A Mostra Sesc de Cinema está no ar. De 1º a 30 de novembro, os amantes do cinema independente brasileiro poderão assistir, de forma gratuita e on-line, a 33 obras de todas as regiões do país vencedoras da V Mostra Sesc de Cinema (MSDC). São 26 curtas, três médias e quatro longas dos mais variados gêneros selecionados por uma equipe de curadoria formada por empregados da instituição de todo país.
(clique no título para assistir diretamente a obra)
Correria (AC) – 10 minutos, Ficção, 2021 Matador de índios tem encontro inusitado no fim.
A barca (AL) – 19 minutos, Ficção, 2020 Na noite de Natal, duas mulheres solitárias dialogam numa barca que desliza sobre as águas de uma lagoa escura e gelada. Um acontecimento inesperado deixará sua marca no término dessa travessia.
Qual é a grandeza? (BA) – 12 minutos, Documentário, 2022 Isaías decide viajar até a Ilha de Maré, na Bahia, para doar todos os seus filmes.
Na estrada sem fim há lampejos de esplendor (CE) – 11 minutos, Ficção, 2021 Uma vez, elu disse: quando fui embora de mim, adeus era tudo o que tinha para dizer. Nessa viagem, talvez não exista uma chegada. Só um caminho infinito.
Acaso (DF) – 71 minutos, Drama, 2021 A cidade, qualquer cidade, nos contém. A cidade, qualquer cidade, nos expulsa. Ruídos, claustrofobia e as salvadoras atividades cotidianas. Sobrevivemos na estrada, indo de um ponto a outro, na mesma pressa, todos desatentos na urgência do dia a dia. Obter alguma coisa, satisfazer uma necessidade, perseguir um desejo ou algo que nem se sabe nomear… esse caminho ninguém mais o percorre, a não ser o acaso.
Bestiário invisível (ES) – 13 minutos, Documentário experimental, 2021 Bestiário invisível é uma pequena coleção de monstros criados por um imaginário social heteronormativo compulsório e tóxico. A vida pode ser cruel para uma pessoa LGBTQIAP+ que vive no Brasil. Esse é um filme que nos lembra que o simples fato de existir já é um grande ato de resistência.
O destino está na origem (GO) – 52 minutos, Documentário, 2022 Um encontro revelador entre oito etnias indígenas, as caixeiras do Divino do Maranhão, a regente Renata Amaral e o produtor musical André Magalhães.
O mar e as folhas (MA) – 13 minutos, Documentário, 2021 História da artista visual Telma Lopes. Uma narrativa sobre arte, educação, sustentabilidade, política e mulheres fortes e inspiradoras.
Pyru´ã – A flor do centro da terra (MS) – 10 minutos, Ficção Na língua kaiowá, Floriza de Souza Silva narra a história do Kunumi, um menino indígena que vai em busca do Pyru´ã, a flor do seu umbigo, enterrado por sua avó quando ainda recém-nascido. Kunumi sente necessidade de procurá-lo e encontra o caminho através da escuta. Assim, o menino inicia a trajetória da sua aldeia ao seu lugar de pertencimento.
Abdução (MG) – 21 minutos, Ficção, 2021 Vovozona suspeita de algo estranho na favela, mas ninguém acredita. Em um final de semana, após o baile funk, finalmente desvenda este mistério.
Caçador de cabeças (PA) – 17 minutos, Animação, 2021 Um sádico caçador que sobrevive vendendo animais empalhados perde seu cachorro na floresta durante uma caçada noturna. Enquanto procura o cão, descobre que a mata esconde monstros tão horríveis quanto ele.
Remoinho (PB) – 12 minutos, Ficção, 2020 Após um longo período de afastamento, Maria retorna à casa de sua mãe. Ela está decidida a sair do remoinho que a fez voltar.
Kanau’Kyba – Kaminhos da Pedra (PR) – 12 minutos, Animação, 2021 “Kanau’Kyba” significa “kaminhos das pedras” em nossa língua Wapichana. Atravessamos diferentes paisagens que conectam as pedras do céu às pedras da terra ancestral. Das caminhadas nas pedras terrenas na Serra da Lua, em Roraima, na Terra Indígena Canauanim, nos conectamos às pedras no Paraná, na cidade de Kurityba. Campo em chamas. Das cinzas no Museu Nacional do Rio de Janeiro e a pedra do bendegó ao recado da borduna: não apagarão a nossa memória.
