26 de janeiro de 2022

Série conta história de um dos maiores bandolinistas do país

No último mês de dezembro (21) o Sesc Pompeia, em São Paulo, lançou a websérie documental Sonoridades – “Izaías e a Memória Viva do Choro”. São seis episódios que mostram a trajetória de um dos maiores bandolinistas do país, contadas por ele mesmo aos 84 anos. Izaías Bueno de Almeida líder do “Izaías e Seus Chorões”, o mais antigo grupo de choro em atividade em São Paulo, relembra histórias da sua vida pessoal, como sua infância no bairro Peruche, e da sua carreira artística de sete décadas, além de mostrar composições atuais. A websérie é recheada de música boa e encontros memoráveis da história de um dos gêneros brasileiros mais originais. Os seis episódios estão disponíveis no Canal do Youtube do Sesc Pompeia.

25 de janeiro de 2022

Público é convidado a celebrar seu amor por livros e bibliotecas nas redes sociais

A 4ª quarta-feira de janeiro é, tradicionalmente, dia de demonstrar seu amor pela leitura, pelos livros e pelas bibliotecas. No dia 26 de janeiro ocorre o #LibraryShelfieDay – um evento mundial que consiste em incentivar os leitores a postarem, nas redes sociais, fotos ou selfies com livros ou e-books, diante de bibliotecas ou estantes de livros. O Sesc promove em suas redes sociais (InstagramFacebook) uma ação de incentivo à participação nesse grande evento. 

Assista ao vídeo abaixo e participe você também dessa campanha! No dia 26/1, não deixe de postar sua foto ou vídeo nas redes sociais usando o filtro que criamos especialmente para a ação e com as hashtags #LibraryShelfieDay#suabibliotecaemtodobrasil. E não se esqueça de marcar @SescBrasil para que possamos repostar os cliques mais legais.

Participe e divulgue essa iniciativa!

 

24 de janeiro de 2022

O Polo Sociocultural Sesc Paraty abre sua programação de 2022 com a mostra Transver, um olhar para a Coleção de Arte Sesc Brasil. A exposição é um recorte do acervo da coleção nacional de Arte do Sesc, composta em sua totalidade por aproximadamente 5 mil obras, provenientes de todas as regiões do país, apresentando trabalhos elaborados a partir de diversas técnicas artísticas, como escultura, fotografia, ilustração e colagem. As peças ficarão expostas na unidade Santa Rita, no Centro Histórico da cidade, até o dia 13 de março, com visitação gratuita.

A Coleção de Arte Sesc Brasil foi criada a partir da doação de artistas, prêmios e aquisição de obras, dentro do trabalho da Instituição de fomento às artes visuais. Os procedimentos para a catalogação e a difusão da coleção alinha o Sesc aos parâmetros museológicos internacionais e democratiza o acesso ao patrimônio cultural brasileiro sob sua guarda, o que faz jus à sua função social. Os produtos possíveis com essa organização, entre eles esta exposição, serão meios de informação relevantes para consulta e controle público do acervo, além de um marco para o circuito das artes e da cultura brasileira e internacional.

Em tempos de relações mediadas por telas, Transver, um olhar para a Coleção de Arte Sesc Brasil é convite ao despertar de sensações adormecidas ou desconhecidas. O título da mostra faz referência aos versos do poeta mato-grossense Manoel de Barros, que escreveu: “É preciso transver o mundo”, acenando para a prática do olhar desacostumado e curioso. O Polo Sociocultural tem ainda outras duas exposições em cartaz: Dos filhos deste solo, do fotógrafo Wanderson Santos e Outras Marés, com registros feitos pelos fotógrafos do coletivo Fotografia, Periferia e Memória.

 

21 de janeiro de 2022
17 de janeiro de 2022
14 de janeiro de 2022

Uma obra criada a partir do projeto Arte da Palavra foi instrumento de aproximação entre brasileiros e uruguaios e inspirou crianças que crescem no ambiente de fronteira. O livro Os dois lados da ponte – Portunhol, por supuesto que sim! foi utilizado por alunos da Escola 113, de Rivera, no Uruguai, como base para um trabalho sobre o portunhol, dialeto que mistura o português e o espanhol.

A coletânea de contos, crônicas e poesias em portunhol foi escrita por um grupo de nove participantes da Oficina de Criação Literária Teoria & Prática do Portunhol Selvagem, realizada na unidade de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, com o pesquisador e escritor Douglas Diegues. A iniciativa de trabalhar o tema em sala de aula foi da professora Leticia de Oliveira Nunez, que entrou em contato com o Sesc para saber sobre a obra e adquirir exemplares.

Os dois lados da ponte – Portunhol, por supuesto que sim! foi lançado em 2018. Idealizado por Dagoberto Bihalba, ele contou com a participação de Alexandre Pujol de Moura, Ana Lucia Valensuela Naimaier, Cezar Brites, Cláudia Adriana Naziazeno da Silva, Iza Alves da Silva, Laura Antunes de Souza, Marcia Cristina da Rosa Martins e Taiany R.T. Oliveira, todos moradores de Uruguaiana. O Portunhol é bastante comum na fronteira do Brasil com outros países do Mercosul. Douglas Diegues estuda o Portunhol Selvagem no Mato Grosso, onde os dois idiomas se misturam ao Guarani.

