15 de julho de 2026

Angela Davis, Socorro Acioli, Itamar Vieira Junior, Wole Soyinka, Tati Bernardi, Bruna Lombardi, Elisa Lucinda, Luiza Romão, Jamil Chade, Fabiana Cozza, Marcelino Freire e Eliana Alves Cruz são alguns nomes da programação

Acesse a programação

Com uma agenda que valoriza a diversidade de vozes, linguagens, expressões artísticas e regionalidades, o Sesc estará presente mais uma vez na Flip – Festa Literária Internacional de Paraty. Serão realizados cafés literários, shows, exposição, performances poéticas, rodas de conversa e oficinas. As atividades são gratuitas e acontecem de 23 a 26 de julho de 2026 em três espaços no Centro Histórico de Paraty: Sesc Santa Rita, Casa Edições Sesc e Casa Sesc. A instituição é ainda patrocinadora da programação oficial da Flip.

Além da pluralidade da literatura brasileira com convidados de diversas regiões do país, que já é marca registrada das ações do Sesc no evento, neste ano a programação contará ainda com convidados internacionais. A participação dialoga com duas importantes efemérides: os 80 anos do Sesc e os 70 anos da publicação de “Grande Sertão: Veredas”, obra-prima de João Guimarães Rosa, que segue influenciando gerações de leitores e escritores. A partir disso, foi elaborado o conceito Múltiplas Veredas, compreendido como metáfora dos vários caminhos que conectam literatura, cultura, território e transformação social.

Memória e saberes ancestrais se destacam em diferentes mesas e encontros, assim como temas urgentes da contemporaneidade, como sustentabilidade, cidadania, democracia e os impactos das tecnologias na vida cotidiana. Debates sobre leitura e formação de leitores abordam os desafios da circulação de ideias e o papel das práticas coletivas, como clubes de leitura e mediação literária. Para a diversão do público infantil, serão realizadas narrações de histórias e mediação de leitura.

O público também poderá visitar, no Sesc Santa Rita, uma exposição especial em celebração aos 80 anos do Sesc. Com fotografias históricas e registros contemporâneos, a mostra apresenta um panorama da trajetória da instituição, destacando sua contribuição para o desenvolvimento social do Brasil ao longo de oito décadas.

“No ano em que celebra oito décadas de atuação, a participação do Sesc na Flip ganha ainda mais relevância. A cultura amplia repertórios, fortalece a cidadania, incentiva a leitura e a formação de novos públicos, ao mesmo tempo em que movimenta o turismo, impulsiona a economia local e gera trabalho e renda. Ao reunir autores, artistas e leitores, o Sesc contribui para o desenvolvimento dos territórios e demonstra que investir em cultura também é investir no desenvolvimento social e econômico do país.”, destaca Diana Abreu, Diretora de Saúde, Cultura, Lazer e Assistência do Departamento Nacional do Sesc.

A escritora e ativista Angela Davis estará na programação do Sesc na Flip.

Sesc na Flip acontece em três casas

No Sesc Santa Rita, unidade do Polo Sociocultural Sesc Paraty, o público poderá participar de atividades com a presença de autores como Eliana Alves Cruz, Marcelino Freire, Milena Martins Moura e Daniel Munduruku, primeiro escritor indígena a compor o acervo da Casa de Rui Barbosa que participa do encontro “Cosmologias da palavra” ao lado de Jama Wapichana.
Tati Bernardi comandará um talk show literário com os convidados Bruna Lombardi, Itamar Vieira Junior e Elisa Lucinda. O espaço também apresentará o espetáculo “Viola, Rosa e Sertão”, com o violeiro, compositor e pesquisador Paulo Freire. Haverá, ainda, na mesma casa, uma área de descompressão com enfoque em diversidade, equipada com sofás, pufes e fones com supressão de ruído, além de recursos de acessibilidade, como Libras, materiais em braile, assentos preferenciais e mobiliário adaptado.

Autor de Torto Arado, o premiado escritor Itamar Vieira Jr. estará na programação do Sesc na Flip deste ano.

Na Casa Sesc, as discussões abrangerão a circulação literária e novos formatos – como podcasts e plataformas digitais -, além de reflexões sobre acessibilidade, diversidade e inteligência artificial, com nomes como Nina da Hora, Sil Bahia e Lu Ain-Zaila. O público encontrará nomes centrais do pensamento contemporâneo, como a escritora e ativista americana Angela Davis, ao lado do Nobel Wole Soyinka; além do intelectual Muniz Sodré, em diálogo com o podcast Angu de Grilo, de Flávia Oliveira e Isabela Reis.

O debate “América e África: uma conversa Atlântica” entre a escritora e ativista americana Angela Davis e o vencedor do Prêmio Nobel de Literatura Wole Soyinka será realizado no Sesc Caborê, em uma tenda especialmente montada para receber 700 pessoas, no sábado, 25 de julho, às 18h, com mediação da jornalista Flávia Oliveira. Os ingressos gratuitos serão distribuídos exclusivamente pela Ingresso.com na sexta-feira (24), a partir das 11h.

