de criar
  • Público: Atores, bailarinos, performes e iniciantes
  • Vagas: 25
  • Duração: 6h
  • Ministrantes: Francis Madson
  • Trata-se de desenvolver outras sensibilidades nos participantes para encontrar em si formas de compor potentes estruturas poéticas por meio da palavra-corpo-fala.

Criaturas de papel

O espetáculo Criaturas de papel foi constituído a partir de duas técnicas principais que fundamentam a cena: a bricolagem e o teatro negro. Ambas as técnicas foram estudadas e experimentadas, resultando na construção de um estilo de marionetes bricoladas. Neste espetáculo, o branco contrasta com o fundo negro, evidenciando o material usado, no caso, o papel.


A ação cênica se dá a partir de um refinado processo de animação das marionetes, inspirado no trabalho do grupo japonês Kawasemiza, do qual dois ou três marionetistas animam o mesmo boneco. Essa forma enriquece os movimentos, ampliando a margem de expressividade e a atuação das marionetes.

 

O GRUPO
 Roteiro

CRISTIANO CASTRO
Direção

CRISTIANO CASTRO E ELIANIA DAMASCENO
Criação dos Bonecos e Cenografia

ELIANIA DAMASCENO
 Figurino

CRISTIANO CASTRO
 Trilha sonora

CRISTIANO CASTRO, FERNANDO SILVER E MARCONI BASÍLIO
Concepção da luz

CRISTIANO CASTRO
 Operação de luz e som

MARIONETES DE MANIPULAÇÃO DIRETA E TRANSVERSA
 Técnica dos bonecos

CLEIVIANE MARQUES, MARCONI BASÍLIO, EDER MACHADO E ELIANIA DAMASCENO
 Atores

SOL COELHO E DANIEL SORRENTINO
Fotografia

 

  • Bricoleiros
  • Formado por artistas com experiência em teatro e artes plásticas, o Grupo Bricoleiros surgiu em 2004. Desde então, desenvolve um trabalho de pesquisa, explorando rigorosamente o universo do boneco e sua expressividade cênica, especializando-se continuamente na técnica de marionetes de manipulação direta e com hastes. O repertório dos principais espetáculos são: O Intrépido Anãmiri, Olha o Olho dos Meninos, Criaturas de Papel e Lastá.

  • Oficina de Manipulação de Marionetes Bricoladas
  • Público: Adolescentes e adultos
  • Vagas: 20
  • Duração: 8h
  • Ministrantes: Cristiano Castro, Cleiviane Marques Vasconcelos, Eliania Damasceno, Marconi Basílio.
  • A oficina propõe compartilhar as experiências teóricas e práticas do Grupo Bricoleiros com o teatro de animação e o desenvolvimento técnico de habilidades ligadas ao ofício do marionetista. A oficina trabalha técnicas específicas de preparação corporal do ator-manipulador, compreensão da cena, marcação cênica, animação e comunicação com bonecos e objetos.

  • O intrépido Anãmiri
  • Duração: 55 min
  • Gênero: Infantil
  • Classificação: Livre
  • Espetáculo feito com marionetes de manipulação Direta, inspirado na técnica japonesa Bunraku, em que os marionetistas animam o boneco, conferindo-lhe movimentos humanos e precisos. Essa técnica permite ampliar a expressividade cênica e proporciona ao público a impressão de que os bonecos estão soltos e que têm vida própria. A história identifica-se perfeitamente com o mundo infantil, em uma relação com os personagens fantásticos da fauna e da flora brasileiras. Rica de cores e fantasias, com cenas surpreendentes de efeitos e truques, combinadas a uma estética refinada de manipulação de bonecos, movimento, luz e som, tem-se bonecos vivos em cena, que transportam crianças e adultos para um mundo mágico.

Dança contemporânea em domicílio

Dança Contemporânea em Domicílio propõe entregar dança contemporânea em locais onde ela não é esperada, buscando espaços despercebidos, brechas no cotidiano. Uma dança que se importa menos com movimentos concretos e mais com os espaços imaginários abertos no encontro com o espectador-consumidor: qual o lugar desse ofício?Como é percebido? Quais são seus recursos? Qual o seu alcance? Como é remunerado?
Qualquer pessoa pode solicitar, via telefone, gratuitamente, a Dança Contemporânea em Domicílio em qualquer lugar que queira recebê-la (em sua casa, escritório, loja, mercado, em uma praça, no restaurante que frequenta etc.).

 

CLÁUDIA MÜLLER
Concepção, criação e performance

MICHELINE TORRES
Colaboração dramatúrgica

THEO DUBEUX
Programação visual

INÊS CORREA
Fotografia

CAROLINA GOULART
Produção executiva

CAIS PRODUÇÃO CULTURAL
Produção

 

  • Cláudia Müller
  • Cláudia Müller desenvolve processos artísticos em dança, performance e vídeo e investiga as poéticas e políticas do encontro, os modos de visibilidade da dança contemporânea e as relações entre arte e cotidiano. É mestre em Artes pela UERJ e professora da Universidade Federal de Uberlândia. Participou de residências e projetos no Espacio Graner, Museo Artium, Azala, Museo Reina Sofia (Espanha), entre outros. Seus trabalhos têm sido apresentados, desde 2000, em diversas cidades do Brasil, da América do Sul e da Europa.

  • Dança contemporânea - artes visuais: poéticas em aproximação
  • Público: Estudantes e artistas de dança, teatro e artes visuais
  • Vagas: 20
  • Duração: 8h
  • Ministrantes: Cláudia Müller
  • Oficina teórico-prática abordando as relações entre a dança contemporânea e as artes visuais. A arte conceitual, a arte relacional e a crítica institucional serão abordadas por alguns artistas pela influência de suas propostas na dança contemporânea, especialmente nas últimas duas décadas.

  • Intervir: Laboratório de Operações para Espaços Cotidianos
  • Público: Estudantes e artistas de dança, teatro e artes visuais
  • Vagas: 20
  • Duração: 8h
  • Ministrantes: Cláudia Müller
  • Oficina teórico-prática cujo objetivo é experimentar questões e práticas relativas a processos artísticos que desejam ocupar espaços não institucionalmente destinados à arte, traçando estreitas relações entre arte e vida.

O descotidiano

Em uma casa de poucos móveis e sentimentos, habita um personagem por vezes estressado e por outras fadigado pela rotina imposta pela vida. Esse ser excêntrico e solitário busca, através da desconstrução de seu cotidiano, uma motivação para sorrir manipulando objetos do cotidiano que vão de colheres e livros, passando por xícaras, vassouras e pás de lixo, além de objetos clássicos do malabarismo como bolas e o malabarismo de contato.