10 de janeiro de 2022

Inscrições abertas até 11 de fevereiro 

O Prêmio Sesc de Literatura, um dos mais importantes e consagrados do país na distinção de escritores inéditos, está com inscrições abertas. Podem concorrer autores não publicados nas categorias Romance e Conto. O Prêmio avalia trabalhos com qualidade literária para edição e circulação nacional. Os interessados têm até 11 de fevereiro para concluir o processo de inscrição, que é gratuito e online. O regulamento completo pode ser acessado em www.sesc.com.br/premiosesc.

Ao oferecer oportunidades aos novos escritores, o Prêmio Sesc de Literatura impulsiona a renovação no panorama literário brasileiro e enriquece a cultura nacional. Os vencedores têm suas obras publicadas e distribuídas pela editora Record, parceira do Sesc no projeto, com tiragem inicial de 2.500 exemplares. O anúncio dos vencedores será divulgado no mês de maio. Desde a sua criação em 2003, mais de 17 mil livros foram inscritos e 33 novos autores revelados.

A parceria com a editora Record contribui para a credibilidade e a visibilidade do projeto, pois insere os livros na cadeia produtiva do mercado editorial. “Chegamos à 19ª edição com o propósito de revelar novos escritores, que é nossa maior meta. A premiação foi criada em 2003 e se consolidou como a principal do país para autores iniciantes. No ano passado, tivemos a inscrição de 1.688 livros, sendo 850 em Romance e 838 em Conto. O cronograma não foi afetado pela pandemia, porque foi todo executado por trabalho remoto. Dessa forma, o resultado pôde ser divulgado no prazo previsto” explica o analista de Literatura do Departamento Nacional do Sesc, Henrique Rodrigues.

O processo de curadoria e seleção das obras é criterioso e democrático. Os livros são inscritos pela internet, gratuitamente, de forma anônima. Isso impede que os avaliadores reconheçam os reais autores, garantindo a imparcialidade no processo de avaliação. Os romances e contos são avaliados por escritores profissionais renomados, que selecionam as obras pelo critério da qualidade literária.

A relevância do Prêmio Sesc de Literatura também pode ser medida por meio do sucesso dos seus vencedores, que vêm sendo convidados para outros importantes eventos internacionais, como a Primavera Literária Brasileira, realizada em Paris, o Festival Literário Internacional de Óbidos, em Portugal, e a Feira do Livro de Guadalajara, no México.

Vencedores 2021

Na edição de 2021, foram vencedores o paraense Fábio Horácio-Castro, com o romance O réptil melancólico, e o pernambucano Diogo Monteiro, com a coletânea de contos O que a casa criou receberam o Prêmio Sesc de Literatura. A origem dos autores reafirma o estímulo da premiação à diversidade e a capacidade de projetar escritores das mais distintas regiões do país.

Fábio Horácio-Castro, jornalista de formação, tem 52 anos, e é professor universitário. “É a minha primeira participação no Prêmio Sesc e não esperava vencer na categoria. Escrevo mais sobre pesquisas relacionadas à Amazônia. Como eu tinha um projeto deste livro, aproveitei o isolamento da pandemia, finalizei a obra e me inscrevi. Fiquei muito contente com o retorno”, contou. Diogo Monteiro, de 43 anos, também é jornalista e atua com pesquisa de opinião e estratégia. “Sempre escrevi e participava de algumas coletâneas, mas nunca tinha pensado no Prêmio Sesc. Em 2021, tive um livro infantojuvenil publicado. Depois veio o prêmio, sendo a segunda vez em que coloco uma obra para o público, agora na categoria conto”, destaca.

Em 18 anos de prêmio, diversos autores foram descobertos e se consolidaram na literatura nacional, graças ao incentivo da Instituição, entre eles Juliana Leite, Rafael Gallo, Luisa Geisler, André de Leones, Franklin Carvalho, Sheyla Smanioto, Tobias Carvalho e Lucia Bettencourt.

3 de janeiro de 2022

Grupos e espetáculos que circularam pelo Palco Giratório

1998
Antimatéria | Ana Vitória Dança Contemporânea (RJ)
Out-cry | Armazém Companhia de Teatro (RJ)
O auto da barca do inferno | Grupo Imbuaça (SE)
O médico camponês | Companhia de Teatro Medieval (RJ)
Roda saia gira vida | Teatro Anônimo (RJ)
A confissão de leontina | Olair Coan (SP)

1999
Mundéu: o segredo do mundo | Usina do trabalho do ator (RS)
As kamikases | Companhia de atores (PR)
A hora da estrela | Cia. do Acaso (MG)
A serpente | Cia. do Pequeno Gesto (RJ)
Domésticas | Renata Melo (SP)
A bota e sua meia | Cia. Faces e Carretos (RS)
A sua melhor companhia | Companhia do Público

