25 de fevereiro de 2026

Protótipo Lixeira Inteligente Sustentável foi desenvolvido por um grupo de alunos da Escola Sesc de Ensino Médio, reunindo teoria e prática em um projeto inovador

Em evento realizado na quarta-feira (25), na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro, um grupo de alunos do Polo Educacional Sesc apresentou o protótipo Lixeira Inteligente Sustentável. A iniciativa, apresentada durante o Fórum de Sustentabilidade do Programa ECOS, surgiu a partir de um convite feito pela Diretoria de Economia e Inovação (Diti) da CNC em articulação com a Assessoria de Planejamento e Inovação do Departamento Nacional do Sesc e o Ecos – Programa de Sustentabilidade, para que a Escola desenvolvesse uma solução para a gestão de resíduos.

O evento contou com a presença do presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, que parabenizou os alunos e reconheceu sua iniciativa inovadora. “O produto que vocês criaram é a prova de que a educação tem poder de construir um futuro mais consciente e sustentável. Meus parabéns a cada aluno, aos professores e a todos que acreditaram nessa ideia”, disse Tadros.

Marcando a abertura do evento, o diretor-geral do Departamento Nacional do Sesc, José Carlos Cirilo, reconheceu o esforço dos professores e alunos pela dedicação na parceria entre CNC e Sesc. “Essa iniciativa traduz a vocação do Polo Educacional Sesc de formar cidadãos que contribuem com a sociedade. Parabenizo nossos alunos, professores e equipes técnicas que tornaram possível essa construção, e ao presidente Tadros, enquanto representante maior das empresas do setor”, afirma Cirilo.

A programação também contou com a presença do vice-presidente financeiro, Leandro Domingos; da diretora-geral executiva, Simone Guimarães; do diretor de inovação e tecnologia da informação, Maurício Ogawa; e do gerente de gestão das representações, Sérgio Henrique Moreira, da CNC.

Lixeira Inteligente Sustentável

Durante o Fórum, as alunas Sofia Abreu, da 2ª série do ensino médio, e Andreza Ferreira, da 3ª série, apresentaram o projeto desenvolvido pela equipe. O protótipo, totalmente produzido nos laboratórios da escola, conta com uma câmera que capta a imagem do lixo descartado e, por meio de inteligência artificial, reconhece se o resíduo é reciclável ou não. Depois dessa etapa, um compartimento é aberto de forma automatizada e realiza o descarte correto do material.

 

Os próximos passos do projeto devem passar por etapas ainda mais inovadoras. A expectativa é que a Lixeira Inteligente Sustentável seja patenteada e possa ser utilizada por outras escolas, reforçando a importância da educação ambiental. Outro objetivo é pensar na lixeira como fomento à economia circular, utilizando matérias sustentáveis na sua confecção e dando suporte ao trabalho de cooperativas que também realizam coleta seletiva.

 

2 de fevereiro de 2026

Iniciativa premiará autores estreantes nas categorias Romance, Conto e Poesia.

O Prêmio Sesc de Literatura, um dos mais importantes e consagrados do país voltado a escritores inéditos, está com inscrições abertas até o próximo dia 2 de março de 2026. Podem ser inscritas obras ainda não publicadas nas categorias Romance, Conto e Poesia. Os vencedores terão seus livros publicados pela Editora Senac Rio e receberão uma premiação em dinheiro no valor de R$30 mil cada. Também serão concedidas menções honrosas aos trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo finalistas na premiação. As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas pelo site www.sesc.com.br/premiosesc.

“O Prêmio Sesc de Literatura cumpre o papel fundamental de identificar autores que, muitas vezes, mesmo fora dos grandes eixos de circulação, possuem obras de alto vigor artístico. Em 2026, mais uma vez, o Sesc abre oportunidade para a renovação da nossa literatura, oferecendo ao autor estreante não apenas a publicação, mas uma inserção real no mercado editorial e o contato direto com o público em todas as regiões do Brasil”, afirma Leonardo Minervini, gerente interino de Cultura do Departamento Nacional do Sesc.

Podem se inscrever obras inéditas nas categorias de Romance, Conto ou Poesia. Esta edição recebe os escritos até o próximo dia 2 de março.

O processo de seleção dos trabalhos inscritos é realizado por comissões julgadoras compostas por renomados críticos literários, escritores e editores, de diferentes regiões do país. O júri avalia os textos sem ter conhecimento da identidade dos autores, garantindo a lisura do projeto e a liberdade de análise das comissões julgadoras, que fazem a seleção pelo mérito literário, com soberania sobre a decisão final.

