A edição de 2026 parte da compreensão de que essas sonoridades não pertencem apenas ao passado ou às referências históricas da música brasileira. Elas seguem vivas em práticas comunitárias, celebrações populares, rituais, repertórios de terreiro, cantos ancestrais e cenas contemporâneas que continuam reinventando modos de criar, cantar, tocar e narrar o mundo. Reverberações Afro e Indígenas é um convite a escutar o Brasil por suas camadas mais profundas e, ao mesmo tempo, mais atuais. Um país feito de encontros, confluências, deslocamentos, permanências e pactos possíveis. Um país que carrega muitas histórias pouco ouvidas, mas que segue encontrando na música uma forma de fazê-las ressoar novamente. A edição reúne quatro grupos musicais representativos de diferentes regiões do país, compondo uma circulação nacional que se desdobra em apresentações, trocas e ações formativas. Ao todo, o projeto passará por 42 cidades realizando um total de 130 apresentações.
Inscreva-se aqui para o II Fórum Nacional Sesc de Juventudes
O II Fórum Nacional Sesc de Juventudes do LABmais está com as inscrições abertas de hoje (23) até dia 03 de outubro para o público em geral. O fórum é uma ação educativa que visa inserir a cultura de criação de conteúdo para mídia digital junto aos jovens com uso das linguagens do audiovisual, música, artes visuais, literatura e artes cênicas. O evento é uma das ações do Projeto Laboratório Sesc de Mídias, Tecnologias e Juventudes (LABmais) e será realizado entre 05 e 07 de outubro no Polo Educacional Sesc, no Rio de Janeiro.
A programação foi pensada e articulada com as juventudes dos Laboratórios dos estados em diálogo com a Agenda 2030 da ONU (Organização das Nações Unidas) para que a agenda cultural possa colaborar com os 17 objetivos do desenvolvimento sustentável. “As juventudes são potentes e plurais e o Sesc, na sua atuação nos muitos territórios desse Brasil, pode contribuir para o desenvolvimento humano e social desse grupo social por meio de suas ações ligadas à cultura, educação, assistência, saúde e lazer”, destaca Janaina Cunha (Diretora de Programas Sociais do Departamento Nacional do Sesc).
O fórum é desenvolvido em duas etapas. A primeira foi realizada no Sesc em 14 estados (Acre, Distrito Federal, Espirito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, São Paulo, Sergipe e Rio Grande do Sul), além do Polo Educacional e do Polo Sociocultural Sesc Paraty, no Rio de Janeiro, e do Polo Socioambiental Sesc Pantanal, no Mato Grosso. A etapa nacional reúne todo esse aprendizado dos debates regionais na ação do LABmais.
Os interessados tem até o próximo dia 3 de outubro para realizar sua inscrição. Elas são gratuitas e podem ser feitas clicando aqui .
IMPORTANTE: Após efetivar sua inscrição, você precisa escolher as atividades que deseja participar. É só voltar na página de inscrição, ir para atividades e clicar em “quero participar das atividades” e escolher as que você quiser.
Faça o download aqui:
5 de outubro:
12h às 14h (Hall do Teatro): Credenciamento
14h às 14h30 (Teatro): Abertura com Gerência de Cultura do Departamento Nacional do Sesc e Direção do Polo Educacional Sesc
14h30 às 16h (Teatro): Aquário de Debates “Juventudes plurais: produção de cultura em nossas mãos”
16h às 16h30 (Teatro): Intervalo
16h30 às 18h (Salas): Oficinas
18h às 19h (Teatro): Intervalo + Lanche
19h às 20h30 (Teatro): Espetáculo Cênico “Nem todo filho vinga” – Cia Cria do Beco – Classificação 14 anos
6 de outubro:
14h às 15h30 (Teatro): “Economia Coletiva e Criatividades Confluentes” (inscrições com limite de 150 pessoas)
14hàs 15h30 (Biblioteca): “Diálogos Territoriais e Sustentabilidade Cultural”
15h30 às 16h (Teatro): Intervalo
16h às 18h (Salas): Oficinas
19h às 20h30 (Teatro): Exibição de Curtas
7 de outubro
14h às 15h30 (Teatro): “Patrimônios Culturais e Comunicação Social”
14h às 15h30 (Biblioteca): “Conexões, engajamento e mercado no mundo virtual”
19h às 20h30 (Teatro): Espetáculo Musical “#estudeofunk” – Classificação 16 anos
O #estudeofunk é um projeto que promove uma imersão artística para novos artistas e profissionais do funk carioca, com aulas sobre a indústria musical, além de exercitar o lado criativo construindo novas coreografias, composições, gravando e criando novos beats. O #estudeofunk apresenta nesse show uma nova safra de lançamentos musicais e um elenco de artistas formado por uma diversidade que explode em criatividade e energia! Os cria do #estudeofunk são o estouro do balão! Prepare-se que o baile vai começar!!!
