As corridas de rua voltaram com tudo e o Circuito Sesc de Corridas vem cumprindo uma intensa programação em todas as regiões do país. Este ano já foram realizadas 29 provas, reunindo mais de 12 mil participantes, de diversas faixas etárias. O projeto criado em 2018 tem como objetivo incentivar a prática de exercícios físicos e propiciar um estilo de vida saudável. Outra característica do circuito é promover a integração dos participantes e familiares, por meio de ações de lazer e entretenimento realizadas paralelamente às provas, como aulões de ginástica e recreação.
Já os atletas que buscam desafios maiores podem optar pela Maratona Internacional de Foz do Iguaçu, promovida pelo Sesc no Paraná. A prova será realizada no dia 25 de setembro e está com inscrições abertas em sescpr.com.br/maratona, com preço diferenciados para quem tem a Credencial Plena do Sesc. O trajeto vai da Itaipu Binacional até as Cataratas do Iguaçu. Além da distância de 42km referentes à maratona, também são oferecidos percursos de 21km e corrida de 11,5km. A Maratona Internacional de Foz do Iguaçu tem permito ouro conferido pela Confederação Brasileira de Atletismo.
Largada de uma prova do Circuito Sesc de Corridas, em Camaçari (BA).
A Bookface Friday é uma iniciativa promovida pela Biblioteca Pública da Nova Iorque (New Your Public Library – NYPL), que envolve brincar com perspectivas de livros e pessoas. A proposta é alinhar estrategicamente seu rosto ou outra parte do corpo ao lado de uma capa de livro que apresenta uma parte do corpo correspondente e, assim, parecer uma fusão de vida e arte.
A campanha faz tanto sucesso que a biblioteca de Nova York publica regularmente as melhores interações de outras bibliotecas. As imagens da campanha do Bookface ganharam popularidade internacionalmente, com cerca de 3.400 imagens compartilhadas no Instagram apenas nos últimos meses e o Sesc não pode ficar de fora dessa!
Atualmente, a Instituição conta com mais de 390 bibliotecas espalhadas ao redor do Brasil. São mais de 2 milhões de obras, que vão desde os clássicos aos best-sellers disponíveis na rede. Além disso, o Sesc dispõe de um ambiente virtual que traz boa parte desse acervo, além de ser um espaço que reúne informações para você realizar seus estudos, pesquisar e, claro, dizer o que pensa! Veja abaixo como foi o #BookFaceFriday aqui no Sesc.
Conheça mais sobre nossa plataforma digital da Rede Sesc de Bibliotecas acessando: www.sesc.com.br/bibliotecas
Uma das formas de alcançar os objetivos relacionados à aprendizagem dos estudantes e à promoção de uma educação qualitativa e equitativa é melhorar a qualidade do ensino, identificando a formação do professor como elemento-chave do aperfeiçoamento dos sistemas educacionais. Mais ainda, considerando a velocidade das transformações digitais da contemporaneidade, é urgente investir no desenvolvimento das competências digitais de todos, sobretudo dos educadores.
Pensando nisso, o Sesc realizará o projeto Incubadora de Cultura Tecnológica na Educação, visando aprimorar habilidades e competências digitais nos professores da educação básica do Sesc para desenvolvimento dos processos de ensino-aprendizagem por meio do letramento digital; do incentivo do uso de tecnologias digitais inovadoras no processo de ensino e aprendizagem e do acompanhamento da implementação das tecnologias e metodologias apreendidas no percurso do programa.
O projeto prevê a realização de palestras e o compartilhamento de conteúdo que sensibilizem os educadores, para que estes possam ampliar seus conhecimentos sobre o uso das tecnologias na educação, favorecendo a implementação de projetos dessa natureza com seus estudantes. Estão previstas reuniões de mentoria que auxiliem os participantes a implementarem seus projetos. Ao final, os conteúdos das palestras, bem como a descrição dos projetos realizados nas escolas, serão compilados e publicados na revista Painel Rede.S.
