{"id":4725,"date":"2019-06-03T11:38:11","date_gmt":"2019-06-03T14:38:11","guid":{"rendered":"http:\/\/escolasesc.com.br\/?p=4725"},"modified":"2019-06-03T11:38:11","modified_gmt":"2019-06-03T14:38:11","slug":"venturas-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sesc.com.br\/poloeducacional\/venturas-2019\/","title":{"rendered":"Venturas 2019"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;3.0.47&#8243; custom_padding=&#8221;54px|0px|0|0px|false|false&#8221;][et_pb_row custom_padding=&#8221;0|0px|27px|0px|false|false&#8221; _builder_version=&#8221;3.0.48&#8243; background_size=&#8221;initial&#8221; background_position=&#8221;top_left&#8221; background_repeat=&#8221;repeat&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;3.0.47&#8243; parallax=&#8221;off&#8221; parallax_method=&#8221;on&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/escolasesc.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Venturas-Capa-perfil-face.jpg&#8221; _builder_version=&#8221;3.10.1&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.10.1&#8243; background_size=&#8221;initial&#8221; background_position=&#8221;top_left&#8221; background_repeat=&#8221;repeat&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda edi\u00e7\u00e3o do projeto Venturas prop\u00f5e reflex\u00f5es sobre as rela\u00e7\u00f5es entre cultura e territorialidades, a partir do tema \u201cCidade e Diferen\u00e7a\u201d. A programa\u00e7\u00e3o acontecer\u00e1 ao longo do m\u00eas de junho de 2019 no Espa\u00e7o Cultural Escola Sesc, incluindo mesas de debates, processos formativos, al\u00e9m de apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas. A programa\u00e7\u00e3o trabalha em duas perspectivas: por um lado, como a diferen\u00e7a cultural aparece na forma\u00e7\u00e3o de desigualdades de acesso a uma \u201ccidade de direitos\u201d; por outro, como a arte e a produ\u00e7\u00e3o cultural podem atuar como meios de amplia\u00e7\u00e3o do debate p\u00fablico, exerc\u00edcio de direitos e disputas de imagin\u00e1rio sobre a cidade. Por meio da participa\u00e7\u00e3o de grupos art\u00edsticos e culturais, representantes de institui\u00e7\u00f5es, pesquisadores e demais atores sociais envolvidos no tema, pretende-se trabalhar quest\u00f5es como: cidadania cultural e direito \u00e0 cidade; identidades e territorialidades urbanas; deslocamentos culturais e mobilidade urbana; acessibilidade e cidadania de pessoas com defici\u00eancia; dentre outros temas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>AUDIODESCRI\u00c7\u00c3O LAB<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Audiodescri\u00e7\u00e3oLAB \u00e9 uma <em>Proposta Expandida<\/em>, parte das programa\u00e7\u00f5es do circuito Palco Girat\u00f3rio 2019, circulando diferentes cidades que recebem os espet\u00e1culos do projeto. A a\u00e7\u00e3o engloba: uma oficina de teatro para experimenta\u00e7\u00e3o c\u00eanica; a apresenta\u00e7\u00e3o de um espet\u00e1culo com recurso de audiodescri\u00e7\u00e3o; a\u00e7\u00e3o de media\u00e7\u00e3o preparat\u00f3ria para esse espet\u00e1culo; e um pensamento girat\u00f3rio, proporcionando um debate sobre os temas das artes c\u00eanicas e da acessibilidade. Sua realiza\u00e7\u00e3o no Espa\u00e7o Cultural Escola Sesc ser\u00e1 feita em conex\u00e3o com o projeto <strong>Venturas<\/strong>, articulando suas a\u00e7\u00f5es formativas e de media\u00e7\u00e3o cultural com a programa\u00e7\u00e3o do m\u00eas de junho de 2019.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ficha t\u00e9cnica:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Andreza N\u00f3brega &#8211; pesquisadora, professora, atriz e audiodescritora<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Produ\u00e7\u00e3o &#8211; VouVer Acessibilidade<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Danielle Fran\u00e7a &#8211; audiodescritora<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Milton Carvalho &#8211; consultor<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>04, 05 E 06 DE JUNHO &#8211; TER\u00c7A A QUINTA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>14h30: OFICINA \u2013 <\/strong><strong>Audiodescri\u00e7\u00e3oLAB Experimenta\u00e7\u00e3o c\u00eanica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong>A oficina prop\u00f5e uma travessia pela linguagem teatral atrav\u00e9s do interc\u00e2mbio entre o universo vidente e n\u00e3o vidente, no qual ser\u00e3o experimentados procedimentos envolvendo a audiodescri\u00e7\u00e3o e alguns jogos dos sentidos. A oficina prop\u00f5e contribuir com o fomento de laborat\u00f3rios colaborativos para experimenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas tendo a audiodescri\u00e7\u00e3o e a multissensorialidade como matriz criativa e