O resultado será divulgado em agosto e os vencedores vão ser apresentados ao público em uma cerimônia com noite de autógrafos no fim do ano. Após a publicação, os livros serão distribuídos na rede de bibliotecas e escolas do Sesc, em todas as regiões do país. Os escritores participarão, ainda, de bate-papos e mesas-redondas em eventos culturais promovidos pelo Sesc ao longo de 2027.

21 de janeiro de 2026

Orquestra nacional é formada com músicos de todas as regiões e será lançada durante o 14 Festival Internacional Sesc de Música, em Pelotas (RS).

O Sesc começa 2026, ano em que completa 80 anos, consolidando o projeto de implantação de uma orquestra formada por jovens de todas as regiões do país. A Orquestra Jovem Sesc Brasil conta com 51 músicos de 11 estados, com idades entre 18 a 29 anos. Eles foram selecionados nas orquestras que o Sesc mantém pelo Brasil, um trabalho que une educação musical e inclusão social. Os jovens passarão a ter ensaios regulares online com um grupo específico de professores e serão preparados para participar de apresentações ao longo do ano.

A Orquestra Jovem Sesc Brasil conta com 51 músicos de 11 estados, com idades entre 18 a 29 anos. Eles foram selecionados nas orquestras que o Sesc mantém pelo Brasil, um trabalho que une educação musical e inclusão social

O primeiro encontro oficial da Orquestra Jovem Sesc Brasil acontece durante o 14º Festival Internacional Sesc de Música, realizado de 19 a 30 de janeiro em Pelotas, no Rio Grande do Sul. O grupo participará de aulas e ensaios, além de se apresentar em diferentes locais da cidade. O ponto alto da programação acontece dia 28 de janeiro, no Theatro Guarany. Sob a regência do maestro Geovane Marquetti, os jovens executarão um repertório composto por obras que transitam entre o clássico e o popular, representando a diversidade e a riqueza das regiões brasileiras.
‘Nesses 80 anos do Sesc, queremos deixar mais esse grande legado cultural e social para o Brasil. A Orquestra Jovem Sesc Brasil é resultado de um trabalho realizado desde 2004, com a oferta de cursos de cursos de instrumentos e formação das primeiras bandas de música e orquestras nos estados. Essa orquestra nacional contribui para a difusão da música clássica brasileira em toda sua diversidade e abre novas possibilidades a jovens que se interessem por música e pensem em se profissionalizar”, explica o gerente interino de Cultura do Departamento Nacional do Sesc, Leonardo Minervini.

‘Participar do Orquestra Jovem e do Festival Internacional Sesc de Música são oportunidades únicas em minha vida. Graças ao projeto, tenho a oportunidade de poder aprimorar a música, conhecer, trocar e aprender com tantos músicos admiráveis’, afirma Ágatha Nascimento, da Orquestra Jovem Sesc Pará.

Intercâmbio cultural marca o Festival Internacional Sesc de Música

O Festival de Pelotas reúne 400 alunos e 59 professores de 12 nacionalidades, em uma programação com mais de 115 apresentações gratuitas, espalhadas por teatros, praças, igrejas da cidade gaúcha. Pela primeira vez, o evento recebe estudantes de fora do continente americano em seu eixo educacional. Seis jovens do Reino Unido participam da classe de choro, gênero genuinamente brasileiro e símbolo da identidade musical nacional, ampliando o alcance internacional do festival e promovendo um encontro direto entre culturas.

A iniciativa é fruto da parceria entre o Sesc/RS, a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e a Bath Spa University, e reforça o caráter internacional do festival. Além de ampliar o alcance do choro para novos públicos, o intercâmbio promove um encontro direto entre culturas, aproximando jovens europeus de um repertório tradicional ainda pouco difundido no exterior. Além do grupo inglês, o evento contará com a presença de jovens da Argentina, Colômbia, México, Peru, Uruguai e Venezuela, reforçando o caráter latino-americano e global da programação.

Participam do Festival Internacional Sesc de Música jovens do Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Rio Grande do Sul. Com bolsas parciais e integrais que garantem viagem, estadia e participação no evento, eles vivenciam uma experiência única de formação, integração e valorização da música de concerto.

Para conferir a programação completa, acesse: www.sesc-rs.com.br/festival.

3 de dezembro de 2025

Projeto que circulou por dois anos com shows inéditos conta com uma série documental em exibição no SescTV.

Uma viagem de sons que passou por tradição, ancestralidade, ritmos fronteiriços, histórias de resistência e identidade. O projeto de circulação musical Sonora Brasil encerrou o biênio 2024-2025 reunindo artistas das cinco regiões do país na cidade e Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro, reconhecida como Patrimônio Mundial por sua cultura e biodiversidade.