Confira abaixo a programação das lives:
Pensamento Computacional e Tecnologias Digitais
Palestrante: André Raabe
17 de agosto de 2022 Horário: 18h30 (Horário de Brasília) Mini currículo da palestrante: Doutor em Informática na Educação, pela UFRGS (2005), tendo realizado pós-doutoramento na universidade de Stanford (2016). É Bolsista de produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora (DT2). É mestre em Ciência da Computação pela PUCRS (2000) e graduado em Informática pela PUCRS (1996). É professor e pesquisador da UNIVALI (Universidade do Vale do Itajaí) onde Coordena o Programa de Pós-Graduação em Computação e atua no Mestrado e Doutorado em Educação. Coordena o Laboratório de Inovação Tecnológica na Educação (LITE) e o Grupo de Informática na Educação da Univali. É membro da Comissão de Educação da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Coordenou em 2017 uma comissão para elaboração de proposta da SBC para Computação na Educação Básica. É editor da revista International Journal on Computational Thinking. É membro do Comitê Gestor da Rede de Inovação na Educação Brasileira. Desenvolve pesquisas sobre Educação em Computação, Pensamento Computacional, Movimento Maker, Software Educacional e Ambientes de Aprendizagem Inteligentes.
A pandemia COVID-19 expôs a desigualdade de oportunidades que afetam comunidades e pessoas a se manterem fisicamente e culturalmente ativas. Nesse período de tantos desafios, cresceu a procura por estratégias para a manutenção ou o cuidado com a saúde mental, física, social e econômica. E dentro dessas estratégias, o lazer claramente ocupou um lugar de destaque.
Pudemos notar o quanto é importante levar o lazer a sério e o quanto é benéfico para todos, para sua saúde e desenvolvimento, manter um espaço reservado na agenda para usufruir de momentos de lazer, seja para aprender, conviver, contemplar, ou seja, manter uma prática que impacte positivamente na qualidade de vida e no bem-estar.
Pensando nisso, o Sesc lançou a websérie “Falando de Lazer”. Em curtos episódios, ela traz depoimentos de especialistas da área abordando a relação do Lazer com fatores que influenciam sua prática. Será abordado também o impacto da pandemia de Covid-19, das Redes Sociais e da real efetivação do Lazer enquanto direito básico, garantido constitucionalmente.
Confira cada episódio logo abaixo:
Programação é gratuita e acontece de 21 a 23 de julho no Polo Sociocultural Sesc Paraty
Um grande encontro para celebrar e valorizar a literatura no Polo Sociocultural Sesc Paraty (RJ). O Festival Arte da Palavra (Farpa) é uma amostra do projeto Arte da Palavra, o maior circuito literário do país. A terceira edição do evento acontece entre os dias 21 e 23 de julho, reunindo nomes como João Anzanello Carrascoza, Clarice Freire, MC Martina, Tamy Ghannam e Marcelino Freire. O festival, que já passou pela Bahia e Pernambuco em anos anteriores, segue como espaço de ampla reflexão sobre o ofício da escrita e sua importância na atualidade.
“A ideia do Festival é ser um espaço de imersão dos artistas entre si e com o público. Ao mesmo tempo que os convidados serão palestrantes, também se tornarão plateia ao longo dos três dias de programação”, destaca Henrique Rodrigues, analista de literatura do Departamento Nacional do Sesc.
O Farpa reunirá artistas de diferentes segmentos, como slammers, repentistas, autoras e autores da palavra escrita de diferentes regiões do país. Além disso, proporcionará um contato com a cidade e a cultura histórica e tradicional de Paraty”. Os participantes poderão assistir às mesas de diálogos, apresentações poéticas e artísticas, tudo em conexão com a literatura.
A programação também terá um bate-papo com os vencedores do Prêmio Sesc de Literatura do ano passado: o paraense Fabio Horácio-Castro, que venceu a categoria romance com O Réptil Melancólico e o pernambucano Diogo Monteiro, escolhido como melhor de livro de contos, com O que a casa criou. Também haverá o lançamento da nova edição Revista Palavra, publicação anual do Sesc que celebra os autores nacionais e a literatura.