est\u00e9tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ementa: <\/strong>Explora\u00e7\u00e3o dos sentidos na escrita po\u00e9tica do corpo e da cena. Estudo da audiodescri\u00e7\u00e3o como matriz criativa e est\u00e9tica. Experimenta\u00e7\u00f5es teatrais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Metodologia: <\/strong>Exposi\u00e7\u00e3o dialogada dos conte\u00fados atrav\u00e9s de viv\u00eancias pr\u00e1ticas. Roda de conversas. Laborat\u00f3rio de experimenta\u00e7\u00e3o c\u00eanica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>P\u00fablico-alvo: <\/strong>Pessoas com e sem defici\u00eancia visual com desejo para experimentarem pr\u00e1ticas teatrais em di\u00e1logo com a audiodescri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ministrante: Andreza N\u00f3brega<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Consultor: Milton Carvalho<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre a ministrante:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Andreza N\u00f3brega \u00e9 atriz, audiodescritora e professora de teatro. Doutoranda em Teatro (UDESC), Mestre em educa\u00e7\u00e3o inclusiva (UFPE), especialista em audiodescri\u00e7\u00e3o pela UFJF, arte-educadora graduada em Artes C\u00eanicas (UFPE). Atua no ramo da acessibilidade desde 2010, \u00e9 s\u00f3cia fundadora e coordenadora de projetos da VouVer Acessibilidade que desenvolve servi\u00e7os de acessibilidade. \u00c9 idealizadora do Encontro de Acessibilidade Comunicacional em Pernambuco, do Experiri Lab de Artista, do Cine \u00c0s Escuras: Mostra Er\u00f3tica de Cinema Acess\u00edvel e do Cineclube VouVer Filmes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Servi\u00e7o:<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>04, 05 e 06 de Junho (ter\u00e7a a quinta)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Carga hor\u00e1ria: 12 horas (03 encontros de 04 horas cada)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>N\u00famero m\u00e1ximo de participantes: 20<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 18 anos<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>05 DE JUNHO &#8211;<\/strong><strong> QUARTA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>19h30: PENSAMENTO GIRAT\u00d3RIO <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cAudiodescri\u00e7\u00e3oLAB e Acessos nas Artes C\u00eanicas: Ser artista? Ser espectador? Eis uma das quest\u00f5es.\u201d<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A acessibilidade \u00e9 um conceito amplo e que nos convoca a pensarmos sobre a diversidade, a potencialidade criativa e transgressora desse universo nas artes c\u00eanicas. Ser artista? Ser espectador: Quais outras quest\u00f5es emergem deste contexto? Propomos refletir sobre algumas estrat\u00e9gias de acessibilidade realizadas em cena e para a cena dialogando com a realidade local das pessoas com e sem defici\u00eancia, bem como buscar mapear os profissionais da audiodescri\u00e7\u00e3o e coletivos art\u00edsticos que trabalham numa perspectiva inclusiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>07 DE JUNHO &#8211; SEXTA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>19h30: MENINES &#8211; Espet\u00e1culo teatral + bate-papo com artistas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O humor e a leveza s\u00e3o as chaves do espet\u00e1culo Menines, escrito por Marcia Zanelatto e dirigido em parceria com Cesar Augusto.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com uma sucess\u00e3o de cenas curtas, Menines explora os afetos humanos atrav\u00e9s de situa\u00e7\u00f5es casuais e reveladoras que se passam entre enamorados, como \u201cRomiet e Julieu\u201d, entre amigos como \u201cCasal Gr\u00e1vido\u201d, entre pais e filhos como \u201cEm fam\u00edlia\u201d e \u201cNo arm\u00e1rio\u201d; e, por fim, com \u201cDRAG\u201d faz uma homenagem a Shakespeare que, segundo estudos te\u00f3ricos, teria inventado esta palavra, ao usa\u0301-la como sigla para a rubrica \u201cDressed as a girl\u201d, em portugu\u00eas, vestido como uma garota.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Menines, um espet\u00e1culo feito por jovens para todas as plateias, em celebra\u00e7\u00e3o \u00e0 alegria de ser e de viver.