Manguebit (PE) – 101 minutos, Documentário, 2022 O mangue beat, movimento musical e estético que nasceu em Pernambuco nos anos 90, mudou a visibilidade das periferias e das manifestações culturais da região metropolitana de Recife e colocou o estado na rota do mercado musical mundial, após o lançamento de bandas como Chico Science e Nação Zumbi e Mundo Livre S.A. O filme Manguebit experimenta a liberdade do pensar do mangue por meio de uma linguagem multifacetada, que reúne ideias e ideais, refletindo a ousadia que deu vazão ao grande símbolo do movimento: uma antena parabólica enfiada na lama dos estuários.
Encarnado (PI) – 22 minutos, Ficção, 2021 No sertão do Piauí, Brasil, dois homens vivem um (re)encontro em viagens solitárias atravessadas por tempos e espaços expandidos. Dos alaridos do passado ao presente silencioso, Encarnado transita no limite espiritual e carnal da existência dos homens e animais. Um rito de caminhos ocultos, onde o chão acolhe a morte a cada geração.
Ladeira não é rampa (RJ) – 15 minutos, Documentário, 2021 Ladeira não é rampa é um filme que acompanha Antônio, um skatista que procura fazer suas manobras em uma cidade que não tem pista de skate, mas também não tem cinema.
Sideral (RN) – 15 minutos, Ficção, 2021 Na Base Aérea de Natal, o Brasil se prepara para lançar o primeiro foguete tripulado para o espaço. Este dia histórico afeta a vida de Marcela, Marcos e seus dois filhos. Ela é faxineira e ele, mecânico, mas ela sonha com outros horizontes…
Quando ousamos existir (RS) – 72 minutos, Documentário, 2022 O filme “Quando ousamos existir” revive a intensa luta político-cultural pela liberação e afirmação LGBT na década de 1970, até as primeiras ações de promoção da cidadania nos anos 80. Em mais de 40 anos do movimento LGBT brasileiro, suas ações confundem-se com as mudanças da democracia no país.
Santo Antônio das Cachoeiras (RO) – 33 minutos, Documentário, 2022 Animadoc sobre a localidade de Santo Antônio das Cachoeiras – onde foi fundada a 1ª Missão pelos jesuítas portugueses no rio Madeira. O relato aborda algumas das descobertas arqueológicas feitas ultimamente, enfatizando as ocupações indígenas pioneiras, centenas de anos antes da chegada dos colonizadores, o desaparecimento da Vila de Santo Antônio, da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, e o impacto dos projetos de colonização e mineração energética que mudaram a paisagem local.
MIKE (RR) – 25 minutos, Documentário, 2021 MIKE, narrado em primeira pessoa por Marcos Alessandro Edwards, nascido em Georgetown, República Cooperativa da Guiana, é um autorretrato íntimo de um artista, hoje naturalizado brasileiro e residindo em Boa Vista, que lembra, através de uma imersão na sua memória e na sua arte musical, os momentos que marcaram e provocaram mudanças singulares em sua vida: a do imigrante que conseguiu reconhecimento com sua arte musical, surgindo então, o cantor e compositor de reggae Mike Guy-Bras.
Isso sempre acontece (SC) – 15 minutos, Ficção, 2022 Ana é uma obstinada roteirista que, certa de que comédias não ganham prêmios, escreve uma tragédia. Em seguida, descobre que tudo o que escreve se torna realidade. Às vésperas de um fatídico futuro próximo, ela se vê diante da questão: qual o impacto da minha obra no mundo?
Germino pétalas no asfalto (SP) – 79 minutos, Documentário, 2022 Quando Jack inicia seu processo de transição de gênero, o Brasil mergulha em uma onda de extremo conservadorismo. Germino pétalas no asfalto acompanha as transformações em sua vida e no país, atravessados por um governo de extrema direita e por uma pandemia devastadora. Através de um relato íntimo do cotidiano de Jack e seus amigos, vemos florescer uma rede de afeto e solidariedade que se constitui em meio a um contexto adverso.