Já na Casa Edições Sesc, autores da editora e convidados participam de debates que articulam literatura, artes visuais, pensamento crítico e temas contemporâneos. A programação — que conta também com mesas realizadas em parceria com o Senac São Paulo — promove encontros em torno de questões urgentes do presente, como geopolítica, saúde mental, educação midiática, sustentabilidade e direitos humanos.

Entre os destaques, estão conversas com Eustáquio Neves, artista visual em exposição na Bienal de Veneza; Jamil Chade, jornalista com atuação internacional em geopolítica; Bob Wolfenson, nome importante da fotografia brasileira; Natália Timerman, escritora e psiquiatra; e Mary del Priore, historiadora e autora referência em história do Brasil, além de encontros com autores, pesquisadores, educadores e artistas de diferentes áreas.

Em uma parceria inédita entre o Sesc e a Estante Virtual, os vencedores do Prêmio Sesc de Literatura 2025 participarão de uma mesa na Casa Estante Virtual, fortalecendo o compromisso das instituições com a valorização da literatura e o encontro entre autores e leitores.

Sesc Mesa Brasil na Flip 2026

Pelo segundo ano consecutivo, os participantes poderão realizar, no Sesc Santa Rita, doações de alimentos não perecíveis ou contribuições financeiras via Pix para o Sesc Mesa Brasil, maior rede privada de bancos de alimentos da América Latina. Os insumos serão distribuídos para instituições sociais de Paraty que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar.

Além disso, o público poderá participar de uma mesa de debate e experiência gastronômica com pesquisadoras e coletivos de Paraty para discutir os vínculos entre comida, memória e território e de uma oficina de escrita conduzida por Taís Bravo, que estimula os participantes a explorar memórias e afetos por meio da criação literária inspirada nos alimentos e nas refeições compartilhadas. Essas ações convidam à reflexão sobre o engajamento em ações solidárias e buscam estimular a consciência social, ampliando o impacto do Sesc na Flip para além da cultura. Toda a programação do Sesc é gratuita e está disponível no site sesc.com.br/sescnaflip.

Espaços do Sesc no Centro Histórico de Paraty:

Sesc Santa Rita – Rua Santa Rita, 133
Casa Sesc – Rua Marechal Santos Dias, 22
Casa Edições Sesc – Rua Marechal Santos Dias, 43

25 de junho de 2026

A programação do Sesc na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que acontece de 23 a 26 de julho de 2026, será guiada pelo conceito de Veredas, compreendido como metáfora dos múltiplos caminhos que conectam literatura, cultura, território e transformação social. A proposta também dialoga com duas importantes efemérides: os 80 anos do Sesc e os 70 anos da publicação de “Grande Sertão: Veredas”, obra-prima de João Guimarães Rosa que segue influenciando gerações de leitores e escritores.

O escritor Itamar Vieira Junior abre a programação, na quinta-feira (23/07), com a palestra 70 anos Grande sertão: veredas, propondo uma reflexão sobre a atualidade e a potência literária da obra, abordando a força inventiva da linguagem rosiana, seus impactos na literatura brasileira e as múltiplas leituras que o romance continua a suscitar.

Outro nome confirmado é de Angela Davis, pela primeira vez na Flip, na Casa Sesc. Escritora, filósofa, educadora e uma das vozes mais influentes do pensamento contemporâneo, Davis é reconhecida mundialmente por sua trajetória na luta contra o racismo, o sexismo e o sistema carcerário, além de sua atuação em defesa dos direitos humanos.

Endereços dos espaços do Sesc:

Doe alimentos e transforme esperança em realidade.

Durante a Flip, o Sesc Mesa Brasil recebe doações de alimentos não perecíveis (dentro do prazo de validade) no Sesc Santa Rita, todos os dias, das 10h às 21h.

18 de março de 2026

O Prêmio Sesc de Literatura bateu recorde histórico de inscrições na edição deste ano. Ao todo, foram recebidas 2.969 obras de autores inéditos de todo o país nas categorias Romance, Conto e Poesia. O número consolida a premiação como uma das principais portas de entrada para novos nomes da literatura brasileira alcançarem o grande público.

Entre os três gêneros literários, Poesia concentrou o maior número de candidatos, com a apresentação de 1.203 obras. Na sequência aparecem Romance, com 960 inscrições, e Conto, que somou 806. Os vencedores de 2026 serão revelados em agosto.

