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Núcleos Expositivos
Amefricanas
Lélia Gonzalez desenvolve a categoria político-cultural de amefricanidade, cunhando o termo Amefricanas, que nomeia este núcleo. A autora entende como neurose cultural brasileira a negação da formação plurirracial e pluricultural de nossa sociedade. É o entendimento de que vivemos em uma cultura branca que permitiu a infiltração, a influência e/ou a assimilação de traços culturais negros e indígenas. [LEIA MAIS]
Baobá
Baobá é o único núcleo que parte do título de uma obra de arte: a escultura de Emanoel Araújo, um dos mais importantes artistas da história do Brasil. Teórico, curador, gestor e idealizador do Museu Afro Brasil, Araújo defendia a ideia de que a arte afro-brasileira é produzida por quem negro for, alterando a perspectiva de que essa vertente seria um tema desenvolvido por brancos. [LEIA MAIS]
Branco tema
Legítima Defesa
A memória da população negra no Brasil atravessa esta frase paradigmática: “Todo escravo que mata o senhor age em legítima defesa”, dita por Luiz Gama, em 1881. Vendido pelo pai branco e alfabetizado por um conhecido, Gama foi o primeiro jurista negro do país. Essa história nos reafirma a importância da Legítima Defesa – tema deste núcleo – não como uma ação direta de violência, mas empregada nas letras de músicas, nos protestos, no grito. Como reflete a escritora Audre Lorde, é nos “usos da raiva” que a população negra se mobiliza. [LEIA MAIS]
Negro-Vida
Para Guerreiro Ramos, Negro-Vida é comparável a um rio, ecoando a noção de devir. O negro – como humano que é – é inapreensível em perspectivas unificadoras. Diferente da existência preta nas categorias produzidas por grande parte da intelectualidade branca, a existência de pessoas negras é multiforme, singular, com rotas, escolhas, procedimentos diversos. [LEIA MAIS]
Organização Já
A população negra brasileira sempre buscou, organizou e realizou formas de resistir às violências da escravidão e da colonialidade e existir além delas. É disso que trata o núcleo Organização Já. [LEIA MAIS]
Romper
A história da arte nomeada brasileira faz muito mais referência à minoria numérica branca no país do que, de fato, ao Brasil.
A atenção ao empreendimento conceitual de Beatriz Nascimento nos ensina, com suas palavras, que “tanto o negro quanto o índio – quer dizer, os povos que viveram aqui, juntamente com os brancos – não têm suas histórias escritas, ainda” (Beatriz Nascimento, Quilombola e Intelectual: Possibilidade nos Dias da Destruição, 1977). [LEIA MAIS]
Sem Resultados
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