2000
Cortejo brincante Abayomi | Cooperativa Abayomi (RJ)
Um credor da fazenda nacional | Cia. São Jorge de Variedades (SP)
Pois é, vizinha | Débora Finocciaro (RS)
Pequenos trabalhos para velhos palhaços | Engenho Produções Artísticas (RJ)
O auto do estudante que se vendeu ao diabo | Grupo Grial de Dança (PE)
Um quarto de crime e castigo | Mameluco Produções Artísticas (RJ)
Diário de um Louco | Grupo de teatro Arte – em – cena (RJ)
Tem Areia no maiô | As Marias da Graça (RJ)
Duas Abstrações e uma Figuração Única | Grupo de Dança Nós em Cia (SE)
O Gordo e o Magro vão para o céu | Cia. Teatral do Movimento (RJ)
Nada. Nenhum e ninguém | Cia. Mais Caras (CE)
Pedro e o Lobo | Teatro Diadokai (RJ)
A Falecida | Cia Fábrica de São Paulo (SP)
Café com Queijo | Grupo Lume (SP)

2001
Insônia | 4 Produções teatrais (BA)
Por água abaixo | Ângela Dipp & Vivien Buckup (SP)
Avesso das águas | Beatriz Sayad & Danielle Barros (RJ)
Clarices | Núcleo Solidário de Produções Artísticas (BA)
O duelo | Artistas independentes (PE)
O auto do boi cascudo | Grupo Boi Cascudo (RJ)
A comédia do trabalho | Cia. do Latão (SP)
As velhas | Grupo de Teatro Contratempo (PB)
A saga de Jorge | Grande Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades (RJ)
Aquilo de que somos feitos | Lia Rodrigues Companhia de Dança (RJ)
O mistério das nove luas | Grupo Vento Forte (SP)
Chegança | Companhia de Dança Paula Nestorov (RJ)
O cano | Circo Teatro Udi Grudi (DF)

2002
Bispo | João Miguel (BA)
Bugiaria | A Péssima Companhia (RJ)
Livres e iguais | Grupo de Teatro Sim… Por Que Não?! (SC)
Construções | Patrícia Niedermeier e Oscar Saraiva (RJ)
Cuando tu no estás | Grupo Sete Luz (SP)
A terceira margem do rio | Guido Campos (GO)
Rosa + Lispector: solos | Studio Stanislavski (RJ)
Matulão | Trupe do Passo (RJ)
Stella do Patrocínio | Clarisse Baptista (AC)
A saga de Canudos | Tribo de atuadores Oi Nóis Aqui Traveiz (RS)
Primus | Boa Companhia (SP)
Beckett | Grupo Sobrevento (RJ)

2003
Encaixotando Shakespeare / Nepal / Frederica / Apartamento 501 | Teatro Fúria (MT)
Lusco-fusco | Cia. Absurda & Cia. Acômica (MG)
Tempestades de paixão | Grupo Theatrum do Tambo (RS)
A escrita de Borges / Mithologias do clã / www.Prometeu / La loba: a fábula da perversidade | Grupo Falus & Stercus (RS)
A divina comédia de Dante e Moacir | Associação de Teatro Radicais Livres (CE)
Para acabar de vez com o julgamento de Artaud | Grupo Cambaleei, mas não caí (RJ)
O lustre | Ateliê Voador Companhia de Teatro (RJ)
Os camaradas | Cia. Carona de Teatro (SC)
Foliões e folgazões | Mamulengo Só-Riso (PE)
O pregoeiro | Grupo Mundo ao Contrário (RJ)
Kassandra in process, aos que virão / depois de nós / A saga de canudos | Tribo de atuadores Oi Nóis Aqui Traveiz (RS)
Nós viemos aqui pra quê? | Fuzarca da Lira (RJ)
Sonoridades | Esther Weitzman Companhia de Dança (RJ)
A la carte | La Mínima (SP)

2004
O terceiro dia | Engenho de Teatro (PE)
O velho da horta / Noir | Cia. Pequod (RJ)
Volta ao dia em 80 minutos | Cia. Brasileira de Teatro (PR)
Como nasce um cabra da peste | Agitada Gang (PB)
Fulano e cicrano / O macaco e a boneca / de piche/ Victor James | Centro Teatral ETC e Tal (RJ)
Presépio de hilaridades humanas | Maíra Oliveira (DF)
Qual é a música? | Paula Águas (RJ)
Umbi-Guidades | Iami Rebouças (BA)
Combinado / Dilacerado | Os Dezequilibrados (RJ)
Imagens da quimera | Grupo Teatral Moitará (RJ)
Medeia / Navalha na carne / O homem com flor na boca | Teatro Pequeno Gesto (RJ)
Nave louca | Grande Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades (RJ/SP)
Uroboros | Basirah Núcleo de dança contemporânea (DF)
Bagaceira, a dança dos orixás | Companhia Vatá Bagaceira (CE)
Diz que tinha… / Mininim | Cecília Borges (SP)
Na solidão dos campos de algodão | Malaguetas Produções Artísticas (RJ)
Carga viva / Buzkashi / Adelaide Fontana | Erro Grupo de Teatro (SC)
Uma coisa que não tem nome (e que se perdeu) | Cia. de Teatro Autônomo (RJ)