Coco de Umbigada, Catumbi, carimbó, rap, blues e música pantaneira compuseram o mosaico de sons nos cinco dias de shows e rodas de conversa, realizados no Sesc Caborê. O público não só acompanhou a diversidade de ritmos e canções, como também pode conhecer mais sobre as histórias dos diferentes territórios dos grupos, revelados inclusive nos instrumentos utilizados. Mãe Beth de Oxum, patrimônio vivo da cultura pernambucana, que se apresentou ao lado da cantora lírica Surama Ramos e do multi-instrumentista Henrique Albino, utilizou no show uma zabumba centenária, que já era tocada pelos bisavós.

Henrique Albino, Surama Ramos e Mãe Beth de Oxum levaram ao palco o samba de coco de Umbigada, o canto ancestral e as criações decoloniais.

Da Região Sudeste, Mestre Negoativo resgatou a herança da população negra na história de Minas Gerais ao som do berimbau e do balafom, instrumento musical da África subsaariana, precursor do xilofone, composto por barras de madeira que são percutidas com baquetas. A música pantaneira de Marcelo Loureiro e Geraldo Espíndola teve o som da harpa paraguaia e da viola caipira.
Já a dupla catarinense Ana Paula e Seu Risca, mostraram com a força da oralidade, as histórias do Catumbi, manifestação cultural afro-brasileira associada ao culto a Nossa Senhora do Rosário. Da região da Amazônia, as guitarras de Manoel Cordeiro, patrimônio vivo da cultura paraense, e seu filho Felipe Cordeiro, trouxeram a sonoridade da guitarrada, do carimbo e do tecnobrega.

Felipe Cordeiro e Manoel Cordeiro, respectivamente pai e filho. Os artistas trouxeram a fusão de ritmos amazônicos como guitarrada, lambada, carimbó à música eletrônica e pop.

O biênio terminou, mas o Sonora Brasil segue sua trajetória, agora por meio dos programas do SescTV e do Sesc Digital. A série documental Sonora Brasil – Encontros, Tempos e Territórios conta com 10 episódios que trazem um pouco da trajetória de cada um dos artistas participantes e o que eles levaram para o palco durante o circuito. Assista em sesctv.org.br/sonorabrasil.

Assistente de Marketing e Vendas é a nova habilitação do curso, que está com inscrições abertas em 16 estados

O Sesc EAD EJA, curso que oferece a jovens e adultos formação gratuita no Ensino Médio integrado a qualificação profissional, amplia sua área de atuação com uma nova habilitação. Além de Produção Cultural, a partir de 2026 os candidatos poderão optar pela modalidade Assistente de Marketing e Vendas. São mais de 1000 vagas disponíveis em 16 estados. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no período de 3 de dezembro de 2025 a 28 de janeiro de 2026 pelo site www.sesc.com.br/ead. O início das aulas está previsto para 2 de março de 2026.

Mais de 1.000 vagas serão ofertadas neste semestre.

“O objetivo do Sesc EAD EJA é apoiar os jovens e adultos no seu processo de transformação por meio do estudo. Com a nova habilitação profissional, queremos ampliar as possibilidades dos alunos de acesso ao mercado de trabalho. A qualificação em assistente de marketing e vendas estimula o olhar empreendedor e a criatividade como meios de geração de trabalho e renda, com atuação em diferentes contextos organizacionais e comunitários”, explica Érlei Jose de Araújo, Diretor de Programas Sociais (interino) do Departamento Nacional do Sesc.

Parte das atividades do Sesc EAD EJA são presenciais, no Polo escolhido pelo estudante.

Podem participar da seleção candidatos com 18 anos ou mais, com Ensino Fundamental completo e residentes nos estados de Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. O curso tem duração de três semestres, sendo composto por conteúdo das áreas do conhecimento e da qualificação profissional disponibilizados no ambiente virtual de aprendizagem e encontros semanais presenciais obrigatórios nos polos em cada estado. Na mediação do conteúdo virtual são utilizados recursos como videoaulas, quizzes, questionários, ilustrações, webconferências, podcast, entre outros.

Ao final, os alunos recebem certificado de conclusão do Ensino Médio com a qualificação profissional escolhida. O projeto é realizado em parceria com o Senac RS, responsável pela plataforma de realização do curso.

Inscreva-se aqui

2 de dezembro de 2025

Inteligência artificial e treinamentos constantes são alguns dos recursos usados pela instituição a fim de mitigar o impacto dos incêndios no bioma.

