{"id":3687,"date":"2016-10-05T16:31:59","date_gmt":"2016-10-05T19:31:58","guid":{"rendered":"https:\/\/homol-psa.sesc.com.br\/sem-categoria\/sesc-lanca-volume-10-da-colecao-conhecendo-o-pantanal\/"},"modified":"2016-10-05T16:31:59","modified_gmt":"2016-10-05T19:31:58","slug":"sesc-lanca-volume-10-da-colecao-conhecendo-o-pantanal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sesc.com.br\/sescpantanal\/noticias\/sesc-lanca-volume-10-da-colecao-conhecendo-o-pantanal\/","title":{"rendered":"Sesc lan\u00e7a volume 10 da cole\u00e7\u00e3o Conhecendo o Pantanal"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a chancela da Unesco, o Sesc Pantanal est\u00e1 capacitado para o desenvolvimento de diversas pesquisas, por conta de sua atua\u00e7\u00e3o na RPPN Sesc Pantanal. Algumas delas est\u00e3o compiladas na s\u00e9rie Conhecendo o Pantanal, que chega a sua 10\u00ba edi\u00e7\u00e3o com o t\u00edtulo \u0093As aves coloniais da Reserva Particular do Patrim\u00f4nio Natural Sesc Pantanal\u0094. O estudo foi lan\u00e7ado no XXIII Congresso Brasileiro de Ornitologia, realizado em Piren\u00f3polis-GO.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A publica\u00e7\u00e3o apresenta o trabalho da equipe de pesquisadores coordenada pelo bi\u00f3logo Paulo de Tarso Zuquim Antas, que acompanhou as aves aqu\u00e1ticas que vivem em col\u00f4nias no per\u00edodo de diminui\u00e7\u00e3o do volume das \u00e1guas dos rios no interior do Brasil. Ao baixarem, as \u00e1guas possibilitam a forma\u00e7\u00e3o de grandes praias de areia, que s\u00e3o ocupadas por essas aves.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante o estudo na bacia do rio Cuiab\u00e1, os pesquisadores acompanharam o uso dessas praias por tr\u00eas esp\u00e9cies coloniais: o corta-\u00e1gua, o taiam\u00e3 e a gaivotinha, com intenso levantamento de dados entre os anos de 2002 e 2013. Os resultados desse estudo evidenciam a import\u00e2ncia da RPPN Sesc Pantanal como ber\u00e7\u00e1rio de gera\u00e7\u00f5es dessas aves na plan\u00edcie pantaneira e at\u00e9 mesmo em escala continental, migrando ap\u00f3s a reprodu\u00e7\u00e3o para o litoral do Rio Grande do Sul at\u00e9 a foz do rio da Prata, h\u00e1 cerca de dois mil quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u0093A sobrevida das aves marcadas e seus h\u00e1bitos alimentares na regi\u00e3o s\u00e3o outras contribui\u00e7\u00f5es desta pesquisa para o entendimento da biologia, ecologia e conserva\u00e7\u00e3o dessas esp\u00e9cies. Trata-se de um trabalho pioneiro envolvendo as aves coloniais, o que possibilita a aplica\u00e7\u00e3o da mesma metodologia em outros locais para an\u00e1lises comparativas.\u0094, explica Cristina Cuiab\u00e1lia, Gerente de Pesquisa e Meio Ambiente do Sesc Pantanal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um aspecto muito importante do conhecimento gerado \u00e9 sua aplica\u00e7\u00e3o ao manejo da Reserva, subsidiando mecanismos de prote\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies, como a identifica\u00e7\u00e3o de locais mais vulner\u00e1veis e a instala\u00e7\u00e3o de placas com informa\u00e7\u00f5es sobre a import\u00e2ncia do cuidado das praias, dos ninhos e do alimento do qual as aves dependem para sobreviver. O objetivo desta inciativa \u00e9 sensibilizar moradores e visitantes sobre os impactos danosos da presen\u00e7a do gado nas praias do rio Cuiab\u00e1, da pr\u00e1tica de acampamentos na \u00e1rea protegida, das queimadas e da pesca predat\u00f3ria, amea\u00e7as principais \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o da natureza na RPPN Sesc Pantanal e regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Voc\u00ea pode acessar as edi\u00e7\u00f5es em Unidades (menu superior) &gt; RPPN Sesc Pantanal &gt; Biblioteca Virtual<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A RPPN Sesc Pantanal<br \/>\nO Polo Sesc Pantanal tem a Reserva Particular do Patrim\u00f4nio Natural (RPPN) Sesc Pantanal como sua principal Unidade de atua\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma importante iniciativa do Sesc participando da pol\u00edtica nacional de conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade, ao proteger significativa parcela do Pantanal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com uma \u00e1rea total conservada de cerca de 108 mil hectares, no munic\u00edpio de Bar\u00e3o de Melga\u00e7o &#8211; no meio do pantanal mato-grossense -, a RPPN Sesc Pantanal \u00e9 maior RPPN do Brasil sendo designada internacionalmente como S\u00edtio Ramsar e N\u00facleo da Reserva da Biosfera &#8211; UNESCO.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Criada h\u00e1 quase 20 anos a partir de antigas fazendas de gado, fez ressurgir na regi\u00e3o esp\u00e9cies diversas e raras da fauna e da flora, al\u00e9m de solo f\u00e9rtil. O local j\u00e1 recebeu dezenas de projetos de pesquisas provenientes de quase 50 institui\u00e7\u00f5es do Brasil e do exterior, contribuindo na forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica de mais de 170 pesquisadores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todo este trabalho j\u00e1 resultou em mais de 130 publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e 10 livros da Cole\u00e7\u00e3o Conhecendo o Pantanal. Entre os diversos benef\u00edcios j\u00e1 percebidos para a regi\u00e3o est\u00e1 o aumento da popula\u00e7\u00e3o de araras azuis, em 1998, as primeiras pesquisas constataram 18 desses p\u00e1ssaros na regi\u00e3o da RPPN, hoje s\u00e3o 450.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a chancela da Unesco, o Sesc Pantanal est\u00e1 capacitado para o desenvolvimento de diversas pesquisas, por conta de sua atua\u00e7\u00e3o na RPPN Sesc Pantanal. 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