OTAVIO FANTINATO
 Criação, direção e atuação

OTAVIO FANTINATO
 Trilha sonora

SÉRGIO PIRES E EDUARDO AMARAL
Desenho da luz

EDUARDO AMARAL
Operador de luz

TÁSSIO FOLLI
Operador de som

 JULIA PACHECO
Figurino

 EDUARDO AMARAL
Cenografia

RICARDO AVELLAR
Fotografia

 

  • Cia. do Relativo /
  • Pelo desejo de explorar novas possibilidades cênicas e técnicas e, tendo como proposta aplicar as linguagens atuais no circo surge, em 2009, a Cia. do Relativo, que sustenta seu trabalho por meio da manipulação de objetos.

  • Workshop de manipulação de objetos e improvisação cênica
  • Público: Iniciantes/Entusiastas do circo e malabarismo
  • Vagas: 15
  • Duração: 4 a 6h
  • Ministrantes: Otavio Fantinato
  • Partindo do ponto de vista da mudança do olhar sobre todos os objetos, estudando o malabarismo clássico e relacionando suas propriedades cênicas, os participantes são convidados a utilizar essa nova visão em diversos jogos de improvisação.

  • Iniciação ao Malabarismo
  • Público: Iniciantes e leigos
  • Vagas: 14
  • Duração: 4 a 6h
  • Ministrantes: Tássio Folli
  • Oficina recreativa voltada às pessoas que desejam conhecer toda amplitude da técnica ou simplesmente buscar um momento de descontração. Vamos desenvolver jogos a partir de conceitos básicos do malabarismo.

  • Ensaio sobre Pegar
  • Público: Malabaristas de nível avançado
  • Vagas: 14
  • Duração: 4 a 6h
  • Ministrantes: Tássio Folli
  • Oficina/Laboratório que visa a desmembrar o ato de malabarear, aprofundando a pesquisa sobre a recepção dos objetos. Qualidade do movimento, tempo de espera e variação de energia são alguns dos conceitos usados para essa pesquisa.

Divino

Um corpo que se constrói culturalmente e busca - através da arte - explorar a identidade de um povo, suas urgências e suas manifestações culturais mais marcantes para dimensionar o registro historiográfico que relaciona o patrimônio cultural (material e imaterial) com o panorama atual desse patrimônio. Divino desencadeia um processo híbrido e incorpora "cultura popular maranhense" a um baú de linguagens artísticas, gerando uma proposta contemporânea, na qual sua motivação central está no discurso que um corpo propõe sobre a preservação de uma história.

LEÔNIDAS PORTELLA
Concepção, direção e pesquisa

LEÔNIDAS PORTELLA, ROXA BELFORT (MESTRA ROXA), MARIA DA GRAÇA (DONA GRACINHA) E MARINA CORRÊA.
 Elenco

PAULO SOCHA
Operador de luz e contrarregra

LEÔNIDAS PORTELLA, DIONES CALDAS, JANAILTON SANTOS E PAULO SOCHA
Vídeos

PAULO SOCHA
Fotografia e edição de vídeo

JOÃO ALMEIDA
Objetos de cena e figurino

DIVA DIAS
Costuras

 

  • Núcleo Atmosfera (NUA)
  • O Núcleo Atmosfera (NUA) iniciou sua trajetória na UFMA em 2005 e estendeu-se para a comunidade, onde atualmente desenvolve seus projetos de forma independente. Fundou o Grupo Cara de Arte - Formação de Jovens Artistas, produziu eventos como “MIDANÇA - Mostra de Investigações em Dança” e “Ocupação” e concebeu um repertório variado de obras artísticas híbridas.

  • Corpo emaranhado
  • Público: Artistas em geral
  • Vagas: 20
  • Duração: 8h
  • Ministrantes: Leônidas Portella, Marina Corrêa, Roxa Belfort
  • Propõe aos participantes a experimentação de matrizes de danças populares maranhenses, que servirão como base para a construção de propostas corporalmente híbridas.

Guerra, formigas e palhaços

Dois militares, últimos remanescentes de um batalhão de combate, encontram-se perdidos em uma guerra. Ao tenente e ao soldado cabe agora a tarefa de defender o pequeno território ainda não tomado pelas forças inimigas. Ambos sabem que a única forma de saírem vivos da situação é a possível chegada de reforços. Porém, quando todas as saídas parecem se fechar, um fato inusitado acontece: o batalhão de dois homens fica estupefato diante daquele que pode carregar o último fio de esperança.

ROGÉRIO FERRAZ
Direção

CÉSAR FERRARIO
Dramaturgia

ENIO CAVALCANTE, PEDRO QUEIROGA, ROGÉRIO FERRAZ E DAVIDSON LACERDA
Elenco

CARLA MARTINS
Assistente de direção e preparadora corporal

WILLAMES COSTA E CAIO PADILHA
Trilha sonora

IRAPUAN JÚNIOR
Figurino e adereços

ROGÉRIO FERRAZ E IRAPUAN JÚNIOR
 Cenografia

RONALDO COSTA
Iluminação

MANU AZEVEDO
Operador de luz

CAIO PADILHA
Operador de som

DANILO TENÓRIO
Projeto gráfico

JOANISA PRATES
Comunicação

JOANISA PRATES E PABLO PINHEIRO
Fotografia

TATIANE FERNANDES
Produção

  • Estação de Teatro
  • O Grupo Estação de Teatro surgiu em 2009, na cidade de Natal, e foi formado pelos atores Rogério Ferraz, Nara Kelly, Caio Padilha e Manu Azevedo. Comprometidos com a qualidade artística e o respeito ao público, iniciaram uma pesquisa em contação de histórias, em um diálogo com a música e as brincadeiras populares que resultou em dois espetáculos infantis: Em cada canto um conto e Estação dos contos, além de uma oficina sobre a prática de contar histórias. Em 2011, o trabalho voltou-se para ampliar o repertório, partindo para um espetáculo que pudesse refletir suas inquietações, levando seu fazer artístico para além do universo infantil. Em 2013, estrearam o espetáculo Guerra, formigas e palhaços, de autoria de César Ferrario. Em 2014, o Estação de Teatro percorreu oito cidades da região Nordeste, com a Caravana Estação Nordeste – projeto de circulação contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2013 – e ganhou duas novas integrantes, a produtora Tatiane Fernandes e a jornalista e atriz Joanisa Prates. A nova montagem do grupo é o espetáculo para rua Quintal de Luís, selecionado no Edital Natal em Cena 2014, da Prefeitura de Natal.