Criado para incentivar novos talentos da literatura nacional, o Prêmio Sesc de Literatura é voltado exclusivamente a autores inéditos, ou seja, aqueles que nunca tiveram livros publicados na categoria para a qual concorrem. Os vencedores têm seus livros publicados pela Editora Senac Rio e recebem uma premiação de dinheiro no valor de R$ 30 mil. Além disso, circulam pelo país em uma programação composta por eventos como clubes de leitores, bate-papos com o público e eventos de literários.

O Prêmio Sesc de Literatura 2025 celebrou os novos talentos lançando as obras “Goiás” (Romance) de Marcus Groza, “Massaranduba” (Conto) de Abáz e “Escalar Cansa” (Poesia) de Leonardo Piana.

Este ano, participam do Circuito dos Vencedores Marcus Groza (SP), autor do romance “Goiás”; Leonardo Piana (MG), autor do livro de poesias “Escalar Cansa”; e Abáz (BA), autor da obra de contos “Massaranduba”. Eles percorrerão mais de 20 cidades até novembro e estarão em eventos como a Flipoços, a Flipelô e na Semana Literário do Sesc no Paraná.

16 de dezembro de 2025

Inscrições para a edição de 2026 serão abertas em fevereiro

O Sesc realizou, nesta segunda-feira (15/12), no Rio de Janeiro, o lançamento dos livros vencedores do Prêmio Sesc de Literatura 2025: o romance “Goiás”, do paulista Marcus Groza; a coletânea de contos “Massaranduba”, de Abáz (BA); e o livro de poesias “Escalar cansa”, de Leonardo Piana (MG). Os três autores reforçaram a importância do prêmio, um dos mais importantes reconhecimentos voltados a escritores inéditos no Brasil. As inscrições para a próxima edição do projeto serão realizadas de 2 de fevereiro a 2 de março de 2026.

Abáz, vencedor na categoria Conto, comemorou a oportunidade que o Sesc dá aos autores de se encontrar com os leitores pelo país: “Eu estou muito feliz, o evento foi lindo. Eu agradeço muito ao Sesc por esse início de trajetória como escritor. Agora que tenho um livro nas mãos, estou muito ansioso para trocar experiências e conversar com os leitores”, contou.

Vencedor em Romance, Marcus Groza refletiu sobre o fazer literário e a importância de a mensagem chegar aos leitores: “Minha expectativa agora é que essa escrita chegue à outras pessoas. Quando a gente escreve, é muito solitário. Mas se uma pessoa ressoar algo das emoções que tentei transmitir no livro, será muito gratificante”.

Selecionado na categoria Poesia, Leonardo Piana vive a expectativa pelo retorno dos leitores sobre sua obra: “Estou muito ansioso para que os livros cheguem ao público e também muito animado para rodar o Brasil junto com o Sesc e me encontrar com novos leitores. Esse contato é muito especial para mim”.

Livros já estão disponíveis para venda (crédito: Alexandre Brum)

Durante o lançamento dos livros, o público pode conferir trechos das obras, interpretados por estudantes da Escola Sesc de Artes Dramáticas. O evento contou ainda com uma roda de conversa mediada pela escritora Eliana Alves Cruz, que integrou a comissão de jurados do projeto nessa edição, e com uma sessão de autógrafos. Os livros vencedores já estão disponíveis em livrarias online e físicas por todo país e serão distribuídos na rede de bibliotecas e escolas do Sesc.

Edição 2025

As obras foram escolhidas entre 2.451 inscritas, sendo 1.168 livros de poesia, 599 de contos e 684 romances. Os livros foram publicados pela Editora Senac Rio e os autores vencedores receberam uma premiação em dinheiro no valor de R$30 mil cada. O Prêmio também concedeu menções honrosas aos escritores Lúcio Cordeiro, Lucas Alves e Eduardo Marques, que foram finalistas nas categorias

Durante o evento, também foi realizada a premiação por Menção Honrosa concedida a trabalhadores/as do comércio de bens, serviços e turismo que estiverem entre os finalistas. Foram premiados os escritores Lúcio Cordeiro; Lucas Alves e Eduardo Marques.

A Premiação

Criado em 2003, o Prêmio Sesc de Literatura já recebeu cerca de 24 mil originais e revelou ao mercado editorial 43 novos autores. Os trabalhos inscritos são analisados por comissões julgadoras de diferentes regiões do país, compostas por renomados escritores, jornalistas e críticos literários. O processo de avaliação tem como base o anonimato tanto dos autores quanto do júri, garantindo a lisura do projeto e a liberdade de análise das comissões julgadoras, que fazem a seleção pelo mérito literário, com soberania sobre a decisão final. Os autores devem ser inéditos nas categorias pelas quais concorrem, ou seja, sem obras publicadas na categoria escolhida.

