2 de abril de 2024

Sinopse: As infâncias negras no Brasil são marcadas por uma forte relação com sua identidade cultural sinônimo de resistência, força, domínio corporal, musicalidade, oralidade. Ao mesmo tempo são marcadas pela desigualdade, preconceito e divisão de classes, que construiu uma cartela gradativa de cores que representa as escalas da exclusão social. A proposta dessa formação é olharmos para as infâncias negras no Brasil, o repertório que compõe a sua cultura e a relação desse repertório com os lugares de existência.

Biografia: Lucilene Silva é mestre e doutoranda em Música na UNICAMP, pesquisadora do Instituto de Etnomusicologia da Universidade Nova de Lisboa, membro do Conselho diretivo do Grupo ICTM de Estudos de Música e Dança da América Latina e Caribe. Desde 1998 pesquisa e documenta a Cultura Infantil e Música da Infância no Brasil e outros países da América Latina. É Coordenadora Geral da Oca Escola Cultural, onde é responsável pelo Centro de Estudos e Irradiação da Cultura Infantil. Representa em São Paulo a Casa das 5 Pedrinhas fundada pela etnomusicóloga Lydia Hortélio, integra a equipe gestora da Casa Redonda Centro de Estudos, é educadora do Instituto Brincante. Entre outras publicações e materiais audiovisuais, é autora do livro Eu vi as três meninas, música tradicional da infância na Aldeia de Carapicuíba, que em 2015 recebeu o prêmio IPHAN de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial. Integrou a Cia Cabelo de Maria com participação nos CDs Cantos de Trabalho volumes I e II, Baianás e São João do Carneirinho; participou do filme Tarja Branca, uma revolução que faltava produzido pela Maria Farinha Filmes e do filme Mitã, uma poética da infância brasileira, produzido pelo Espaço Imaginário

A vídeo aula apresenta possibilidades de atuação com acessibilidade atitudinal, focando principalmente na comunicação através da Linguagem Brasileira de Sinais.

1 de abril de 2024

Mais de 400 apresentações estão previstas por todo o Brasil.

Maior projeto de circulação de artes cênicas do país, a 26ª edição do Palco Giratório circulará de abril a dezembro com 404 apresentações e 264 cursos e oficinas, realizadas por 17 grupos artísticos. Espetáculos de teatro, dança e circo compõem a programação dessa edição, que alcançará 80 cidades de 25 estados e Distrito Federal. O lançamento do circuito será dia 17 de abril, em Curitiba (PR), e reunirá dois importantes artistas que são homenageados nessa edição: o ator e diretor Amir Haddad, criador do Grupo Tá na Rua, e o ator, compositor e diretor musical e capitão de congado Maurício Tizumba.

 

“Ao longo de 26 anos de atuação, o Palco Giratório se consolidou como um importante projeto de difusão e intercâmbio de artes cênicas. E a chave do sucesso da iniciativa está na curadoria, formada por profissionais do Sesc de todo o país, que acompanham o cenário teatral em suas regiões e trazem seus olhares para uma discussão coletiva. Desse compartilhamento nasce a programação do circuito anualmente, uma importante amostra da produção cênica brasileira”, explica a Diretora de Programas Sociais do Departamento Nacional do Sesc, Janaina Cunha.

O Palco Giratório deste ano traz espetáculos de diversas temáticas, que retratam importantes questões em debate na sociedade, como a musicalidade, a intergeracionalidade, a negritude, a acessibilidade e a inclusão. O circuito também destaca o trabalho de Amir Haddad e Maurício Tizumba, artistas que contribuem para o cenário das artes cênicas brasileiras há mais de meio século.

“A decisão de colocar no centro da 26ª edição do projeto os atores e diretores mineiros Amir Haddad e Maurício Tizumba está alinhada com a busca por diversidade nas ações do Sesc. Ambos são duas referências do teatro e da música brasileira e também foram homenageados pelo 34ª Prêmio Shell de Teatro”, destaca Janaina Cunha.