2005
Acordei que sonhava | Núcleo Bartolomeu de Depoimentos (SP)
Cirandas | Adriano e Fernando Guimarães (DF)
Carta de Rodez | Amok Teatro (RJ)
Lampião e Maria Bonita | Da Rin Produções (BA)
Pássaro Junino / Garça Dourada | In Bust Teatro de Bonecos (PA)
Rosa negra, uma saga sertaneja | Companhia dos Sonhos (DF)
Maria Madalena ou a salvação | Cia. Limiar de Teatro (SP)
Três marujos perdidos no mar | Irmãos Brothers (RJ)
Espiral brinquedo meu | Terreiro Produções (PE)
O muro / Restim | Grupo Pedras (RJ)
Auto da barca do inferno | Grupo Fora do Sério (SP)
Cenas cotidianas@circ.pic | Companhia Picolino (BA)
Falam as partes do todo? | Cia. de Dança Dani Lima (RJ)
Comoção / eu sou mais Nelson / Potlatch | Grupo Alice 118 (RJ)
Escorial | Núcleo de Teatro Criaturas Cênicas (BA)

2006
O negrinho do pastoreio / Deus e o Diabo na terra da miséria | Grupo Oigalê (RS)
Quem tem, tem medo! | Grupo Remo (PE)
Homem de Barros | Grupo Produção do Ator (RJ)
Dois de paus / Dois perdidos | Arthur Tadeu Curado e Sérgio Sartório (DF)
Édipo unplugged / Tudo no timing / A fonte dos santos | Grupo F. Privilegiados (RJ)
Babau ou a vida desembestada do homem que tentou engabelar a morte / A cartola encantada | Grupo Mão Molenga (PE)
José Ulisses da Silva / Sagração da vida toda | Cia. Villadança (BA)
Samba no carnaval | Grupo Artistas Independentes (PE)
Voar / Puro brasileiro | Cia. Teatral Martim Cererê (GO)
Olympia | Grupo de Teatro Andante (MG)
Grito verde | Companhia de Teatro Amazona (AM)
Muito barulho por quase nada / Roda Chico | Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare (RN)

2007
Aperitivos | Grupo Pausa Companhia (PR)
Sacy pererê, a lenda da meia noite / Bolha luminosa | Cia. Teatro Lumbra de Animação (RS)
O realejo | Grupo Bagaceira de Teatro (CE)
Olhos de touro | Cia. Márcia Duarte (DF)
O incrível ladrão de calcinhas / O velho lobo do mar | Trip Teatro de Animação (SC)
Capitu, memória editada | Grupo Delírio Cia. de Teatro (SC)
Antônio Maria, A noite é uma criança / Ai que saudades do Lago | Núcleo Informal de Teatro (RJ)
O patinho feio | Grupo Gats (SC)
Viagem ao centro da terra/ Cyrano de Berinjela | Cia. de Teatro Artesanal (RJ)
Gota d´água: breviário | Cia. Breviário (SP)
Aquelas duas | Grupo Depósito de Teatro (RS)
Histórias de teatro e circo | Grupo Carroça de Mamulengos (CE)

2008
A gaivota (alguns rascunhos) / Val da Sarapalha | Piollin Grupo de Teatro (PB)
As quatro chaves | Teatro Ventoforte (SP)
Amor e loucura | A Roda Teatro de Bonecos (BA)
Besouro cordão de ouro | João das Neves (RJ)
Saudade em terras d’água | Companhia Dos à Deux (RJ/FRA)
Casa de ferro | Estado Dramático (BA)
Das saborosas aventuras de Dom Quixote e seu escudeiro Sancho Pança: um capítulo que poderia ter sido | Teatro que Roda (GO)
O sapato do meu tio | João Lima (BA)
Caatinga: miniteatro ecológico | Giramundo (MG)
Encarnado / Aquilo de que somos feitos | Lia Rodrigues Companhia de Danças (RJ)
Isadora / ORB / A metáfora final | Companhia Arquitetura do Movimento (RJ)
O porco | Arquipélago (SP)
O reencontro de palhaços na rua é a alegria do Sol com a Lua | Companhia Teatral Turma Biribinha (AL)
Adubo ou a sutil arte de escoar pelo ralo | Confraria Teatral Adubo (TUCAN/DF)
Circo minimal | Companhia Gente Falante (RS)
Circo Teatro Artetude | Movimento Rua do Circo (DF)
Larvárias / Gueto bufo / Clownssicos | Companhia do Giro (RS)
O pupilo quer ser tutor | Companhia Teatro Sim… Por que Não?!!! (SC)

2009
Acqua Toffana | Zeppelin Cia. (RJ)
Sapecado | Banda Mirim(SP)
De malas prontas | Cia. Pé de Vento Teatro (SC)
Cultura bovina? | Ginga Companhia de Dança (MS)
100 Shakespeare | Grupo Pia Fraus (SP)
Hysteria | Grupo XIX de Teatro (SP)
O hipnotizador de jacaré | Circo Teatro Girassol (RS)
Diário de um louco | Grupo de Teatro Lavoura (PB)
O nome científico da formiga | Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira (SP)
Rito de passagem | Índios.com Cia. de Dança (AM)
Rasif, mar que arrebenta | Coletivo Angu de Teatro (PE)
O santo guerreiro e o herói desajustado | Cia. São Jorge de Variedades (SP)
Filme noir | Cia. PeQuod Teatro de Animação (RJ)
A noite dos palhaços mudos | Grupo La Mínima (SP)
Mangiare | Grupo Pedras (RJ)
Silêncio total – vem chegando o palhaço | Palhaço Xuxu (PB)