Confira a programação completa do evento:
FESTIVAL ARTE DA PALAVRA – FARPA – JULHO / 2022
Polo Sociocultural Sesc Paraty
21, 22 e 23 de julho – Paraty/RJ
Dia 21, quinta:
14h – Abertura oficial
14h15 – Apresentação “Música e Prosa”, com Luís Perequê e Bruno Tavares
15h30 – Literatura: da escola para o mundo. Com Tom Farias e Mário Rodrigues. Mediação: Ariane Samila Rosa
17h – É poesia que fala com Ludmila Singa e Nathalia Leal
18h30 – Prêmio Sesc em novas vozes. Com Diogo Monteiro e Fábio Horácio-Castro. Mediação: Diogo Borges
20h – Lançamento Revista Palavra (coquetel) + É poesia que fala com Bell Puã
Dia 22, sexta:
14h – Ecos e mistérios: a literatura para jovens. Com Clarice Freire e João Anzanello Carrascoza. Mediação: Anielle Oliveira
15h30 – Das mídias às mediações. Com Juliana Valentim e Tamy Ghannam. Mediação: Guilherme Ramos
17h – Palavra rimada, palavra cantada. MC Martina e Manoel Cavalcante. Mediação: José Maria da Conceição
18h30 – Fuzuê Literário – Largo de Santa Rita
Dia 23, sábado:
12h – saída: almoço Quilombo do Campinho
16h – Poesia, poro e pele. Com Elisa Pereira e Sony Ferseck. Mediação: Geovana Lima
17h30 – É poesia que fala com MC Everton e Pelé do Manifesto
19h – Aula Magna: a formação do escritor, com Marcelino Freire
20h – Apresentação: Cortejo com o Grupo Cirandeiros de Parati – Largo de Santa Rita
Por Jose Carlos Cirilo, diretor-geral interino do Departamento Nacional do Sesc
Lutar contra esta realidade tem caráter de urgência e é preciso que toda a sociedade esteja engajada. Se por um lado a pandemia de covid-19 contribuiu com o triste legado do aumento da fome, por outro mostrou o quanto podemos ser solidários em momentos de crise.
Acabar com a fome e a má nutrição até 2030 é um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) criados pela Organização das Nações Unidas (ONU). A ideia é garantir que todas as pessoas, em especial as crianças, tenham acesso a alimentos nutritivos e uma vida de qualidade. A oito anos dessa data limite, nos deparamos com o registro de uma taxa de insegurança alimentar no país maior que a média global, de 35%.
Segundo dados do Instituto Gallup, no Brasil essa taxa saltou de 17% em 2014 para 36% no final de 2021, patamar recorde. O levantamento constatou que 45% dos entrevistados atingidos pela fome durante 2021 tinham entre 30 e 49 anos. Mais recentemente, um levantamento realizado entre novembro de 2021 e abril de 2022 pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar indicou 33,1 milhões de pessoas sem ter o que comer diariamente e mais da metade da população em situação de insegurança alimentar, ou seja, sem acesso regular e permanente a alimentos.
Essa mesma constatação foi feita por pesquisa do instituto Datafolha, em junho, quando 26% dos entrevistados declararam que a comida disponível para eles é abaixo do suficiente.
Lutar contra esta realidade tem caráter de urgência e é preciso que toda a sociedade esteja engajada. Se por um lado a pandemia de covid-19 contribuiu com o triste legado do aumento da fome, por outro mostrou o quanto podemos ser solidários em momentos de crise. Prova disso são os resultados registrados pelo Mesa Brasil Sesc, rede nacional de bancos de alimentos contra a fome e o desperdício. Criada em 1994, a iniciativa do Sistema CNC-Sesc-Senac está presente em todos os estados do país, é formada por mais de 3,7 mil parceiros doadores e diariamente leva comida de onde sobra para quem mais precisa.
O programa bateu recorde de arrecadação em 2021 e 2022, com 52 milhões de quilos de alimentos doados em cada ano. É comida que chegou à mesa de mais de 3 milhões de pessoas em todo o país. Graças a parceiros espalhados por todo o país, como produtores rurais, atacadistas e varejistas, centrais de distribuição e abastecimento, indústrias de alimentos, além de empresas de diversos ramos de atividade, é possível amparar os mais vulneráveis.
Segundo dados da ONU, somente o Brasil desperdiça cerca de 27 milhões de toneladas de alimentos por ano. Quem mais perde são as famílias menos abastadas que poderiam ampliar seu acesso a uma alimentação com alto valor nutricional, mas que, pela cultura do desperdício, acaba indo para o lixo.
O desperdício em geral é de produtos próprios para o consumo, que se perdem no manuseio, no transporte, ou simplesmente estão fora dos padrões estéticos para a venda nos mercados. Nós, como sociedade, precisamos atuar e fazer diferente.
O Mesa Brasil Sesc foi criado para combater o desperdício e não deixar esses produtos se perderem. A rede formada pelo programa une os mais de 3 mil parceiros que doam seus excedentes de produção a 7.300 entidades. Essas, por sua vez, assistem milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade com a entrega de refeições. São instituições de longa permanência, creches comunitárias, instituições de acolhimento a idosos, crianças, adultos, dependentes químicos, pessoas em situação de rua e outros públicos necessitados de atenção.