     

  • A arte de contar histórias
  • Público: Atores, professores, pesquisadores de contação de histórias
  • Vagas: 20
  • Duração: 6h
  • Ministrantes: Grupo Estação de Teatro (Caio Padilha; Nara Kelly; Rogério Ferraz e Manu Azevedo)
  • Com o intuito de contribuir para a qualificação profissional contínua de artistas e professores de todas as áreas, o Grupo tem uma oficina intitulada A arte de contar histórias. A oficina trabalha a partir dos elementos técnicos essenciais para melhorar a performance cênica, utilizando de forma prática e lúdica, o instrumento corporal e vocal do contador.

  • Estação dos contos
  • Duração: 40 min
  • Gênero: Infantil
  • Classificação: Livre
  • Com direção de Rogério Ferraz, Estação dos Contos é um espetáculo de contação de histórias intercaladas com músicas e brincadeiras populares, contadas e cantadas pelos atores Caio Padilha, Nara Kelly e Manu Azevedo. A pesquisa em contação de histórias é uma marca do Grupo Estação de Teatro que traz como experiência o espetáculo Fábulas (grupo Clowns de Shakespeare), que tanto na criação do espetáculo quanto na atuação participaram Nara Kelly e Rogério Ferraz (ator premiado pela APCA e FEMSA/Coca-Cola).

     

Nina, o monstro e o coração perdido

Nina, o monstro e o coração perdido conta a história de uma menina que se desfaz do seu coração para não mais sentir tristeza. É um texto delicado e poético que fala sobre a necessidade de lidar com os sentimentos. Para abordar esse assunto de forma dinâmica e encantada, a peça ora utiliza a linguagem de contadores de histórias, ora a própria encenação da jornada de Nina e dos percalços do seu amigo Monstro em busca do coração perdido. Uma aventura que satisfaz a necessidade infantil da fantasia, sem deixar de proporcionar vivências importantes para o desenvolvimento da criança.

MARTINA SCHREINER
Texto

LÚCIA BENDATI
Direção

LARISSA SANGUINÉ
Assistência de direção

ÁLVARO ROSACOSTA
Direção Musical

ALEX LIMBERGER, GUSTAVO DIENSTMANN E VALQUIRIA CARDOSO
Elenco

ÁLVARO ROSACOSTA
Trilha sonora original

BETO CHEDID E ÁLVARO ROSACOSTA
Preparação musical

KITI SANTOS
Gravação de sopros

LARISSA SANGUINÉ
Preparação corporal e coreografias

RICARDO VIVIAN
Criação de luz

MARTINA SCHREINER, GUSTAVO DIENSTMANN E VALQUIRIA CARDOSO
Criação de figurino e adereços

GUSTAVO DIENSTMANN E VALQUIRIA CARDOSO
Confecção de figurino e adereços

MARTINA SCHREINER E ALEX LIMBERGER
Criação de cenário

ALEX LIMBERGER
Confecção de cenário

LÚCIA BENDATI, GUSTAVO DIENSTMANN E VALQUIRIA CARDOSO
Criação de maquiagem

LUCIANE PIRES FERREIRA
Fotografia

RODRIGO RUIZ
Produção executiva

 

  • Clareira de Teatro /
  • O grupo começou em 2011, com o espetáculo A Cãofusão: Uma Aventura Legal pra Cachorro, uma produção infantojuvenil contemplada com o Fumproarte/SMC e que recebeu 12 prêmios dentro e fora do Rio Grande do Sul, entre eles o Tibicuera de Melhor Espetáculo Infantil/2011 em Porto Alegre. Desse trabalho nasceu nosso compromisso com a realização de montagens que buscam sempre a excelência artística.

  • Contando a gente acredita
  • Público: Maiores de 16 anos (atores, contadores, monitores e educadores)
  • Vagas: 15
  • Duração: 4 a 6h
  • Ministrantes: Alex Limberger, Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso
  • Usando enfoques e dinâmicas que consistem em jogos teatrais e o trabalho direto com a palavra pretende-se ampliar e qualificar o ato de contar uma história. Por meio dessa ação espera-se contribuir para o incentivo à leitura e a formação de multiplicadores culturais.

Nordeste, a dança do Brasil

Nordeste - A dança do Brasil é um retrato em movimento da riqueza cultural que vem daquela região do país, marcada por um intenso processo de hibridização. Os quatro ciclos festivos da Metodologia Brasílica instituída pelo Balé Popular do Recife estão presentes em um espetáculo de cor, brilho e beleza. Danças típicas do Carnaval, de São João, do Natal e expressões de origem afro-ameríndia compõem o repertório dessa obra, que marcou a consolidação da linguagem original em dança criada pelo Balé, com base nas manifestações da cultura popular nordestina. Frevo, maracatu, caboclinhos, ciranda, xaxado e guerreiro são apenas alguns dos ritmos que fazem do espetáculo Nordeste - A Dança do Brasil único por representar toda a força e alegria de um povo.

ÂNGELA FISCHER
Direção-geral

ANDRÉ MADUREIRA
Direção artística e coreografias

CHRISTANNE GALDINO
Produção e gestão

CARLA NAVARRO
Assistente de produção

LOURDES MADUREIRA E ÂNGELA FISCHER
Figurino

SMILE GALVÃO
Camareiro

ANTÚLIO MADUREIRA
Trilha sonora original

ARTES MADUREIRA LTDA (LUCIANA MADUREIRA)
Admistração

ANGÉLICA MADUREIRA, ÉLIDE LEAL, JOANA LIMA, MARCELLA FIGUEIRAS, SAMANTHA RÚBYA, SIMONE SANTOS, TITA PEREIRA, ADRIANO SILVA, ANDERSON VIEIRA, DOUGLAS MARQUES, GUSTAVO ROCHA, JEFFERSON ARRUDA, MÁRCIO NASCIMENTO E MARCONI STYLEBRASIL
Elenco

KEZYA MAYARA
Bailarina substituta

  • Balé Popular do Recife
  • Fundado em 1977, o Balé Popular do Recife, surge com a proposta de criar uma dança nacional, baseada nos folguedos – manifestações e saberes tradicionais da cultura popular nordestina. A partir da fundação, o diretor André Madureira criou um método original, batizado de “Brasílica”. A trajetória de quase 40 anos reúne cinco espetáculos completos, incontáveis coreografias, centenas de apresentações e muitas turnês nacionais e internacionais, com destaque para uma residência de três meses na França em 1988 e a participação no projeto Mambembão do Sesc Nacional, também na década de 1980. Em 2009, o Balé Popular do Recife recebeu do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Ordem do Mérito Cultural, em reconhecimento pelo trabalho desenvolvido em prol da dança.