28 de agosto de 2025

Escritores foram selecionados entre mais de 2,4 mil obras inscritas nas categorias romance, conto e poesia

Escritores da Bahia, Minas Gerais e São Paulo venceram o Prêmio Sesc de Literatura da edição 2025. “Goiás”, do paulista Marcus Groza, foi o melhor Romance; o livro “Massaranduba”, de Abáz (BA), venceu na categoria Conto; e “Escalar cansa”, de Leonardo Piana (MG), foi o selecionado em Poesia. As obras foram escolhidas entre 2.451 inscritas, sendo 1.168 livros de poesia, 599 de contos e 684 romances. Os vencedores terão seus livros publicados pela Editora Senac Rio e recebem uma premiação em dinheiro no valor de R$30 mil cada.

“O Prêmio Sesc de Literatura é um dos mais importantes reconhecimentos à nova literatura, iniciativa que há mais de duas décadas revela e valoriza novos escritores brasileiros, reforçando o compromisso da instituição com o fomento à cultura, à formação de leitores e revelação de novos talentos. Acreditamos que a literatura é um instrumento essencial de transformação e nos orgulhamos de contribuir para a renovação do nosso panorama literário”, comemora a gerente de Cultura do Departamento Nacional do Sesc, Veronica Tomsic.

Conheça os premiados deste ano

Marcus Groza é poeta, dramaturgo, professor e encenador. Tem doutorado em Artes Cênicas pela UNIRIO, é mestre em Artes pela UNESP e graduado em Filosofia pela USP. Participou com poemas falados em programas de TV e festivais; concebeu e codirigiu o espetáculo de dança-teatro “Woyzeck” (2021) e atua também como editor, tradutor e iluminador. Para o Prêmio Sesc de Literatura, embarcou em um novo gênero e escreveu o romance vencedor de 2025. “Meu hábito de ler foi estimulado pela minha mãe e comecei por Agatha Christie. A partir daí, a narratividade ganhou importância para mim e o meu chão se tornou a palavra, apesar de gostar de transitar por todas as áreas da arte”. “Goiás” mistura memória, crítica social e poesia, com forte carga simbólica e emocional. O protagonista, um cachorro farejador caramelo, que atua em operações de resgate, representa a resistência, a alegria e a dor diante da devastação humana e ambiental. A obra alterna entre missões de resgate e reflexões sobre a vida e a morte.

Marcus Groza foi o vencedor na categoria Romance, com o livro “Goiás”.

Abáz, nasceu em Salvador (BA), tem 31 anos, é formado em História pela UFBA, mestre (UFMG) e doutorando (USP) em Educação. Atua como professor na rede municipal de São Paulo. Começou a escrever em 2024, quando participou de oficinas de literatura e conseguiu vencer a timidez e mostrar os seus textos. “Comecei a escrever há exatamente um ano, em agosto de 2024, quando fiz a primeira oficina, e hoje me tornei vencedor do Prêmio Sesc de Literatura. Isso parece um sonho”. “Massaranduba”, sua primeira obra publicada, é uma coletânea de contos que retrata o cotidiano de personagens marginalizados em diferentes contextos urbanos e de periferias. O livro transita entre o trágico e o cômico, o absurdo e o real, revelando histórias de violência, afeto, fé e sobrevivência.

O livro “Massaranduba” venceu o prêmio neste ano na categoria Conto. O autor, Abáz, é baiano e professor da rede municipal de São Paulo.

Estreante na categoria Poesia, Leonardo Piana nasceu em Andradas, Minas Gerais. Formado em Comunicação pela USP, é escritor e servidor público. Antes de se aventurar na poesia, escreveu dois romances. O primeiro, “Sismógrafo”, venceu o Prêmio Cidade de Belo Horizonte e foi finalista dos prêmios Jabuti, São Paulo de Literatura e Mix Literário. O livro também está em processo de adaptação para o cinema. “Tarde no planeta”, seu segundo romance, também venceu o Prêmio Cidade de Belo Horizonte e será publicado em setembro deste ano. “Eu tenho poemas que escrevi na primeira fase da infância guardados na casa dos meus avós. Meu interesse pela literatura e, principalmente, pela poesia, começou muito cedo. Para mim, ganhar o prêmio foi uma surpresa, porque eu não era poeta. Talvez agora eu esteja me tornando poeta também”. “Escalar Cansa” é um livro de poemas que entrelaça referências da mitologia grega com experiências contemporâneas de afeto, dor, resistência e identidade, revelando uma narrativa lírica que engloba memória familiar e o peso da existência.