Mediação: Wallace Rocha (Centro Cultural do Polo Educacional Sesc)
Você ainda tem dúvidas sobre o evento? Preparamos esse FAQ com as principais perguntas sobre como participar!
A produção musical de seis grupos indígenas que circularam pelo país em 2019 em apresentações do Sonora Brasil compõe o álbum Música dos Povos Originários do Brasil, do Selo Sesc. O terceiro álbum da Coleção Sonora Brasil foi disponibilizado dia 19 de setembro na plataforma Sesc Digital e será lançado nas demais plataformas de áudio no mês de outubro.
Gravado em som direto nos estúdios do Sesc Casa Amarela, em Recife (PE), o disco conta também com composições do grupo Wiyae, que reúne os trabalhos da artista indígena Djuena Tikuna (AM) e da cantora e pesquisadora Magda Pucci (SP), em releituras de músicas indígenas de diversos povos e composições próprias relacionadas a este universo. São 21 faixas que trazem no repertório o registro de vivências cotidianas e ritualísticas de diferentes etnias indígenas.
Considerado o maior projeto de circulação musical do país, o Sonora Brasil tem o objetivo de mapear e difundir, por meio de apresentações musicais acústicas comentadas, as mais diversas manifestações culturais presentes no território nacional. Em seus 24 anos, o projeto mantém uma programação centrada na diversidade cultural brasileira, fruto da curadoria de profissionais do Sesc de todo país.
Simpósio
O trabalho do Sonora Brasil de difusão da música dos povos originários resultou no convite à participação no Simpósio dos Grupos de Estudos do ICTM de Etnomusicologia Aplicada, realizado de 21 a 24 de setembro no Rio de Janeiro, que tem como tema Sustentabilidade por meio de práticas de música e dança: comunidade, meio ambiente, patrimônio cultural e descolonização. O projeto apresentou sua experiência de mediação entre culturas através da preparação de sete grupos para um circuito de apresentações por 42 cidades brasileiras e o registro e difusão desses repertórios.
Maior iniciativa brasileira de circulação musical, o Sonora Brasil traz na edição de 2022 o tema Culturas Bantu: afro-sonoridades tradicionais e contemporâneas, que destaca a contribuição dos povos de línguas bantu para a música brasileira. Este ano, o projeto retoma o formato presencial, com apresentações realizadas por grupos locais, em um total de 28 artistas e grupos musicais de 23 estados brasileiros e Distrito Federal.
As primeiras manifestações musicais reconhecidas como origem da música popular brasileira era chamadas de batuque ou samba, palavras de comprovada origem africana, e ocorriam principalmente no ambiente rural, nos momentos de lazer e festejos dos trabalhadores africanos, ainda ecravizados na época. Com as migrações internas da população negra, os sambas rurais como o cateretê, o coco alagoano e pernambucano, o caxambu mineiro,o tambor-de-crioula maranhense, o lundu baiano, entre outros, começaram a chegar nas cidades, incorporando novos elementos e narrativas.
Apesar da música ser o elemento central do debate, ao abordar esse tema o Sonora Brasil busca estimular leituras que possam aprofundar a discussão sobre a influência das culturas de matriz africana no país. As apresentações do circuito são de caráter essencialmente acústico, como forma de valorizar a autenticidade musical das obras. Uma curadoria formada por profissionais do Sesc é responsável pela seleção dos temas e grupos que integram a programação.
Os bantus têm um papel significativo na formação cultural brasileira e na identidade nacional, seja pelo legado linguístico, pela cultura popular como as artes manuais e culinária, nas práticas agrícolas ou na origem de ritmos e expressões musicais como o samba, o maracatu, a congada, o jongo e a capoeira. A contribuição na nossa formação linguística é expressiva, são inúmeras as palavras presentes em nosso vocabulário que influenciaram nossa língua, entre estas angu, caçula, fubá, miçanga e quitute.