Amir Haddad, tem 86 anos de vida e 66 de carreira. Dirigiu grandes nomes da arte brasileira, como Marieta Severo, Andreia Beltrão e Letícia Spiller e é o fundador do Grupo de Teatro Tá na Rua, com o qual se apresenta no circuito. A peça “Zaratustra: uma transvaloração dos valores” nasceu da relação de Haddad com o personagem Zaratustra escrito pelo filósofo Friedrich Nietzsche.

Maurício Tizumba é ator, compositor, cantor, multiinstrumentista, diretor musical e capitão de congado. Sua trajetória artística baseada no diálogo entre diversas linguagens e entre a arte e as manifestações populares tradicionais da cultura afro-brasileira. Tizumba vai se apresentar com “Herança”, que retrata a busca e o resgate da herança cultural afro-brasileira como bússola para a diáspora negra.

“Leci Brandão” ~e um musical em homenagem a cantora e compositora carioca, sendo a primeira mulher a integrar a ala de compositores de uma escola de samba. Foto: Alberto Maurício

O Palco Giratório também traz ao público em sua programação outros grandes nomes da cultura brasileira. O espetáculo “Leci Brandão”, com o Grupo Lapilar Produções Artísticas (RJ), vencedor do Prêmio Shell 2024 na categoria direção, conta a trajetória da sambista carioca em um musical a partir das histórias de seus orixás. O espetáculo “Maria Firmina”, do Núcleo Atmosfera (MA), faz uma releitura sobre a vida e obra da primeira mulher negra a escrever um romance no Brasil.

As crianças também são contempladas no circuito. A opereta infantojuvenil “Cabelos Arrepiados”, da companhia Buia Teatro de Manaus, é um exemplo. Premiado como Melhor Grupo de Teatro do Brasil em 2022, o grupo traz um espetáculo inspirado na literatura fantástica de autores como Edgar Allan Poe e Tim Burton. O circo também está representado na circulação com espetáculos como “Mar Acá”, do Grupo Locômbia Teatro de Andanças, formado por atores colombianos que vivem em Roraima.

26 de março de 2024

O Sesc, instituição reconhecida por seu compromisso com a promoção e difusão da cultura brasileira em todas as suas formas, reitera seu papel fundamental na valorização dos talentos literários do país. Desde sua fundação, há mais de sete décadas, a entidade tem desempenhado um papel crucial na construção e fortalecimento da identidade cultural brasileira, sendo hoje uma referência tanto nacional quanto internacionalmente.

O Prêmio Sesc de Literatura tem sido um dos pilares desse trabalho, refletindo as diversas questões e temáticas relevantes para a sociedade. Racismo, questões ambientais, diversidade de gênero e fatos históricos são temas que compõem muitas das obras premiadas nos 20 anos de existência do projeto, proporcionando ao público uma reflexão profunda sobre nossa realidade.

Em 2024, o Prêmio Sesc de Literatura adota um formato ampliado e repleto de novidades, aprimorando sua missão de impulsionar a renovação no panorama literário brasileiro, enriquecer a cultura nacional e promover a diversidade de vozes literárias.

Nesse contexto, o Sesc desmente veementemente os rumores infundados e informações falsas sobre qualquer tentativa de censura em relação ao livro “Outono de Carne Estranha”, do autor Airton Souza, vencedor da edição de 2023, bem como possíveis modificações no edital que viessem a propiciar o cerceamento na liberdade de escolha das obras selecionadas. Além disso, reitera a realização do Circuito dos Vencedores, com a participação dos premiados Airton Souza e Bethania Pires Amaro, que será iniciado nos próximos meses.

O Prêmio Sesc de Literatura sempre foi pautado pela imparcialidade, com decisões soberanas de comissões julgadoras formadas por escritores renomados, que selecionam as obras com base exclusivamente na qualidade literária. No edital da edição 2024 do projeto, já disponível em nosso site oficial, podem ser conferidos todos os detalhes do processo de julgamento das obras, com a transparência que a Instituição preza em todas as suas ações. O processo de inscrição permite que os livros sejam submetidos de forma anônima pela internet, o que garante a equidade na avaliação.