Leonardo Piana é o autor que venceu na categoria Poesia com a obra “Escalar Cansa”

Os autores vencedores serão apresentados ao público em uma cerimônia com noite de autógrafos no fim do ano. Após a publicação, os livros serão vendidos em livrarias online e físicas por todo país e distribuídos na rede de bibliotecas e escolas do Sesc, em todas as regiões. Os escritores participarão, ainda, de bate-papos e mesas redondas em eventos culturais promovidos pelo Sesc ao longo de 2026. Veja abaixo a lista com todos os finalistas em cada categoria:

 

Finalistas

Categoria Romance

A sete palmos a terra gesta – Fernanda Fragoso Zanelli

Inácia – Carla Carneiro do Nascimento

Tempo de Clarisse – Lucas Alves Cunha

Cartas para Olívia – Arzírio Alberto Cardoso

Mirante – Lécio Cordeiro de Souza

O Senhor Presidente vai à Ilíria – Bruna Luisa Schmitz dos Santos

Como aprender a boiar – Marcela Araruna de Aquino

Vamos jantar Saramago – Paulo Eduardo Righi

…metâmeros… – Milena Martins Moura

O palhaço, o poeta e eu – Rômulo César Lapenda Rodrigues de Melo

Ramal 65 – Vasni de Almeida

Evangelho de Dante – Marcelo Novo e Trigueiros

Copo sujo – Joao Daniel Cardoso de Lima

Tartarugas marinhas – Rita Isadora Pessoa Soares de Lima

 

Categoria Conto

Flores noturnas desabrocham nas trevas – Márcia Silva de Oliveira Moura

Uma fome antiga – Maíra Barbosa Ferreira da Silva

O tempo que nós inventamos – Anne Torrecilha

Cigarras – Marianna Gómez Strenge Tórgo

O ruído do pássaro – Manuela Del Lama Titoto

O sumiço do boi de reisado – José Francisco dos Santos

Lobos à espreita – Helena Lukianski

Matrioskas – Nadja Maria de Farias Bereicoa

Um pouco antes de uma vez por todas – Marcos Namba Beccari

Graus de separação – Giovanna Theresa Martini Mazetto Gallo

A hierarquia da miséria – Dioleni Santanna Motta

Brinde à discórdia – Davi Bezerra Souto

Cheiro de cigarro nas escadas – Ana Gabriela Rebelo dos Santos

O homem de chinelo – Maurício Martins de Oliveira

 

Categoria Poesia

O verniz dos reflexos – Leonardo de Oliveira Guaragni

Baculejo – Marcelo Luiz da Silva

O nome do futuro é Janaina – Anderson Henrique Lucht

Ficções do dicionário – Ewerton Martins Ribeiro

Me escreve – Ágata de Mesquita Barbi

Formas do Não (poemas da vida gasta) – Luís Felipe Ferrari

Mania de desaparecer – Priscilla Thuany Cruz Fernandes da Costa

A parte mais bonita do corpo é a crista ilíaca – Luísa Loureiro Monteiro de Castro Teixeira

Refrão – Eduardo Fernando Marques Mazarão

Como se a brasa depurasse – Cleiton Galvão de Mesquita Furtado

O não lugar – Karine Alves Matias

 

A Premiação

Criado em 2003, o Prêmio Sesc de Literatura já recebeu cerca de 24 mil originais e revelou ao mercado editorial 43 novos autores. Os trabalhos inscritos são analisados por comissões julgadoras de diferentes regiões do país, compostas por renomados escritores, jornalistas e críticos literários. O processo de avaliação tem como base o anonimato tanto dos autores quanto do júri, garantindo a lisura do projeto e a liberdade de análise das comissões julgadoras, que fazem a seleção pelo mérito literário, com soberania sobre a decisão final. Os autores devem ser inéditos nas categorias pelas quais concorrem, ou seja, sem obras publicadas na categoria escolhida.

14 de maio de 2025

Programação gratuita integra música, performance, oralidade e debates sobre identidade, pertencimento e memória

O Arte da Palavra – Rede Sesc de Leituras promove este mês um encontro para celebrar e valorizar a literatura brasileira. O Festival Arte da Palavra (Farpa) será realizado entre os dias 21 e 24 de maio, no Polo Sociocultural Sesc Paraty, na cidade da Costa Verde do Rio de Janeiro. O evento, que traz um panorama do circuito literário nacional, reúne autores da edição deste ano do projeto, que se apresentam em uma programação composta por literatura, música, performance e vivências culturais.

O Farpa tem como objetivo ser um espaço de troca e experimentação. A partir de debates e apresentações culturais, o festival propõe um mergulho nas múltiplas formas de contar histórias e expressar identidades. Estarão presentes nomes como Anderson Shon (BA), autor de quadrinhos e vencedor do 36º HQ Mix na categoria Melhor HQ Independente; a escritora, psicóloga e ativista Guarani Geni Nuñez, autora de ‘Descolonizando afetos: experimentações sobre outras formas de amar’; e MC Anarandá, rapper indígena da etnia Guarani Kaiowá (MS), entre outros.

Para abrir o festival, foi convidado o poeta Sérgio Vaz, um dos maiores nomes da poesia contemporânea brasileira e referência na literatura periférica. Ele fará a conferência “Sagrado não é quem escreve, sagrado é quem lê”. Durante os dias do evento, serão realizados seis cafés literários, que abordarão temas como as interseções entre literatura e quadrinhos; o hip hop como narrativa e expressão; a literatura como um espaço de disputa e reinvenção de identidades, entre outros. A artista e performer Luiza Romão, conhecida por suas apresentações que combinam música, dança e teatro, encerra o evento dia 24.