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é a entidade sindical de grau máximo do setor terciário brasileiro, representando e defendendo quase 5 milhões de empresas. De forma ampla, o setor terciário abrange mais de 73% das riquezas produzidas no país.
Além do trabalho de representação sindical empresarial realizado com afinco pela CNC há quase 77 anos, buscando sempre garantir que o comércio de bens, serviços e turismo tenha voz e vez na formulação de leis e políticas públicas, administramos também a atuação do Sesc e do Senac. As duas instituições integram um dos maiores sistemas de desenvolvimento social do mundo, que transforma a vida de milhares de brasileiros diariamente em cada canto do país. Estamos presentes em mais de dois mil municípios, levando educação, saúde, lazer, cultura e assistência às populações.
Em nossa missão, a prática de ações sustentáveis está presente em todos os campos, considerando a necessidade de pensarmos juntos num equilíbrio entre as dimensões social, ambiental e econômica.
Somos pioneiros nessas iniciativas, pois, há 25 anos, já observávamos a importância de se prestar mais atenção às questões ambientais, e criamos uma das primeiras Reservas Particulares do Patrimônio Natural do Brasil: a RPPN Sesc Pantanal, localizada em Mato Grosso.
Temos muito orgulho em comemorar, em julho de 2022, essa efeméride, sabendo que este é um projeto interligado ao turismo, à educação e à inclusão das comunidades. Ao longo dos anos, um trabalho foi construído de forma muito respeitosa, ouvindo as pessoas e as demandas locais, entrelaçando os saberes de quem nasceu e vive na região com o conhecimento de técnicos e pesquisadores, criando pontes em benefício da natureza e do ser humano.
Para se ter uma ideia, até 1992 o Brasil tinha 31 Reservas Particular do Patrimônio Natural, que equivaliam a uma área de 386,94 Km2. Hoje, de acordo com a Confederação Nacional de RPPNs (CNRPPN), são 1,755 reservas, totalizando 814.528,61 hectares. E muitas destas são iniciativas empresariais.
A partir dos resultados deste trabalho no Pantanal, o Sesc não parou de ampliar suas reservas naturais e hoje mantém 109 mil hectares de áreas protegidas no Sesc Tepequém (RR), no Sesc Bertioga (SP), no Sesc Iparana (CE) e, mais recentemente, a RPPN Sesc Serra Azul, também em Mato Grosso, na região do Cerrado. Do total de áreas das RPPNs do Brasil, 13% dos hectares são do Sesc.
Somos responsáveis por preparar as futuras gerações com educação ambiental, produzindo e compartilhando conhecimento. Vamos seguir trabalhando, cada vez mais, para cuidarmos juntos do meio ambiente, pensando sempre em soluções sustentáveis, que tragam benefícios para a vida de brasileiros e brasileiras.
José Roberto Tadros
Presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Presidente do Conselho Nacional do Serviço Social do Comércio (Sesc) e presidente do Conselho Nacional do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).
O Pantanal tem paisagens incríveis, uma biodiversidade exuberante e proporciona experiências inesquecíveis. O bioma que intitula a trama, o Pantanal é a maior planície inundada do mundo: uma área de 230 mil km² que cobre grande parte do centro-oeste brasileiro e partes do Paraguai e Uruguai.
Considerado Reserva da Biosfera e Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, o Pantanal abriga quase 5 mil espécies de fauna e flora, sendo considerado um dos ambientes mais diversos presentes no Brasil. Presente na localidade por meio de nosso Polo Socioambiental Sesc Pantanal, o Sesc mantém diversos projetos e iniciativas que buscam desenvolver a cidadania das populações locais, a conservação ambiental e o turismo sustentável. Com tanto a se ver e fazer, confira abaixo como o Sesc pode te ajudar você a conhecer a região.
O Sesc no Pantanal: um pouquinho de história
Em 2022, o Polo completa 25 de fundação. Ele está localizado no Mato Grosso, e a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Sesc Pantanal – a maior reserva ambiental privada do país, conserva 108 mil hectares. Além da RPPN, integram o Sesc Pantanal o Hotel Sesc Porto Cercado, com 142 quartos, o Sesc Poconé, a Escola Sesc Pantanal e os parques ambientais: Sesc Serra Azul e Sesc Baia das Pedras.
Como faço para viajar para o Pantanal?