Cuna (SE) – 5 minutos, Animação, 2021 “Cuna” significa “origem”, “berço”, e nasce com uma única intenção: trazer uma reflexão ao público em geral sobre a importância da nossa inserção e do cuidado com as relações interpessoais e com o meio ambiente contrapondo a Covid-19. A compositora Camilla Campos, junto à designer gráfica Gabi Etinger e a artista audiovisual Manoela Veloso se unem e trazem – com esta linda animação para toda a família – os seus olhares sobre a grande pausa que a Covid-19 nos impôs.
O abraço logo vem (AL) – 2 minutos, Animação, 2020 Ninguém estava pronto para isso: sem dois beijinhos, sem um forró, sem rotina de trabalho, busão. Tudo está longe, todo mundo está longe, mas o abraço logo vem.
O Sonho de Zezinho (BA) – 20 minutos, Ficção, 2021 Embalado pelo sonho de se tornar cineasta, um menino de periferia inventa a sua maneira de fazer cinema.
Adeus, Querido Mandí (DF) – 15 minutos, Animação, 2021 Animação em curta-metragem que dialoga histórias da cosmologia do Alto Rio Negro com o conhecido mito japonês de Urashima Tarô. A trama parte de Mandí, um pescador do povo Manaós, que vive na Manaus de 1723, no auge da guerra liderada por Ajuricaba. Mandí e sua família são explorados pelos soldados do Forte de São José da Barra do Rio Negro que ficam com parte da sua roça e pesca. Certo dia, Mandí salva um imenso tracajá que ficou preso em uma de suas armadilhas de pesca. Em gratidão, o tracajá convida Mandí para a festa das rãs, que acontecerá no mundo subaquático do Rio Negro. Gravado inteiramente no idioma Baniwa, o mais próximo do falado pelos antigos Manaós, Adeus, querido Mandí foi produzido pela Rizoma Audiovisual, coproduzido pela Cambará Filmes e animado pela Lightstar Studios.
A primeira perda da minha vida (MG) – 24 minutos, Ficção, 2021 Um encontro casual entre um homem e uma garota de luto no meio de uma praça. Ela perdeu sua boneca. Este encontro desencadeará uma inesperada amizade em que ternura e imaginação transformarão a dor de uma perda em uma aventura poética. Essa história possivelmente aconteceu com o escritor tcheco Franz Kafka durante sua vida. Um dos escritores mais brilhantes do século XX, que dedicou seu precioso tempo a elaborar cartas fictícias escritas por uma boneca perdida.
Meu nome é Maalum (RJ) – 8 minutos, Animação, 2021 Maalum é uma menina negra brasileira que nasce e cresce em um lar rodeado de amor e de referências afrocentradas. Logo que Maalum sai do seio de sua casa, ela se depara com os desafios impostos pelos discursos e práticas de uma sociedade racista. Assim que ela chega na escola, todos riem do seu nome. Ela não entende o porquê e, com ajuda da sua família, Maalum vai descobrir o significado, e a tristeza se transforma em orgulho através da sua ancestralidade.
O fundo dos nossos corações (RJ) – 21 minutos, Ficção, 2021 Joana, uma curiosa menina de 7 anos, quer descobrir como veio ao mundo de duas barrigas.
Criatura (RS) – 8 minutos, Animação, 2021 Depois de perder seu cãozinho de estimação, Bruno recebe a visita de uma criatura que virá a ser seu grande parceiro de aventuras. Zumbata é um enorme ciclope amarelo fruto da fértil imaginação do menino. Juntos descobrem que a vida real não basta.
Letícia, Monte Bonito, 04 (RS) – 19 minutos, Ficção, 2020 No interior do Rio Grande do Sul, Laís conhece a intensa Letícia, com quem passa uma tarde letárgica de verão.
Rabiola (RR) – 14 minutos, Ficção, 2021 Bernardo, um garoto brasileiro, Jeferson e Joisiris, duas crianças venezuelanas, travam uma batalha no céu para ver quem derruba o papagaio de quem. Quando isso acontece, uma nova disputa começa.
Cadim – 6 minutos, Animação, 2022 Cadim conta a história de seu Zé, que, acompanhado de Chico, um pássaro preso em uma frágil gaiola, anda em busca de terras para sua subsistência.
De 1º a 30 de novembro estão disponíveis filmes de todas as regiões do Brasil de forma on-line e gratuita
Os amantes do cinema independente brasileiro poderão assistir, de forma gratuita e on-line, a 33 obras de todas as regiões do país vencedoras da V Mostra Sesc de Cinema (MSDC) entre os dias 1º a 30 de novembro. No total, 27 curtas, dois médias e quatro longas estarão disponíveis. Entre os temas dos filmes selecionados estão protagonismo feminino, povos originários, questões ambientais e sociais, arte e outros.
