Conheça a Orquestra Jovem Sesc, que faz parte do Trabalho Social com Jovens, em Sergipe. Histórias de transformação que nos traz esperança de um mundo melhor.
Pensando no aspecto transformador do ensino da música às crianças e adolescentes, o Sesc desenvolveu em 2012 dois projetos musicais gratuitos para promover o aperfeiçoamento artístico, social e cultural de alunos das escolas mineiras, com idades entre 10 e 19 anos e no perfil do Programa de Comprometimento e Gratuidade (PCG): a Orquestra de Câmara Sesc e o Coral Jovem Sesc. Os projetos buscam ampliar as perspectivas dos beneficiários ao contribuir com o crescimento pessoal e promover o acesso à cultura por meio da popularização da música erudita. Atualmente, a Orquestra de Câmara Sesc conta com o núcleo do Sesc Centro Cultural JK, em Belo Horizonte, e o núcleo do Sesc Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. Já o Coral Jovem Sesc possui apenas um núcleo, que também integra a equipe do Sesc Centro Cultural JK, na capital mineira.
Criada a partir de um projeto do Departamento Nacional do Sesc, a série da SescTV difunde expressões musicais identificadas com o desenvolvimento histórico da música no Brasil, e traz, a cada episódio, apresentações de grupos e artistas tradicionais de diversas regiões do país.
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Em 2021, em decorrência da necessidade de distanciamento social, as apresentações e ações formativas que compõe o projeto ocorrem integralmente por meio digital, com a participação de cerca de 100 mulheres compositoras e 20 etnias indígenas de 21 estados brasileiros e Distrito Federal. Destaque para outro aspecto fundamental do Sonora Brasil, que é o olhar, a escuta e a valorização das territorialidades, da diversidade e das memorias, através da expressão de seus autores e intérpretes. Clique aqui e confira a playlist completa.
Temas:
Líricas femininas – O tema pretende dar visibilidade a essa vasta produção que, tanto em volume como em qualidade, ainda não ocupa, de maneira equânime, os espaços consagrados à profissão. Ao tratar da presença da mulher na música brasileira, o Sonora Brasil aborda o viés sociológico da representatividade de gênero, dando enfoque à presença feminina no desenvolvimento da música brasileira a partir da voz tratada metaforicamente em seu sentido artístico (ser a voz) e político (ter voz). Os programas são interpretados e compostos exclusivamente por obras de compositoras e letristas brasileiras, reunidos especialmente para o Sonora Brasil.
A música dos povos originários – Sobre os povos originários do Brasil, estima-se que, na época da chegada dos europeus, fossem mais de 1.000 etnias, somando entre dois e quatro milhões de pessoas; apesar dessa representatividade, durante muito tempo foi atribuído a eles um papel secundário na construção da identidade nacional, sendo vistos como vítimas passivas de um processo assimilador que os fez perder suas identidades e desaparecer na história. As novas perspectivas sobre identidade cultural nos obrigam a rever estereótipos e desconstruir a visão essencialista de “índio”, hoje já reconhecido como agente real e atuante da diversidade cultural brasileira. As manifestações musicais dos povos indígenas cumprem um papel social e ritualístico e precisam ser consideradas em um contexto amplo dos costumes, dos ritos e das festas, indissociadas dos componentes espaciais, temporais, gestuais e interpretativos. O tema A música dos povos originários do Brasil será apresentado por grupos preferencialmente tradicionais com o objetivo de mostrar a diversidade musical e estética dos povos indígenas e apresentar exemplos musicais com base em suas vivências cotidianas e ritualísticas, mas pode também apresentar novas perspectivas artísticas e sonoras de representação indígena.
Para marcar o centenário de nascimento do escritor José Saramago, a Fundação José Saramago, em Portugal, promove diversas atividades que dão visibilidade a obra do autor. Entre elas o Leituras Centenárias, que promoverá no dia 16 de novembro a leitura simultânea de obras do escritor em 100 escolas.