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Texto: Marcia Zanelatto | Dire\u00e7\u00e3o: Cesar Augusto e Marcia Zanelatto | Diretor assistente: Pedro Uch\u00f4a | Elenco: Agnes Lobo, Bruno Maria Torres, Elisa Caldeira, Ian Belis\u00e1rio, Ma\u00edra Garrido, Pedro Marquez e Zane | Atriz especialmente convidada: Simone Mazzer | Dire\u00e7\u00e3o musical: Luiza Toledo e Ma\u00edra Garrido | Dire\u00e7\u00e3o de movimentos: Lav\u00ednia Bizzotto<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">*A apresenta\u00e7\u00e3o contar\u00e1 com o recurso de acessibilidade de audiodescri\u00e7\u00e3o para pessoas com defici\u00eancia visual e baixa vis\u00e3o, por meio da articula\u00e7\u00e3o com o projeto <strong>Audiodescri\u00e7\u00e3oLAB<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Local: Teatro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Capacidade: 600 lugares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 14 anos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dura\u00e7\u00e3o da atividade: 70 minutos + 30 minutos de bate-papo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>12 DE JUNHO &#8211; QUARTA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>19h30: MESA DE DEBATE: \u201cQUANTAS CIDADES CABEM EM UMA S\u00d3?\u201d<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As cidades s\u00e3o espa\u00e7os onde diferentes hist\u00f3rias de vida, trajet\u00f3rias, origens e perspectivas se encontram em um s\u00f3 tempo e espa\u00e7o. Al\u00e9m dessas diferentes formas de ser e estar no mundo, a cidade tamb\u00e9m \u00e9 atravessada por uma s\u00e9rie de estruturas de desigualdade social, seja no acesso a emprego, renda e educa\u00e7\u00e3o ou no direito \u00e0 cultura, lazer e mobilidade urbana. Essa mesa de debate busca articular dados, pesquisas e viv\u00eancias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Convidados:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vitor Mihessen<\/strong> \u00e9 de Realengo, neto de imigrantes \u00e1rabes e nordestinos. Economista formado pela UFRJ, mestre em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas e especialista em pol\u00edticas p\u00fablicas pela UFF. Por gastar 30% da sua bolsa com o deslocamento, estudou na gradua\u00e7\u00e3o o peso do transporte no or\u00e7amento familiar. Por ter que passar o equivalente a um m\u00eas por ano dentro dos trens, fez disserta\u00e7\u00e3o sobre o gasto de tempo das pessoas no trajeto casa-trabalho na Regi\u00e3o Metropolitana do Rio de Janeiro. \u00c9 um dos coordenadores da Casa Fluminense.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em\u00edlio Domingos<\/strong>, cineasta e cientista social formado pela\u00a0UFRJ, atualmente \u00e9 mestrando em Cultura e Territorialidades pelo PPCULT &#8211; UFF. Diretor, pesquisador e roteirista, com o foco em document\u00e1rios e antropologia visual. Dirigiu 9 curtas e 3 longas-metragens, dentre eles os longas Deixa na R\u00e9gua (2016), A Batalha do Passinho (2013), e L.A.P.A. (2008). Foi pesquisador em filmes como Mist\u00e9rio do Samba (2008) e Pierre Verger (2000) entre outros. No momento realiza o seu quarto longa metragem intitulado Favela \u00c9 Moda e roteiriza um document\u00e1rio sobre Gilberto Gil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Media\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ricardo Correia <\/strong>\u00e9 terapeuta ocupacional. Professor no departamento de Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mestre e doutor em Ci\u00eancias da Sa\u00fade, desenvolve pesquisa nos temas de direito \u00e0 cidade, pol\u00edticas culturais e acessibilidade de pessoas com defici\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Local: Teatro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Capacidade: 600 lugares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 12 anos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dura\u00e7\u00e3o da atividade: 90 minutos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>19 DE JUNHO &#8211; QUARTA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>19h30: DEIXA NA R\u00c9GUA &#8211; Sess\u00e3o de cinema + bate-papo com artista<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os sal\u00f5es de barbeiro das favelas e dos sub\u00farbios s\u00e3o os lugares onde a nova est\u00e9tica da periferia nasce e se expande. Ponto de encontro dos jovens, os &#8220;barbeiros&#8221; se tornaram espa\u00e7os de troca dessa juventude. \u201cDeixa na R\u00e9gua\u201d entra nesse universo e, entre cortes, giletes e tesouradas, mostra o que se passa na cabe\u00e7a dos barbeiros e de seus clientes. De Em\u00edlio Domingos, mesmo diretor de &#8220;A Batalha do Passinho&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pa\u00eds: Brasil<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">G\u00eanero: Document\u00e1rio<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lan\u00e7amento: 2016<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dire\u00e7\u00e3o: Em\u00edlio Domingos\u00a0 |\u00a0 Produ\u00e7\u00e3o: Osmose Filmes<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Local: Teatro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Capacidade: 600 lugares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dura\u00e7\u00e3o