2010
A obscena senhora D. | Circo do Silêncio (SP)
Mi munhequita | Ponte Cultural (SC)
Agreste | Cia. Razões Inversas (SP)
Aqueles dois | Cia. Luna Lunera (MG)
Conceição | Grupo Experimental (PE)
Dolores | Mimulus Cia. de Dança (MG)
Ele precisa começar | Cia. Folguetes Maravilha (RJ)
Encantrago | Grupo Expressões Humanas e Teatro Vitrine (CE)
Filhas da mata | O Imaginário (RO)
Ideias de teto | Sua Cia. de Dança (BA)
Malentendido | Galharufa Produções (RJ)
O amargo santo da purificação | Tribo de Atuadores Ói Nóis Traveiz (RS)
Os meninos verdes de Cora Coralina | Voar Teatro de Bonecos (DF)
Para Luis Melo | Marcos Damaceno Cia. De Teatro (PR)
Tropeço | Cia. Tato Criação Cênica (PR)
Zero | Cia. de Teatro Mevitevendo (SP)

2011
O dragão / Kabul / Cartas de Rodez | Amok Teatro (RJ)
No pirex / De banda pra lua / Bilú & Curisco / Parangolé | Armatrux (MG)
A tecelã / Os encantadores de histórias | Caixa de Elefante Teatro de Bonecos (RS)
De-vir / INC. / L’après midi d’un fauller | Cia. Dita (CE)
Concerto de Ispinho e Fulô / Safadezas de samba / Uma toada para João e Maria | Cia. do Tijolo (SP)
Frankenstein / Sob seus olhos / A lenda das lágrimas / Âme Kalulua | Cia. Polichinelo (SP)
Leve | Coletivo Lugar Comum (PE)
Cabanagem / O mundo da razão presente / Oré | Corpo de Dança do Amazonas (AM)
O evangelho segundo São Mateus / Kafka – escrever é um sono mais profundo que a morte | Grupo Delírio (PR)
O mundo tá virado / Teatro chamado cordel / A grande serpente | Grupo Imbuaça (SE)
Dentrofora / O Gordo e o Magro vão para o céu | In.co.mo.de.te (RS)
O fio mágico / Era uma vez | Mão Molenga Teatro de Bonecos (PE)
Quiprocó / Acorda Zé, a comadre tá de pé | Grupo Teatral Moitará (RJ)
É nóis na xita / Besouro mutante | Grupo Namakaca (SP)
A galinha degolada | Persona Cia. De Teatro & Teatro em Trâmite (SC)
Rebu / Cachorro | Teatro Independente (RJ)

2012
Escapada / A mulher selvagem / Faladores | Cia. Mário Nascimento (MG)
Este lado para cima / A brava | Brava Companhia (SP)
Um príncipe chamado Exupéry / Missiva / Miragem / El Viaje | Cia. Mútua (SC)
Oxigênio | Companhia Brasileira de Teatro (PR)
A Barca / Cavalo-marinho / Travessia | Grupo Grial de Dança (PE)
Cru | Cia. Plágio de Teatro (DF)
Dia desmanchado | Teatro Torto (RS)
Pai & filho | Pequena Companhia de Teatro (MA)
Menininha | JLM Produções Artísticas (RJ)
Vila Tarsila | Cia. Druw (SP)
Anjo negro | Cia. Teatro Mosaico (MT)
Pólvora e poesia | Hiperativa Comunicação e Cultura (BA)
O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas | Trupe Ensaia Aqui e Acolá (PE)
[…] Roteiro escrito com a pena da galhofa e a tinta do inconformismo | Pausa Companhia de Teatro (PR)
Instantâneos / Oikos | Cia. dos Bondrés (RJ)
Cabeção de nego / O que nos move / Caminhos | Laso Cia. de Dança (RJ)

2013
Amor confesso / A nova ordem das coisas | Cia. Falácia (RJ)
O malefício da mariposa | Ave Lola Espaço de Criação (PR)
O filho eterno | Cia. Atores de Laura (RJ)
Luis Antônio – Gabriela | Cia. Mungunzá (SP)
O fantástico circo-teatro de um homem só | Cia. Rústica (RS)
Tombé / Souvenir | Dimenti (BA)
Caetana / Divinas | Duas Companhias (PE)
Júlia / Amor por anexins | Grupo de Teatro Cirquinho do Revirado (SC)
Insone / O grande circo ínfimo | Grupo Z de Teatro (ES)
As aventuras de uma viúva alucinada | Mamulengo de Cheiroso (SE)
Objeto gritante | Mauricio de Oliveira & Siameses (SP)
A pereira da Tia Miséria | Núcleo Às de Paus (PR)
O miolo da estória | Santa Ignorância Cia. de Artes (MA)
Boi | SerTão Teatro Infinito Cia. (GO)
La perseguida | Teatro Vagamundo (RS)
Simbá, o marujo | Trupe de Truões (MG)
{Pingos & pigmentos} | Coletivo Construções Compartilhadas (BA)
Histórias de lenços e ventos / As 4 chaves | Teatro Ventoforte (SP)