Assista clicando nos links abaixo: Panorama Brasil | Panorama Infanto-Juvenil
Ao longo de todo o mês de novembro serão exibidas obras de 22 estados e do Distrito Federal. Também serão disponibilizadas dez produções infanto-juvenis, de realizadores de Alagoas, Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima e São Paulo. Dos filmes selecionados nesse ano, 20 foram realizados por homens e 13 por mulheres, o que demonstra a presença feminina cada vez maior na produção audiovisual nacional. A programação do evento contará ainda com a exibição de mostras nos panoramas estaduais com mais 305 filmes, ampliando ainda mais a visibilidade para cineastas de cada estado.
A MSDC
A Mostra Sesc de Cinema vem se consolidando como um dos principais canais de incentivo e fomento ao cinema independente do país. O projeto reúne produções que não conseguem encontrar espaço nos circuitos comerciais de cinema. Em 2022, chega a sua quinta edição premiando, com mais de R$ 100 mil em licenciamentos, obras vencedoras da mostra nacional.
Lançado em 2017, o concurso busca incentivar e dar visibilidade à produção cinematográfica brasileira que não chega ao circuito comercial de exibição, contribuindo para a promoção e o lançamento de novos talentos de todo o país.
A coleção Sonora Brasil reunirá materiais dos 24 anos do projeto. Serão mais de 400 registros fonográficos de músicas captadas durante as turnês dos grupos que participaram do projeto, e que estarão disponíveis on-line para estudantes, pesquisadores e demais interessados. A primeira parte da coleção com todos os catálogos, informações dos grupos, letras de músicas, e artigos de especialistas sobre cada temática abordada, já estão disponíveis na plataforma. Clique aqui para acessar.
Experiência Sonora Brasil apresenta parte da grande diversidade da música brasileira a partir das expressões musicais que integraram a programação do projeto Sonora Brasil, realizado pelo Sesc desde 1998. Em 20 anos de história, 85 grupos realizaram 5.726 apresentações em mais de 150 cidades para cerca de 600 mil espectadores.
Para comemorar os 20 anos de existência do projeto foi elaborada uma exposição que apresenta a diversidade da música brasileira exibida desde a primeira edição do projeto, por meio de recursos audiovisuais, instrumentos, depoimentos e documentos.
O processo de pesquisa e desenvolvimento dos conteúdos valoriza a história e a memória do patrimônio musical brasileiro e torna acessíveis ao público expressões musicais pouco difundidas. Diante das inúmeras possibilidades de análises dos temas abordados nestes 20 anos, a exposição Experiência Sonora Brasil foi organizada nos eixos Tradição, Criação, Recriação e Expressão, que relacionam os temas abordados ao longo das edições do projeto. Cientes do entrecruzamento das temáticas e dos limites tênues entre os eixos, optamos por uma abordagem conceitual que envolva o espectador sem as referências de classificações de gêneros, estilos ou qualquer outra que possa simplificar a fruição.
Desde 1998 promove a circulação de artistas/grupos musicais das cinco regiões do país. Os concertos, temáticos, abordam aspectos históricos da música no Brasil e contemplam programas inéditos divididos em quatro recortes cada um apresentado por um grupo. A curadoria formada por técnicos do Sesc de todos os estados, responsáveis pela programação da área de Música, é a responsável pela pesquisa e definição dos temas, e pela seleção dos quatro grupos contratados para sua apresentação.
Ao longo de 25 anos, o projeto contou com a participação de 85 artistas/grupos, totalizando 481 músicos participantes, e foram realizadas mais de 6.000 apresentações em cerca de 150 cidades brasileiras.
COLEÇÃO SONORA BRASIL
A coleção Sonora Brasil reúne materiais dos 24 anos do projeto. São catálogos, informações dos grupos, letras de músicas, artigos de especialistas sobre cada temática abordada, e registros fonográficos de músicas captadas durante as turnês dos grupos que participaram do projeto. Clique aqui e acesse.