do filme: 73 minutos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 12 anos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dura\u00e7\u00e3o da atividade: 70 minutos + 30 minutos de bate-papo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>24 DE JUNHO &#8211; SEGUNDA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>19h30: QUANDO AS PESSOAS ANDAM EM C\u00cdRCUL<\/strong><strong>OS, da Artesanal Cia. de Teatro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Espet\u00e1culo teatral + bate-papo com artistas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cQuando as pessoas andam em c\u00edrculos\u201d \u00e9 uma f\u00e1bula teatral voltada para o p\u00fablico jovem, que tem como tema o medo e a ang\u00fastia no mundo contempor\u00e2neo e de como o jovem lida com as incertezas e inseguran\u00e7as que a modernidade prop\u00f5e. A dramaturgia, desenvolvida a quatro m\u00e3os, apresenta um texto \u00e1gil, instigante e inovador, que n\u00e3o oferece respostas prontas, propondo uma reflex\u00e3o mais profunda sobre os temas apresentados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O jogo de cena proposto quebra, desde o in\u00edcio, o tipo de representa\u00e7\u00e3o e o espa\u00e7o c\u00eanico convencionais, inserindo o p\u00fablico no espet\u00e1culo sem o distanciamento de uma \u201cquarta parede\u201d. Assim, o jogo ficcional acontece com total participa\u00e7\u00e3o do espectador, que n\u00e3o consegue diferenciar a estrutura ficcional da realidade. Personagem e ator se confundem causando uma percep\u00e7\u00e3o \u00fanica do espet\u00e1culo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ficha t\u00e9cnica:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Realiza\u00e7\u00e3o: Artesanal Cia. de Teatro | Dura\u00e7\u00e3o: 70 minutos | Dramaturgia e Texto: Daniel Belmonte e Gustavo Bicalho | Elenco: Bruno Jablonski, Cirio Acioli, Igor Orlando, Isis Pessino, Leonardo Bianchi e Mag Pastori | Dire\u00e7\u00e3o: Gustavo Bicalho e Henrique Gon\u00e7alves | Dire\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o: Henrique Gon\u00e7alves | Produ\u00e7\u00e3o: Daniel Belmonte | Dire\u00e7\u00e3o de movimento e Prepara\u00e7\u00e3o corporal: Paulo Mazzoni | Prepara\u00e7\u00e3o vocal: Ver\u00f4nica Machado | Cen\u00e1rio: Karlla de Luca e Jo\u00e3o Bardavidi | Figurinos: Fernanda Sabino e Henrique Gon\u00e7alves | Desenho de luz: Rodrigo Belay | Pesquisa musical: Gustavo Bicalho | Desenho de som: Luciano Siqueira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Local: Teatro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Capacidade: 600 lugares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 16 anos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dura\u00e7\u00e3o da atividade: 70 minutos + 30 minutos de bate-papo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>26 DE JUNHO &#8211; QUARTA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>19h30: MESA DE DEBATE: \u201cARTE, CULTURA E OUTRAS CIDADES\u201d<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cidade, para al\u00e9m de um espa\u00e7o de experi\u00eancia da desigualdade e da diferen\u00e7a \u00e9, tamb\u00e9m, para muitos artistas e criadores culturais, terreno para disputas de imagin\u00e1rio e fabula\u00e7\u00e3o art\u00edstica. Nessa mesa iremos reunir artistas que participam da programa\u00e7\u00e3o do projeto, assim como outros artistas que realizam suas produ\u00e7\u00f5es de modo profundamente conectado com a cidade, em seus diferentes aspectos, para pensar como a arte e a cultura como criadoras de novas cidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Convidados:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Marc\u00e3o Baixada<\/strong> \u00e9 rapper, produtor e compositor de 25 anos. Fruto de uma realidade que imp\u00f5e aos moradores a luta di\u00e1ria por condi\u00e7\u00f5es mais dignas, Marc\u00e3o \u00e9 um dos compositores de destaque da nova cena de rap fluminense, mostrando que seja na Fran\u00e7a, em Miami ou em Nova Igua\u00e7u, talento n\u00e3o tem endere\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Priscila Bittencourt<\/strong><strong>\u00a0<\/strong>\u00e9 graduada em Ci\u00eancias Sociais\u00a0e cursou Dire\u00e7\u00e3o Cinematogr\u00e1fica na Escola de Cinema\u00a0Darcy Ribeiro. \u00c9 uma das\u00a0coordenadoras da\u00a0<strong>Peneira<\/strong><strong>, <\/strong>organiza\u00e7\u00e3o que atua com projetos art\u00edsticos\u00a0na regi\u00e3o metropolitana do Rio de Janeiro. Juntos, desenvolvem os seguintes temas: arte\u00a0no espa\u00e7o p\u00fablico, cultura popular contempor\u00e2nea, literatura, mem\u00f3ria e produ\u00e7\u00e3o cultural independente<strong>.