2014
Homens de solas de vento | Cia. Solas de Vento (SP)
Viúva, porém honesta / Aquilo que o meu olhar guardou para você / Ato | Grupo Magiluth (PE)
Louça Cinderela / Xirê das águas – Orayeyê oh | Cia. Gente Falante (RS)
Do repente | Lamira Companhia Cênica (TO)
O segredo da arca de Trancoso | Vilavox (BA)
Sargento Getúlio | Cia. Teatro Nu (BA)
Inaptos? A que se destinam / In ConSerto | Grupo Teatro de Anônimo (RJ)
O mistério da bomba H_ | Grupo Oriundo de Teatro (MG)
Menu de heróis / Mediatriz | Núcleo do Dirceu (PI)
Barrica Poráguabaixo | Palhaça Barrica (SC)
Gaiola de moscas / Anônimo | Grupo Peleja (PE)
Romeu & Julieta: o encontro de Shakespeare e a cultura popular / Circo alegria | Grupo Garajal (CE)
Cegos | Desvio Coletivo (SP)
O deus da fortuna | Coletivo de Teatro Alfenim (PB)
Uma flor de dama | Coletivo Artístico As Travestidas (CE)
Cidade dos outros / Primeira pele | Cia. Pessoal de Teatro (MT)
Solamente Frida | Cia. Garotas Marotas (AC)
Plagium? / Singulares | Cia. Dançurbana (MS)
Labirinto / O controlador de tráfego aéreo | Cia. de Teatro Alfândega 88 (RJ)
Qualquer coisa a gente muda | Angel Vianna & Maria Alice Poppe (RJ)

2015
Proibido elefantes / Sobre todas as coisas | Cia. Gira Dança (RN)
Pural / O cabra que matou as cabras | Cia. de Teatro Nu Escuro (GO)
Exu, a boca do universo | Núcleo Afrobrasileiro de Teatro de Alagoinhas (BA)
O lançador de foguetes/ Mira – extraordinárias diferenças, sutis igualdades | Grupo de Teatro de Pernas pro Ar (RS)
O Pássaro do Sol / Histórias da caixa | A Roda (BA)
O som das cores | Catibrum Teatro de Bonecos (MG)
Boi de piranha | Cia. Boi de Piranha (RO)
O descotidiano_ | Cia. do Relativo (SP)
Antes da chuva | Cia. Cortejo (RJ)
Nina, o mostro e o coração perdido | Clareira de Teatro (RS)
Dança contemporânea em domicílio | Cláudia Müller (RJ)
O silêncio e o caos | Dielson Pessoa (PE)
Guerra, formigas e palhaços / Estação dos contos | Estação de Teatro (RN)
Vigor mortis jukebox vol. 1 | Vigor Mortis (PR)
Nowhereland – agora estamos aqui / Playlist | Movasse Coletivo de Criação em Dança (MG)
Divino | Núcleo Atmosfera (NUA) (MA)
Criaturas de Papel / O intrépido Anãmiri | Bricoleiros (CE)
As três irmãs / Estardalhaço | Traço Cia. de Teatro (SC)
Avental todo sujo de ovo / Jogos na hora da sesta | Grupo Ninho de Teatro (CE)
Nordeste – a dança do Brasil | Balé Popular do Recife (PE)

2016
WWW para Freedom | Barracão Teatro (SP)
Cachorros não sabem blefar | Cia. 5 cabeças (MG)
A.N.J.O.S | Cia. Cênica Nau de Ícaros (SP)
A casatória c´a defunta | Cia. Pão Doce de Teatro (RN)
Benedita | Cia. Sino (BA)
Pequenas Violências: Silenciosas e Cotidianas | Cia. Stravaganza (RS)
Yi Ocre | Corpo de Arte Contemporânea (AM)
Manotas Musicais | Grupo Trampulim (MG)
A carroça é nossa | Grupo Xama Teatro (MA)
Ora Mortem | In-próprio Coletivo (MT)
A Gigantea | Les Trois Clés (RJ)
A projetista | Dudude Hermann (MG)
O Rato | Pivete Cia. de Arte (PR)
Dúplice | Rodrigo Cruz e Rodrigo Cunha (GO)
Adaptação | Teatro de Açúcar (DF)
Flor de Macambira | Coletivo Ser Tão Teatro (PB)
Diga que você está de acordo! – Maquinafatzer | Teatro Máquina (CE)
Jacy | Grupo Carmin (RN)
Experimentos Gramíneos – Intervenção Urbana | Maicyra Leão (SE)
Why the horse? – Circuito Especial | Grupo Pândega de Teatro (SP)