A partir desse ano, o Prêmio Sesc também amplia seu escopo. Além de incorporar a categoria Poesia – a premiação era composta até ano passado apenas pelas categorias Conto e Romance – atendendo a uma antiga demanda do público, o projeto passa a receber obras destinadas a todos os públicos, quando antes permitia a inscrição apenas de trabalhos voltados ao público adulto. Dessa forma, contempla um número maior de participantes, não havendo qualquer prejuízo aos escritores que produzem ficção para o público adulto.

Outra novidade é a premiação em dinheiro para os vencedores de cada categoria, no valor de R$ 30 mil (cada),  e a publicação das obras selecionadas pela Editora Senac Rio, com uma tiragem inicial mínima de 2.000 exemplares. Também haverá menção honrosa a obras finalistas escritas por trabalhadores do setor do comércio de bens, serviços e turismo. Essas novidades reforçam o compromisso do Sesc em apoiar e promover a diversidade literária brasileira, incentivando novos talentos e proporcionando uma plataforma para a expressão criativa.

 As inscrições estão abertas e podem ser feitas gratuitamente até o dia 22 de abril, de forma online, em www.sesc.combr/premiosesc

25 de março de 2024

Concurso literário vem repleto de novidades, como nova categoria e também premiação em dinheiro.

O Prêmio Sesc de Literatura chega a sua 21ª edição com um formato ampliado e que valoriza ainda mais os talentos revelados. Reconhecida como uma das mais importantes e consagradas premiações para escritores estreantes nas categorias Romance e Conto, o projeto a partir deste ano conta com mais um gênero: a Poesia. Além disso, os vencedores também receberão uma premiação em dinheiro no valor de R$ 30 mil,  e suas obras serão publicados pela Editora Senac Rio, com uma tiragem inicial mínima de 2.000 exemplares. As inscrições  poderão ser feitas gratuitamente até o dia 22 de abril, de forma online.

>>> CLIQUE AQUI, CONFIRA O EDITAL E INSCREVA-SE

“Quando o Prêmio Sesc de Literatura surgiu, em 2003, tinha apenas a categoria Romance. Dois anos depois incorporamos a categoria Conto, como forma de permitir que mais escritores tivessem espaço de mostrar seus trabalhos. Ao longo de 20 anos, o projeto revelou obras de extrema qualidade literária e entendemos que era o momento de revermos o projeto, para torná-lo mais próximo do cenário literário e dos demais concursos realizados na área de Literatura. Dessa forma, resolvemos incluir a categoria Poesia, uma antiga demanda de autores, e proporcionar a premiação em dinheiro, como forma de valorizar os escritores e incentivá-los a continuarem produzindo novas obras”, disse a Diretora de Programas Sociais do Departamento Nacional do Sesc, Janaina Cunha.

As obras inscritas são analisadas por comissões julgadoras de diferentes regiões do país, compostas por renomados escritores, jornalistas e críticos literários. O processo de avaliação tem como base o anonimato tanto dos autores quanto do júri, garantindo a lisura do projeto e a liberdade de análise dos jurados, que fazem a seleção pelo mérito literário dos trabalhos, com soberania sobre a decisão final.

As obras selecionadas pelo Prêmio Sesc de Literatura nesses 20 anos abordaram as mais diferentes temáticas, representando um reflexo de questões de grande relevância discutidas pela sociedade. Racismo, questões ambientais, diversidade de gênero, fatos históricos e comportamento social são assuntos que compõem as obras reveladas pelo projeto. “Podemos dizer que o Prêmio Sesc de Literatura acompanha a história do país nessas últimas duas décadas, mostrando por meio dos livros selecionados um retrato de diversas questões debatidas na nossa sociedade. E esse é um importante papel da Literatura, que o Sesc leva aos brasileiros por meio desse projeto”, esclarece Janaina Cunha.

Os livros selecionados serão apresentados ao público em uma cerimônia com a presença dos autores. Além disso, após a publicação, serão distribuídos na rede de bibliotecas e escolas do Sesc localizadas em todas as regiões do país. Os escritores participarão, ainda, do lançamento de suas obras em eventos culturais promovidos pelo Sesc no ano de 2025.