O Pantanal, uma das maiores planícies alagáveis do planeta, vive um tempo de desafios. As mudanças climáticas, os períodos de seca mais prolongados e a alteração no regime das águas têm intensificado o risco de incêndios florestais. Nesse cenário, o Polo Socioambiental Sesc Pantanal exerce um papel essencial: proteger, educar e integrar esforços para garantir a conservação do bioma e o bem-estar das populações que vivem em seu entorno.

Com três áreas naturais que somam 117 mil hectares (a Reserva Particular do Patrimônio Natural Sesc Pantanal, o Parque Sesc Baía das Pedras e o Parque Sesc Serra Azul), o Sesc Pantanal mantém uma estrutura permanente de prevenção e resposta a incêndios, com brigadistas pantaneiros capacitados, equipamentos modernos e parcerias técnicas com órgãos como o ICMBio, o Ibama, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso e a Secretaria de Meio Ambiente do Estado.

Atualmente, a RPPN Sesc Pantanal é a maior do Brasil, com uma área similar à cidade do Rio de Janeiro.

Sesc dispõe de estrutura permanente e capacitação técnica

A Brigada de Incêndio Sesc Pantanal é reconhecida pela robustez e excelência técnica. Formada anualmente em parceria com o ICMBio, a equipe passa por treinamentos teóricos e práticos sobre comportamento do fogo, segurança em campo, técnicas de combate direto e indireto, uso de equipamentos e primeiros socorros. O treinamento é realizado nas próprias áreas de atuação, permitindo que os profissionais compreendam o relevo, o clima e a vegetação locais. Durante a estiagem, os brigadistas atuam em regime de prontidão, distribuídos entre as três unidades de conservação. A operação conta com veículos 4×4, quadriciclos, barcos, caminhões-pipa, pás-carregadeiras, sopradores, motosserras e equipamentos de proteção individual. O Sesc também ampliou o período de contratação dos brigadistas temporários e reforçou a equipe com profissionais especializados em georreferenciamento e operação de máquinas.

Brigadas de incêndio do Sesc Pantanal recebem, anualmente, atualizações nos treinamentos contra o fogo.

Tecnologia e inteligência artificial a serviço da conservação

A prevenção é tão importante quanto o combate. Por isso, o Sesc Pantanal investe em sistemas de monitoramento por câmeras de alta resolução e inteligência artificial, que operam 24 horas por dia, identificando os primeiros sinais de fumaça e acionando as brigadas em tempo real. Alimentadas por energia solar e conectadas via rede de transmissão adaptada às condições do bioma, as câmeras analisam imagens pixel a pixel, reconhecendo padrões de cor e movimento associados à fumaça ou ao calor.

O sistema cruza as informações com dados meteorológicos e históricos de incêndios, permitindo a triangulação dos pontos de calor e reduzindo o tempo de resposta. Além desta tecnologia, a Brigada Sesc Pantanal também utiliza plataformas FIRMS, da NASA, e BDQueimadas, do INPE, garantindo o monitoramento constante e a construção de um banco de dados que orienta as ações preventivas. Essas estratégias têm dado resultados concretos: segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o estado de Mato Grosso registrou, em agosto de 2025, 2.322 focos de calor — o menor número da série histórica e uma redução de 75% em relação à média dos últimos 27 anos.

Manejo Integrado do Fogo e cooperação pelo Pantanal

O Sesc Pantanal baseia suas ações no Manejo Integrado do Fogo (MIF), que une ciência, manejo técnico e o conhecimento tradicional pantaneiro para reduzir riscos e impactos ambientais. Dentro da RPPN Sesc Pantanal, essas estratégias são sistematizadas no Plano de Manejo Integrado do Fogo (PMIF) da RPPN Sesc Pantanal, desenvolvido em parceria com o Prevfogo/Ibama, a Sema-MT e instituições de pesquisa. A água também é parte desse manejo: a reserva conta com 41 tanques mapeados e dois poços tubulares profundos, que abastecem as operações de combate e ajudam a manter a fauna durante a seca, com uso controlado para garantir a sustentabilidade do aquífero.

O Manejo Integrado do Fogo (MIF) do Sesc Pantanal é um programa abrangente que utiliza uma combinação de conhecimento científico e saberes tradicionais para prevenir e combater incêndios na sua Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). O plano, que é referência para outras áreas do bioma, inclui ações como formação de brigadistas, uso de tecnologia de monitoramento e integração com órgãos ambientais.

A conservação é um esforço coletivo. O Sesc mantém parcerias com comunidades tradicionais, povos indígenas e proprietários rurais, promovendo aceiros, combate conjunto e formação de brigadistas locais. Essa relação gera renda, valoriza o saber pantaneiro e acelera o alerta a focos de incêndio. Essas ações se estendem, também, na área da educação ambiental, com palestras, rodas de conversa e oficinas que formam multiplicadores do cuidado com o bioma, e à articulação institucional, com participação em comitês e salas de situação do governo de Mato Grosso, fortalecendo decisões conjuntas.