O Sesc é parceiro da Fundação José Saramago e participa da iniciativa com uma série de ações desenvolvidas entre 14 e 18 de novembro, em unidades por todo o país. O objetivo é convidar o público a participar de atividades de leitura e debates a partir de títulos do autor, disponíveis no acervo de bibliotecas da Instituição. Clubes de leitura, leituras dramatizadas, contações de histórias, performances e exibição de filmes baseados na obra do autor são algumas das ações propostas.
Autor de mais de 40 títulos, José Saramago nasceu na aldeia de Azinhaga, em 1922. Sua obra foi reconhecida em diversos países com várias premiações, com destaque para o Prêmio Luís de Camões em 1995 e o Prêmio Nobel de Literatura em 1998.
Conheça mais sobre os livros de José Saramago consultando a plataforma de bibliotecas do Sesc https://www.sesc.com.br/bibliotecas.
O projeto que leva música e cidadania para todas as regiões do Brasil agora ganhou uma obra que conta como é trabalhada a transformação por meio da educação musical. O livro Sesc Orquestras Jovens e Bandas de Música reúne a memória de 11 dos nossos projetos sociais de música e traz registros a partir da visão de instrutores, maestros e integrantes do projeto. As entrevistas relatam experiências dos alunos e demonstram o impacto dessas vivências durante suas jornadas nas Orquestras Jovens do Sesc.
O Sesc é pioneiro nesse tipo de projeto. As primeiras bandas de música e orquestras foram criadas nos Departamentos Regionais em 2004 e, com elas, o Sesc mantém seu compromisso com a transformação social, atendendo tanto à sua clientela – o trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo e seus familiares – , como ao público em geral, representado por todos os segmentos sociais.
Conheça o livro Sesc Orquestras Jovens e Bandas de Música.
Integração entre as orquestras
Com o objetivo de promover a qualificação e o intercâmbio entre os jovens e profissionais das diversas orquestras da instituição no país, o Departamento Nacional do Sesc propôs a criação da Orquestra Jovem Sesc Brasil. Um primeiro encontro foi realizado em 2019, durante o IX Festival Internacional Sesc de Música, em Pelotas, no Rio Grande do Sul, e propiciou aos jovens músicos a oportunidade de realizar aulas práticas e teóricas com professores referências da música de concerto.
No ano seguinte, a orquestra voltou a se reunir, e foi realizado também um encontro de coordenadores e maestros. Em 2021, com o isolamento por conta da pandemia, foi feito um mapeamento dos projetos ativos, bem como o registro de memória destes projetos. Também foram elaborados uma trilha formativa on-line e um vídeo concerto, que será disponibilizado este mês nos canais do Sesc. Em 2023, a Orquestra Jovem Sesc Brasil reunirá novamente 50 jovens durante o XI Festival Internacional Sesc de Música, em Pelotas, e realizará o III Encontro de Coordenadores Sesc Orquestras Jovens.
Saiba mais sobre o projeto Sesc Orquestras Jovens e Bandas de Música.
Os curadores da Mostra Sesc de Cinema, já em sua quinta edição, têm tido o desafio de lidar com uma produção cada vez mais numerosa de filmes, em grande parte produzidos de maneira independente, que dão visibilidade a experiências, memórias, demandas e saberes raramente divulgados pela mídia em geral. Nesse ponto, as atuais possibilidades de gravação e edição, até mesmo por pequenas câmeras digitais e celulares, viabilizam a produção audiovisual, ampliando as possibilidades de expressão e de comunicação de uma maior e mais diversa gama de sujeitos. Contribuir para que tais produtores contem com acesso a mais informações, técnicas e tecnologias, bem como fortalecer as oportunidades de difusão de suas criações faz parte da missão do Sesc, na medida em que se relaciona com a elevação da qualidade de vida desses indivíduos, seus públicos e respectivas comunidades.
Por meio de ações de fomento, difusão e formação em audiovisual, artes cênicas, artes visuais, literatura, música, patrimônio cultural e memória social, o Sesc integra públicos e realizadores, integrando também os diferentes territórios e culturas que compõem o nosso imenso país, permitindo aos cidadãos e cidadãs reconhecerem e refletirem o seu estar no mundo, fortalecerem a sua relação com o sensível, com o simbólico, qualificando a sua relação com os seus pares, com o seu ambiente e com o tempo histórico que habitam.
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