A Premiação

O Prêmio Sesc de Literatura é um dos mais importantes e consagrados do país na distinção de escritores inéditos. O Prêmio avalia trabalhos com qualidade literária para edição e circulação nacional. Ao oferecer oportunidades aos novos escritores, impulsiona a renovação no panorama literário brasileiro e enriquece a cultura nacional. Desde a sua criação em 2003, quase 20 mil livros foram inscritos e 37 novos autores revelados. Em 2023, os vencedores foram Airton Souza e Bethânia Pires Amaro, com o romance Outono de Carne Estranha e a coletânea de contos O ninho, respectivamente.

 

22 de março de 2024

Projeto aproxima jovens da música clássica em todas as regiões do Brasil.

O direito a atividades culturais é garantido no artigo 71 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Mas ainda hoje, a oferta de equipamentos de cultura é escassa em diversas localidades do país. Segundo um estudo recente do IBGE, menos de um terço das cidades brasileiras têm acesso a museus, apenas 23,3% dos municípios contam com teatros ou salas de espetáculos e 9% têm cinemas.

O Sesc mantém em todo o país uma ampla estrutura que propicia a realização de atividades culturais nas mais diversas linguagens. Na música, um dos projetos de destaque junto ao público jovem é o Sesc Orquestras Jovens. Criado em 2004 e atualmente presente em onze estados, o projeto vem transformando a vida de centenas de adolescentes com cursos de instrumentos e prática de conjuntos, unindo educação musical e inclusão social.

ASSISTA AO WEBDOCUMENTÁRIO SOBRE O PROJETO:

Um dos estados que desenvolve o projeto é Roraima, na região Norte. O professor Ramón Antonio Pérez Infante é violista e professor da orquestra há mais de dois anos. Ele conta, orgulhoso, como o projeto oferece a oportunidade para que os jovens conheçam um instrumento musical. “Ao aprender sobre música, elas ampliam sua capacidade intelectual e têm a experiência única de participar de eventos, como recitais e concertos, aprendendo a trabalhar e a interagir em grupo”, comenta.

Em todo o Brasil

Raniel Pereira Doria

As histórias de aprendizado estão por todo o país. Raniel Pereira Doria, de 16 anos, mora em Aracaju (SE) e ingressou nas atividades do Sesc em 2021 fazendo coro. Ele decidiu explorar novas habilidades e ingressou na orquestra.

“O Sesc me abriu portas onde eu não imaginava conseguir entrar, pois minha condição social não era tão boa. Graças ao projeto, estou conseguindo adquirir sabedoria e conhecimento não só na música, mas para a vida”, afirma. Hoje, Raniel toca viola de arco e conta como o projeto contribuiu para seu desenvolvimento intelectual. “Tive a oportunidade de estudar vários instrumentos e consegui aprender a me disciplinar e a melhorar minha rotina nos estudos”.

Luis Santiago Paez

Outro aluno que compartilha a mesma opinião é o também venezuelano Luis Santiago Palma Paez, 24 anos, de Boa Vista (RR). Ele toca viola clássica e, quando veio para o Brasil, um dos objetivos era conseguir se dedicar mais à música. “A partir do projeto, consegui expandir meus contatos com maestros mais experientes, desenvolver novas capacidades e adquirir novos conhecimentos”, diz.

 

Flávio Luis Souza Rocha

Também de Roraima, Flávio Luis Souza Rocha, 19 anos, conta que consegue conciliar a rotina da música com estudos e o trabalho. “Ter ferramentas, espaço e horários que facilitam o meu contato com a música ajuda muito no meu desenvolvimento Temos estrutura, locais para estudar e ensaiar e tudo o que é necessário para o aprendizado não só da música, mas também sobre profissionalização nessa área de conhecimento”, comemora o jovem, que hoje faz faculdade de licenciatura em Música.

