Ocupação Mirada 2021 conta com sessões presenciais e atrações online
O Sesc em São Paulo retoma este ano o Mirada – Festival Ibero-americano de Artes Cênicas em uma edição híbrida. O Ocupação Mirada 2021 traz entre os dias 24 e 28 de novembro uma programação composta por sessões presenciais e atrações online, entre peças, mesas de conversas, ações formativas, processos de criação e mostras do acervo digital do Sesc em São Paulo. O festival conta com produções de Portugal, Chile, México e Peru, além de ações formativas com representantes desses países e também da Bolívia, Equador e Colômbia.
“A Ocupação Mirada 2021 dá continuidade à trajetória do Festival, como parte de sua memória e de seus novos frutos, que conjugam experiências adquiridas tanto por criadores quanto por espectadores ao longo deste período”, afirma Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc em São Paulo. Realizado a cada dois anos, o Mirada registrava cinco edições em dez anos de existência, antes da interrupção forçada em 2020 em virtude da pandemia.
Além dos espetáculos, entre estreias e obras inéditas no Brasil, uma seleção de dez produções do acervo do #EmCasaComSesc integram a Ocupação Mirada 2021. Entre elas estão Desconscerto, com Matheus Nachtergaele; Cérebro Coração, com Mariana Lima, e Mãe Coragem, de Bete Coelho. Outras duas obras, Travessias e Reconciliação, a primeira da companhia brasileira de teatro e a segunda com direção de Alexandre Dal Farra e Patrícia Portella, marcam presença por seu caráter processual e de continuidade da construção dos trabalhos Sem Palavras e Trauma, respectivamente, duas das estreias na Ocupação.
No dia 26 de novembro, haverá o lançamento da TePi – plataforma que reúne a produção teatral baseada no Festival Teatro e os Povos Indígenas, Encontros de Resistência, liderada pela diretora artística Andreia Duarte, em parceria e co-curadoria com o ambientalista e filósofo Ailton Krenak. O conteúdo se desdobrará em outras ações, como peças e mesa de debate. A Ocupação também organizou o Miradas Digitais que é uma ação com artistas convidados, que construirão narrativas para diferentes coleções de obras do Sesc Digital, das lives #EmCasaComSesc, entre outros. A ideia é envolver o público em uma viagem pelo tempo por meio da navegação nessas histórias contadas de formas inusitadas.
Ao todo serão 23 espetáculos, entre 11 com horários de estreia determinados e outros 12 disponíveis on demand durante todo o período da programação. Dois deles serão presenciais, apresentados a partir da cidade de Santos (SP), com presença de público: Sem Palavras, de autoria de Marcio Abreu, com a companhia brasileira de teatro; e Sueño, livre adaptação de “Sonho de uma Noite de Verão”, de Shakespeare, de Newton Moreno.
A programação completa pode ser acessada em www.sescsp.org.br/mirada.
O documento, criado pelo Departamento Nacional com participação dos Departamentos Regionais, apresenta diretrizes norteadoras para o processo de mediação cultural em Arte Educação, ação que visa ao desenvolvimento de um pensamento crítico a partir do conceito que trabalhos de arte descortinam a possibilidade de uma visão questionadora do mundo.
Nesta terça, o Sesc abre as portas de seu primeiro museu no país. O Museu de Florianópolis é fruto de uma parceria do Sesc em Santa Catarina e a Prefeitura Municipal de Florianópolis, que concedeu a gestão do prédio da Casa de Câmara e Cadeia pelo período de 20 anos, renovável por igual período. No total, o espaço tem 865m², composto de dois prédios de dois pisos cada um.