Mesmo com a redução dos incêndios em 2025, o desafio permanece. O Sesc Pantanal segue ampliando sua capacidade de resposta e investindo em tecnologia, ciência e cooperação. Há quase três décadas, o trabalho do Polo Socioambiental Sesc Pantanal mostra que cuidar da natureza é cuidar da vida: um compromisso que une pessoas, comunidades e o futuro desse ecossistema.

18 de novembro de 2025

Evento reunirá lideranças comunitárias de diversos pontos do país no Polo Sociocultural Sesc Paraty

O Festival Pautas Sociais reunirá, no Polo Sociocultural Sesc Paraty, lideranças comunitárias de 18 estados e do Distrito Federal para um debate sobre a importância do trabalho de cuidado para as comunidades e o bem-estar de seus integrantes. O evento, realizado entre 27 e 29 de novembro com o tema “Cuidado nas comunidades tradicionais”, tem participação exclusiva de mulheres, que apresentarão as dinâmicas de seus territórios sob a perspectiva feminina.

O Pautas Sociais é um projeto construído a partir da troca com as comunidades e proporciona a circulação de tecnologias sociais e saberes por meio da abordagem de temas contemporâneos, que impactam nas relações sociais. Esse ano, o festival traz o recorte de gênero como forma de reconhecer a atuação majoritária feminina na questão do cuidado e seus impactos no dia a dia das comunidades. “O cuidado é um trabalho humano de natureza individual e coletiva, voltado para manter, desenvolver e recuperar a vida e o bem-estar das pessoas. No Festival Pautas Sociais 2025, aprofundaremos o diálogo em torno dessa questão pelas mãos das mulheres das comunidades tradicionais, que mantêm a responsabilidade de guardar as experiências e transmitir esses saberes”, explicou a Gerente de Assistência do Departamento Nacional do Sesc, Cláudia Roseno.

As participantes do evento são representantes de comunidades pesqueiras, extrativistas, indígenas e quilombolas, entre outros territórios. Juntas em uma ampla roda de conversa, elas compartilharão suas experiências sobre o trabalho de cuidado que desenvolvem, envolvendo questões como preservação de patrimônios histórico-culturais, trabalho com fitoterapia popular, difusão de manifestações culturais tradicionais, empreendedorismo e fortalecimento comunitário, entre outras.

O público também poderá conhecer na prática uma mostra do trabalho desenvolvido pelas representantes comunitárias. No sábado, 29/11, a unidade Sesc Paraty, no Largo de Santa Rita, dará espaço a Tenda do Cuidado. Serão oferecidos gratuitamente diversos serviços e atividades, como exposição de artesanato regional, oficinas, vivências, exibição de documentários, roda de dança e recital de poesia, entre outros.

27/11 – Quinta-feira

10h | Abertura

10h30 | Roda de conversa “Cuidado nas Comunidades Tradicionais”, com o fundador da Escola Aberta do Cuidado **Rodrigo Carancho**, a pesquisadora **Thamires Ribeiro** e a comunicadora popular **Isis Ayres**.

14h | Roda de conversa “Cuidado e saberes”, com lideranças comunitárias – mediação de **Rodrigo Carancho**

29/11 – Sábado

Tenda do Cuidado

10h às 17h | Expositores – **Alagoas, Amazonas, Bahia, Maranhão, Polo Socioambiental Sesc Pantanal, Piauí, Santa Catarina, Tocantins**.

10h | Massagem com algas – **Aparecida Ayres** – Polo Sociocultural Sesc Paraty

10h e 14h | Exibição dos documentários “Marisqueiras Vidas no Mangue” (ES) e “Olhar das Canárias em memórias e poemas” (PI), seguido de roda de conversa

11h e 14h | Recital de poesia itinerante – SE

15h | Roda de Dança – MS

17h30 às 18h30 | Roda de Fechamento

19h | Contação de Histórias: “Chamas das Histórias”.

Oficinas

9h | Brincando e aprendendo a respeitar as diferenças – MG

10h | O Corpo como Espaço, Lugar, Território (Escalda pés) | **Cyntia Matos**, Casa do Cuidado – RJ

11h | Caboclinho, ancestralidade e ritual no corpo contemporâneo – PE

14h | Folhas e Frutas Secas do Cerrado – DF

14h30 | Tecendo o Bem Vivir: Abayomis do Cuidado – PR

15h30 | Inventário Pessoal do Cuidado – **Rodrigo Carancho**

12 de novembro de 2025

Durante o evento, o projeto de combate à fome do Sesc destacou seus 30 anos de atuação no país.