 

Festival Internacional Sesc de Música

Além de oferecer aprimoramento com professores consagrados, a iniciativa estimula o encontro dos alunos para gerar desenvolvimento artístico, pessoal e profissional. Uma das programações mais fortes do projeto é a participação no Festival Internacional Sesc de Música, que acontece todos os anos em Pelotas (RS). Um dos maiores eventos de música de concerto da América Latina, reúne estudantes e profissionais de diversas regiões do país e do mundo para apresentações em espaços públicos e cursos que produzem uma grande troca de conhecimentos entre estudantes e profissionais de música.

“É uma experiência fantástica, que nos ajuda a viver a música em sua forma mais pura, promovendo o encontro de pessoas de origens e culturas diferentes, mas com o gosto e compromisso em comum pela música”, exalta o aluno Luis Santiago Palma Paez.

Aluno Azahel

Azahel Alejandro Orta Camacho, 24 anos, participou de três edições do e afirma que o evento proporciona uma conexão muito profunda com professores nacionais e internacionais, estimulando ainda mais a prática musical. “É uma semana intensa de muita música, não só erudita como também popular. Para nós, esse contato com a versatilidade da música representa uma experiência de inclusão social e um grande estímulo para continuarmos aprendendo cada vez mais”.

Para Flávio Luis Souza Rocha, participar do Festival de Pelotas foi um sonho e uma experiência únicos. “Durante o evento tive a oportunidade de conhecer pessoas dos Sesc de outros estados e isso me proporcionou uma conexão como nunca imaginei. É uma programação que promove a música e que também inclui as pessoas por meio da arte”.

CONHEÇA OUTRAS HISTÓRIAS DE JOVENS IMPACTADOS PELO PROJETO EM NOSSAS REDES SOCIAIS:

19 de março de 2024

O QUE ACONTECE COM MINHA OBRA?

1. Após a inscrição online, as obras são enviadas para subcomissões julgadoras, distribuídas em todas as regiões do país.

2. As obras pré-selecionadas são enviadas para a Comissão Final.

3. As Comissões Finais são compostas por duas pessoas responsáveis por cada categoria (Romance, Conto e Poesia).

4. O anonimato das obras é resguardado até o anúncio do resultado final

18 de março de 2024

Vencedores | 2025

Marcus Groza

Marcus Groza

GOIÁS / Categoria Romance

Sobre o autor

Marcus Groza é poeta, dramaturgo, professor e encenador. Tem doutorado em Artes Cênicas pela UNIRIO, é mestre em Artes pela UNESP e graduado em Filosofia pela USP. Participou com poemas falados em programas de TV e festivais; concebeu e codirigiu o espetáculo de dança-teatro “Woyzeck” (2021) e atua também como editor, tradutor e iluminador.

Sobre o livro

Goiás mistura memória, crítica social e poesia, com forte carga simbólica e emocional. O protagonista, um cachorro farejador caramelo, que atua em operações de resgate, representa a resistência, a alegria e a dor diante da devastação humana e ambiental.

Abáz

Abáz

MASSARANDUBA / Categoria Conto

Sobre o autor

Abáz nasceu em Salvador (BA), tem 31 anos, é formado em História pela UFBA, mestre (UFMG) e doutorando (USP) em Educação. Atua como professor na rede municipal de São Paulo. Começou a escrever em 2024, quando participou de oficinas de literatura e conseguiu vencer a timidez e mostrar os seus textos.

Sobre o livro

Massaranduba é uma coletânea de contos que retrata o cotidiano de personagens marginalizados em diferentes contextos urbanos e de periferias. O livro transita entre o trágico e o cômico, o absurdo e o real, revelando histórias de violência, afeto, fé e sobrevivência.

Leonardo Piana

Leonardo Piana

ESCALAR CANSA / Categoria Poesia

Sobre o autor

Leonardo Piana nasceu em Andradas, Minas Gerais. Formado em Comunicação pela USP, é escritor e servidor público. Antes de se aventurar na poesia, escreveu dois romances. O primeiro, “Sismógrafo”, venceu o Prêmio Cidade de Belo Horizonte e foi finalista dos prêmios Jabuti.