1ª edição – 1998
TEMAS:
MÚSICA IBERO-BRASILEIRA
MÚSICA ARMORIAL
MÚSICA BRASILEIRA
MÚSICA MODERNA DO BRASIL
GRUPOS:
QUADRO CERVANTES (RJ)
QUARTETO ROMANÇAL (PE)
QUINTETO LATINO AMERICANO DE SOPROS DA PARAIBA (PB)
CAMERATA CONTEMPORÂNEA DO RIO DE JANEIRO (RJ)
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2ª edição – 1999
MÚSICA PORTUGUESA À ÉPOCA DO DESCOBRIMENTO
MÚSICA DO POVO DO BRASIL
MÚSICA DO BRASIL COLONIAL
MÚSICA DO BRASIL RURAL
MÚSICA ANTIGA DA UFF (RJ)
ANIMA (SP)
TERRA BRASILLIS (RJ)
NELSON DA RABECA E CONJUNTO (AL)
Obs.: Etapa especial com o conjunto Suíço “ENSEMBLE TURICUM”, de Zurique, com o programa “O AMOR BRASILEIRO”, acontecido nos estados de PE, CE, SC e PR.
3ª edição – 2000
VIOLÃO BRASILEIRO
CORDAS BRASILEIRAS
MÚSICA CONTEMPORÂNEA DO BRASIL
TURÍBIO SANTOS (RJ)
QUARTETO IGUAÇU (PR)
MANHATTAN ORCHESIS (EUA)
DUO JOAQUIM ABREU E PAULO PASSOS (SP/RJ)
4ª edição – 2001
CANTIGAS IBÉRICAS MEDIEVAIS
GUERREIROS e TORÉS
JONGOS, VISSUNGOS e LUNDUNS
ROMANCES e MODINHAS
AURORA BOREALIS (NORUEGA)
A PARTE (AL)
GRUPO CULTURAL JONGO da SERRINHA (RJ)
NAU de TODOS os CANTOS (HOLANDA/PORTUGAL)
5ª edição – 2002
SOPROS DO BRASIL
VOZES BRASILEIRAS
VIOLAS DO BRASIL
PERCUSSÕES BRASILEIRAS
QUINTETO VILLA-LOBOS (RJ)
MADRIGAL VOCALE (PR)
ROBERTO CORRÊA/ BADIA MEDEIROS/PAULO FREIRE (DF/GO/SP)
JAMBARR (BRASIL/AFRICA/MARROCOS)
6ª edição – 2003
MÚSICA DO NORDESTE DO BRASIL.
MÚSICA DO SUDESTE DO BRASIL.
MÚSICA DO SUL DO BRASIL.
MÚSICA DO NORTE DO BRASIL.
LIA DE ITAMARACÁ e CONJUNTO (PE)
O QUINTO (RJ/MG)
MESTRE EUGÊNIO e os TOCADORES DE PARANAQUÁ (PR)
ARRAIAL DO PAVULAGEM (PA)
7ª edição – 2004
VIRTUDE E PROMESSAS
LABORES E BRINQUEDOS
BENÇAS E REMÉDIO
PECADO DAS ORELHAS
CAMERATA ATHAÍDE (MG)
MESTRE SALUSTIANO E CONJUNTO (PE)
IRMANDADE DA CRUZ (CE)
TRADSJONEL MÙSICA (BRASIL/NORUEGA)
8ª edição – 2005
NELSON DA RABECA e CONJUNTO (AL)
9ª edição – 2006.