Como primeiros negros vindos da África para o Brasil, há mais de 400 anos, trouxeram consigo uma tradição cultural e religiosa muito forte. Assim, sua importância também está na construção da religiosidade do país, responsáveis pelas primeiras práticas de sincretismo afro-religioso e pioneiros nas religiões de matrizes africanas, principalmente a Umbanda e o Candomblé.
O Plataforma Cena é um projeto que habita os desejos da equipe de Artes Cênicas desde longa data. Em nossas andanças pelo Brasil, por meio da atuação na Rede Sesc de Intercâmbio e Difusão das Artes Cênicas, temos o privilégio de conhecer e colaborar com inúmeros projetos e artistas do circo, da dança e do teatro, firmando o compromisso do Sesc com o fomento da cultura em todo o país. Nesses encontros, ficávamos refletindo como seria possível gerar um acervo de tantas experiências significativas que pudessem reverberar ainda mais diretamente nas nossas ações, inspirar parceiros e divulgar de modo articulado o que a instituição realiza na capilaridade intensa e única que lhe é peculiar.
Confirmando a sua posição como uma das principais iniciativas de promoção do cinema independente no Brasil, a Mostra Sesc de Cinema – MSDC recebeu, em sua quinta edição, mais de 1.600 inscrições. A divulgação dos filmes selecionados ocorreu nesta sexta-feira, 12 de agosto, e 33 produções, sendo quatro longas, três médias e 26 curtas, que serão exibidos na mostra nacional on-line, a ser realizada em outubro. Dos filmes selecionados, 20 foram realizados por homens e 13 por mulheres, o que demonstra a consolidação do equilíbrio entre os gêneros, uma forte tendência observada desde a primeira edição.
No total, 305 filmes, sendo 189 de realizadores e 130 de realizadoras de todas as regiões do Brasil, foram selecionados para exibição, entre mostras estaduais, regional e nacional. O concurso o distribuirá mais de R$ 100 mil em licenciamentos aos cineastas vencedores da mostra nacional, o que chancela o compromisso da instituição com a cena audiovisual brasileira. A exibição vai trazer uma produção de cada um dos 22 estados participantes e do Distrito Federal no circuito intitulado Panorama Brasil, além de dez filmes em uma mostra especial voltada à infância e à juventude. A edição nacional foi estruturada para ocorrer em ambiente virtual – da seleção à exibição. Já as Mostras Estaduais retomarão as exibições presenciais, proporcionando o encontro com os realizadores, o que é um destaque positivo e necessário desta edição. As obras foram avaliadas por comissões estaduais formadas por profissionais do Sesc e especialistas convidados.
Conheça os 33 filmes selecionados para a V Mostra Sesc de Cinema:
Confira a lista completa dos selecionados clicando aqui
“Quando eu penso no futuro, não esqueço o meu passado” é o tema III Seminário Sesc Etnicidades, que será realizado entre os dias 10 e 12 de agosto, no Sesc 24 de Maio, em São Paulo. O evento tem como objetivo tratar do protagonismo de pessoas indígenas e negras, por meio de uma programação centrada na diversidade cultural.
O seminário abre a realização do Projeto Sesc Identidades Brasilis e se propõe a mediar a história e as culturas que caracterizam a formação da população brasileira, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o indígena na formação da sociedade nacional.
O projeto acontece os estados do Acre, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Sergipe, Tocantins, Santa Catarina e São Paulo, além do Distrito Federal.
Durante o Seminário, serão discutidos universos artísticos e culturais desses dois grupos sociais. Serão apresentadas produções artísticas e haverá espaço para o diálogo sobre as memórias das sociedades originárias e afrodiaspóricas, além da discussão sobre as construções históricas que legitimaram sua marginalização ao longo dos séculos de formação do país.
Foram convidadas pessoas negras e indígenas para conduzir os debates. Entre eles, Leda Maria Martins, Rainha de Nossa Senhora das Mercês da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário no Jatobá, em Belo Horizonte; Sandra Benites, curadora, educadora e pesquisadora Guarani-Nhandeva; Naine Terena, mulher do povo Terena, pesquisadora e professora universitária, curadora e artista educadora, além de Deba Tacana, filha de indígenas e ciganos, é pesquisadora, educadora e ceramista.