O Sesc Mesa Brasil participou, no dia 11 de novembro, do painel “Da Fome ao Clima: O Papel dos Bancos de Alimentos na Redução do Desperdício e seus Impactos na Ação Climática Sustentável”, na Green Zone da COP30, levando ao maior evento global sobre sustentabilidade a experiência acumulada ao longo de três décadas de atuação no combate à fome e ao desperdício de alimentos. Isso reforçou o papel estratégico do programa na promoção da segurança alimentar e na articulação de redes solidárias.

A presença do Sesc no Pará na COP30 foi celebrada como um marco institucional, que reafirma o compromisso da entidade com a transformação social e a construção de um futuro mais justo e sustentável.

“Foi um momento histórico para gente estar aqui dentro. O Sesc Mesa Brasil é um projeto nacional, mas hoje ele estava aqui a partir do Regional Pará. É um sentimento realmente de missão cumprida, né? Uma entrega social inigualável do Sistema Comércio. A gente se emociona muito quando a gente entende e percebe que o que a gente está fazendo no nosso dia a dia, colhendo e entregando alimento para crianças, adolescentes e idosos, garantindo segurança alimentar. Nós, realmente, quando cuidamos de pessoas, a gente também está cuidando do planeta”, destacou Heloiva Tavora, Diretora Regional do Sesc no Pará, ao comentar a importância de levar a experiência regional para um espaço de diálogo internacional como a COP30.

Durante a COP30, o Sesc trouxe a atuação do seu programa de combate à fome.

Ana Catalina Suárez Peña, Diretora Sênior de Estratégia e Inovação da The Global FoodBanking Network destacou o desafio da capilaridade do Sesc Mesa Brasil, sendo um banco de alimentos privado que consegue atingir todos os estados. “A ação dos bancos é sim um dos grandes vetores para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e combater a fome”.

Durante o painel, foram apresentados os resultados e desafios enfrentados pelo Sesc Mesa Brasil no país e no estado do Pará, com destaque para a mobilização de parceiros e o fortalecimento de ações educativas voltadas à alimentação saudável e ao aproveitamento integral dos alimentos.

A atuação do programa está diretamente alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente o ODS 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável), o ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e o ODS 17 (Parcerias e Meios de Implementação). A rede da qual o Sesc Mesa Brasil participa corresponde a 40% dos bancos de alimentos no Brasil, com um fluxo ágil que coleta e entrega alimentos para quem mais precisa. “É importante estarmos conectados e, nesses dias de COP, buscarmos soluções e estratégias. Não fazemos isso sozinhos”, declarou Claudia Roseno, Gerente de Assistência do Departamento Nacional do Sesc que participou do painel.

 

Meio ambiente e segurança alimentar: a visão do Sesc.

Antigamente, as discussões sobre mudanças climáticas raramente consideravam a questão dos alimentos. Hoje, esses temas estão diretamente interligados: qualquer alteração no clima impacta a agricultura, a produção e a distribuição de alimentos, criando desigualdades, onde algumas regiões têm abundância de comida enquanto outras enfrentam escassez ou altos custos. “As pessoas e as instituições vão percebendo o seu papel nesse processo. Pensando no Sesc Mesa Brasil, que combate o desperdício, esse processo já é um alto entendimento de otimização de recurso, já é um entendimento de economicidade, de sustentabilidade nos seus três mais consistentes pilares. A concepção do Mesa Brasil se dá sobre essa base, sobre esse entendimento de que há fome e há desperdício. E nós trabalhamos para que a gente consiga vencer essa crise e que a gente, de fato, contribua, cada um dentro da sua missão, do seu fazer, para que a gente diminua o impacto que a gente gera. É a evolução desse processo”, afirmou Janaína Pochapski, Assessora de Sustentabilidade do Departamento Nacional do Sesc ao destacar o papel do Sesc enquanto empresa e como agente de cidadania e inclusão.

Ao levar o nome do Sesc Mesa Brasil à COP30, o Sesc no Pará contribuiu para ampliar o reconhecimento de práticas sociais que fazem a diferença na vida de milhares de pessoas, conectando solidariedade, educação e sustentabilidade em uma mesma trajetória.

O Sesc Mesa Brasil chega a quem mais precisa, não somente entregando os alimentos, mas ensinando a aproveitá-los ao máximo. Graziela Barros Barbosa, Coordenadora Administrativa do Lar de Maria, associação beneficiada em Belém, se emocionou ao afirmar que “o banco de alimentos é fundamental. Combatemos também o desperdício, evitando que alimentos vão para o lixo e para os aterros sanitários. Essas ações educativas chegam às crianças e reverberam nas famílias. É incrível como o Sesc Mesa Brasil transforma vidas”.