O processo de instalação do Museu de Florianópolis iniciou em outubro de 2019, após a entrega do restauro do antigo prédio e da documentação legal referente ao imóvel. O espaço tem, portanto, o propósito de estimular a reflexão sobre o território, as dinâmicas de construção, ocupação e transformação do espaço urbano, em suas diferentes dimensões: histórica, geográfica, cultural e simbólica, onde as temporalidades convergem e se interpenetram, através da exposição de acervos físicos, da tecnologia, da interatividade e de seu programa educativo multidisciplinar, abrangente e inclusivo
Museu de Florianópolis foi pensado para ser inovador e ter tecnologia em seus espaços
Baseado em um conceito inovador que vai além dos modelos tradicionais, o Museu de Florianópolis traz características dos museus históricos, preservando a memória da capital catarinense, ao mesmo tempo em que olha para o tempo presente para compreender a complexidade das questões contemporâneas da cidade, de modo a abrir um diálogo para o futuro. Utilizando diferentes tecnologias e expondo acervos importantes, o espaço deve se posicionar no cenário museológico do município como um interlocutor para abordar questões emergentes, trazer diferentes vozes da população, pensar a história e discutir o amanhã, tendo como prioridade o interesse público e ações de democratização do acesso e do conhecimento sobre a própria cidade, a história de seus povos e as diferentes expressões culturais.
O ÀWA – Festival Sesc da Cultura Negra chega na edição 2021 com uma nova proposta: conectar pessoas para fortalecer e potencializar a cultura de ancestralidade da região da Costa Verde do Rio de Janeiro. Promovido pelo Polo Sociocultural Sesc Paraty, o evento será realizado a partir do dia 22 de novembro, com base no tema Articulações e redes como chaves para desenhar novos mundos.
Um grupo de pesquisadores orientado pelo professor Rodrigo Ednilson de Jesus, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), está fazendo contato com quem pode tecer a Rede ÀWA, num processo de encontros, trocas e promoção da cultura. O evento conta ainda com a participação do cantor, compositor e CEO da LAB Fantasma, Evandro Fióti, que fará a vivência de encerramento no dia 30 de novembro.
A Rede ÀWA será composta por pessoas que compartilhem o pertencimento às práticas culturais negras. Mas o evento discutirá também outros formatos de redes em três aulas online gratuitas, transmitidas pelo canal do YouTube do Polo Sociocultural: redes digitais, redes de afeto e redes comunitárias. Interessados em participar devem se inscrever até o dia 22 de novembro pelo site www.sescparaty.com.br.
Confira a programação:
Aula 1 – Construção de redes em ambientes digitais Convidado: Deri Andrade – idealizador do Projeto Afro (https://projetoafro.com/) Mediação: Mara Pereira Data: 22 de novembro de 2021 Horário: 19h às 21h
Aula 2 – Redes de afroafeto Convidada: Marta Quintiliano – Comunidade Quilombola de Trindade, Goiás Mediação: Mara Pereira Data: 23 de novembro de 2021 Horário: 19h às 21h
Aula 3 – Construção de redes e comunidades tradicionais Convidados: Vagner Nascimento e outros representantes do Fórum de Comunidades Tradicionais Mediação: Mara Pereira Data: 29 de novembro de 2021 Horário: 19h às 21h
Encerramento – vivência com Evandro Fióti, da LAB Fantasma Data: 30 de novembro de 2021 Horário: 19h às 21h
Evento realizado pela Fundação Casa de Jorge Amado em parceria com o Sesc terá formato híbrido
De 17 a 21 de novembro, o Centro Histórico de Salvador recebe a Flipelô – Festa Literária Internacional do Pelourinho, que nesta 5ª edição contará também com parte da programação em meio virtual, transmitida pelo canal www.youtube.com/flipelo. O evento, realizado pela Fundação Casa de Jorge Amado em parceria com o Sesc, traz uma homenagem ao escritor alagoano Graciliano Ramos, autor de clássicos como Vidas Secas e São Bernardo.
A programação da Flipelô é composta por mesas de debates, lançamentos de livros, bate-papos e encontros com escritores como Itamar Vieira Junior, autor do romance Torto Arado, vencedor dos prêmios Oceanos e Jabuti; a escritora e crítica literária Heloisa Buarque de Hollanda; a poeta moçambicana Hirondina Joshua; e a escritora e professora univesitária porto-riquenha Rubis Camacho, autora do livro de contos Las Madreselvas son unas flores, entre outros convidados.
A festa literária também terá programação infantil, exposições, apresentações teatrais e musicais, ações formativas e oficinas gastronômicas, entre as muitas atrações. Todos os espaços da Flipelô contarão com audiodescritores, um recurso de acessibilidade comunicacional para as pessoas cegas, que permite que elas tenham conhecimento de todo o ambiente através da descrição de imagens.
