26 de fevereiro de 2026

Em 2024, o Museu de Florianópolis Sesc expandiu suas ações para além muros, levando as atividades do projeto “Territórios de Memória e Patrimônio Cultural” até o Quilombo Vidal Martins, primeira comunidade quilombola reconhecida em Florianópolis. Situada no bairro Rio Vermelho, a comunidade foi certificada como remanescente quilombola pela Fundação Palmares em 2013 e teve seu território assegurado através do Termo de Autorização de Uso Sustentável (TAUS), assinado em 2024.

O projeto desenvolveu as seguintes ações: oficinas de fotografia para a comunidade com enfoque em patrimônio cultural, uma exposição de curadoria compartilhada entre comunidade e Museu com os resultados do projeto, visita mediada da comunidade ao Museu, além de um  curta-metragem documental sobre o Quilombo, valorizando sua história e as práticas da educação escolar quilombola.

Assista a série completa no youtube

6 de fevereiro de 2026

Registro documental de parte da história e da imersão cultural na Comunidade Quilombola do Barro Branco, zona rural de Belo Jardim, PE.

Lançamento do Material Educativo, Jogo da Memória Indígena, com Déba Tacana e Auá Mendes. Mediação: Carol Moura e Mara Rodrigues.

Debate para discutir sobre as diversas possibilidades e potencialidades da arte e cultura indígena na Bahia, dentro e fora de ambientes educacionais, trazendo as diversas abordagens na aplicação da lei nº 11.645/2008.

Painel 1 – Arte, educação e a reconstrução de memórias indígenas: do resgate à reconstrução do manto Tupinambá . Convidada: Célia Tupinambá, artista, ativista, professora e uma das lideranças da aldeia Serra do Padeiro, localizada na Terra Indígena Tupinambá de Olivença, na Bahia.

Painel 2 – Literatura indígena nas escolas: autoria e protagonismo das vozes e saberes dos povos originários Convidada: Adriana Pesca (BA), indígena Pataxó de Coroa Vermelha, professora, Especialista em História e Cultura Afro-brasileira e africana; Mestre em Ensino e Relações Étnico-Raciais; Escritora e Pesquisadora da temática autoria indígena e processos de escrita-resistência indígena. Faz parte do grupo de pesquisa Linguagem, Poder e contemporaneidade – IFBA/UFSB e do GEMTI – Grupo de Estudos em Memória e Teoria Indígena. Curadora do site www.autoriaindigena.com.br, também faz parte do projeto Literatura Indígena Brasileira Contemporânea (@literaturaindigenabahia).

Mediação dos debates: Ademário Payayá, Indígena Payayá, Doutorando e Mestre em Ciências da Educação, Especialista em Educação, Pobreza e Desigualdade Social. Pedagogo, Escritor, Poeta, Teatrólogo e Presidente da Associação ARUANÃ.

15 de janeiro de 2026

O programa colocou em debate uma reflexão sobre a comemoração nos países da América Latina do dia 12 de outubro como o descobrimento das Américas, a partir da chegada de Cristóvão Colombo em 1492.

Convidados: Maná Shanenawa e Yube Ynu, representantes do Povo SHANENAWA , no município de Feijó no Acre; Ian Wapichana, músico compositor, produtor audiovisual e poeta. Nascido em Roraima e da etnia Wapichana, é artista multidisciplinar; Kamuu Dan Wapichana (Filho do Sol), nascido em Boa Vista-RR, estudante de Gestão Ambiental na Universidade de Brasília é coordenador do Elo Indígena da Rede Sustentabilidade do DF, membro fundador do Conselho Indígena do DF; Naine Terena de Jesus, natural de Cuiabá – MT, mestre em artes, doutora em educação, graduada em Comunicação Social (UFMT). Mulher do povo Terena, é pesquisadora, professora universitária, curadora e artista educadora; Victor Hugo Leite (vhfro), nascido em Brasília, ator, produtor cultural e professor de arte na SEE-DF, em São Sebastião. Membro da Associação de Profissionais do Audiovisual Negro (APAN). Cristiane Sobral, multiartista, é escritora, poeta, atriz e professora de teatro. Tuanny Araujo, é atriz, escritora, dramaturga e diretora, é co-fundadora do Grupo Embaraça, coletivo de Teatro Negro de Brasília. Oberon Blenner, o Oberas, nascido no DF e crescido no entorno (Goiás), desenhista, grafiteiro e ilustrador digital, intenciona em seu trabalho manifestar a arte ancestral genuína, de povos africanos e ameríndios. Dilo Paulo e Lenna Siqueira (Cia. Corpus Entre Mundos): Dilo Paulo, nascido em Angola, é diretor, bailarino e coreógrafo da companhia. Lenna Siqueira, natural do RJ, é diretora artística, bailarina e coreógrafa da companhia.

Roda de conversa com o tema “Palavras compartilhadas: as narrativas visuais e a produção cultural no território Potyguar”, cujo debate é sobre a construção de imagens e a relação com pertencimento; como romper com as estruturas coloniais no processo de produção cultural; arte educação e mediação cultural, projeção mapeada; sagrado; política para produção cultural; questões do feminino e identidade nas produções. Convidados: Rosy Nascimento, Carol Carvalho, Herison Pedro, Novenil Barros e Mediação de Hianna Camilla. Intérpretes de libras: Rayssa Lima e Junior Milton.

Roda de Conversa com o tema “Trajetórias de Lutas e Resistências Femininas na História”, com Dadá Quilombola (Quilombo Povoação de São Lourenço da Mata) e Gabriela Monteiro (Mediadora).

O III Congresso Métodos Fronteiriços: corpo(s), espacialidade(s), outra(s) democracias, realizado online, mobiliza a atenção para os saberes plurais constituídos na inserção dos agentes em contextos diversos ligados à pesquisa acadêmica e aos saberes tradicionais e ancestrais, nos quais elaboram práticas e geram respostas aos problemas contemporâneos. O Sesc em Rondônia é parceiro desta iniciativa e constrói junto o diálogo no Colóquio – Eixo Oralidades Oralidades, Saberes e Espacialidades Amazônidas: experiências de pertencimentos. Debate com Déba Tacana e Marcela Bonfim, mediação: Betânia Avelar – SESC RO.

PodCast Identidade Brasilis Sesc Rondônia apresenta o tema: #RONDÔNIA, IDENTIDADES OUTRAS. Apresentação: NEGRA MARI. Convidados: Déba Tacana e Anderson Black. Produção: PPKast, 2021.

Lançamento do Material Educativo, Jogo da Memória Indígena, com Déba Tacana e Auá Mendes. Mediação: Carol Moura e Mara Rodrigues.