Natural do Amapá, Rickelmy Sousa Mendes, de 18 anos, acertou todas as questões de matemática no Enem 2024. Junto com a nota 940 obtida na redação, o estudante da Escola Sesc de Ensino Médio sonha agora com uma vaga no curso de Engenharia de Produção na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). As conquistas dos alunos da turma 2022-2024 não param por aí. Vitória Haefliger Scalco, Aline Queiroz dos Santos, Nayane Grasielle Bispo dos Santos e Paula Pedrini Costalonga alcançaram 960 pontos em redação. Marina dos Santos Araujo foi a 3ª colocada no vestibular da UERJ para Artes Visuais.
O desempenho marcante no Enem 2024 demonstra o esforço dos jovens e o apoio da estrutura e modelos de ensino aplicados pela escola durante os três anos do curso. “Além das aulas, a escola oferece horários de atendimento individual aos alunos. Nesse espaço, os professores nos ajudam a criar planos de estudo personalizados, a desenvolver nossos potenciais e a preencher lacunas que precisamos superar”, explica Vitória, que pretende ingressar em um uma universidade pública para cursar Medicina usando sua nota do Enem.
No caso da redação, diversas ações desenvolvidas ao longo do ano contribuíram para a familiaridade dos alunos com o tema “Desafios para a valorização da herança africana no Brasil”. Assuntos como a questão racial e a história da população negra africana foram trabalhados em atividades como o projeto Onã, que promove debates sobre conteúdos como o surgimento do movimento negro no Brasil e nos EUA e a escravidão negra na América. Atividades de campo, como as aulas guiadas pela região da pequena África, na Gamboa (RJ) e um acervo especial da Biblioteca da escola, chamado Afroteca, também fizeram a diferença na formação dos estudantes.
“As atividades complementares que a escola nos oferece reforçam o nosso aprendizado, porque nos ensinam a exercitar nossas várias capacidades”, relembra Vitoria. Rickelmy faz coro e conta que aproveitou todas as oportunidades, desde as aulas de laboratório, onde participou do projeto “Caminhos da Ciência”, até às aulas de teatro, música e esportes. “Foi com o Caminhos da Ciência que aprendi a pesquisar. No projeto, tínhamos que escolher um tema, montar uma apresentação e dar aulas para os colegas”, relembra. “Sempre gostei de saberes que envolvem a linguagem lógica. Isso vem desde a minha infância quando tive contato com o estudo da música. Daí para a matemática foi um pulo, porque todas essas disciplinas são da mesma área do pensamento”, conta.
Para quem vai iniciar o último ano do Ensino Médio, o estudante deixa uma dica: “Aproveite ao máximo a escola e faça um pouco de tudo para ampliar seu vocabulário acadêmico. Isso vai contar muito para o resto da sua vida”, diz.
Inaugurada em 2008, a Escola Sesc de Ensino Médio faz parte da Rede Sesc de Educação e é uma unidade do Polo Educacional Sesc, localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Referência em ensino gratuito e de excelência, a escola conta com uma proposta pedagógica diferenciada e uma estrutura que permite a convivência, a integração e o aprendizado interdisciplinar dos alunos.
Praia, piscina, recreação, esportes. Na estação mais aguardada do ano, o Sesc promove uma programação variada que incentiva o público a se movimentar.
Em São Paulo, o Sesc Verão celebra sua 30ª edição incentivando a prática de esportes e atividades físicas e a experimentação de novas modalidades esportivas, com direito a uma praia montada no Vale do Anhangabaú, com oferta de vôlei de praia, beach tênis e futevôlei.
O Sesc Verão acontece também em 25 cidades do Rio de Janeiro, tendo como destaque competições e oficinas esportivas com a participação de atletas de renome. Em Santa Catarina, as atividades são realizadas em três destinos turísticos: as praias de Mar Grosso, em Laguna; Ingleses, em Florianópolis; e Praia da Enseada, em São Francisco do Sul.
As arenas montadas nos locais contam com programações culturais e esportivas gratuitas. Além do projeto Sesc Verão, as tradicionais colônias de férias da instituição agitam a garotada por todo o País, garantindo a diversão durante o recesso escolar. Jogos, brincadeiras e esportes compõem as programações desenvolvidas pelas equipes de recreação do Sesc.
Os três livros vencedores das categorias de Romance, Conto e Poesia do Prêmio Sesc de Literatura 2024 foram lançados no Rio de Janeiro, nessa terça-feira, 03.12, em noite de autógrafos na unidade da instituição em Copacabana. Durante o evento, os escritores Ricardo Mauricio Gonzaga (ES), do romance “Bololô: gaiola vazia”; Patricia Lima (SP) do livro de contos “A glória dos corpos menores”; e Antonio Veloso Maia (RJ), da obra de poesia “Contra a parede”, enalteceram a importância do Prêmio e sua tradição de lançar novos autores garantindo visibilidade para as obras por meio da forte estrutura e da tradição do Sesc.