A programação também abre espaço para a produção artísticas de Paraty. A performance Identificação Poética das Criaturas Marinhas, com Flávio de Araújo, traz a leitura de textos poéticos que possibilitam ao público identificar a diversidade marinha da região. Já o Coletivo UNA apresenta o espetáculo de contação de história ‘Tá tudo dentro da gente’, com videomapping, que celebra a força e a sabedoria das matriarcas negras brasileiras. O público também poderá conferir a exposição Filha Natural, de Aline Motta, na galeria do Sesc Santa Rita. A mostra explora a história da tataravó da artista e convida a busca da própria ancestralidade.

O Farpa acontece no Sesc Santa Rita (R. Dona Geralda, 320 – Centro Histórico), com entrada gratuita. Confira a programação completa.

Programação:

21 de maio | Quarta-feira

19h15 – Abertura Oficial

19h30 – Conferência de abertura: “Sagrado não é quem escreve, sagrado é quem lê”, com Sérgio Vaz.

22 de maio | Quinta-feira

15h às 16h – Café Literário – Versos e Batidas: o Hip Hop como Narrativa e Expressão.

Com Preto Michel (PA) e Rafa Rafuagi (RS).

O Hip Hop é mais do que um gênero musical – é uma plataforma de denúncia, resistência e reconstrução de identidade. Neste encontro, Preto Michel e Rafa Rafuaggi discutem como suas trajetórias artísticas dialogam com o cenário atual da cultura Hip Hop, abordando temas como oralidade, ativismo e produção independente.

16h30 às 17h30 – Café Literário – Vozes, Conflitos e Descobertas.

Com Sonia Rosa (RJ) e Marcos Guerra (RN).

A literatura voltada para jovens tem o poder de dialogar com suas vivências, desafios e descobertas. Sonia Rosa e Marcos Guerra discutem como a escrita e a oralidade podem criar pontes entre realidades, inspirar questionamentos e ampliar horizontes na juventude.

18h às 19h – Performance Identificação Poética das Criaturas Marinhas com Flávio de Araújo (Paraty).

Com a leitura de textos poéticos, os ouvintes poderão identificar a diversidade marinha da região de Paraty, entendendo quais os apetrechos de captura, período de pesca e defeso das espécies, como também o preparo para consumo. Além disso, será possível conhecer quais as principais histórias, curiosas e engraçadas, que permeiam alguns dos pescados mais conhecidos da região.

19h30 às 20h30 – Sarau com MC Anarandá (MS), Natasha Felix (RJ), Luan Renato (SC) e Anderson Shon (BA).

23 de maio | Sexta-feira

15h às 16h – Café Literário – Entre Palavras e Traços.

Com Stéfanie Sande (MT) e Anderson Shon (BA).

Stéfanie Sande e Anderson Shon discutem as interseções entre literatura e quadrinhos, explorando memória, identidade e representação. O encontro aborda como diferentes linguagens narrativas se cruzam para ampliar vozes e territórios na literatura contemporânea.

16h30 às 17h30 – Café Literário – Literatura e Fronteiras.

Com João Veras (AC) e Taylane Cruz (SE).

A escrita pode ser um território de encontro entre diferentes realidades e geografias. João Veras e Taylane Cruz refletem sobre suas experiências literárias, abordando temas como identidade regional, deslocamentos e os desafios da produção literária fora dos grandes centros urbanos.

18h às 19h – Café Literário – O Corpo como Palavra.

Com Natasha Felix (RJ) e Luan Renato (SC).

Entre o verso e a cena, a poesia se transforma em experiência sensorial. Natasha Felix e Luan Renato exploram a interseção entre literatura, oralidade e performance, discutindo como a palavra pode ocupar e ressignificar espaços através do corpo e da voz.

19h30 – Narração de histórias com projeção mapeada – Tá tudo dentro da gente (Coletivo UNA – Paraty).

O espetáculo de contação de história celebra a força e a sabedoria das matriarcas negras brasileiras. Por meio da oralidade e do vídeomapping, a narrativa apresenta a história de Juninho e sua Vó Ceição que possuem um elo emocionante repleto de afeto, força e ancestralidade.

24 de maio | sábado

11h – Contação de Histórias “No Fio da Memória” com Linete Matias.

No Fio da Memória é um espetáculo de contação de histórias de Linete Matias, que entrelaça narrativas das águas e das matas, resgatando contos dos encantados que habitam esses lugares. A contadora de histórias, guiada por memórias ancestrais, canta e narra histórias que emergem dos rios e florestas de sua terra, compartilhando com o público as vozes e encantos desses seres mágicos. Cada história é pescada da profundidade da memória e entregue com afeto aos ouvintes, criando um encontro mágico entre a tradição e o presente.