As atividades que serão realizadas na Fundação Casa de Jorge Amado e no Sesc terão intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) para as pessoas surdas, com o objetivo de comunicar o que está sendo dito. Já o espaço de contação de estórias terá recursos acessíveis e contará com a presença de profissionais que trabalham com crianças e jovens com deficiência.
A programação completa do evento está disponível no site – www.flipelo.org.br e nas redes sociais Instagram (@flipelo) e Facebook (@flipelo)
Homenagens ao escritor português iniciam com vídeo comemorativo com alunos e crianças frequentadoras do Sesc
“Não há uma língua portuguesa, há línguas em português”. A frase pertence a José Saramago e foi dita no documentário “Línguas, vidas em português”, que aborda as diversas nuances do português falado ao redor mundo. Em homenagem ao importante autor, começam no dia 16/11, oficialmente, as comemorações do centenário de nascimento deste que é um dos maiores escritores de Língua Portuguesa.
Para marcar a data, o Sesc – integrando as celebrações promovidas pela Fundação José Saramago – produziu um vídeo em que crianças que são alunas de suas escolas e frequentadores de suas bibliotecas leem um dos livros do autor. A obra escolhida “A Maior Flor do Mundo” narra a história de uma criança que faz a diferença. Ao se deparar com um lugar vazio e triste ele encontra uma flor já praticamente morta que, aos seus olhos, continua bonita e viva como provavelmente foi um dia. Ele então para tentar ajudá-la de diversas formas.
Página Sonora foi vencedor na categoria Desenvolvimento Cultural da premiação Empresa Cidadã
O podcast Página Sonora, promovido pelo Sesc em Santa Catarina, recebeu o Prêmio Empresa Cidadã edição 2021 na categoria Desenvolvimento Cultural. Criado há cerca de um ano, o projeto surgiu a partir de conversas e debates da rede de bibliotecas da Instituição sobre a necessidade de dar mais visibilidade e acesso a literatura produzida por autores que nasceram ou se radicaram no estado. As edições quinzenais do podcast trazem ao público desde produções literárias mais antigas, como Cruz e Sousa, Harry Laus e Lindolf Bell, até escritores atuais, como Isadora Krieger, André Timm e Telma Scherer.
Poesia, crônica, contos e trechos de romance compõem a programação do Página Sonora. Toda a seleção e produção do podcast é feita pelos integrantes da equipe de Cultura do Sesc em Santa Catarina, que emprestam suas vozes para a leitura de fragmentos das obras, com objetivo de despertar o interesse na leitura integral formar mais e mais leitores para a literatura do estado. Os programas podem ser conferidos no Spotify, Google podcast, Anchor e YouTube.
O Prêmio Empresa Cidadã homenageia as empresas catarinenses que se destacam com ações de responsabilidade social nas áreas de Preservação Ambiental, Participação Comunitária e Desenvolvimento Cultural.
Evento, que celebra riquezas culturais e naturais, será realizado de 7 a 14 de novembro, em formato híbrido
Localizada ao sul do Ceará, a região do Cariri é presença forte no imaginário brasileiro por seu legado artístico, suas tradições e a religiosidade marcada pela fé ao Padre Cícero. Neste cenário, o Sesc realiza de 7 a 14 de novembro a 23ª edição da Mostra Sesc Cariri de Culturas. Este ano, além da programação desenvolvida em todas as linguagens culturais, que transita entre produções contemporâneas e manifestações da tradição popular, o evento traz ainda sua força para a campanha de reconhecimento da Chapada do Araripe como Patrimônio da Humanidade.
O Sesc iniciou a campanha em 2019 e desde então vêm sendo desenvolvidas diversas ações que farão parte de um dossiê a ser entregue a Unesco. Durante a programação da Mostra Cariri, será realizada a 2ª edição das mesas de debate sobre a região. Os encontros acontecem de 9 a 12 de novembro, na Fundação Casa Grande, no município de Nova Olinda, e serão transmitidos pelo Youtube do Sesc Ceará.