2017
Maiêutica | Raquel Mutzenberg  – Intervenção Urbana (MT)
Hamlet – Processo de Revelação | Coletivo  Irmãos Guimarães – Teatro Adulto (DF)
Ruína de Anjos | A Outra Cia. de Teatro – Teatro De Rua (BA)
Palafita | Grupo Fuzuê  – Circo (CE)
Cinzas Ao Solo | Alexandre Américo – Dança (RN)
Abrazo | Grupo de Teatro Clowns De Shakespeare – Teatro Infantojuvenil (RN)
À Beira de … | Sílvia Moura – Dança (CE)
Caranguejo Overdrive | Aquela Cia. de Teatro – Teatro Adulto (RJ)
Lete | Beradera Cia. de Teatro – Teatro Adulto (RO)
Ledores No Breu | Cia. do Tijolo – Teatro Adulto (SP)
O Quadro De Todos Juntos | Pigmalião Escultura Que Mexe – Teatro de Formas Animadas Adulto (MG)
Finita | Denise Stutz – Dança (RJ)
Os Mequetrefe | Parlapatões – Circo (SP)
Na Esquina | Coletivo na Esquina – Circo (MG)
Ninhos | Balangandança – Dança Infantojuvenil (SP)
DNA de Dan | Maikon K – Performance (PR)
Dilúvio MA | Ecopoética: Arte e sustentabilidade em intervenções urbanas – Intervenção Urbana (RS)
Cia Senhas De Teatro | Fui! – Teatro Teatro Juvenil (PR)
Women’s | Experiência Subterrânea – Teatro Adulto (SC)
Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz | A Tempestade – Teatro de rua – Circuito Especial (RS)

2018
A Salto Alto – Entre gentilezas e extermínios | Circo no Ato (RJ)
Animo Festas | La Cascata Cia Cômica (SP)
As Mulheres do Aluá | O Imaginário (RO)
O Machão – Tudo por causa do Tobias | Cia. Teatral Turma do Biribinha (Arapiraca – AL)
Clake | Circo Amarillo (SP)
Como Manter-se Vivo | Flavia Pinheiro (PE)
Concerto em Ri Maior | Cia dos Palhaços (PR)
Cuco | CIA Caixa do Elefante (RS)
Dança Anfíbia | Cia dos Pés (AL)
Desastro | Neto Machado  (BA)
Eles Não Usam Tênis Naique | Cia Marginal (RJ)
Entrepartidas | Cia Teatro do Concreto (DF)
Farinha com Açúcar ou Sobre a Sustança de Meninos e Homens | Coletivo Negro (SP)
Fauna | Quatroloscinco Teatro do Comum (MG)
Looping Bahia Overdub | Felipe de Assis, Leonardo França e Rita Aquino (BA)
O Crivo | Ateliê do Gesto (GO)
Os Cavaleiros da Triste Figura | Grupo Teatral Boca de Cena (SE)
P’s | Trapiá Cia Teatral (RN)
Ramal 340: Sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora | Coletivo Errática (RS)
Segunda Pele | Coletivo Lugar Comum (PE)

2019
SE EU FOSSE IRACEMA | 1COMUM Coletivo (RJ)
A MULHER ARRASTADA | Dramaturgia Diones Camargo (RS)
VESTIDO QUEIMADO | Soufflé de Bodó Company (AM)
VOA | Coletivo Antônia (DF)
SUBTERRÂNEO / Yebo | Gumboot Dance Brasil (SP)
CHOCOBROTHERS | Chocobrothers (SP)
CRIA | Cia Suave/Alice Ripoll (RJ)
CAVALO MARINHO | Cavalo Marinho Estrela de Ouro (PE)
TANDAN! | Cia. Etc. (PE)
A MULHER DO FIM DO MUNDO / CHICA, FULÔ DE MANDACARU | Associação Artística Cultural Cia Casa Circo (AP)
MEU SERIDÓ | Casa de Zoé (RN)
DAS CINZAS CORAÇÃO | Quimera Criações Artísticas & Teatro Ateliê (RS)
NAQUELE BAIRRO ENCANTADO – EPISÓDIO I: ESTRANHOS VISITANTES / NAQUELE BAIRRO ENCANTADO – EPISÓDIO II: ENSAIO PARA UMA SERENATA / CAFÉ ENCANTADO | Teatro Público (MG)
TEATRO DOS SERES IMAGINÁRIOS | Cia Seres Imaginários (RS)
TRAGA-ME A CABEÇA DE LIMA BARRETO | Cia Dos Comuns (RJ)
AQUELAS – UMA DIETA PARA CABER NO MUNDO | Manada Teatro (CE)
R.A.L.E – REALIDADE APROPRIADA LIBERA EVIDÊNCIA | Jessé Batista (AL)
AUDIODESCRIÇÃOLAB | Andreza Nóbrega – Vouver Acessibilidade (PE)
FEMI-CLOWN CABARÉ-SHOW | Cabaré das Rachas (DF)
PERFORMAMCE PRETA NO BRASIL | SaraElton Panamby – Dinho Araújo (MA)