O debate encerrou-se com o entendimento amplo e que não é possível falar de um mundo com justiça social quando alimentos em boa qualidade continuam indo para o lixo enquanto pessoas passam fome. “Cuidar das pessoas é também cuidar do planeta. Não há ação climática sem cuidar das pessoas. Que esse encontro inspire políticas públicas e parcerias para um mundo aonde nenhum alimento vá para o lixo e ninguém passe fome”, finalizou a Carmen Lúcia Cabral, coordenadora do Sesc Mesa Brasil no Pará.

11 de novembro de 2025

Todas as unidades do Sesc no Paraná serão centros de arrecadação de doações de alimentos não perecíveis, água potável, itens de higiene pessoal, entre outros. Também é possível fazer doações via pix.

Diante da devastação sem precedentes que atingiu o município de Rio Bonito do Iguaçu, na última sexta-feira (7), o Sesc no Paraná, por meio do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR, mobiliza a comunidade a se unir em solidariedade às famílias impactadas. De acordo com o relatório mais recente da Defesa Civil, 14,6 mil pessoas foram afetadas diretamente, com 672 casas danificadas.

Como forma de apoio imediato, todas as unidades do Sesc no Paraná serão centros de arrecadação de doações de alimentos não perecíveis, água potável, itens de higiene pessoal, de limpeza, lenços umedecidos, absorventes e fraldas descartáveis. O Sesc Mesa Brasil no estado mobilizou suas equipes para recebimento das doações, triagem, armazenamento e encaminhamento dos donativos à cidade atingida.

Chave Pix

Além disso, para facilitar as doações e garantir que os recursos cheguem diretamente a quem precisa, a entidade criou uma chave PIX exclusiva: ajude.riobonitodoiguacu@sescpr.com.br. As doações serão destinadas para a compra de suprimentos essenciais para ajudar na reconstrução da cidade. Para mais informações sobre pontos de coleta e sobre como participar, entre em contato com a unidade Sesc mais próxima ou acesse o site oficial do Sesc no Paraná.

 

10 de novembro de 2025

O Sesc pratica todos os 17 ODS em suas atividades

Presente em mais de 2 mil municípios, por meio de 623 unidades fixas e 145 unidades móveis, o Sesc oferece atividades e serviços nas áreas de Educação, Saúde, Cultura, Lazer e Assistência, com foco na melhoria da qualidade de vida da população – norteado por questões de desenvolvimento sustentável.

A instituição traduz as metas globais da Agenda 2030 em práticas concretas, que impactam diretamente milhões de brasileiros. A partir de seus programas e iniciativas, o Sesc contribui com cada um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Em suas ações, o Sesc ajuda, por exemplo, a: reduzir a pobreza, proteger as áreas naturais, impulsionar a educação de qualidade, evidenciar a saúde da mulher, viabilizar a universalização da cultura, dignificar o respeito e a diversidade, propiciar o lazer de todas as formas, promover a eficiência no uso dos recursos e mitigar o desperdício de alimentos.

Para a instituição, é essencial que as iniciativas de todas as suas áreas estejam alinhadas aos princípios do desenvolvimento sustentável, integrando de forma estratégica os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Dessa forma, os projetos executados fortalecem a sustentabilidade promovendo impactos positivos nos territórios e contribuindo para a construção de um futuro mais justo e resiliente.

A preservação de mais de 108 mil hectares no Sesc Pantanal e projetos educativos ambientais ajudam a combater as mudanças climáticas, praticando a ODS 13.

Pacto Global: Departamento Nacional do Sesc é signatário

O Departamento Nacional do Sesc é signatário da Rede Brasil do Pacto Global da ONU desde 2019 e vem ampliando a agenda dos ODS. Essa unidade é o órgão executivo da Administração Nacional do Sesc. Ela elabora, coordena e monitora os projetos desenvolvidos nas unidades do Sesc, em suas diversas áreas de atuação, por todo o país.

Em 2022, o Departamento Nacional iniciou um trabalho de alinhamento de projetos aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável com seus Polos de Referência e os Departamentos Regionais do Sesc. A prática permitiu avaliar a atuação em prol da agenda e monitorar iniciativas quanto ao alcance de objetivos, metas e indicadores sociais em prol dos ODS

Atualmente, 110 projetos foram alinhados. Também aconteceu a capacitação de 264 profissionais com base no guia internacional SDG Compass, foi o ponto de partida para fortalecer a cultura dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na instituição. Esses profissionais tornaram-se multiplicadores do tema em suas unidades e comunidades, em vários estados do país, contribuindo diretamente para a consolidação de práticas sustentáveis. Como resultado desse movimento, 110 projetos foram alinhados aos ODS, promovendo ações integradas ao desenvolvimento sustentável. Além disso, foram realizados esforços para avaliar impactos sociais — positivos e negativos —, mapear indicadores, aprimorar metas e difundir a cultura dos ODS em rede, fortalecendo o compromisso institucional com a transformação dos territórios.