A principal dica é ficar no nosso Hotel Sesc Porto Cercado, uma das principais referências em hotelaria e ecoturismo brasileiro. Localizado às margens do rio Cuiabá, a 145 quilômetros de Cuiabá (MT), a unidade oferece os serviços de hospedagem, restaurante, área de lazer com piscinas, salão social, academia de ginástica, cinema, pistas para caminhada, passeios e o espaços de educação ambiental composto pelo Centro de Interpretação Ambiental, Borboletário, Coleção de Insetos e Formigueiro. Você pode conhecer toda a estrutura da unidade hoteleira em nosso site, clicando aqui.
De qualquer lugar do país, conhecer o Brasil com o Sesc é muito fácil. Fizemos essa matéria aqui para você entender um pouco melhor sobre o Turismo Social praticado pela Instituição.
O que fazer no Sesc no Pantanal?
O hotel proporciona diversas atividades aos hóspedes. Além de passeios pela região, a unidade oferece espaços de educação ambiental do Pantanal para oferecer experiências e sensações transformadoras a partir do contato do visitante com informações, curiosidades, imagens e sons que expressem a beleza extraordinária dobioa e sua importância para o mundo. É um circuito que visa comunicar, informar e sensibilizar as pessoas no que se refere à proteção da biodiversidade do Pantanal, destacando os esforços do Sesc Pantanal. É disponibilizado, ainda, um spa com foco em qualidade de vida a todos.
A sua viagem para o Pantanal com o Sesc começa agora. Consulte a melhor data para você e aproveite para fazer a sua reserva clicando aqui
Entre os dias 20 e 23 de junho, a Ação da Cidadania foi sede do Encontro Nacional Contra a Fome, evento organizado por diversas entidades que atuam na temática da segurança alimentar. Na ocasião, especialistas e personalidades que debateram saídas e soluções para frear o avanço da fome no Brasil e o Sesc integrou essa discussão.
A equipe do Sesc apresentou o projeto “Territórios Solidários”, que propõe a estruturação de cozinhas solidárias em territórios vulneráveis e comunidades tradicionais para o desenvolvimento de ações que contribuam para a mitigação dos impactos sociais agravados pela pandemia da COVID-19. A implementação é realizada no Polo Socioambiental Sesc Pantanal e em unidades do Sesc no Maranhão e Ceará.
Conheça o projeto Territórios Solidários
Dados que integram o 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil revelou, 33,1 milhões de brasileiros não têm o que comer. Ao todo, são 125 milhões de brasileiros que vivem algum tipo de insegurança alimentar. Pensando em mitigar esse quadro, o Sesc construiu o projeto “Territórios Solidários”.
A iniciativa propõe a estruturação de Cozinhas Solidárias em territórios vulneráveis e comunidades tradicionais para o desenvolvimento de ações que contribuam para a mitigação dos impactos sociais agravados pela pandemia da COVID-19.
As ações serão realizadas em parceria com entidades sociais cadastradas no Mesa Brasil Sesc nos estados do Maranhã, Ceará e Polo Socioambiental Sesc Pantanal. Além da criação ou aprimoramento de Cozinhas Solidárias, o Sesc desenvolverá outros projetos paralelos, como ativação de hortas comunitárias, implementação de biodigestores, realização de feiras produtivas e distribuição de refeições e cestas básicas.
De 30 de junho a 30 de julho, o Sesc em todo o país promove uma série de debates sobre a aprendizagem da arte na escola, tendo como recorte a grande diversidade cultural do Brasil como um fio norteador dessas conversas. O Sesc tem como objetivo estimular uma educação por inteiro, conforme suas diretrizes de atuação. Neste ano, dividido em quatro grandes eixos de atuação – Dança, Teatro, Artes Visuais e Música – a Instituição vai discutir esse impacto na área de ensino.
Neste ano, o projeto tem como objetivo estimular a reflexão de questões pautadas para pensar a aprendizagem da arte na escola, colocando a cultura como essa base, já que é por meio dessa dimensão social que pessoas e grupos se expressam, se identificam e se afirmam.