“O maior prazer de quem escreve é ser publicado para ser lido. A literatura brasileira vive um grande momento e o diferencial do Prêmio Sesc é abrir uma janela relevante aos novos autores”, agradeceu Ricardo Mauricio Gonzaga a uma plateia que lotou o Sesc Copacabana. Sobre sua obra, ele explica que “Bololô” tem um pé no realismo mágico ao mesmo tempo em que mostra os mistérios da mata, da natureza. “Meu processo de criação foi intenso, com a narrativa se apossando de mim durante madrugadas inteiras. Espero que esse processo tome vocês também”, completou.
A escritora Patrícia Lima lembrou que vencer a premiação era um sonho antigo em função da estrutura da premiação. “Já participei de muitos eventos literários aqui no Sesc e espero que o meu livro possa, por meio da narrativa de um mundo específico e íntimo, agora lançado ao público, alcançar os leitores dos mais diversos universos”.
Já o escritor Antonio Veloso Maia foi representado pela filha e enviou uma mensagem de otimismo para com a literatura. “É uma aventura estar com o livro aqui. Ver o Prêmio Sesc alcançando a maioridade, com 21 anos, não é pouca coisa. Não é pouca coisa revelar a literatura de pessoas de todo país”.
As três obras foram escolhidas entre 2.731 inscritas e publicados pela editora Senac Rio, com tiragem inicial de 2 mil exemplares para cada categoria e estão disponíveis em livrarias físicas e online. Os autores receberam ainda um prêmio no valor de R$ 30 mil.
“O Prêmio Sesc de Literatura já se consagrou no cenário nacional e internacional e tem levado os autores a vencerem outras premiações, ampliando a projeção desses escritores brasileiros no mercado literário. Assim, vamos ajudando a descortinar e a apresentar ao mercado, ao setor e aos leitores uma nova geração muito forte e muito potente da nossa escrita”, comemora Janaina Cunha, diretora de Programas Sociais do Departamento Nacional do Sesc.
Menção Honrosa
Durante o evento, também receberam Menção Honrosa os livros de trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo finalistas das três categorias. O escritor Matheus Rodrigues, autor do romance “1 copo de sal”, recebeu a homenagem em nome do grupo, que inclui também Oly Cesar Wolf (PR) com o romance Inventário da parede; Mônica Karine da Silva SP), com o livro de contos Onde se pede a carne; e Ruan Gabriel Belo da Silva (PE) com o livro de poesias Codorna.
“Eu sou rato de Sesc, como costumo brincar. Eu faço academia, escrevo, fiz vários cursos. Então é muito bom e muito emocionante. Estou amando fazer parte disso tudo”, celebrou Matheus.
O Dia Internacional dos Direitos Humanos, comemorado em 10 de dezembro, traz como um de seus principais desafios o combate à fome, que afetou 3,2 milhões de residências brasileiras em 2023, segundo o IBGE. Além de políticas públicas, iniciativas da sociedade têm ajudado a ampliar a segurança alimentar. O aumento das doações recebidas nos últimos meses pelo Sesc Mesa Brasil, a maior rede de bancos de alimentos da América Latina, tem dado mostras da mobilização do país para o acesso à alimentação de qualidade. Entre janeiro e outubro de 2024, o volume arrecadado cresceu 16% em relação ao mesmo período do ano passado, somando mais de 46,5 milhões de quilos de alimentos, além de artigos de higiene, limpeza e vestuário.
O Sesc Mesa Brasil foi criado por iniciativa dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo há 30 anos com objetivo de atuar no combate à fome e ao desperdício de alimentos. O programa trabalha em parceria com empresas, propriedades rurais, entrepostos de hortifruti, supermercados, pequenas feiras e comércios, que doam seus excedentes de produção e alimentos fora dos padrões de comercialização, mas ainda seguros para consumo. Os produtos são destinados a instituições como asilos, creches e associações comunitárias, que os utilizam para complementar as refeições oferecidas ao público assistido.
Outro diferencial do programa são as ações educativas, que têm o objetivo de promover a alimentação adequada, a reeducação alimentar e fortalecer a gestão das entidades assistenciais assistidas. Por meio de cursos, oficinas e palestras, são difundidas informações como o aproveitamento integral dos alimentos e técnicas de manipulação e armazenamento, que contribuem para a redução do desperdício.