Outro destaque desta edição é a inauguração do Museu Orgânico Casa de Telma Saraiva, no dia 13 de novembro. Este será o 8º museu orgânico de uma rede de fomento à tradição, eternizando a importância da artista, foto-pintora e fotógrafa Telma Saraiva, precursora na arte da fotografia pintada à mão desde a década de 1940, influenciada pelos anúncios antigos e por revistas de cinema. O projeto do Sesc no Ceará, em parceria com a Fundação Casa Grande, valoriza o saber popular, transformando a casa dos mestres da cultura em lugar de memória.
Com o atual cenário de transição pós-isolamento social, a Mostra será realizada em formato híbrido, com programação tanto presencial como online, transmitida pelas redes sociais do Sesc no Ceará. As atividades presenciais serão realizadas de acordo com os decretos municipais e estaduais, seguindo todos os protocolos sanitários. A programação é estruturada em nove linguagens: Música, Artes Cênicas, Literatura, Tradição, Audiovisual, Artes Visuais, Patrimônio, Biblioteca e Pensando Verde. São 114 grupos e artistas selecionados no edital de 2020, além de 50 grupos de tradição popular.
O show de abertura será com o cantor Nando Reis, na noite do dia 7, transmitido exclusivamente no Youtube. Já o encerramento, no dia 14, será na Praça Siqueira Campos, no Crato, com o menestrel Abidoral Jamacaru, um dos mais reconhecidos representantes da música popular produzida na região do Cariri, com 50 anos de trajetória.
As apresentações e performances presenciais acontecem nos municípios de Juazeiro do Norte, Crato, Brejo Santo e Nova Olinda. O Teatro Sesc de Iguatu também irá complementar o roteiro das ações do evento. As apresentações de reisado, lapinha, guerreiro, coco, maneiro pau, bacamarte, incelenças, maculelê, quadrilha junina, maracatu, banda cabaçal, além dos grandiosos penitentes, acontecerão em lugares como: o Horto de Padre Cícero, Festa de Santo Antônio de Barbalha, Centro de artesanato e cultura popular Mestre Noza, Lira Nordestina, Museu Casa do Mestre Nena, bairro João Cabral, Cachoeira de Missão Velha, Quilombo dos Souza, Chapada do Araripe, entre outros importantes pontos grandiosos em cultura e beleza.
A ação “Pensando Verde na Mostra”, voltada para a discussão sobre meio ambiente e sustentabilidade, acontecerá de 11 a 14 de novembro, na Praça da Sé, na cidade do Crato, com trocas de mudas, exposições mediadas, oficinas e uma vivência ambiental na Chapada do Araripe. As atrações presenciais terão como ingresso a doação de dois quilos de alimentos não perecíveis, destinados ao programa de combate à fome Mesa Brasil Sesc. Também será exigido
do público o cartão de vacinação com as duas doses ou resultado negativo do exame antígeno ou RT-PCR nas 48h anteriores, além do uso de máscaras.
A programação pode ser acompanhada pelo site: http://www.mostrasescdeculturas.com.br/
Evento virtual no dia 8/11 reúne Fabio Horácio-Castro e Diogo Monteiro, ganhadores nas categorias Romance e Conto
Os dois livros vencedores do Prêmio Sesc de Literatura 2021 serão lançados no próximo dia 08, às 19h, em evento virtual, promovido pelo Sesc e pela editora Record. Na live, Fabio Horácio-Castro e Diogo Monteiro, ganhadores nas categorias Romance e Conto, apresentam suas obras ao público e falam sobre o processo criativo e a expectativa em relação ao ingresso no mercado editorial. O encontro será transmitido pela página do Prêmio Sesc no Facebook e pelo YouTube Sesc Brasil.
No bate-papo, os vencedores vão dialogar sobre o conteúdo dos seus livros, a trajetória de cada um deles na literatura e como conduzem o processo criativo. Eles também vão ler trechos dos seus livros durante o evento.
Neste lançamento virtual, o público também poderá rever os vencedores da edição de 2020, Caê Guimarães e Tônio Caetano, que participam do debate com os novos autores. Eles vão contar suas experiências e como o Prêmio contribuiu para divulgar sua arte literária.