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Local: Teatro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Capacidade: 600 lugares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 12 anos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dura\u00e7\u00e3o da atividade: 90 minutos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>28 DE JUNHO &#8211; SEXTA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>19h30: MARC\u00c3O BAIXADA &#8211; Show musical + bate-papo com artista<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Orgulho. Do que viveu e de quem se tornou. Marc\u00e3o Baixada carrega o lugar onde nasceu no nome. Lan\u00e7ado em 2018, o EP &#8220;Vermelho Outono&#8221; ganhou destaque na m\u00eddia especializada. No trabalho atual, Marc\u00e3o narra a experi\u00eancia de um jovem negro em busca de uma situa\u00e7\u00e3o melhor, abordando as consequ\u00eancias desta busca. Nesta vers\u00e3o da Jornada do Her\u00f3i, o personagem se depara com crime e viol\u00eancia, e encontra na m\u00fasica um caminho diferente para sua vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Local: Teatro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Capacidade: 600 lugares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 14 anos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dura\u00e7\u00e3o da atividade: 1 hora + 30 minutos de bate-papo<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A segunda edi\u00e7\u00e3o do projeto Venturas prop\u00f5e reflex\u00f5es sobre as rela\u00e7\u00f5es entre cultura e territorialidades, a partir do tema \u201cCidade e Diferen\u00e7a\u201d.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"<p><strong>VENTURAS<\/strong><\/p><p>A segunda edi\u00e7\u00e3o do projeto Venturas prop\u00f5e reflex\u00f5es sobre as rela\u00e7\u00f5es entre cultura e territorialidades, a partir do tema \u201cCidade e Diferen\u00e7a\u201d. A programa\u00e7\u00e3o acontecer\u00e1 ao longo do m\u00eas de junho de 2019 no Espa\u00e7o Cultural Escola Sesc, incluindo mesas de debates, processos formativos, al\u00e9m de apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas. A programa\u00e7\u00e3o trabalha em duas perspectivas: por um lado, como a diferen\u00e7a cultural aparece na forma\u00e7\u00e3o de desigualdades de acesso a uma \u201ccidade de direitos\u201d; por outro, como a arte e a produ\u00e7\u00e3o cultural podem atuar como meios de amplia\u00e7\u00e3o do debate p\u00fablico, exerc\u00edcio de direitos e disputas de imagin\u00e1rio sobre a cidade. Por meio da participa\u00e7\u00e3o de grupos art\u00edsticos e culturais, representantes de institui\u00e7\u00f5es, pesquisadores e demais atores sociais envolvidos no tema, pretende-se trabalhar quest\u00f5es como: cidadania cultural e direito \u00e0 cidade; identidades e territorialidades urbanas; deslocamentos culturais e mobilidade urbana; acessibilidade e cidadania de pessoas com defici\u00eancia; dentre outros temas.<\/p><p><strong>AUDIODESCRI\u00c7\u00c3O LAB<\/strong><\/p><p>Audiodescri\u00e7\u00e3oLAB \u00e9 uma <em>Proposta Expandida<\/em>, parte das programa\u00e7\u00f5es do circuito Palco Girat\u00f3rio 2019, circulando diferentes cidades que recebem os espet\u00e1culos do projeto. A a\u00e7\u00e3o engloba: uma oficina de teatro para experimenta\u00e7\u00e3o c\u00eanica; a apresenta\u00e7\u00e3o de um espet\u00e1culo com recurso de audiodescri\u00e7\u00e3o; a\u00e7\u00e3o de media\u00e7\u00e3o preparat\u00f3ria para esse espet\u00e1culo; e um pensamento girat\u00f3rio, proporcionando um debate sobre os temas das artes c\u00eanicas e da acessibilidade. Sua realiza\u00e7\u00e3o no Espa\u00e7o Cultural Escola Sesc ser\u00e1 feita em conex\u00e3o com o projeto <strong>Venturas<\/strong>, articulando suas a\u00e7\u00f5es formativas e de media\u00e7\u00e3o cultural com a programa\u00e7\u00e3o do m\u00eas de junho de 2019.<\/p><p>Ficha t\u00e9cnica:<\/p><p>Andreza N\u00f3brega - pesquisadora, professora, atriz e audiodescritora<\/p><p>Produ\u00e7\u00e3o - VouVer Acessibilidade<\/p><p>Danielle Fran\u00e7a - audiodescritora<\/p><p>Milton Carvalho - consultor<\/p><p><strong>04, 05 E 06 DE JUNHO - TER\u00c7A A QUINTA<\/strong><\/p><p><strong>14h30: OFICINA \u2013 <\/strong><strong>Audiodescri\u00e7\u00e3oLAB Experimenta\u00e7\u00e3o c\u00eanica<\/strong><\/p><p><strong>\u00a0<\/strong>A oficina prop\u00f5e uma travessia pela linguagem teatral atrav\u00e9s do interc\u00e2mbio entre o universo vidente e n\u00e3o vidente, no qual ser\u00e3o experimentados procedimentos envolvendo a audiodescri\u00e7\u00e3o e alguns jogos dos sentidos. A oficina prop\u00f5e contribuir com o fomento de laborat\u00f3rios colaborativos para experimenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas tendo a audiodescri\u00e7\u00e3o e a multissensorialidade como matriz criativa e est\u00e9tica.