“Ao oferecermos uma programação centrada na diversidade cultural, podemos contribuir para fortalecer essas heranças e o desenvolvimento do ser humano, visando uma melhor compreensão de si mesmo, das suas potencialidades, do contexto em que vive e de sua capacidade de realizar escolhas e colaborar com a coletividade”, pontua Leonardo Moraes Batista, Analisa de Cultura responsável pela área Arte Educação do Departamento Nacional do Sesc.
As inscrições podem ser feitas pelo link: http://seminario.cfinternet.sescsp.org.br/index.cfm?cgs_codigo=09620
PROGRAMAÇÃO
Sesc 24 de Maio
R. 24 de Maio, 109 – República, São Paulo
DIA 10 – Tarde/Noite (Quarta-feira)
16h às 20h: Credenciamento
Local: foyer do teatro – 1º subsolo
18h às 19h: Cortejo com Ilú Obá de Min
Através de suas composições, o Bloco Afro Ilú Obá de Min revive os 17 anos de existência e a produção de suas “femenagens” para Leci Brandão, Elza Soares, Lia de Itamaracá, Carolina Maria de Jesus, Raquel Trindade, Rainha Nzinga, Nega Duda, entre outras. O cortejo marca os 17 anos de história do Ilú Obá de Min e traz as canções mais representativas do bloco. As músicas trazem referências artísticas que permeiam o trabalho do bloco, como o jongo, a ciranda, o maracatu, o ijexá e pesquisas em torno dos ritmos malinkês da África do Oeste e o candombe, ritmo afro-uruguaio.
Local: início na Área de Convivência (3º andar), descendo as rampas até chegar no Térreo
19h30 às 21h30
“Quando eu penso no futuro, não esqueço o meu passado”
Esse é o diálogo que abre os caminhos do III Seminário Sesc Etnicidade e ativa reflexões por meio de cosmopercepções com as vozes de duas mulheres que têm em seus processos de vida dimensões da ancestralidade, que nos possibilitarão pensar a continuidade. A partir de perspectivas indígenas e negras, tomando a cultura como centro do diálogo para pensar o futuro sem esquecer o passado, serão construídos os contornos deste toró de grafias.
Com Leda Maria Martins, Sandra Benites e mediação de Marcos Henrique Rego do Sesc Nacional.
Local: Teatro
DIA 11 – Tarde/Noite (Quinta-feira)
Gira 1 – 14h às 15h30
“Falando entre nós aos outros: arte, ancestralidade e alteridade”
Ao afirmar que o “Brasil é terra indígena”, buscamos trazer à tona uma narrativa ficcional daquilo que é arte, sobre quem pode e quem não pode ocupar determinados espaços diante do racismo estrutural. Deste modo, pretende-se mirar as concepções indígenas e não-indígenas de sociedade, educação e artes vigentes no Brasil presentes na fabricação do estereótipo do “índio didático”, no âmbito das artes.
Com Naine Terena, Deba Tacana e mediação de Jaqueline Silva do Polo Sociocultural Sesc Paraty
Gira 2 – 16h às 17h30
“Entre nós e laços: ancestralidades e continuidades”
A gira propõe circular, debater, amarrar e enlaçar palavras e práticas de matrizes afro-brasileiras das/os que vieram antes e das/os que seguem preservando vidas, produzindo arte, construindo novos sentidos e reinventando mundos de forma crítica.
Com Bel Santos, Thyffani Odara e mediação de Carlos Magno do Sesc Ceará
Gira 3 – 18h às 19h30
“Branquitude, arte e educação: Representação, privilégios, exclusão e diversidade”
Cada vez mais, através das ciências humanas e da arte, a branquitude é desnaturalizada como padrão cognitivo e evidenciada como mais um lugar social em relação a outros pertencimentos étnicos e interseccionais. Essa mesa pretende problematizar o estatuto da branquitude e seus privilégios a partir da pedagogia, das artes e da antropologia para refletir e imaginar outras vias inclusivas da diversidade no país.
Com Flávio Santiago, Leonardo Bertolossi e Mediação de André Gracindo do Sesc Rio de Janeiro
20h às 21h30 – Encruzidança pelo tempo
Aula performance que será numa imersão teórico-prática, voltada para o estudo coletivo e pessoal, partindo do corpo como produtor de conhecimentos, de valores estéticos, historiográficos, políticos e identitários na cultura tradicional Mandingue e nas danças dos Blocos Afro de Salvador, encruzilhados pela noção de tempo, espaço, ritmo, rítmica, musicalidade, memórias, diversidade corpórea, social e cultural.