  • Ciclos Festivos da Dança Brasílica
  • Público: Adolescentes e jovens
  • Vagas: 25
  • Duração: 4 a 8h
  • Ministrantes: Angélica Madureira
  • Oferecer iniciação à metodologia Brasílica de dança é o objetivo desta oficina, que ensina os principais movimentos e os passos básicos de alguns dos ritmos da cultura popular nordestina. Ciranda, coco, guerreiro, afoxé, maracatu e frevo são a base desta ação formativa, de caráter teórico-prático.

Nowhereland - agora estamos aqui

O Movasse foi buscar na obra cinematográfica de Tim Burton inspiração para criação coreográfica de um espetáculo de dança. As obras do diretor são marcadas por uma recriação fantástica do real, sempre com um tom de comédia e resvalando em toques de humor macabro. A tênue linha que separa o real do imaginário foi o ponto de partida para desvendar o tema.

Até onde estamos seguros do que é real e do que é apenas fruto de nossa imaginação? Somos feitos apenas dos fatos concretos do dia a dia ou somos o que imaginamos ser? Existe uma forma de distinguir o real do imaginário? Enfim, essas são algumas perguntas que surgiram durante o processo e depois transformaram-se em movimento, iluminação, trilha sonora e figurino.

 

SONIA MOTTA
 Direção

ANDREA ANHAIA, ESTER FRANÇA, FABIO DORNAS E CARLOS ARÃO
 Elenco

VERMELHO STEAM
Cenário

SILMA DORNAS
Figurino

MARCIO ALVES
Iluminação

KIKO KLAUS
Trilha sonora

GUTO MUNIZ
Fotografia

 

  • Movasse – Coletivo de Criação em Dança
  • Fundado em 2006, em Belo Horizonte, pelos bailarinos Andrea Anhaia, Carlos Arão, Ester França e Fábio Dornas, o Movasse conta com 13 trabalhos em seu repertório, entre solos, duos, intervenções de rua e trabalhos para palco. Já participou de diversos festivais nacional e internacionalmente conhecidos, circulando por algumas cidades dentro e fora do Brasil. Sua principal característica é a criação colaborativa e o trânsito de pessoas e ideias.

  • Colaboração na criação
  • Público: Bailarinos e atores
  • Vagas: 20
  • Duração: 6h
  • Ministrantes: Coletivo Movasse
  • A oficina se fundamenta em trabalhos de improvisação, jogos para composição coreográfica e uma parte técnica para aquecimento. A consciência do corpo é tema principal; o espaço, a respiração, o movimento autoral e a criação determinam o assunto da oficina.

  • Playlist - espetáculo de improvisação interativa
  • Duração: cerca de 50 min
  • Gênero: Dança
  • Classificação: Livre
  • Playlist é uma obra a ser construída a cada apresentação. Fundamentadas em elementos definidos pelo público, quer seja na sorte ou por sua escolha, as improvisações se estabelecem através do uso da coletividade e da imaginação.
    A produção da obra é baseada na autenticidade e na criatividade de seus integrantes. Deixar que o público escolha o tema da noite e também algumas composições cênicas permite a plateia participar como um norteador do espetáculo, tornando-o imprevisível e próximo ao lúdico destas pessoas.

     

Plural

Plural é a trama tecida pelas histórias de uma menina chamada Maria. Suas primeiras recordações remetem aos seus sete anos, quando se distraía brincando com uma boneca de milho no terreiro de sua casa enquanto sua avó cozinhava no fogão à lenha e lhe falava pela janela. A narrativa segue costurando memória em memória, fiando do universo rural ao urbano, bordando histórias vividas e sentidas, com seus encantos, medos, violências, coragens, lamentos e alegrias. Uma trama sempre tensionada entre o drama e a poesia, o trágico e o humor. Inspirada nas histórias reais das mães dos integrantes da Cia. de Teatro Nu Escuro.

 

IZABELA NASCENTE
Direção

LÁZARO TUIM
Assistente de direção

RÔ CERQUEIRA
Pesquisa visual

ABÍLIO CARRASCAL, HÉLIO FROES E IZABELA NASCENTE
Dramaturgia

ABÍLIO CARRASCAL, ADRIANA BRITO E ELIANA SANTOS (STAN BY – IZABELA NASCENTE)
 Elenco

ABÍLIO CARRASCAL
Trilha sonora e preparação musical
 
RODRIGO ASSIS
Operador de Luz

RÔ CERQUEIRA E LÁZARO TUIM
Direção de vídeo

LINA LOPES
Projeção mapeada

IZABELA NASCENTE
Concepção de bonecos, figurinos e cenário

IZABELA NASCENTE, MARCOS LOTUFO, MARCOS MARRON, RÔ CERQUEIRA E CIA. NU ESCURO
Confecção de bonecos

MARCOS LOTUFO
Identidade visual

LAYZA VASCONCELOS
Fotografias do espetáculo

HÉLIO FROES E LÁZARO TUIM
Direção de produção

  • Cia. de Teatro Nu Escuro /
  • A Cia. de Teatro Nu Escuro foi fundada em 1996. Montou quatorze espetáculos, sendo que seis deles compõem o atual repertório da Companhia. O trabalho contínuo, os investimentos em novas linguagens e a cumplicidade com o público vêm rendendo importantes frutos, pois a Cia. já teve seus trabalhos selecionados para o Prêmio Funarte de Artes na Rua e para o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz. Já foi agraciada com a Medalha de Mérito Cultural do Estado de Goiás.

  • Oficina de Construção de Bonecas a partir da Estética Abayomi
  • Público: Público em geral
  • Vagas: 20
  • Duração: 8h
  • Ministrantes: Izabela Nascente e Valmir Filho
  • Esta oficina visa construir bonecos manipuláveis com a estética das bonecas Abayomi. O objetivo é juntar a técnica de amarração das Abayomis em estrutura de bonecos de manipulação direta para balcão. Os bonecos são construídos e cada integrante da oficina poderá levar o seu para casa.