<\/p><p><strong>Ementa: <\/strong>Explora\u00e7\u00e3o dos sentidos na escrita po\u00e9tica do corpo e da cena. Estudo da audiodescri\u00e7\u00e3o como matriz criativa e est\u00e9tica. Experimenta\u00e7\u00f5es teatrais.<\/p><p><strong>Metodologia: <\/strong>Exposi\u00e7\u00e3o dialogada dos conte\u00fados atrav\u00e9s de viv\u00eancias pr\u00e1ticas. Roda de conversas. Laborat\u00f3rio de experimenta\u00e7\u00e3o c\u00eanica.<\/p><p><strong>P\u00fablico-alvo: <\/strong>Pessoas com e sem defici\u00eancia visual com desejo para experimentarem pr\u00e1ticas teatrais em di\u00e1logo com a audiodescri\u00e7\u00e3o.<\/p><p>Ministrante: Andreza N\u00f3brega<\/p><p>Consultor: Milton Carvalho<\/p><p>Sobre a ministrante:<\/p><p>Andreza N\u00f3brega \u00e9 atriz, audiodescritora e professora de teatro. Doutoranda em Teatro (UDESC), Mestre em educa\u00e7\u00e3o inclusiva (UFPE), especialista em audiodescri\u00e7\u00e3o pela UFJF, arte-educadora graduada em Artes C\u00eanicas (UFPE). Atua no ramo da acessibilidade desde 2010, \u00e9 s\u00f3cia fundadora e coordenadora de projetos da VouVer Acessibilidade que desenvolve servi\u00e7os de acessibilidade. \u00c9 idealizadora do Encontro de Acessibilidade Comunicacional em Pernambuco, do Experiri Lab de Artista, do Cine \u00c0s Escuras: Mostra Er\u00f3tica de Cinema Acess\u00edvel e do Cineclube VouVer Filmes.<\/p><p>Servi\u00e7o:<\/p><p>04, 05 e 06 de Junho (ter\u00e7a a quinta)<\/p><p>Carga hor\u00e1ria: 12 horas (03 encontros de 04 horas cada)<\/p><p>N\u00famero m\u00e1ximo de participantes: 20<\/p><p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 18 anos<\/p><p><strong>05 DE JUNHO -<\/strong><strong> QUARTA<\/strong><\/p><p><strong>19h30: PENSAMENTO GIRAT\u00d3RIO <\/strong><\/p><p><strong>\u201cAudiodescri\u00e7\u00e3oLAB e Acessos nas Artes C\u00eanicas: Ser artista? Ser espectador? Eis uma das quest\u00f5es. \u201d<\/strong><\/p><p>A acessibilidade \u00e9 um conceito amplo e que nos convoca a pensarmos sobre a diversidade, a potencialidade criativa e transgressora desse universo nas artes c\u00eanicas. Ser artista? Ser espectador: Quais outras quest\u00f5es emergem deste contexto? Propomos refletir sobre algumas estrat\u00e9gias de acessibilidade realizadas em cena e para a cena dialogando com a realidade local das pessoas com e sem defici\u00eancia, bem como buscar mapear os profissionais da audiodescri\u00e7\u00e3o e coletivos art\u00edsticos que trabalham numa perspectiva inclusiva.<\/p><p><strong>07 DE JUNHO - SEXTA<\/strong><\/p><p><strong>\u00a0<\/strong><strong>19h30: MENINES - Espet\u00e1culo teatral + bate-papo com artistas<\/strong><\/p><p>O humor e a leveza s\u00e3o as chaves do espet\u00e1culo Menines, escrito por Marcia Zanelatto e dirigido em parceria com Cesar Augusto. O elenco conta com uma nova gera\u00e7\u00e3o de jovens atores e com a veterana Simone Mazzer.<\/p><p>Com uma sucess\u00e3o de cenas curtas, Menines explora os afetos humanos atrav\u00e9s de situa\u00e7\u00f5es casuais e reveladoras que se passam entre enamorados, como \u201cRomiet e Julieu\u201d, entre amigos como \u201cCasal Gr\u00e1vido\u201d, entre pais e filhos como \u201cEm fam\u00edlia\u201d e \u201cNo arm\u00e1rio\u201d; e, por fim, com \u201cDRAG\u201d faz uma homenagem a Shakespeare que, segundo estudos te\u00f3ricos, teria inventado esta palavra, ao usa\u0301-la como sigla para a rubrica \u201cDressed as a girl\u201d, em portugu\u00eas, vestido como uma garota.<\/p><p>Menines, um espet\u00e1culo feito por jovens para todas as plateias, em celebra\u00e7\u00e3o \u00e0 alegria de ser e de viver.<\/p><p>Texto: Marcia Zanelatto | Dire\u00e7\u00e3o: Cesar Augusto e Marcia Zanelatto | Diretor assistente: Pedro Uch\u00f4a | Elenco: Agnes Lobo, Bruno Maria Torres, Elisa Caldeira, Ian Belis\u00e1rio, Ma\u00edra Garrido, Pedro Marquez e Zane | Atriz especialmente convidada: Simone Mazzer | Dire\u00e7\u00e3o musical: Luiza Toledo e Ma\u00edra Garrido | Dire\u00e7\u00e3o de movimentos: Lav\u00ednia Bizzotto<\/p><p>*A apresenta\u00e7\u00e3o contar\u00e1 com o recurso de acessibilidade de audiodescri\u00e7\u00e3o para pessoas com defici\u00eancia visual e baixa vis\u00e3o, por meio da articula\u00e7\u00e3o com o projeto <strong>Audiodescri\u00e7\u00e3oLAB<\/strong>.<\/p><p>Local: Teatro<\/p><p>Capacidade: 600 lugares<\/p><p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 14 anos<\/p><p>Dura\u00e7\u00e3o da atividade: 70 minutos + 30 minutos de bate-papo<\/p><p><strong>12 DE JUNHO - QUARTA<\/strong><\/p><p><strong>19h30: MESA DE DEBATE: \u201cQUANTAS CIDADES CABEM EM UMA S\u00d3?