“Nós temos visto crescer a solidariedade e as doações ao longo do último ano, mostrando que a sociedade brasileira está na luta para ampliar a segurança alimentar, um direito humano básico. Outro ponto relevante do Sesc Mesa Brasil é seu papel no combate às mudanças climáticas. Ao propor o aproveitamento integral de alimentos e evitar o descarte desses produtos, que poderiam acabar nos lixões, contribuímos para diminuir as emissões de gases de efeito estufa. A segurança climática também é um direito da humanidade”, aponta Janaina Cunha, Diretora de Programas Sociais do Departamento Nacional do Sesc.
Neste fim de ano, o Sesc Mesa Brasil intensifica suas atividades por meio de campanhas que visam contribuir para as festividades natalinas de milhares de famílias em situação de vulnerabilidade. Em Minas Gerais, o Natal Solidário convida a população a fazer doações em dinheiro ou em produtos alimentícios, que podem ser entregues nas unidades em todo estado. No Mato Grosso do Sul, a campanha Natal na Mesa 2024 recebe doações de alimentos não perecíveis nas unidades em Campo Grande, Aquidauana e Três Lagoas. No Rio de Janeiro, a tradicional Caminhada Sesc pela Valorização da Pessoa Idosa, marcada para dia 8 de dezembro, em Copacabana, receberá doações para o Sesc Mesa Brasil. São esperadas na 7ª edição mais de 2,5 mil participantes. Na Bahia, a mobilização também contempla brinquedos para fazer a alegria das crianças.
O Sesc Mesa Brasil – programa de combate à fome e ao desperdício de alimentos – inaugurou sua nova sede no Rio de Janeiro. A nova estrutura, que está instalada no bairro do Campinho, na Zona Norte da capital fluminense, facilita a logística de recebimento e entrega de donativos. Além das empresas parceiras, pessoas físicas também podem fazer doações de alimentos no local.
Em 24 anos atuando no Rio de Janeiro, o programa já distribuiu cerca de 35 mil toneladas de alimentos a pessoas em vulnerabilidade social, o equivalente a encher 10 estádios do Maracanã.
Além de arrecadar e distribuir os alimentos, o programa capacita cozinheiras e cozinheiros das instituições apoiadas – creches e projetos de acolhimento institucional etc. – a utilizarem integralmente e de forma criativa os alimentos. Com isso, os funcionários dessas entidades podem criar receitas e mesclar o combate a insegurança alimentar com a conscientização sobre a sustentabilidade ambiental e econômica. Também são realizadas ações de caráter lúdico, visando difundir entre as crianças esses mesmos preceitos.
Além do Rio de Janeiro, o programa está presente nas demais unidades da federação, e seu trabalho é reconhecido internacionalmente por estar alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Nova estrutura ampliará alcance do programa
A nova sede ocupa um terreno de cerca de 6 mil metros quadrados. Pelo subsolo, chegarão os caminhões para carga e descarga de alimentos em uma área externa coberta de 380m². Ela dará acesso a um hall de entrada para recepção e controle dos alimentos, setor de Administração e Logística, setor de recepção e triagem de alimentos, setor de embalagem e processamento, além de três câmaras frigoríficas, depósito de caixas, despensa seca, entre outros espaços de apoio.
No pavimento térreo – nível da calçada, por onde chegam os pedestres e veículos – há guarita de segurança externa, salão multiuso para eventos e recepção de empresas com painel decorativo feito com caixas de plástico. Um auditório multiuso foi equipado com bancada para “Cozinha-Show” com capacidade para 120 pessoas. O pavimento conta ainda com depósitos de expedição, saída e apoio; hall de acolhimento de empresas e voluntários; sala exclusiva para voluntários; e área de expedição coberta.
No andar superior, está localizado todo o apoio administrativo do programa, com salas para gerência, coordenação, administrativo, além de toda a infraestrutura para os funcionários, como refeitório e vestiários.
Criado com o objetivo de ajudar na retomada do setor cultural gaúcho, que sofreu com as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, o projeto Circula Sesc – Artistas Gaúchos pelo Brasil vem proporcionando mais do que o aquecimento da economia no estado. A iniciativa representa um recomeçar para vários grupos artísticos, que perderam acervos e equipamentos.
O projeto teve início no dia 17 de outubro, em Pernambuco, e até o fim do ano marcará presença em 30 cidades de 18 estados. A programação do Circula Sesc foi montada a partir de uma convocação voltada, exclusivamente, para artistas de municípios que decretaram calamidade pública em razão das enchentes. Cada projeto contemplado realiza três apresentações, com cachê e todos os custos de hospedagem, alimentação e transporte mantidos pelo Sesc.