  • O cabra que matou as cabras
  • Duração: 1h
  • Gênero: Comédia farsesca
  • Classificação: 12 anos
  • Um advogado vigarista, que sobrevive dando pequenos golpes em seus clientes, vê-se envolvido em um caso de assassinatos de cabras e bodes. Uma trama cheia de traições, trapaças e reviravoltas, na qual uma esposa maliciosa engana seu marido advogado, que engana um comerciante ganancioso, que engana seu empregado, que engana um juiz, que quer enganar todo mundo. Uma comédia visceral que lida com as relações de poder e hierarquia implícitas no cotidiano das pessoas e traz o riso como força reveladora e de libertação, um riso festivo que não forja dogmas nem é autoritário e que exorciza os nossos medos e as nossas angústias.

Proibido elefantes

Proibido Elefantes é um espetáculo que fala do olhar como via de acesso, porta de entrada e saída de significados.

O modo como percebemos a "realidade" é resultante do diálogo que estabelecemos com ela: nosso olhar é constituído pela realidade da mesma maneira que esta é constituída pelo nosso olhar – a construção do sentido transita em via de mão dupla.

O olhar enquanto apreensão subjetiva do mundo é apontado como elemento potencializador do sujeito diante do mesmo.

Proibir elefantes é restringir o acesso, impedir o livre trânsito do animal que serve como meio de transporte na Índia, mas causaria enormes transtornos em outras localidades.

Proibir elefantes, neste espetáculo, é proibir o olhar que ressalta as limitações, os impedimentos, e que duvida da capacidade do sujeito frente à adversidade. Além disso, também é apostar no olhar do sujeito sobre si mesmo e sobre o mundo em que vive como elemento ressignificador e instaurador da realidade.

CLÉBIO OLIVEIRA
Concepção, coreografia e direção

ANDERSON LEÃO
Direção artística

ALEXANDRE AMÉRICO
Assistente de direção
 
CIRO ÍTALO E ROZEANE OLIVEIRA
Assistente de coreografia

ÁLVARO DANTAS, JANIA SANTOS, JOSELMA SOARES, MARCONI ARAÚJO, RODRIGO MINOTTI E ROZEANE OLIVEIRA
Bailarinos/Criação

CELSO FILHO
Produção executiva

TONI GREGÓRIO
Trilha sonora original

LORIS HAAS
Figurino

DANIELA FUSARO
Colaboração

RONALDO COSTA
Design de luz

DAVID COSTA
Operador de luz

RODRIGO SENA
Fotografia/Vídeo

GUSTAVO FARACHE
Assessoria de imprensa

 

  • Companhia Gira Dança /
  • Rio Grande do Norte
  • Gira Dança é uma companhia de dança contemporânea com sede em Natal/RN que tem como proposta artística ampliar o universo da dança por meio de uma linguagem própria, utilizando o conceito do corpo diferenciado como ferramenta de experiências.
    A companhia foi criada pelos bailarinos Anderson Leão e Roberto Morais, estreou nacionalmente na Mostra Arte, Diversidade e Inclusão Sociocultural, realizada no Rio de Janeiro, em maio de 2005, e, desde então, vem apresentando um trabalho que rompe preconceitos e limites preestabelecidos e cria novas possibilidades dentro da dança contemporânea em palcos de todo o Brasil. 

  • Laboratório de Criação em Dança
  • Público: Bailarinos e não bailarinos com ou sem experiência da cena artística
  • Vagas: 30
  • Duração: 6h
  • Ministrantes: Anderson Leão, Álvaro Dantas e Rozeane Oliveira
  • Este laboratório tem por objetivo a compreensão dos princípios de movimento do corpo de bailarinos e não bailarinos com ou sem experiência da cena artística e que tenham ou não alguma deficiência física. Propõe discutir, problematizar e descobrir como acontece o movimento nesses corpos a partir do processo criativo do espetáculo Proibido Elefantes, da Companhia Gira Dança, concebido, criado e dirigido por Clébio Oliveira e os bailarinos da companhia.

     

  • Sobre todas as coisas
  • Duração: 40 min
  • Gênero: Dança
  • Classificação: Livre
  • A condição humana e suas fragilidades. Quando podemos dizer que somos ou não normais? O que é normal? O que é anormal? Como conviver de maneira natural com o diferente? Até onde vão a capacidade de superação de um ser e a incapacidade de aceitação de outro? A condição física é um mero detalhe; a condição mental é o que muda o homem e o mantém em circunstâncias de altear o que lhe parece trágico e frágil. Não existe o frágil, existe um meio que fragiliza o outro (o ser). Essa é a proposta do espetáculo Sobre todas as coisas, no qual os bailarinos da Cia. Gira Dança irão contrapor o frágil da sociedade, o frágil do ser humano ou o meio que o torna assim.

Vigor Mortis Jukebox Vol. 1

O espetáculo é inspirado pela música de Nick Cave, roqueiro australiano que viveu no Brasil entre 1990 e 1993 e que escreve letras marcadas por histórias de violência e amor dramático. Trata-se de uma caixa de madeira que simula os toca-discos públicos comuns nos Estados Unidos. São sorteadas oito pessoas da plateia. Caso seja escolhido, o espectador será chamado durante a peça para ir até a caixa e “ligar” uma das esquetes que compõem o espetáculo. O mesmo espectador assiste ao “seu” capítulo de uma cadeira em frente a uma pequena janela – uma espécie de peep-show. O resto do público assiste à mesma coisa, mas em um telão. A imagem final é a junção de atuação e projeções, via diversos reflexos. A cada apresentação, seis esquetes serão encenadas, de um total de oito.

PAULO BISCAIA FILHO
Texto/ Direção/Vídeos

MARCO NOVACK
Direção de Produção/ Fotos

KENNI ROGERS
Ator

GUENIA LEMOS, UYARA TORRENTE E VIVIANE GAZOTTO
Atrizes em vídeo

DEMIAN GARCIA
Trilha sonora original

GUENIA LEMOS
 Cenografia

VICTOR SABBAG E WAGNER CORRÊA
Iluminação

DAYANE BERNARDI
Figurinos

MARCELINO DE MIRANDA
Maquiagem

JIMMY PAES
Cenotécnico

 

  • Vigor Mortis
  • A companhia paranaense Vigor Mortis, criada em 1997, por Paulo Biscaia Filho, tem na sua essência a experimentação da estética do horror e da violência. A inspiração vem do Grand Guignol, o teatro de horror de Paris. A companhia, para a sua construção artística, busca ainda referências da linguagem das histórias em quadrinhos e utiliza recursos multimídia. Em cena, a linguagem híbrida - teatro e audiovisual - é levada ao limite. Entre as montagens, incluem-se: Peep (1997); DCVXVI – Eis o filho da luz (1999); Moby Dick e Ahab na Terra do Sol (2004); Morgue Story (2004); Graphic (2006); Garotas Vampiras Nunca Bebem Vinho (2007); Hitchcock Blonde (2008); Nervo Craniano Zero (2009); Manson Superstar (2009), Debutante Sangrenta (2013); entre outras.