\u201d<\/strong><\/p><p>As cidades s\u00e3o espa\u00e7os onde diferentes hist\u00f3rias de vida, trajet\u00f3rias, origens e perspectivas se encontram em um s\u00f3 tempo e espa\u00e7o. Al\u00e9m dessas diferentes formas de ser e estar no mundo, a cidade tamb\u00e9m \u00e9 atravessada por uma s\u00e9rie de estruturas de desigualdade social, seja no acesso a emprego, renda e educa\u00e7\u00e3o ou no direito \u00e0 cultura, lazer e mobilidade urbana. Essa mesa de debate busca articular dados, pesquisas e viv\u00eancias.<\/p><p>Convidados:<\/p><p><strong>Vitor Mihessen<\/strong> \u00e9 de Realengo, neto de imigrantes \u00e1rabes e nordestinos. Economista formado pela UFRJ, mestre em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas e especialista em pol\u00edticas p\u00fablicas pela UFF. Por gastar 30% da sua bolsa com o deslocamento, estudou na gradua\u00e7\u00e3o o peso do transporte no or\u00e7amento familiar. Por ter que passar o equivalente a um m\u00eas por ano dentro dos trens, fez disserta\u00e7\u00e3o sobre o gasto de tempo das pessoas no trajeto casa-trabalho na Regi\u00e3o Metropolitana do Rio de Janeiro. \u00c9 um dos coordenadores da Casa Fluminense.<\/p><p><strong>Em\u00edlio Domingos<\/strong>, cineasta e cientista social formado pela\u00a0UFRJ, atualmente \u00e9 mestrando em Cultura e Territorialidades pelo PPCULT - UFF. Diretor, pesquisador e roteirista, com o foco em document\u00e1rios e antropologia visual. Dirigiu 9 curtas e 3 longas-metragens, dentre eles os longas Deixa na R\u00e9gua (2016), A Batalha do Passinho (2013), e L.A.P.A. (2008). Foi pesquisador em filmes como Mist\u00e9rio do Samba (2008) e Pierre Verger (2000) entre outros. No momento realiza o seu quarto longa metragem intitulado Favela \u00c9 Moda e roteiriza um document\u00e1rio sobre Gilberto Gil.<\/p><p>Media\u00e7\u00e3o:<\/p><p><strong>Ricardo Correia <\/strong>\u00e9 terapeuta ocupacional. Professor no departamento de Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mestre e doutor em Ci\u00eancias da Sa\u00fade, desenvolve pesquisa nos temas de direito \u00e0 cidade, pol\u00edticas culturais e acessibilidade de pessoas com defici\u00eancia.<\/p><p>Local: Teatro<\/p><p>Capacidade: 600 lugares<\/p><p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 12 anos<\/p><p>Dura\u00e7\u00e3o da atividade: 90 minutos<\/p><p><strong>19 DE JUNHO - QUARTA<\/strong><\/p><p><strong>19h30: DEIXA NA R\u00c9GUA - Sess\u00e3o de cinema + bate-papo com artista<\/strong><\/p><p>Os sal\u00f5es de barbeiro das favelas e dos sub\u00farbios s\u00e3o os lugares onde a nova est\u00e9tica da periferia nasce e se expande. Ponto de encontro dos jovens, os \"barbeiros\" se tornaram espa\u00e7os de troca dessa juventude. \u201cDeixa na R\u00e9gua\u201d entra nesse universo e, entre cortes, giletes e tesouradas, mostra o que se passa na cabe\u00e7a dos barbeiros e de seus clientes. De Em\u00edlio Domingos, mesmo diretor de \"A Batalha do Passinho\".<\/p><p>Pa\u00eds: Brasil<\/p><p>G\u00eanero: Document\u00e1rio<\/p><p>Lan\u00e7amento: 2016<\/p><p>Dire\u00e7\u00e3o: Em\u00edlio Domingos\u00a0 |\u00a0 Produ\u00e7\u00e3o: Osmose Filmes<\/p><p>Local: Teatro<\/p><p>Capacidade: 600 lugares<\/p><p>Dura\u00e7\u00e3o do filme: 73 minutos<\/p><p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 12 anos<\/p><p>Dura\u00e7\u00e3o da atividade: 70 minutos + 30 minutos de bate-papo<\/p><p><strong>24 DE JUNHO - SEGUNDA<\/strong><\/p><p><strong>19h30: QUANDO AS PESSOAS ANDAM EM C\u00cdRCUL<\/strong><strong>OS, da Artesanal Cia. de Teatro<\/strong><\/p><p><strong>Espet\u00e1culo teatral + bate-papo com artistas<\/strong><\/p><p>\u201cQuando as pessoas andam em c\u00edrculos\u201d \u00e9 uma f\u00e1bula teatral voltada para o p\u00fablico jovem, que tem como tema o medo e a ang\u00fastia no mundo contempor\u00e2neo e de como o jovem lida com as incertezas e inseguran\u00e7as que a modernidade prop\u00f5e. A dramaturgia, desenvolvida a quatro m\u00e3os, apresenta um texto \u00e1gil, instigante e inovador, que n\u00e3o oferece respostas prontas, propondo uma reflex\u00e3o mais profunda sobre os temas apresentados.<\/p><p>O jogo de cena proposto quebra, desde o in\u00edcio, o tipo de representa\u00e7\u00e3o e o espa\u00e7o c\u00eanico convencionais, inserindo o p\u00fablico no espet\u00e1culo sem o distanciamento de uma \u201cquarta parede\u201d. Assim, o jogo ficcional acontece com total participa\u00e7\u00e3o do espectador, que n\u00e3o consegue diferenciar a estrutura ficcional da realidade. Personagem e ator se confundem causando uma percep\u00e7\u00e3o \u00fanica do espet\u00e1culo.