SAMBA DE VIOLA DO RECÔNCAVO BAIANO
SONS DO TRIÂNGULO ATLÂNTICO
TRADIÇÕES SONORAS DA ILHA DO DESTERRO
SUITE AFRO-RECIFENSE
OS FILHOS DA PITANGUEIRA (BA)
BANZA (PR)
GENTIL DO OROCONGO E CONJUNTO (SC)
CORIN ORIXÁ (PE)
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10ª edição – 2007
MODOS NOVOS
NOVA ORGANOLOGIA
TONOS NOVOS
NOVA TÍMBRICA
GRUPO DE PERCUSSÃO DA UFBA (BA)
EGILDO VIEIRA E CONJUNTO (PE)
RAÍZES CABOCLAS (AM)
RE-TOQUES (RJ)
11ª edição – 2008
TEMA: HEITOR VILLA-LOBOS
ORQUESTRA DO ESTADO DE MATO GROSSO (MT)
DUO EBERHARDET/LLERENA (SC)
QUARTETO DE SOPROS DA AMAZÔNIA (AM)
MADRIGAL PAIDÉIA (PR)
12ª edição – 2009
TEMA: VIOLÃO BRASILEIRO
JOÃO PEDRO BORGES (MA) E DANIEL WOLFF (RS)
HENRIQUE ANNES (PE) E MARCELO FERNANDES (MS)
SALOMÃO HABIB (PA) E FABRÍCIO MATTOS (PR)
ALUÍSIO LAURINDO JR. (AM) E NICOLAS DE SOUZA BARROS (RJ)
13ª edição – 2010
TEMAS: A OBRA DE CLAUDIO SANTORO GUERRA-PEIXE
QUARTETO DE BRASÍLIA (DF)
QUINTETO LATINO-AMERICANO DE SOPROS DA PARAÍBA (PB)
QUINTETO LEÃO DO NORTE (PE)
CONJUNTO GYN CÂMERA (GO)
Em 2011 tem início o planejamento bianual
14ª e 15ª edições – 2011/2012
TEMA: SAGRADOS MISTÉRIOS: VOZES DO BRASIL
CAIXEIRAS DO DIVINO (MA)
COMITIVA DE SÃO BENEDITO DA MARUJADA DE BRAGANÇA (PA)
BANDA DE CONGO PANELA DE BARRO (ES)
QUARTETO COLONIAL (RJ)
TEMA: SOTAQUES DO FOLE
GILBERTO MONTEIRO E GRUPO (RS)
TRUVINCA E GRUPO (PE)
DUO FERRAGUTTI / KRAMER (SP/RS)
DINO ROCHA E GRUPO (MS)
16ª e 17ª edições – 2013/2014
TEMA: EDINO KRIEGER E AS BIENAIS DE MÚSICA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA
DUO CANCIONÂNCIAS (MS/RS)
OCTETO DO POLYPHONIA KHOROS (SC)
QUINTETO BRASÍLIA (DF)
QUARTETO BELMONTE (RJ)
TEMA: TAMBORES E BATUQUES
ALABÊ ÔNI (RS) – O TAMBOR DE SOPAPO
RAÍZES DO BOLÃO (AP) – MARABAIXO E BATUQUE
SAMBA DE CACETE DA VACARIA (PA) – O SAMBA DE CACETE
RAÍZES DO SAMBA DE TOCOS (BA) – O SAMBA DE RODA
18ª e 19ª edições – 2015/2016
TEMA: VIOLAS BRASILEIRAS
FERNANDO DEGHI E MARCUS FERRER (PR/RJ) – VIOLAS EM CONCERTO
PAULO FREIRE E LEVI RAMIRO (SP) – VIOLAS CAIPIRAS
ANTÔNIO MADUREIRA, IVANILDO VILANOVA E CÁSSIO NOBRE (PE/BA) – VIOLAS NO NORDESTE
RODOLFO VIDAL, SIDNEI DUARTE E MAURÍCIO RIBEIRO (SP/MT/TO) – VIOLAS SINGULARES
TEMA: SONOROS OFÍCIOS – CANTOS DE TRABALHO
GRUPO ILUMIARA (MG)
CANTADEIRAS DO SISAL E ABOIADORES DE VALENTE (BA)
QUEBRADEIRAS DE COCO BABAÇU (MA)
DESTALADEIRAS DE FUMO DE ARAPIRACA E MESTRE NELSON ROSA (AL)
20ª e 21ª edições – 2017/2018
TEMA: BANDAS DE MÚSICA: FORMAÇÕES E REPERTÓRIOS
BANDA MANAUENSE (AM)
CORPORAÇÃO MUSICAL CEMADIPE (GO)
QUINTETO DE METAIS DA UFBA (BA e RJ)
SOCIEDADE MUSICAL UNIÃO JOSEFENSE (SC)
TEMA: NA PISADA DOS COCOS
COCO DE TEBEI (PE)
COCO DE ZAMBÊ (RN)
COCO DO IGUAPE (CE)
SAMBA DE PAREIA DA MUSSUCA (SE)
22ª edição – 2019
TEMA: A MÚSICA DOS POVOS ORIGINÁRIOS DO BRASIL
GRUPO TEKO GUARANI DO POVO MBYÁ-GUARANI (PORTO ALEGRE — RS)
GRUPO NÓG GÃ DO POVO KAINGANG (SÃO LEOPOLDO — RS)
GRUPO DZUBUCUÁ DO POVO KARIRI-XOCÓ ( PO R T O R E A L D O C O L É G I O — A L )
GRUPO MEMÓRIA FULNI-Ô DO POVO FULNI-Ô ( Á G U A S B E L A S — P E )
GRUPO BYJYYTY OSOP AKY DO POVO KARITIANA ( P O R T O V E L H O — R O )
GRUPO WAGÔH PAKOB DO POVO PAITER SURUI (TERRA INDÍGENA SETE DE SETEMBRO — RO)
G R U P O WI YA E
TEMA: LÍRICAS FEMININAS: A PRESENÇA DA MULHER NA MÚSICA BRASILEIRA