  • Workshop Vigor Mortis
  • Público: atores, estudantes de teatro, curiosos e interessados na linguagem do horror.
  • Vagas: 20
  • Duração: 6h
  • Ministrantes: Paulo Biscaia Filho
  • Introdução teórica ao Grand Guignol. As origens do Naturalismo. Influências literárias. Os anos dourados da década de 1920. Introdução ao conceito de tor‑prestidigitador. O que é misdirection. Aplicação de conceitos de prestidigitação na dramaturgia grandguignolesque. Conceitos básicos de coreografia de luta: enforcamento, puxada de cabelo, golpes,cruzados, oportunista e joelhada. Técnicas de produção de sangue cênico e manipulação de produtos.

Exu, a boca do universo

Exu, a Boca do Universo é uma celebração à vida. Narrando as diversas facetas do Orixá Exu, o Núcleo Afro-brasileiro de Alagoinhas (NATA), passa em revista a ancestralidade de Yangui – o que veio antes de vir –, a irreverência de Enugbarijó, a sexualidade de Legbá, o virtuosismo de Bará, que rege o movimento do corpo, e, entre outras coisas, a descoberta de que Exu teve um amor... Optando por uma dramaturgia músico-poética, o texto tem autoria de Daniel Arcades em colaboração com a diretora do espetáculo, Fernanda Julia. A direção musical é de Jarbas Bittencourt com músicas dele e do próprio NATA. As coreografias são de Zebrinha. A concepção visual de cenografia, figurinos e maquiagem é de Thiago Romero, também ator da montagem. 

FERNANDA JÚLIA
Direção

DANIEL ARCADES
Texto

FERNANDA JÚLIA
Coautoria texto

SANARA ROCHA
Assistência de direção

ANTÔNIO MARCELO, DANIEL ARCADES, FABÍOLA JÚLIA, FERNANDO SANTANA E THIAGO ROMERO
Elenco

SANARA ROCHA
Instrumentista

 JARBAS BITTENCOURT
Direção musical

DANIEL ARCADES
Letras das músicas

JARBAS BITTENCOURT
Música sim, sim, não, não

THIAGO ROMERO
Cenografia, figurinos e maquiagem

ZEBRINHA
Coreografia

NANDO ZÂMBIA
Desenho de luz

MARCELO JARDIM
Preparação vocal

BABALORIXÁ RYCHELMY IMBIRIBA
Consultoria litúrgica afro-antropológica

YALORIXÁ ROSELINA BARBOSA
Orientação de axé

ANDRÉA MAGNONI
Fotos de divulgação

KALIK PRODUÇÕES, SUSAN KALIK, FRANCISCO XAVIER, CARDIM PROJETOS E MÁRCIA CARDIM
Produção

  • Núcleo Afro-brasileiro de Teatro de Alagoinhas /
  • O Núcleo Afro-brasileiro de Teatro de Alagoinhas (NATA) foi fundado em 1998, na cidade de Alagoinhas, Bahia. Durante esses 16 anos de trabalho, o NATA, além de realizar montagens teatrais, oficinas e leituras dramáticas, também vem movimentando o espaço teatral com projetos que discutem, divulgam e valorizam a cultura afro-brasileira.

     

  • Cada Homem é uma Raça – A Poética de Mia Couto para o Treinamento do ator
  • Público: Aberto a todos, sem necessidade de experiência anterior. Maiores de 18 anos.
  • Vagas: 30
  • Duração: 8h
  • Ministrantes: Thiago Romero/Grupo NATA
  • A oficina propõe-se a investigar o processo de criação colaborativa, no qual são apresentados o ator-criador e o diretor-editor como ferramentas de construção do espetáculo. As técnicas utilizadas são view points, teatro narrativo e teatro documentário e abordam o treinamento do ator e o discurso estético do espetáculo.

  • Dança Afro Para Não Dançarinos
  • Público: Aberto a todos, sem necessidade de experiência anterior. Maiores de 18 anos.
  • Vagas: 30
  • Duração: 8h
  • Ministrantes: Fabíola Julia/Grupo NATA
  • Colocar não dançarinos em contato com a dança afro-brasileira, proporcionando o autoconhecimento corporal, ativando a energia do corpo, conectando o indivíduo às suas pulsações e pulsões energéticas e tendo contato com a força ancestral presente na dança afro-brasileira.

  • Ará Izo - Corpo que Queima
  • Público: Aberto a todos, sem necessidade de experiência anterior. Maiores de 18 anos.
  • Vagas: 30
  • Duração: 8h
  • Ministrantes: Nando Zâmbia/Grupo Nata
  • O workshop tem como matéria-prima o corpo e a sua completa entrega. Fala-se de um corpo livre, uma alma/corpo que transcende e busca a verdade do momento: momento/ritual, ritual/encontro. Etimologicamente, em Yorubá, “Ará” significa o “corpo” e “Izo” representa o “fogo”, e essas palavras são reunidas para dar conta da chama interna inerente ao ser humano.

O lançador de foguetes

O lançador de foguetes é um personagem instigante que está à procura do lugar ideal. Converge o espaço físico e a energia do público, elementos essenciais para a excelência de sua experiência científica. Deslocando-se com destreza pela rua usando seu triciclo recheado de elementos cênicos, calcula os fenômenos físicos que podem interferir nesta jornada. Utiliza os malabares circenses e as engenhocas astrológicas para medir as distâncias, calcular o vento e sentir as energias. Busca parceiros para esta jornada, computa todas as informações e por meio de uma trilha sonora empolgante e curiosa lança seus foguetes... ideias ao ar.

ATENÇÃO!

Nem sempre as medições, coordenadas insufladas
em função das correntes marítimas ventais hexagonais,
somadas à ação gravitacional do planeta em mudança
e à energia materializada do pensamento
proporcionam um lançamento com excelência...