Haverá lançamentos presenciais em Belém, dia 12 de novembro, com a presença do autor paraense Fabio Horácio-Castro, e no Recife, no dia 10 de novembro, com a presença do pernambucano Diogo Monteiro.
Neste ano, o Prêmio recebeu a inscrição de 1688 livros, sendo 850 em Romance e 838 em Conto. Há 18 anos, o Prêmio Sesc de Literatura revela anualmente dois escritores, sempre nas categorias Romance e Conto. Nesse período, se tornou uma das mais importantes premiações do país, ao oferecer oportunidades a novos escritores contribuindo para impulsionar a renovação no panorama literário brasileiro. O Prêmio é considerado referência por críticos literários, escritores brasileiros e visto como porta de entrada para o mercado editorial do país.
Sobre os livros vencedores
O réptil melancólico fala de colonialidade, colonialismo e colonização. De questões de identidade e pertencimento. Dos sentidos e das narrativas da história. Das alegorias sobre a Amazônia e da Amazônia como alegoria. A narrativa parte do retorno de Felipe para sua cidade, após longa estadia fora do país. Ele seguira para o exílio na primeira infância, levado por sua mãe, militante política perseguida e torturada pelo regime militar brasileiro. Nesse processo de retorno, reestabelece contato com sua família paterna, particularmente com seu primo Miguel, que está fazendo o processo oposto: o de partir da cidade.
O que a casa criou é um livro sobre o espanto. Todos os seus 16 contos, inclusive o que dá nome ao volume, tratam de alguma forma sobre a possibilidade de encontrar o inusitado a qualquer momento, na virada de uma esquina ou no abrir de uma porta. São histórias sobre a fragilidade do real e do nosso confortável conceito de realidade, e sobre como a quebra dessa normalidade age sobre pessoas, lugares e coisas.
Sobre os autores
Fabio Horácio-Castro, paraense e jornalista de formação, tem 52 anos, é professor universitário e venceu com o romance O réptil melancólico. “É a minha primeira participação no Prêmio Sesc e não esperava vencer na categoria. Escrevo mais sobre pesquisas relacionadas ao Amazonas. Como eu tinha um projeto deste livro, aproveitei o isolamento da pandemia, finalizei a obra e me inscrevi. Fiquei muito contente com o retorno”, comemora.
Já o pernambucano Diogo Rios Monteiro, de 43 anos, também é jornalista e atua com pesquisa de opinião e estratégia. Ele venceu com a coletânea de contos O que a casa criou. “Sempre escrevi e participava de algumas coletâneas, mas nunca tinha pensado no Prêmio. Este ano, tive um livro infanto-juvenil publicado pela primeira vez, o Relógio de Sol. Agora, será a segunda vez que coloco uma obra para o público com o Prêmio Sesc, na categoria conto”, destaca.
O Prêmio Sesc de Literatura hoje figura ao lado das maiores premiações nacionais. Os vencedores têm suas obras publicadas e distribuídas pela editora Record, parceira do Sesc no projeto.
Mais informações em www.sesc.com.br/premiosesc
De 1 a 30 de novembro, o canal no Youtube do Sesc Brasil irá exibir as 31 obras selecionadas para IV Mostra Sesc de Cinema. Pela primeira vez em formato 100% digital, a representação feminina é o grande destaque da edição, que bateu recorde de inscrições este ano. Os 8 longas e 23 curtas da mostra nacional serão disponibilizados simultaneamente dia 1º, às 19h, no canal do Sesc no YouTube .
A Mostra Sesc de Cinema reúne produções de temas diversificados, que por vezes não conseguem encontrar espaço nos circuitos comerciais de cinema. Em sua quarta edição, o projeto se consolida como um dos principais canais de incentivo e fomento ao cinema independente do Brasil. O concurso distribuirá mais de R$ 100 mil em licenciamentos de obras aos realizadores vencedores da mostra nacional. O novo formato ainda permitiu uma ampliação da exposição, da pluralidade e da valorização das produções audiovisuais de todas as regiões do país. O catálogo com todas as informações dos filmes pode ser acessado aqui.