16h às 17h – Café Literário – Desafios e Revoluções: Escrita, Identidade e Pertencimento

Com Geni Nuñez (SC) e Amara Moira (SP).

Como a literatura pode ser um espaço de disputa e reinvenção de identidades? A escritora e ativista Guarani Geni Nuñez e a escritora e pesquisadora Amara Moira compartilham suas experiências e reflexões sobre gênero, ancestralidade e resistência na palavra escrita e falada.

17h30 – Performance de encerramento “Também Guardamos Pedras Aqui”, com Luiza Romão (SP).

24 de abril de 2025

Em 2024, mais de 41 milhões de pessoas participaram das apresentações artísticas e exposições realizadas pelos Sesc em todos os estados brasileiros, contemplando ações em artes visuais, artes cênicas, música, literatura, audiovisual e atividades em bibliotecas. Com orgulho ativamos, por meio dos Departamentos Regionais, 387 bibliotecas e salas de leitura, 119 teatros, 430 salas de cursos e atividades formativas, 86 cinemas e salas de exibição, 160 galerias e espaços expositivos, 19 museus, 27 estúdios de música, além das 44 unidades móveis BiblioSesc. Contamos também com apoio de espaços parceiros (públicos e privados) para intensificar ainda mais nossa programação. Num país que enfrenta tantos desafios ao acesso à leitura, mais de 1,5 milhão de pessoas realizaram empréstimos de livros em nossas estruturas institucionais

A publicação da revista Palavra demonstra parte desse esforço articulado em âmbito nacional para potencializar a difusão e a circulação das manifestações literárias. Os conteúdos apresentados valorizam a experimentação com a linguagem e a diversidade, refletindo inquietações e experiências nascidas da liberdade criativa e que ganham o campo da educação para a sensibilidade. Boa leitura!

15 de abril de 2025

Mais de 80% das crianças entre 5 e 10 anos participantes da pesquisa Retratos da Leitura declararam gostar de ler livros

Ler estimula a criatividade, possibilita o acesso às mais diversas áreas de conhecimento, amplia o vocabulário, fortalece vínculos sociais. É uma atividade que pode ser realizada de forma individual ou coletiva, por meio de clubes de leitura, por exemplo. E também pode ser gratuita, bastando para isso o cadastro em uma biblioteca. Mesmo com tantas vantagens e benefícios, a última pesquisa Retratos da Leitura, do Instituto Pró-Livro, registrou 6,7 milhões de leitores a menos no país.

A boa notícia é que o público infantil destoa desse cenário. Mais de 80% das crianças entre 5 e 10 anos participantes da pesquisa declararam gostar de ler livros. O mercado editorial entendeu a tendência e vem investindo no segmento. Várias editoras lançaram selos infantis e, segundo a Nielsen BookData, em 2023 a venda de livros de literatura infantil cresceu 6%.

Essa realidade também foi constatada na rede de bibliotecas do Sesc, que conta com mais de 400 unidades por todo o país. Em 2024, o livro que registrou mais empréstimos foi A girafa míope (Sesc-SC), de Marcello Gallotti, publicação vencedora do Prêmio Literário Sesc Criança, promovido pelo Sesc em Santa Catarina. A autora que teve mais livros emprestados foi Silvana Rando, que trabalha com literatura infantil desde 2006 e tem mais de 70 títulos ilustrados. Outros dois títulos infanto-juvenis ficaram na lista dos cinco mais emprestados: Menina bonita do laço de fita (Ática), de Ana Maria Machado, e A voz dos meus olhos (Sesc-SC) de Cynthia Valente, também revelado pelo concurso literário Sesc Criança.

Em 2024, o livro que registrou mais empréstimos foi A girafa míope (Sesc-SC), de Marcello Gallotti, publicação vencedora do Prêmio Literário Sesc Criança, promovido pelo Sesc em Santa Catarina.

A criança que hoje busca o livro tem grandes chances de levar o hábito da leitura para sua vida. E, com isso, tornar-se um adulto mais criativo, com pensamento crítico e mais capacidade de encarar desafios. A introdução desse hábito precisa vir de casa, como uma atividade familiar. Ler para os filhos, promover um bate-papo sobre algum livro, contar histórias são formas de proporcionar acesso a esse universo, que é muito rico e se desdobra em inúmeros benefícios, como o fortalecimento do vínculo afetivo.

As bibliotecas também têm um importante papel na formação de leitores. Porém, precisam ser mais do que espaços de empréstimo de livros. Precisam criar caminhos para chegar até o leitor e mostrar todo o potencial do universo literário. Na pesquisa Retratos para Leitura, 5% das pessoas entrevistadas que se declararam não frequentadoras de bibliotecas disseram que o fariam caso houvesse atividades para crianças. Isso demonstra um potencial importante desses espaços como um articulador da leitura em família.

