{"id":4676,"date":"2024-07-17T14:12:07","date_gmt":"2024-07-17T17:12:07","guid":{"rendered":"https:\/\/homol-psa.sesc.com.br\/sem-categoria\/pesquisadora-de-mato-grosso-e-escolhida-para-exposicao-da-revista-cientifica-mais-importante-do-mundo-em-londres\/"},"modified":"2026-04-23T18:30:07","modified_gmt":"2026-04-23T21:30:07","slug":"pesquisadora-de-mato-grosso-e-escolhida-para-exposicao-da-revista-cientifica-mais-importante-do-mundo-em-londres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sesc.com.br\/sescpantanal\/noticias\/pesquisadora-de-mato-grosso-e-escolhida-para-exposicao-da-revista-cientifica-mais-importante-do-mundo-em-londres\/","title":{"rendered":"Pesquisadora de Mato Grosso \u00e9 escolhida para exposi\u00e7\u00e3o da revista cient\u00edfica mais importante do mundo, em Londres"},"content":{"rendered":"\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o realizada neste ano pela Revista Nature, em Londres, reuniu registros marcantes de 40 pesquisadores de todo o mundo em seus ambientes de trabalho. Apenas duas brasileiras foram escolhidas para compor a mostra do peri\u00f3dico cient\u00edfico mais importante do mundo, entre elas a pesquisadora e gerente-geral do Polo Socioambiental Sesc Pantanal, Cristina Cuiab\u00e1lia, fotografada durante o combate aos inc\u00eandios no Pantanal de Mato Grosso, em 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>A Nature trabalha com cientistas, pesquisadores, profissionais de sa\u00fade e educadores em todo o mundo. O premiado artigo fotogr\u00e1fico Where I Work (Onde eu trabalho) celebra os muitos pap\u00e9is e tipos de pesquisa realizados por cientistas em todo o mundo e desafia percep\u00e7\u00f5es estereotipadas sobre o que um cientista faz e sua apar\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>A imagem da fot\u00f3grafa Maria Magdalena Arr\u00e9llaga selecionada para a exposi\u00e7\u00e3o foi publicada naquele mesmo ano, no artigo Where I Work. Ela mostra a bi\u00f3loga no topo de um caminh\u00e3o-pipa liderando a equipe de brigadistas da maior Reserva Particular do Patrim\u00f4nio Natural do Brasil, a RPPN Sesc Pantanal, uma iniciativa do Sistema CNC-Sesc-Senac. Localizada em Bar\u00e3o de Melga\u00e7o (MT), a Reserva foi uma das \u00e1reas atingidas pelo pior inc\u00eandio j\u00e1 registrado no bioma.<\/p>\n\n\n\n<p>Cuiab\u00e1lia visitou a exposi\u00e7\u00e3o que teve como cen\u00e1rio a esta\u00e7\u00e3o londrina de King\u0092s Cross. \u0093Fiquei muito honrada com a escolha pois, de alguma maneira, a gente se sente representando tantas vozes da ci\u00eancia brasileira, tantos pesquisadores que tamb\u00e9m est\u00e3o nessa luta pela natureza. Fazemos pelo territ\u00f3rio, pelo lugar, pela nossa inten\u00e7\u00e3o de deixar um legado e de fazer algo bom para o planeta e para as pessoas. Mas, quando essa voz ecoa para t\u00e3o distante, de uma forma t\u00e3o inesperada, \u00e9 uma emo\u00e7\u00e3o e um grande privil\u00e9gio. Eu fiquei muito feliz\u0094, afirma a bi\u00f3loga.<\/p>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria de Cuiab\u00e1lia no Pantanal come\u00e7ou na inf\u00e2ncia e continuou com a carreira profissional. Doutora em Ci\u00eancias pelo Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancia Ambiental da Universidade de S\u00e3o Paulo (PROCAM-USP) e mestre em Mestre em Geografia e Licenciada em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), ela \u00e9 bi\u00f3loga e atua h\u00e1 quase 20 anos no Sesc Pantanal. A maior parte desse tempo foi destinado \u00e0 ger\u00eancia de pesquisas realizadas nas tr\u00eas \u00e1reas naturais da institui\u00e7\u00e3o, sendo a principal delas a RPPN Sesc Pantanal.<\/p>\n\n\n\n<p>A Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o tem 108 mil hectares e \u00e9 a maior do Brasil, considerada um importante laborat\u00f3rio a c\u00e9u aberto. No local, j\u00e1 foram realizadas mais de 100 pesquisas sobre o bioma e a principal cole\u00e7\u00e3o de pesquisas pode ser acessada pelo site www.sescpantanal.com.br.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Cuiab\u00e1lia, fazer pesquisa vai al\u00e9m do estere\u00f3tipo do laborat\u00f3rio. \u0093Unir a academia e o conhecimento popular para estudar a rica biodiversidade do Pantanal nos ajuda a entender esse bioma, a melhor forma de conserv\u00e1-lo, bem como o melhor jeito de viver nele. Por isso, o trabalho com a pesquisa \u00e9 t\u00e3o importante e precisa ser cada vez mais conhecido. Popularizar os resultados tamb\u00e9m faz parte do processo e o Sesc Pantanal sempre realiza eventos que re\u00fanem pesquisadores e a sociedade. Quanto mais conhecemos o Pantanal, mais gostamos e queremos proteger toda a vida presente nele. Isso \u00e9 pesquisa, isso \u00e9 educa\u00e7\u00e3o socioambiental\u0094, conclui.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A exposi\u00e7\u00e3o realizada neste ano pela Revista Nature, em Londres, reuniu registros marcantes de 40 pesquisadores de todo o mundo em seus ambientes de trabalho. 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