 

LUCIANO WIESER
Ator-criador/Diretor/Cenógrafo

RAQUEL DURIGON
Produção/Figurino/Maquiagem/Montagem/Assistência de direção

ODAIR FONSECA
Contrarregra e montagem

JACKSON ZAMBELLI E SERGIO OLIVÉ
Música e execução

 

  • Grupo de teatro De Pernas Pro Ar /
  • O Grupo De Pernas Pro Ar fundado em 1988 vem criando uma linguagem própria, que borra as fronteiras da arte, fazendo uma compilação entre o teatro de animação, de circo e de música e artes visuais em um processo que se caracterizou pela forma simples, simbólica e poética de se comunicar. Além de construir suas cenografias funcionais e maquinarias de cena, que são engenhosas engenharias de engenhocas, bonecos com mecanismos de manipulação únicos, o grupo vem desenvolvendo uma dramaturgia peculiar, com seus experimentos em favor de novas propostas de linguagem para o teatro de rua.

  • O ator inventivo
  • Possibilitar experimentações com o corpo e a manipulação de objetos com liberdade de criação em busca da linguagem própria. Essa é a proposta desenvolvida pelo De Pernas Pro Ar, que há 26 anos vem misturando e borrando as fronteiras das artes em várias linguagens – como o circo, a música, o teatro de animação e o teatro de rua – com o objetivo de encontrar o ator inventivo.

     

  • Mira – Extraordinárias diferenças, sutis igualdades
  • Duração: 40 min
  • Gênero: Teatro de Rua – Teatro de animação de bonecos gigantes
  • Classificação: Livre
  • Raro são os trabalhos de dramaturgia para bonecos gigantes. O grupo de teatro De Pernas Pro Ar aventurou-se a propor ao público um “olhar” aumentado, agigantado, sobre nossas mais puras relações. É por meio das brincadeiras infantis que esse estranho mundo se revela: Mira, extraordinárias diferenças, sutis igualdades. Bonecos gigantes, inspirados nas obras do artista plástico espanhol Joan Miró, representam formas de vida esquisitas com capacidade de mostrar a realidade de maneira simples e simbólica. Relações lúdicas e corriqueiras sugerem o desprendimento da aparência real dos bonecos, fazendo-nos mergulhar na nossa identidade. Essa metáfora, composta pela sutileza de contrastes de cada personagem, sugere as diferenças com leveza, cor, luz e poesia. Mirar essas figuras em situações tão puras e cotidianas, embaladas por uma trilha sensível e empolgante, aproxima-nos, faz-nos voltar a ser criança ou simplesmente nos traz um colorido à vida.

O pássaro do Sol

Adaptado da mitologia indígena brasileira pela escritora Myriam Fraga, o texto narra a história de um jovem que é transformado em pássaro para ir ao céu roubar as chamas do palácio do sol. A encenação utiliza o teatro de sombras, antigo gênero de animação que tem na China uma das mais antigas tradições. As silhuetas são recortadas em couro pela artista plástica e diretora da companhia Olga Gómez. Selecionado como “Melhor espetáculo Infantojuvenil” de 2010 pelo Prêmio Braskem de teatro (BA), o espetáculo foi produzido por Marcus Sampaio, conta com música original escrita pelo compositor Uibitu Smetak e tem narração de Osvaldo Rosa.

MYRIAM FRAGA
Texto

OLGA GÓMEZ
Direção e bonecos

MARCUS SAMPAIO
Direção de produção

UIBITU SMETAK
Direção musical

OSVALDO ROSA
Direção de cenas e narração

FABIO PINHEIRO
Cenografia

NAIARA GRAMACHO, BERNARDO OLIVEIRA, ANA LUIZA REIS E ELINALDO NASCIMENTO
Manipulação

MÁRCIO LIMA
Fotografia

  • A Roda /
  • Bahia
  • A RODA foi fundada em Salvador, Bahia, em 1997 por quatro artistas. Dois dos cofundadores, Olga Gómez e Marcus Sampaio, continuam à frente da companhia que difunde o teatro de animação de bonecos por meio de oficinas e espetáculos. O grupo leva aos palcos um teatro eminentemente visual e já se apresentou em importantes mostras no Brasil e no exterior, sendo também contemplada com prêmios locais e nacionais.

  • À sombra da ideia
  • Público: Interessados em geral (maiores de 18 anos)
  • Vagas: 12
  • Duração: 6h
  • Ministrantes: Olga Gómez e A RODA
  • Serão abordadas concepções filosóficas sobre a sombra e os participantes experimentarão diferentes focos luminosos e silhuetas cortadas em couro do acervo do grupo. O objetivo é sensibilizar os sentidos, provocar distorções na imagem e expressar emoções por meio do objeto intermediário que é a figura de sombra.

  • Histórias da caixa
  • Duração: 2 a 3 min
  • Gênero: Teatro de Caixa (Lambe-lambe)
  • Classificação: Livre (indicado para maiores de 8 anos)
  • Inspiradas nas caixas óticas do século XVI o projeto HISTÓRIAS DA CAIXA é o resultado das primeiras pesquisas do grupo no âmbito do teatro de bonecos e datam de 1998. O teatrinho onde os espetáculos são apresentados assemelha-se as caixas dos antigos fotógrafos lambe-lambe. Acompanhados pela melodia de uma caixinha de música, as peças não usam palavras, tem duração de 2 a 3 minutos e acontecem apenas para um único espectador por vez.

O silêncio e o caos

O espetáculo O Silêncio e o Caos tem como ponto inicial uma experiência psicológica vivida pelo próprio Dielson Pessoa e trata da questão como algo inerente ao humano. Abre um leque de discussões sobre as psicoses, levando o público a perceber que essas duras passagens são muito enriquecedoras, principalmente quando vistas por um prisma respeitoso e longe de preconceitos.

O elemento disparador ou conteúdo deste solo está presente em âmbito universal, uma vez que muitas pessoas passam por situações similares e, por medo ou preconceito, evitam expor suas tragédias pessoais. O fato de ter bipolaridade e poder investigar e comentar sobre esse problema auxilia no processo de autoconhecimento e fortalecimento do indivíduo, deslocando o assunto para uma questão da sociedade, e não mais como único e pessoal.

 

DIELSON PESSOA
Bailarino-criador

MARIA PAULA COSTA RÊGO
Direção

GUSTAVO SILVESTRE
Figurino

JATHYLES MIRANDA
Iluminação

LUCAS FERRAZ
Trilha sonora original

LUCAS FERRAZ
Intervenções ao vivo

CYRO MORAIS
Produção

 

  • Dielson Pessoa
  • Dielson Pessoa Melo, recifense, foi convidado a participar da Companhia de Dança Deborah Colker aos 18 anos e integrou o Balé da Cidade de São Paulo (2006-2008). Em 2007, foi premiado como melhor bailarino pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Aos 22 anos, já havia se apresentado para alguns dos maiores coreógrafos do mundo, como Ohad Naharin (Israel), Mauro Bigonzzett (Itália), Itzik Galil (Holanda), Luiz Arrieta (Argentina), Cayetano Soto (Espanha) e Jorge Garcia (Brasil).

