Publicado em 24/03/2020
Atualizado em 26/03/2020

Fake news: na dúvida, não compartilhe

Além de gerar pânico desnecessário, elas podem ter consequências não só para quem as cria, mas também para quem compartilha.

Em tempos de coronavírus, as notícias falsas – conhecidas também como fake news – podem ter consequências desastrosas. Muito longe de “mentirinhas à toa”, elas podem gerar medo, pânico social e até mesmo em risco a vida das pessoas.

 

Estudos indicam que esse tipo de notícia falsa tem seis vezes mais chances de ser compartilhada. Isso porque essas informações mentirosas possuem características para assustar: assuntos polêmicos, histórias absurdas etc.

 

Além de gerar pânico desnecessário, elas podem ter consequências não só para quem as cria, mas também para quem compartilha. Replicadores de informações mentirosas em rede podem ser chamados a responder civil ou criminalmente simplesmente pela impulsividade de compartilhar algo que parecia “sensacional” ou “polêmico”.

 

Mas o que fazer para não cair nessa armadilha, ser influenciado por elas ou compartilhá-las, causando mal à sociedade? Veja algumas dicas para ficar bem longe das fake news.

 

Olho vivo: desconfie se a informação...

- Explora temas alarmantes.

- Faz exposição de imagem ou dados pessoais de terceiros.

- Usa dados e fontes com nomes parecidos ao de órgãos respeitáveis.

- Dissemina verdades únicas, “inquestionáveis”.

- Faz afirmações sobre situações ou dados alarmantes na área de saúde.

- Tem conteúdo escrito de forma sensacionalista, confusa e com erros de ortografia.

 

Fuja de fake news!

- Cheque as informações que receber por aplicativos ou ler na internet.

- Considere a fonte da informação. O site/portal que publicou a informação é confiável?

- Leia além do título: títulos chamam atenção, tente ler a história completa.

- Cheque a data da publicação: veja se a história ainda é relevante e está atualizada.

- Não se deixe levar pela emoção: na dúvida, não compartilhe!





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