Essa é a espécie mais comum do grupo na RPPN, ocorrendo em todos os ambientes da mesma. Os dois nomes comuns derivam de cantos dessa ave, a qual pode ser observada nas praias, em clareiras da mata ciliar, ao longo de estradas ou em áreas naturalmente abertas nos cerrados e campos da reserva. Acostuma-se com a presença humana e aparece nas estradas ao redor de Porto Cercado. Á noite, é a ave mais observada no clarão dos faróis dos carros. Sua longa cauda produz uma silhueta característica, destacando-se nos machos uma pena totalmente branca na lateral da cauda quando voam, em conjunto com a faixa branca das asas. Faltam às fêmeas essas características, embora as demais cores do corpo sejam semelhantes. Como no bacurazinho, há uma mescla de cinzas, negros e marrons capazes de deixar a ave invisível no chão da mata durante o dia.