Com Mariana Camara, Vânia Oliveira e mediação de Fabiano Maranhão
Local: Hall de Ginástica – 10º andar
DIA 12 – Manhã/Tarde/Noite (Sexta-feira)
Territórios negro indígena: Visita e vivência em espaços de existência negra e indígena.
Território 1 – Teatro Popular Solano Trindade
Território 2 – Jaraguá é Guarani
Território 3 – Comunidade Inzo Tumbansi
9h às 14h
1- Teatro Popular Solano Trindade
Com Patrícia Figueiredo do Sesc Bahia, Rogaciano Rodrigues do Sesc Santa Catarina e Juliana Santana do Sesc Nacional
Família Trindade vai contar como se formou o clã cultural e trançar uma ponte com a cultura de rua nos dias de hoje que está super conectado com a poesia de Solano. Fundado em 1975 pela artista plástica, coreógrafa e folclorista Raquel Trindade na cidade de Embu das Artes, Estado de São Paulo.
2 – Jaraguá é Guarani
Com Enoque Paulino do Sesc Pará, Bruno Pacelly do Sesc Paraíba e Patrícia Carmo do Sesc Nacional
Trilha para compreender a presença secular do povo guarani no território. Após uma vivência na aldeia indígena junto aos guarani, os visitantes seguem para a comunidade cultural Quilombaque, em Perus.
3 – Inzo Tumbansi / Instituto Latino Americano de Tradição Afro Bantu
Com Vone Petson do Sesc Tocantins, Nathália Alves do Polo Socioambiental do Sesc e Viviane Soledade do Sesc Nacional
O Inzo Tumbansi é uma comunidade tradicional de matriz centro africana, localizada na cidade de Itapecerica da Serra sob a liderança de Taata Katuvanjesi – Walmir Damasceno.
16h as 18h: Roda de compartilhamento
Mediação: Leonardo Moraes do Sesc Nacional
É uma atividade de troca, intercâmbio e reflexões sobre as experiências nos territórios vivenciados.
local: Área de Convivência
19h às 20h30: Gira final – Roda de Samba
Samba de Dandara convida Raquel Tobias e Ayô Tupinambá
Samba de Dandara é samba de empoderamento e exaltação às mulheres sambistas, compositoras, intérpretes e às guerreiras do samba. A concepção de Samba de Dandara carrega o peso e a inspiração de Dandara, mulher negra, guerreira e referência histórica na luta contra a escravização. Nesta apresentação, com duração de 90 minutos, Samba de Dandara recebe as cantoras Raquel Tobias e Ayô Tupinambá para um espetáculo que reúne canções imortalizadas na história do samba e do povo brasileiro, com suas indiscutíveis raízes afro-brasileiras e indígenas.
A Bookface Friday é uma iniciativa promovida pela Biblioteca Pública da Nova Iorque (New Your Public Library – NYPL), que envolve brincar com perspectivas de livros e pessoas. A proposta é alinhar estrategicamente seu rosto ou outra parte do corpo ao lado de uma capa de livro que apresenta uma parte do corpo correspondente e, assim, parecer uma fusão de vida e arte.
A campanha faz tanto sucesso que a biblioteca de Nova York publica regularmente as melhores interações de outras bibliotecas. As imagens da campanha do Bookface ganharam popularidade internacionalmente, com cerca de 3.400 imagens compartilhadas no Instagram apenas nos últimos meses e o Sesc não pode ficar de fora dessa!
Atualmente, a Instituição conta com mais de 390 bibliotecas espalhadas ao redor do Brasil. São mais de 2 milhões de obras, que vão desde os clássicos aos best-sellers disponíveis na rede. Além disso, o Sesc dispõe de um ambiente virtual que traz boa parte desse acervo, além de ser um espaço que reúne informações para você realizar seus estudos, pesquisar e, claro, dizer o que pensa! Veja abaixo como foi o #BookFaceFriday aqui no Sesc.
Conheça mais sobre nossa plataforma digital da Rede Sesc de Bibliotecas acessando: www.sesc.com.br/bibliotecas