LÍRICAS NEGRAS – GEORGIA CAMARA (RJ), VANESSA MELO (BA), ROSA REIS (MA) E NEGRAVAT (SP)
LÍRICAS TRANSCENDENTES – DÉA TRANCOSO (MG), CEUMAR (MG), CÁTIA DE FRANÇA (PB)
LÍRICAS HISTÓRICAS – GABRIELA GELUDA (RJ), ANASTÁCIA RODRIGUES (PE), PRISCILLA ERMEL (SP) E VANJA FERREIRA (RJ)
LÍRICAS MODERNAS- LUCINA (MT), BADI ASSAD (SP) E REGINA MACHADO (SP)
No biênio 2024/2025, a temática “Encontros, tempos e territórios” destaca um aspecto fundamental do Sonora Brasil, que é o olhar, a escuta e a valorização das territorialidades, da diversidade e das memórias por meio da expressão de seus autores e intérpretes. Ao entender a música como produto de tempo e território que reflete e dialoga com a sociedade e tempos históricos. A curadoria, composta por profissionais do Sesc dos 27 Departamentos Regionais e três Polos do Sesc representando todos dos estados do Brasil, partiu de uma representatividade das cinco regiões e do conceito de intergeracionalidade e diálogos entre tradição e contemporâneidade, local e universal para selecionar um grupo diverso de 20 artistas. Os artistas foram convidados para se unirem em dez duplas e criarem espetáculos inéditos para o projeto. Os encontros mostram a relação entre tempos históricos e territórios nas criações artísticas e trazem em suas músicas, paisagens de territórios a relação com diferentes movimentos musicais da música popular brasileira nas cinco regiões do país. Em 2024 cinco duplas circularão pelos estados das Regiões Norte e Nordeste e as outras cinco pelas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, ao todo o projeto passará por 56 cidades realizando um total de 214 apresentações.
Inscreva-se aqui para o II Fórum Nacional Sesc de Juventudes
O II Fórum Nacional Sesc de Juventudes do LABmais está com as inscrições abertas de hoje (23) até dia 03 de outubro para o público em geral. O fórum é uma ação educativa que visa inserir a cultura de criação de conteúdo para mídia digital junto aos jovens com uso das linguagens do audiovisual, música, artes visuais, literatura e artes cênicas. O evento é uma das ações do Projeto Laboratório Sesc de Mídias, Tecnologias e Juventudes (LABmais) e será realizado entre 05 e 07 de outubro no Polo Educacional Sesc, no Rio de Janeiro.
A programação foi pensada e articulada com as juventudes dos Laboratórios dos estados em diálogo com a Agenda 2030 da ONU (Organização das Nações Unidas) para que a agenda cultural possa colaborar com os 17 objetivos do desenvolvimento sustentável. “As juventudes são potentes e plurais e o Sesc, na sua atuação nos muitos territórios desse Brasil, pode contribuir para o desenvolvimento humano e social desse grupo social por meio de suas ações ligadas à cultura, educação, assistência, saúde e lazer”, destaca Janaina Cunha (Diretora de Programas Sociais do Departamento Nacional do Sesc).
O fórum é desenvolvido em duas etapas. A primeira foi realizada no Sesc em 14 estados (Acre, Distrito Federal, Espirito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, São Paulo, Sergipe e Rio Grande do Sul), além do Polo Educacional e do Polo Sociocultural Sesc Paraty, no Rio de Janeiro, e do Polo Socioambiental Sesc Pantanal, no Mato Grosso. A etapa nacional reúne todo esse aprendizado dos debates regionais na ação do LABmais.