<\/p><p>Ficha t\u00e9cnica:<\/p><p>Realiza\u00e7\u00e3o: Artesanal Cia. de Teatro | Dura\u00e7\u00e3o: 70 minutos | Dramaturgia e Texto: Daniel Belmonte e Gustavo Bicalho | Elenco: Bruno Jablonski, Cirio Acioli, Igor Orlando, Isis Pessino, Leonardo Bianchi e Mag Pastori | Dire\u00e7\u00e3o: Gustavo Bicalho e Henrique Gon\u00e7alves | Dire\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o: Henrique Gon\u00e7alves | Produ\u00e7\u00e3o: Daniel Belmonte | Dire\u00e7\u00e3o de movimento e Prepara\u00e7\u00e3o corporal: Paulo Mazzoni | Prepara\u00e7\u00e3o vocal: Ver\u00f4nica Machado | Cen\u00e1rio: Karlla de Luca e Jo\u00e3o Bardavidi | Figurinos: Fernanda Sabino e Henrique Gon\u00e7alves | Desenho de luz: Rodrigo Belay | Pesquisa musical: Gustavo Bicalho | Desenho de som: Luciano Siqueira<\/p><p>Local: Teatro<\/p><p>Capacidade: 600 lugares<\/p><p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 16 anos<\/p><p>Dura\u00e7\u00e3o da atividade: 70 minutos + 30 minutos de bate-papo<\/p><p><strong>26 DE JUNHO - QUARTA<\/strong><\/p><p><strong>19h30: MESA DE DEBATE: \u201cARTE, CULTURA E OUTRAS CIDADES\u201d<\/strong><\/p><p>A cidade, para al\u00e9m de um espa\u00e7o de experi\u00eancia da desigualdade e da diferen\u00e7a \u00e9, tamb\u00e9m, para muitos artistas e criadores culturais, terreno para disputas de imagin\u00e1rio e fabula\u00e7\u00e3o art\u00edstica. Nessa mesa iremos reunir artistas que participam da programa\u00e7\u00e3o do projeto, assim como outros artistas que realizam suas produ\u00e7\u00f5es de modo profundamente conectado com a cidade, em seus diferentes aspectos, para pensar como a arte e a cultura como criadoras de novas cidades.<\/p><p>Convidados:<\/p><p><strong>Marc\u00e3o Baixada<\/strong> \u00e9 rapper, produtor e compositor de 25 anos. Fruto de uma realidade que imp\u00f5e aos moradores a luta di\u00e1ria por condi\u00e7\u00f5es mais dignas, Marc\u00e3o \u00e9 um dos compositores de destaque da nova cena de rap fluminense, mostrando que seja na Fran\u00e7a, em Miami ou em Nova Igua\u00e7u, talento n\u00e3o tem endere\u00e7o.<\/p><p><strong>Priscila Bittencourt<\/strong><strong>\u00a0<\/strong>\u00e9 graduada em Ci\u00eancias Sociais\u00a0e cursou Dire\u00e7\u00e3o Cinematogr\u00e1fica na Escola de Cinema\u00a0Darcy Ribeiro. \u00c9 uma das\u00a0coordenadoras da\u00a0<strong>Peneira<\/strong><strong>, <\/strong>organiza\u00e7\u00e3o que atua com projetos art\u00edsticos\u00a0na regi\u00e3o metropolitana do Rio de Janeiro. Juntos, desenvolvem os seguintes temas: arte\u00a0no espa\u00e7o p\u00fablico, cultura popular contempor\u00e2nea, literatura, mem\u00f3ria e produ\u00e7\u00e3o cultural independente<strong>.<\/strong><\/p><p>Local: Teatro<\/p><p>Capacidade: 600 lugares<\/p><p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 12 anos<\/p><p>Dura\u00e7\u00e3o da atividade: 90 minutos<\/p><p><strong>28 DE JUNHO - SEXTA<\/strong><\/p><p><strong>19h30: MARC\u00c3O BAIXADA - Show musical + bate-papo com artista<\/strong><\/p><p>Orgulho. Do que viveu e de quem se tornou. Marc\u00e3o Baixada carrega o lugar onde nasceu no nome. Lan\u00e7ado em 2018, o EP \"Vermelho Outono\" ganhou destaque na m\u00eddia especializada. No trabalho atual, Marc\u00e3o narra a experi\u00eancia de um jovem negro em busca de uma situa\u00e7\u00e3o melhor, abordando as consequ\u00eancias desta busca. Nesta vers\u00e3o da Jornada do Her\u00f3i, o personagem se depara com crime e viol\u00eancia, e encontra na m\u00fasica um caminho diferente para sua vida.<\/p><p>Local: Teatro<\/p><p>Capacidade: 600 lugares<\/p><p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 14 anos<\/p><p>Dura\u00e7\u00e3o da atividade: 1 hora + 30 minutos de bate-papo<\/p>","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[4,3],"tags":[],"class_list":["post-4725","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-espaco-cultural","category-noticias-home"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sesc.com.br\/poloeducacional\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4725","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sesc.com.br\/poloeducacional\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sesc.com.br\/poloeducacional\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sesc.com.br\/poloeducacional\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sesc.com.br\/poloeducacional\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4725"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sesc.com.br\/poloeducacional\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4725\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sesc.com.br\/poloeducacional\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4725"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sesc.com.br\/poloeducacional\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4725"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sesc.com.br\/poloeducacional\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4725"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}