Criar estratégias que aproximem o público dos livros é uma tarefa de toda a sociedade. É preciso reverter a ideia de que o ato de ler é algo difícil ou destinado apenas ao dever do estudo. Mostrar que ler faz parte do lazer, do entretenimento. Precisamos trabalhar hoje na próxima geração de leitores, para garantir que o hábito da leitura não pereça diante dos inúmeros afazeres e apelos do mundo moderno.

Escrito por Janaina Cunha, Diretora de Programas Sociais do Departamento Nacional do Sesc

Publicado originalmente em Publishnews

20 de março de 2025

O Prêmio Sesc de Literatura 2025 encerrou suas inscrições com um total de 2.451 originais submetidos, reafirmando sua importância na descoberta de novos talentos literários no Brasil. A categoria Poesia, teve destaque com 1.168 inscrições, seguida por Romance com 684 e Conto com 599.​ Os inscritos são compostos por 1.345 homens (54,9%) e 1.065 mulheres (43,5%). Além disso, 234 participantes são trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo, público prioritário do Sesc.

As obras serão avaliadas por comissões julgadoras compostas por escritores, jornalistas e críticos literários de diversas regiões do país, garantindo imparcialidade e foco na qualidade literária dos trabalhos. O resultado, que este ano também contemplará a divulgação dos finalistas, será divulgado em agosto, e os vencedores serão apresentados ao público em uma cerimônia no fim do ano. ​Após a publicação pela editora Senac Rio, os livros serão distribuídos na rede de bibliotecas e escolas do Sesc, em todas as regiões do país. Os escritores participarão, ainda, de bate-papos e mesas redondas em eventos culturais promovidos pelo Sesc ao longo de 2026.

Desde sua criação em 2003, o Prêmio Sesc de Literatura já recebeu cerca de 24 mil originais e revelou ao mercado editorial 40 novos autores. Entre os nomes de destaque estão Luisa Geisler, Tobias Carvalho, Rafael Gallo e muitos outros.

6 de fevereiro de 2025

Escritores estreantes podem inscrever seus originais gratuitamente nas categorias Romance, Conto e Poesia 

 O Prêmio Sesc de Literatura, um dos mais importantes e consagrados do país voltado a escritores inéditos, está com inscrições abertas até 10 de março de 2025. Podem ser inscritos originais ainda não publicados nas categorias Romance, Conto e Poesia. Os vencedores têm seus livros publicados pela Editora Senac Rio e recebem uma premiação em dinheiro no valor de R$30 mil cada. Também serão concedidas menções honrosas aos trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo finalistas na premiação. Interessados podem se inscrever gratuitamente pelo site www.sesc.com.br/premiosesc.   

 “A expectativa pelo Prêmio Sesc de Literatura costuma ser grande, tanto para escritores quanto para o público leitor. Ao abrir espaço para novos autores, estamos proporcionando a renovação do cenário literário brasileiro e incentivando a formação de mais escritores. No ano passado, com a inclusão da categoria Poesia, registramos quase o dobro do número de inscrições, o que demonstra o potencial da produção literária nacional”, constatou a Diretora de Programas Sociais do Departamento Nacional do Sesc, Janaina Cunha.  

Vencedores do Prêmio Sesc de Literatura de 2024. Ricardo Mauricio Gonzaga (ES), autor do romance Bololô: gaiola vazia; Patricia Lima (SP), autora do livro de contos A glória dos corpos menores.

 Os trabalhos inscritos são analisados por comissões julgadoras de diferentes regiões do país, compostas por renomados escritores, jornalistas e críticos literários. O processo de avaliação tem como base o anonimato tanto dos autores quanto do júri, garantindo a lisura do projeto e a liberdade de análise das comissões julgadoras, que fazem a seleção pelo mérito literário, com soberania sobre a decisão final.  

 O resultado, que este ano também contemplará os finalistas, será divulgado em agosto e os vencedores vão ser apresentados ao público em uma cerimônia com noite de autógrafos no fim do ano. Após a publicação, os livros serão distribuídos na rede de bibliotecas e escolas do Sesc, em todas as regiões do país. Os escritores participarão, ainda, de bate-papos e mesas redondas em eventos culturais promovidos pelo Sesc ao longo de 2026. 

 

A Premiação 

Criado em 2003, o Prêmio Sesc de Literatura já recebeu cerca de 22 mil originais e revelou ao mercado editorial 40 novos autores. Em 2024, os vencedores foram Ricardo Mauricio Gonzaga (ES), com o romance “Bololô: gaiola vazia”; Patrícia Lima (SP), com a coletânea de contos “A glória dos corpos menores”; e Antonio Veloso Maia (RJ), com o livro de poesias “Contra a parede”.