Os interessados tem até o próximo dia 3 de outubro para realizar sua inscrição. Elas são gratuitas e podem ser feitas clicando aqui .
IMPORTANTE: Após efetivar sua inscrição, você precisa escolher as atividades que deseja participar. É só voltar na página de inscrição, ir para atividades e clicar em “quero participar das atividades” e escolher as que você quiser.
Faça o download aqui:
5 de outubro:
12h às 14h (Hall do Teatro): Credenciamento
14h às 14h30 (Teatro): Abertura com Gerência de Cultura do Departamento Nacional do Sesc e Direção do Polo Educacional Sesc
14h30 às 16h (Teatro): Aquário de Debates “Juventudes plurais: produção de cultura em nossas mãos”
16h às 16h30 (Teatro): Intervalo
16h30 às 18h (Salas): Oficinas
18h às 19h (Teatro): Intervalo + Lanche
19h às 20h30 (Teatro): Espetáculo Cênico “Nem todo filho vinga” – Cia Cria do Beco – Classificação 14 anos
6 de outubro:
14h às 15h30 (Teatro): “Economia Coletiva e Criatividades Confluentes” (inscrições com limite de 150 pessoas)
14hàs 15h30 (Biblioteca): “Diálogos Territoriais e Sustentabilidade Cultural”
15h30 às 16h (Teatro): Intervalo
16h às 18h (Salas): Oficinas
19h às 20h30 (Teatro): Exibição de Curtas
7 de outubro
14h às 15h30 (Teatro): “Patrimônios Culturais e Comunicação Social”
14h às 15h30 (Biblioteca): “Conexões, engajamento e mercado no mundo virtual”
19h às 20h30 (Teatro): Espetáculo Musical “#estudeofunk” – Classificação 16 anos
O #estudeofunk é um projeto que promove uma imersão artística para novos artistas e profissionais do funk carioca, com aulas sobre a indústria musical, além de exercitar o lado criativo construindo novas coreografias, composições, gravando e criando novos beats. O #estudeofunk apresenta nesse show uma nova safra de lançamentos musicais e um elenco de artistas formado por uma diversidade que explode em criatividade e energia! Os cria do #estudeofunk são o estouro do balão! Prepare-se que o baile vai começar!!!
Mediação: Wallace Rocha (Centro Cultural do Polo Educacional Sesc)
Você ainda tem dúvidas sobre o evento? Preparamos esse FAQ com as principais perguntas sobre como participar!
A produção musical de seis grupos indígenas que circularam pelo país em 2019 em apresentações do Sonora Brasil compõe o álbum Música dos Povos Originários do Brasil, do Selo Sesc. O terceiro álbum da Coleção Sonora Brasil foi disponibilizado dia 19 de setembro na plataforma Sesc Digital e será lançado nas demais plataformas de áudio no mês de outubro.
Gravado em som direto nos estúdios do Sesc Casa Amarela, em Recife (PE), o disco conta também com composições do grupo Wiyae, que reúne os trabalhos da artista indígena Djuena Tikuna (AM) e da cantora e pesquisadora Magda Pucci (SP), em releituras de músicas indígenas de diversos povos e composições próprias relacionadas a este universo. São 21 faixas que trazem no repertório o registro de vivências cotidianas e ritualísticas de diferentes etnias indígenas.
Considerado o maior projeto de circulação musical do país, o Sonora Brasil tem o objetivo de mapear e difundir, por meio de apresentações musicais acústicas comentadas, as mais diversas manifestações culturais presentes no território nacional. Em seus 24 anos, o projeto mantém uma programação centrada na diversidade cultural brasileira, fruto da curadoria de profissionais do Sesc de todo país.
Simpósio
O trabalho do Sonora Brasil de difusão da música dos povos originários resultou no convite à participação no Simpósio dos Grupos de Estudos do ICTM de Etnomusicologia Aplicada, realizado de 21 a 24 de setembro no Rio de Janeiro, que tem como tema Sustentabilidade por meio de práticas de música e dança: comunidade, meio ambiente, patrimônio cultural e descolonização. O projeto apresentou sua experiência de mediação entre culturas através da preparação de sete grupos para um circuito de apresentações por 42 cidades brasileiras e o registro e difusão desses repertórios.