2020/21 
Sobre azares futuros Budejar Criações Artísticas (MA)
Salão Casa 4 (BA)
Mini Cabaré Tanguero Cia. Fenomenal/Julieta Zarza (AL)
Ikuani Cia. Garatuja de Artes Cênicas (AC)
O vazio é cheio de coisa Cia. Nós no Bambu (DF)
Enquanto a chuva cai Cia. Fluctissonante e Pomeiro Gestão Cultural (PR)
2 mundos Cia. Lumiato Teatro de Formas Animadas (DF)
Macbeth e o reino sombrio: Shakespeare para crianças Coletivo Órbita (RS)
Boquinha… e assim surgiu o mundo Coletivo Preto (RJ)
Terreiro envergado Coletivo Tanz (PB)
Vaga carne Grace Passô (MG)
Interior Grupo Bagaceira de Teatro (CE)
Ícaro LM Produções (RS)
Kintsugi, 100 memórias Lume Teatro (SP)
O circo a céu aberto O Circo a Céu Aberto (RJ)
Meia-noite Orun Santana (PE)
Roda Rapha Santacruz (PE)
2022 
(Des)Memória Yara de Novaes (MG)
Museu dos meninos: arqueologias do futuro/ Sem título para uma radiocoreografia Mauricio Lima (RJ)
Abian Mayara Ferrão (BA)
Homens pink La Vaca Companhia de Artes Cênicas (SC)
Estudos de aproximação Coletivo Instrumento de Ver (DF)
Juntos e separados Anti Status Quo Companhia de Dança (DF)
Tudo que coube numa VHS Grupo Magiluth (PE)
Atravessar-se catavento Companhia Circense (GO)
Os pequenos mundos Eranos Círculo de Arte (SC)
Metrópole on-line Arte para Alimentar Inquieta Cia. (CE)
Pra fazer papel de palhaço – Brasil afora Ricardo Gadelha (RJ)
PAN Play PAN – Potência das Artes do Norte (AM)
Laboratório de produção de textos e podcasts Quarta Parede (PE)
2023 
Imalè inú ìyágbà Adnã Ionara (SP)
Senhora P Adriana Lodi (DF)
Cartas para setenta e três Mercedesssssss Cia. Étnica de Dança (RJ)
Vikings e o reino saqueado Cia. Os Palhaços de Rua (PR)
Narrativas encontradas numa garrafa PET na beira da maré Grupo São Gens de Teatro (PE)
A invenção do Nordeste Grupo Carmin (RN)
O adeus de Maria Grupo Primitivos (MT)
Clássicos de palhaços Grupo Vagão (PI)
E.l.a. Jéssica Teixeira (CE)
Cuidado com neguin Kelson Succi (RJ)
Luna de miel Lamira Artes Cênicas (TO)
Ninho Liu Moreira (TO)
Preta mina: o fim do silêncio, o eco do incômodo Preta Mina (RS)
Iracema Rosa Primo (CE)
Provisoriamente não cantaremos o amor Traço Cia. de Teatro (SC)
15 de dezembro de 2021

Sesc no Rio de Janeiro lança documentário que acompanha três famílias circenses

O circo nosso de cada dia – documentário Picadeiro Móvel, realizado pelo Sesc no Rio de Janeiro, reuniu três famílias circenses para contar suas histórias e como se estabeleceram no estado. O documentário apresenta o Picadeiro Móvel, projeto itinerante que se iniciou em 2018 e como sua atuação mescla experiências de todas as regiões do brasil, do circo tradicional ao contemporâneo. O projeto já reuniu aproximadamente 400 profissionais circenses de diversas partes do Brasil e do mundo, ao longo de cerca de 95 apresentações, atingindo mais de 35 mil espectadores. O documentário acompanha a rotina de trabalho dos circos Montreal, Saltimbanco e Real Madri para contar suas histórias e memórias.A direção e concepção artística é de Richard Righetti e Diogo Cavour da Lúdica Produções.

Confira no Canal do Youtube do Sesc no Rio de Janeiro.


 

2 de dezembro de 2021

Exposições fotográficas e exibição de filmes compõem a programação

Duas exposições fotográficas marcam a retomada das atividades presenciais do Polo Sociocultural Sesc Paraty, na região da Costa Verde do Rio de Janeiro. As mostras Dos filhos deste solo, de Wanderson Santos, e Outras Marés, do coletivo Fotografia, Periferia e Memória, serão abertas à visitação no dia 3 de dezembro, no Sesc Santa Rita, localizado no Centro Histórico. Além disso, as sessões do cinema da unidade retornam a partir do dia 7 de dezembro, com exibição dos filmes selecionados na IV Mostra Sesc de Cinema.

As mostras “Dos filhos deste solo” e “Outras Marés” estarão em cartaz no no Sesc Santa Rita.

Produzida por Wanderson Santos, também conhecido como Formiga, a exposição Dos filhos deste solo apresenta registros de crianças e suas brincadeiras em bairros periféricos da cidade de Paraty e permitem ao público o contato com outras histórias da cidade, para além das conhecidas cenas dos cartões postais. Wanderson é morador de Paraty e teve seu trabalho escolhido em processo de seleção do projeto Velotrol, que tem a proposta de dar visibilidade a jovens artistas.

A exposição Outras Marés é composta por fotografias de integrantes do coletivo Fotografia, Periferia e Memória, do Rio de Janeiro. Em comum, as duas mostras trazem em seu conceito a fotografia popular, que busca retratar favelas, comunidades periféricas e festas populares a partir de um olhar próximo e sensível. A programação segue no dia 4 de dezembro com roda de conversa e outras atrações, todas gratuitas.

Para a retomada das atividades presenciais, o Polo Sociocultural Sesc Paraty realizou um estudo dos espaços internos e estabeleceu número máximo de pessoas em cada um dos ambientes. Também será realizada a aferição de temperatura corporal na entrada da unidade e exigido o uso de máscaras.