Sobre o livro

Escalar Cansa é um livro de poemas que entrelaça referências da mitologia grega com experiências contemporâneas de afeto, dor, resistência e identidade, revelando uma narrativa lírica que engloba memória familiar e o peso da existência.

Edições Anteriores


Ricardo

Ricardo Mauricio Gonzaga

Bololô: Gaiola Vazia / Categoria Romance

Ricardo Maurício, carioca radicado em Vitória, é um artista multifacetado que transita entre as artes visuais, o teatro e a literatura…

Patricia

Patrícia Lima

A Glória dos Corpos Menores / Categoria Conto

Patrícia Lima, 38 anos, funcionária da Unesp de Bauru e formada em Letras, é autora do livro de poesias O amor é um solo de jazz…

Antonio

Antonio Veloso Maia

Contra a Parede / Categoria Poesia

Antonio Veloso Maia surpreende com Contra a Parede, uma coleção de poemas que explora introspecção, linguagem e desconforto existencial…

Bethania

Bethânia Pires Amaro

O Ninho / Categoria Conto

Nascida em Pernambuco, Bethânia Pires Amaro, 34 anos, passou a infância no interior da Bahia…

Airton

Airton Souza

Outono de Carne Estranha / Categoria Romance

O paraense de 41 anos nasceu em Marabá (PA), onde mora. É professor de História…

Taiane

Taiane Santi Martins

Mikaia / Categoria Romance

A gaúcha Taiane Santi Martins, 34 anos, da cidade de Vacaria (RS), é editora…

Pedro

Pedro Augusto Baía

Corpos Benzidos em Metal Pesado / Categoria Romance

O paraense Pedro Augusto Baía, 35 anos, é analista judiciário (psicólogo)…

Fabio

Fábio Horácio-Castro

O Réptil Melancólico / Categoria Romance

Fábio Horácio-Castro, paraense e jornalista de formação, tem 52 anos…

Diogo

Diogo Monteiro

O Que a Casa Criou / Categoria Conto

O pernambucano Diogo Monteiro, de 43 anos, também é jornalista…

Cae

Caê Guimarães

Encontro Você no Oitavo Round / Categoria Romance

Caê Guimarães nasceu em 1970 no Rio de Janeiro. É poeta, escritor…

Tonio

Tônio Caetano

Terra nos Cabelos / Categoria Conto

Tônio Caetano nasceu em Porto Alegre/RS, em 1982…

Felipe

Felipe Holloway

O Legado de Nossa Miséria / Categoria Romance

Joao

João Gabriel Paulsen

O Doce e o Amargo / Categoria Conto

Juliana

Juliana Leite

Entre as Mãos / Categoria Romance

Tobias

Tobias Carvalho

As Coisas / Categoria Conto

Joao

João Meirelles Filho

O Abridor de Letras / Categoria Conto

Jose

José Almeida Júnior

Última Hora / Categoria Romance

Mario

Mário Rodrigues

Receita Para se Fazer um Monstro / Categoria Conto

Franklin

Franklin Carvalho

Céus e Terra / Categoria Romance

Marta

Marta Barcellos

Antes que Seque / Categoria Conto

Sheyla

Sheyla Smanioto

Desesterro / Categoria Romance

Alexandre

Alexandre Marques Rodrigues

Parafilias / Categoria Conto

Debora

Débora Ferraz

Enquanto Deus Não Está Olhando / Categoria Romance

Joao

João Paulo Vereza

Noveletas / Categoria Conto

Marcos

Marcos Peres

O Evangelho Segundo Hitler / Categoria Romance

Rafael

Rafael Gallo

Réveillon e Outros Dias / Categoria Conto

Luisa

Luisa Geisler

Quiçá / Categoria Romance

Luisa

Luisa Geisler

Contos de Mentira / Categoria Conto

Arthur

Arthur Martins Cecim

Habeas Asas, Sertão de Céu! / Categoria Romance

Sergio

Sérgio Tavares

Cavala / Categoria Conto

Gabriela

Gabriela Guimarães Gazzinelli

Prosa de Papagaio / Categoria Romance

Sergio

Sérgio Leo

Mentiras do Rio / Categoria Conto

Marcio

Marcio Ribeiro Leite

O Momento Mágico / Categoria Romance

Mauricio

Maurício de Almeida

Beijando Dentes / Categoria Conto

Sergio

Sérgio Guimarães

Zé, Mizé, Camarada André / Categoria Romance

Nereu