Todos os debates serão organizados e disponibilizados em uma lista no Youtube do Sesc Brasil. Confira a programação completa abaixo e acesse a playlist
PROGRAMAÇÃO
Acesse aqui o catálogo completo da programação
30/6 – Quinta-feira – Departamento Nacional do Sesc – Como, de que maneira e por quais caminhos a cultura pode colaborar com a aprendizagem da arte na escola? com Cynthia Rodrigues e Marcos Rego
1/7 – Sexta-feira – Polo Socioambiental – A casa como território da expressão com Amália Barrio Rodrigues e Natalia Alves de Oliveira
2/7 – Sábado – Mato Grosso – O corpo em movimento para salvaguardar as expressões culturais cuiabanas com Grupo Flor de Atalaia e Associação das Manifestações Folclóricas de Mato Grosso – AMFMT
4/7 – Segunda-feira – Roraima – As interrelações entre a arte, a educação e a cultura como processo criativo na escola com Christianne Farias dos Santos e Orlando Marinho Cerqueira Júnior
5/7 – Terça-feira – Santa Catarina – Dança Educação: percursos do corpo na arte com Ida Mara Freire e Jessé Cruz
6/7 – Quarta-feira – Pernambuco – O corpo como dispositivo educador: experiências em sala de aula com Rafael FX e Orum Santana
7/7 – Quinta-feira – Acre – Pensando processos de ensino e aprendizagem em Dança: transversalidade entre o ensino formal e não formal com Valeska Ribeiro Alvim e Paulo Felipe Barbosa da Silva
8/7 – Quinta-feira – Polo Educacional – Corpos dissidentes – A experiência de implantação da Escola Sesc de Artes Dramáticas com Patrícia Zampirolli
9/7 – Sábado – Goiás – A dança e suas possibilidades de formação cultural no contexto escolar com Cristiane Santos e Ludmila Rocha
11/7 – Segunda-feira – Rio de Janeiro – A arte na/da educação – práticas pedagógicas e poéticas na sala de aula com Aldo Victório Filho e Mariana Guimarães
12/7 – Terça-feira – Pará – O desenvolvimento da subjetividade por meio da imagem e o ensino das artes visuais na criação de novos mundos na Amazônia paraense: escuta, vivencias e questões ambientais com Breno Filo e Nélia Fonseca
13/7 – Quarta-feira – Piauí – A Construção de Imagens – O Audiovisual como Ferramenta de Reconstruções Educativas com Cássia Moura e Áurea Pinheiro
14/7 – Quinta-feira – Sergipe – O ensino de arte a partir de elementos da cultura popular e abordagens inter e transdisciplinares com Arlan Clécio e Wécio Grilo
15/7 – Sexta-feira – Ceará – Arte Indígena e as suas perspectivas em Arte Educação: protagonismo de novas juventudes com Janaina Jenipapo e Iago Barreto
16/7 – Sábado – Rio Grande do Norte – Arte e Vida: caminhos de sensibilização, imaginação e interação na escola por meio da arte educação com Regina Johas e João Pedro Tavares
18/7 – Segunda-feira – Paraná – Batucada de gerações: a cultura popular que atravessa a cidade com Mestre Candiero e Dona Cida
19/7 – Terça-feira – Polo Sociocultural – A importância da arte na vivência escolar quilombola – a interdisciplinaridade que amplia o conhecimento com Janaína Siqueira
20/7 – Quarta-feira – Alagoas – Práticas musicais afrocentradas em diferentes espaços da educação com Manu Preta e Wilson Santos
21/7 – Quinta-feira – Amapá – História construída do coletivo Cangapé com Alice Araújo e Washington Silva
22/7 – Sexta-feira – Rondônia – A música reverbera no corpo, da “bera” ao interior com Paulo Santos e Hagner Malon
23/7 – Sábado – Maranhão – Sonoridades, sustentabilidade e meio ambiente com Ricardo Wayland
25/7 – Segunda-feira – Distrito Federal – Mediação em grandes festivais. O projeto educativo do Festival do Teatro Brasileiro com Glauber Coradesqui e Sérgio Bacelar
26/7 – Terça-feira – Rio Grande do Sul – Teatro Educação no RS: reflexões sobre a docência em teatro com Dedy Ricardo e Diego Ferreira
27/7 – Quarta-feira – Tocantins – Corpo-brinca: o jogo como metodologia de ensino da dança na escola com Liu Moreira e Fernando Faleiro
28/7 – Quinta-feira – Minas Gerais – O ensino do teatro na escola – corpos e modos de ver e estar em diferentes contextos escolares com Eneida Baraúna e Ana Régis
29/7 – Sexta-feira – Bahia – Da Capoeira ao funk: corpo e ancestralidade em ambientes escolares com Patrícia Mascarenhas e Thawan Dias
30/7 – Sábado – São Paulo – O chão da escola não é feito de espuma: performance e corpo na arte educação com T. Angel e Denise Rachel