 O Sesc e os ODS na prática

Com uma atuação ampla e articulada, o Sesc demonstra que os ODS não são apenas um compromisso formal, mas parte de sua prática diária. Em cada frente, a instituição reafirma que qualidade de vida, cidadania e sustentabilidade caminham juntas, transformando territórios e fortalecendo o Brasil no cumprimento da Agenda 2030.

Como o Sesc conecta suas ações aos 17 ODS

  1. Erradicação da Pobreza (ODS 1)
    Sesc Mesa Brasil: o programa distribui milhões de quilos de alimentos todos os anos, combatendo a fome e fortalecendo redes de solidariedade.
  2. Fome Zero e Agricultura Sustentável (ODS 2)
    Sesc Mesa Brasil: além da doação de alimentos, o Sesc apoia comunidades e agricultores locais, promovendo segurança alimentar e acesso a refeições nutritivas em restaurantes e unidades móveis.
  3. Saúde e Bem-Estar (ODS 3)
    Sesc Saúde Mulher e OdontoSesc: com clínicas, programas de prevenção e projetos como esses citados, o Sesc amplia o acesso ao cuidado e incentiva práticas de autocuidado e atividades físicas.
  4. Educação de Qualidade (ODS 4)
    A Rede Sesc de Educação oferece ensino em mais de 200 escolas, projetos de EJA e EAD, educação ampliada e iniciativas educacionais que estimulam o aprendizado ao longo da vida.
  5. Igualdade de Gênero (ODS 5)
    Um exemplo são programas e campanhas de conscientização fortalecem a autonomia de mulheres e meninas, com ações voltadas à equidade e à valorização da diversidade.
  6. Água Potável e Saneamento (ODS 6)
    Nos polos socioambientais, como o Sesc Pantanal, o trabalho de conservação da natureza preserva rios, nascentes e ecossistemas essenciais para a vida.
  7. Energia Limpa e Acessível (ODS 7)
    O Sesc investe em eficiência energética e práticas ecoeficientes, reduzindo impactos ambientais em suas unidades.
  8. Trabalho Decente e Crescimento Econômico (ODS 8)
    Com mais de 46 mil colaboradores em todo o país, o Sesc promove empregos dignos, formação profissional e oportunidades de desenvolvimento humano.
  9. Indústria, Inovação e Infraestrutura (ODS 9)
    Projetos como o Lab27 e o LABmais estimulam inovação social, criatividade e tecnologia, oferecendo espaços de experimentação e transformação.
  10. Redução das Desigualdades (ODS 10)
    Atendendo prioritariamente trabalhadores do comércio e seus dependentes, mas também o público em geral, o Sesc garante acesso a serviços de qualidade em regiões urbanas, rurais e de difícil acesso, sobretudo, por meio do seu Programa de Comprometimento e Gratuidade.
  11. Cidades e Comunidades Sustentáveis (ODS 11)
    O Sesc transforma praças, ruas e espaços públicos em ambientes de convivência, cultura e lazer, promovendo inclusão e revitalização comunitária.
  12. Consumo e Produção Responsáveis (ODS 12)
    Ações de educação ambiental e gestão de resíduos incentivam práticas conscientes dentro e fora das unidades.
  13. Ação Contra a Mudança Global do Clima (ODS 13)
    A preservação de mais de 108 mil hectares no Sesc Pantanal e projetos educativos ambientais ajudam a combater as mudanças climáticas.
  14. Vida na Água (ODS 14)
    Com o Sesc Pantanal e projetos de educação ambiental, a instituição atua na preservação de ecossistemas aquáticos e na conscientização sobre a importância dos recursos hídricos.
  15. Vida Terrestre (ODS 15)
    A proteção da biodiversidade, reflorestamento e ações em reservas naturais reforçam o compromisso com a conservação ambiental.
  16. Paz, Justiça e Instituições Eficazes (ODS 16)
    O Sesc fortalece a democracia cultural e social com espaços de diálogo, participação comunitária e práticas de cidadania.
  17. Parcerias e Meios de Implementação (ODS 17)
    Em rede com órgãos públicos, ONGs, empresas e comunidades, o Sesc amplia o alcance de suas ações e soma forças para transformar a sociedade.