Nereu Afonso da Silva

Correio Litorâneo / Categoria Conto

Wesley

Wesley Peres

Casa Entre Vértebras / Categoria Romance

Lucia

Lúcia Bettencourt

A Secretária de Borges / Categoria Conto

Andre

André de Leones

Hoje Está Um Dia Morto / Categoria Romance

Eugenia

Eugenia Zerbini

As Netas da Ema / Categoria Romance

Marco

Marco Aurélio Cremasco

Santo Reis da Luz Divina / Categoria Romance

15 de março de 2024

Posso colocar meu nome no arquivo ou dentro da obra?

Não. O arquivo deve estar totalmente sem identificação.
A primeira página deve conter apenas o título, e o nome do arquivo também deve ser somente o título da obra. Se o nome do autor aparecer no texto, no arquivo ou nos metadados do PDF, a inscrição será invalidada.

Posso usar pseudônimo?

Não. Não é permitido incluir nome real nem pseudônimo em nenhum lugar do arquivo.

O título da obra ou os títulos dos contos podem ser escritos em CAIXA ALTA?

Sim. O uso de caixa alta nos títulos é permitido.

Quantos contos devo enviar no livro de contos?

O original deve ter:
mínimo de 6 contos, entre 100 mil e 400 mil caracteres com espaços e sumário obrigatório.

Livro publicado de forma independente conta como publicação?

Sim, livro independente também conta como publicação; portanto, autores já publicados não podem participar na categoria correspondente.

Já publiquei alguns poemas ou contos que fazem parte do meu livro na internet. Posso participar?

O edital permite que exista uma pequena parcela do texto já publicada, desde que se respeite o limite da categoria:

  • Romance: até 30% do total de caracteres.
  • Conto: até 50% do total de caracteres, desde que os contos tenham sido publicados separadamente (blogs, revistas, antologias).
  • Poesia: até 25 páginas de poemas já publicados.

Por que brasileiros residentes no exterior não podem participar?

Porque os vencedores participam de um circuito de eventos literários promovidos pelo Sesc no ano seguinte à premiação, viajando pelo Brasil. Residir fora do país inviabiliza essa participação, por isso o edital restringe a inscrição a quem mora no Brasil.

24 de janeiro de 2024

60 integrantes dos projetos sociais de 11 estados que compõe o Orquestra Jovem Sesc Brasil farão apresentações e imersão cultural no festival, que também é promovido pelo Sesc

Oferecer cursos de instrumentos e prática de conjuntos para adolescentes unindo educação musical com inclusão social. Esse é o objetivo do projeto Orquestra Jovem Sesc Brasil, criado em 2004, e que vem transformando a vida de muitos jovens por meio da música. Mais do que ensinar a arte de tocar instrumentos, a iniciativa, presente em onze estados brasileiros, também estimula o encontro dos alunos como forma de desenvolvimento artístico e profissional.

Membros da Orquestra Jovem do Sesc têm aulas durante o Festival Internacional de Música de Pelotas

 

Para potencializar essa ideia, nos dias 24 e 25 de janeiro, 60 alunos que fazem parte das Orquestras Jovens Sesc regionais participarão do 12° Festival Internacional Sesc de Música, que está acontecendo em Pelotas (RS) e vai até o final do mês. O Festival promove apresentações em espaços públicos do município e cursos para estudantes e profissionais de música, entre eles, os envolvidos nas Orquestras Jovens, com participação de professores de dentro e fora do Brasil.

O Orquestra Jovem Sesc Brasil conta com grupos de alunos do Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Roraima, Sergipe e Mato Grosso – nesse estado em duas localidades, em Rondonópolis e no Polo Socioambiental Sesc Pantanal.