  • O Corpo na cena
  • Público: Atores, bailarinos, estudantes de Artes Cênicas e pessoas com alguma experiência em dança
  • Vagas: 30
  • Duração: 6h
  • Ministrantes: Dielson Pessoa
  • A oficina tem como objetivo qualificar por meio do aprendizado de técnicas de dança contemporânea e teatro físico as potências e virtudes cênicas dos participantes.

  • Introdução à discotecagem
  • Público: Público em geral
  • Vagas: 15
  • Duração: 6h
  • Ministrantes: Lucas Ferraz
  • A oficina pretende abordar os princípios básicos da discotecagem, incluindo a montagem e o uso dos equipamentos necessários, bem como principais recursos e comandos.

     

O som das cores

O som das cores confirma como a magia do Teatro de Animação pode ser transformada em uma trama envolvente. Inspirado em famosas fantasias literárias, o espetáculo conta a história da jovem Lúcia, que se aventura no mundo do impossível. Do subterrâneo das estações de metrô ao universo infinito de sua imaginação, ela terá que enfrentar seus medos e todos os seus inimigos. Um espetáculo para todas as idades. Vencedor dos prêmios de melhor texto original e melhor cenário do Prêmio Sinparc em 2014.

LELO SILVA
Dramaturgia e direção

ADRIANA FOCAS
Produção executiva

CAMILLA MELO, BETO MILITANI, ROONEY TUAREG E LEANDRO MARRA
Intérpretes

FLÁVIO OLIVEIRA E TANEA ROMÃO
Consultoria

TIM SANTOS
Criação e construção da estrutura cênica

EDUARDO SANTOS
Criação e desenho dos bonecos

EDUARDO SANTOS, LELO SILVA, LEANDRO MARRA, TIM SANTOS, ÍTALO TADEU, GIULLIANA GAMBOGI E MARCOS MOURA
Construção dos bonecos/adereços

GRAVEOLA E O LIXO POLIFÔNICO
Trilha sonora

TIM SANTOS
Sonoplastia

LELO SILVA, ÍTALO TADEU, LEANDRO MARRA E TIM SANTOS
Criação da luz

 

  • Catibrum Teatro de Bonecos /
  • Fundado em 1991, o grupo investe na pesquisa de linguagem, experimentação e criação de novas técnicas e no cuidado para o desenvolvimento de gênero. Graças ao prazer de dar vida ao inanimado e ao interesse em revelar a personalidade espirituosa de cada uma de suas criações, a Catibrum cativa público cada vez mais heterogêneo e o reconhecimento da crítica.

  • O Ator e a Manipulação Direta
  • Público: Atores e manipuladores
  • Vagas: 20
  • Duração: 14h
  • Ministrantes: Leandro Marra, Beto Militane, Rooney Tuareg e Camilla Melo
  • O foco é a necessidade da formação de ator para a manipulação direta de bonecos e objetos. Os alunos passarão por várias etapas como a construção do boneco neutro, a preparação do corpo do ator, a voz, a manipulação/interpretação e a cena.

As três irmãs

O espetáculo trata do desejo das irmãs Olga, Maria e Irina de retornarem à cidade natal, de onde saíram há 11 anos com o pai, general. Ainda mais importante que o plano dos acontecimentos, é a exposição dos conflitos que se estabelecem entre o plano da vida material – o cotidiano – e o plano espiritual – a eternidade. O espetáculo aborda o clássico texto do dramaturgo russo Anton Tchékhov a partir da técnica do palhaço.

 

ANTON TCHÉKHOV
Texto    

MARIANNE CONSENTINO
Adaptação e direção

DÉBORA DE MATOS, GREICE MIOTELLO E PAULA BITTENCOURT
Elenco

CASSIANO VEDANA, GABRIEL JUNQUEIRA CABRAL E MARIELLA MURGIA
Músicos

CASSIANO VEDANA, GABRIEL JUNQUEIRA CABRAL, MARIELLA MURGIA E NENO MIRANDA
Concepção musical

O GRUPO
Figurino e cenografia

IVO GODOIS
Iluminação

EGON SEIDLER
Operador de iluminação

PROF. DR. ARMANDO SÉRGIO DA SILVA E PROF. DR. VALMOR NINI BELTRAME
Orientação de pesquisa

 

  • Traço Cia. de Teatro
  • A Traço Cia. de Teatro foi criada na cidade de Florianópolis (SC) em 2001, e desde o início de sua trajetória desenvolve pesquisas teóricas e práticas referentes à técnica do palhaço. Esta linguagem configura-se como principal recurso pedagógico de formação e criação, apontando caminhos e nos levando a buscar diferentes territórios. Assim, a Traço desenvolve uma linguagem própria, pautada no encontro entre atores e espectadores, na busca de estabelecer uma relação livre, direta e potencialmente transformadora.

  • Eu, Palhaço...
  • Público: Atores, diretores, professores e estudantes das Artes Cênicas, grupos, amadores e profissionais de Teatro e Circo, artistas de rua e demais interessados
  • Vagas: 20
  • Duração: 6 a 8h
  • Ministrantes: Traço Cia. de Teatro
  • A oficina tem como principal foco a experimentação prática. Os conceitos relativos ao jogo cômico serão abordados na medida em que forem vivenciados corporalmente através de jogos e exercícios. O encontro permitirá uma breve exposição do universo da palhaçaria por meio de exercícios corporais, práticas de improvisação e jogos que introduzam elementos cômicos.

  • Estardalhaço
  • Duração: 45 min
  • Gênero: Comédia
  • Clasificação: Livre
  • Dois palhaços estendem sua lona e se preparam para estrelar o maior espetáculo da Terra. No repertório, a verdadeira história de amor de Leonardo DiCaprio e de sua Julieta, suas vidas e mortes, amores e guerras. O clássico é reinventado com truques, brincadeiras, números cômicos e jogos de improviso. O espetáculo que deveria abrilhantar seus artistas acaba colocando-os a beira de um abismo. O resultado final exige desembaraço, mas os palhaços aprontam um verdadeiro estardalhaço!