Confira algumas histórias de grupos que estão reconstruindo suas vidas e suas trajetórias profissionais com o apoio do Circula Sesc.
O espaço da Ói Nóis Aqui Traveiz, que funciona como escola de teatro, local de ensaio, de criação e de guarda do acervo, foi construído ao longo dos 46 anos. Infelizmente, durante as enchentes, nosso espaço passou três semanas debaixo de água. Figurinos, adereços objetos, fotografias e instrumentos musicais foram perdidos. Esse acervo nos fez pioneiros e referência para o teatro popular e o tetro de rua do país.
Passada a enchente, começamos a tentar recuperar parte dos materiais, como os instrumentos musicais de metal. O mais dramático, no entanto, foi o estado em que ficou o nosso teatro, que servia também como espaço para apresentação de outros grupos e formação de novos artistas.
Com o Circula Sesc, pudemos recomeçar e ir até Pernambuco para três apresentações com a peça “Manifesto de uma mulher de teatro”. Em cada um dos encontros, falei com o público sobre a importância desse projeto, que abriu a possibilidade de voltarmos a trabalhar e nos recolocar no palco. Foi a sensação de um respiro e de estarmos vivos novamente para a arte. O Circula Sesc, junto com o Palco Giratório, são oportunidades de intercâmbio para que os artistas possam apresentar seu trabalho em diferentes regiões. Precisamos de mais projetos como esses!
As enchentes comprometeram a rotina pessoal e profissional dos artistas gaúchos. Um dos nossos colegas do grupo chegou a perder todos os pertences durante as enchentes e precisou procurar outro lugar para morar. No prédio de três pavimentos onde moro, as águas chegaram até o segundo andar. Minha família foi resgatada por barco, após quatro dias ilhada, e chegou a ficar 30 dias num abrigo local. Apesar das perdas materiais e da estrutura do grupo ter ficado em uma região “seca” durante as enchentes, a programação de espetáculos em comemoração aos 20 anos da companhia foi abruptamente interrompida.
Antes das chuvas, estávamos supercontentes, porque havíamos conseguido montar uma agenda bem bacana para esse ano com os nossos cinco espetáculos de repertório. Porém, com as enchentes, tudo foi cancelado. Por mais que sejamos dinâmicos e tenhamos espetáculos para todos os espaços, está sendo duro retomar a rotina de apresentações.
Por isso, a mobilização pela solidariedade para minimizar os impactos da tragédia foi fundamental para nós, artistas. A ajuda chegou de muitas frentes. Veio da comunidade, de entidades civis e de classe, além do poder público e do Sesc Canoas, que acolheu um número gigantesco de pessoas com alimentação, banho e doações. Além disso, articulou apresentações com os artistas locais nos abrigos e agora, com o Circula Sesc, o TIA subirá ao palco em várias cidades do Brasil.
Paulo Martins Fontes, diretor artístico e ator-bonequeiro da Cia Gente Falante – Teatro de Bonecos – Porto Alegre
A sede da nossa Cia Gente Falante – Teatro de Bonecos foi inundada pelas enchentes. Apesar dos inúmeros transtornos, conseguimos salvar objetos de cena e bonecos de trabalho, transferidos para o segundo andar ou para locais menos afetados do Centro Histórico. O espaço destinado ao ateliê, que funciona há 15 anos como núcleo de formação de atores-bonequeiros, produção e ensaio, não teve a mesma sorte. No momento, estamos tentando recuperar a área, gradativamente.
Para nós, o projeto Circula-Sesc – Artistas Gaúchos pelo Brasil é como um abraço na classe artística. Esse abraço das unidades Sesc é fundamental para nos mantermos ativos e cumprindo a nossa missão. Somos cientes dessa grandiosa atitude para com a classe artística gaúcha, que se recuperará desse dano com lembranças muito luminosas desses braços brasileiríssimos estendidos para nós!
Com o circuito do espetáculo Maria Peçonha, esperamos contribuir com um alerta à sociedade para os riscos das mudanças climáticas. O nosso espetáculo personifica as forças da natureza. Se a respeitamos, flores; se a exaurimos, teremos desertificação e suas consequências. No encalço da Maria, vamos plantando flores e esperamos que as novas gerações aprendam esse plantio respeitoso.
O projeto Sesc EAD EJA, que oferece a jovens e adultos formação gratuita no Ensino Médio com qualificação profissional em produção cultural, está com inscrições abertas entre 12 de novembro de 2024 e 13 de janeiro de 2025. Serão mais de 2,2 mil vagas distribuídas entre 15 estados das regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste. Para participar basta ter mais de 18 anos e ter concluído o Ensino Fundamental. O edital com informações está disponível em sesc.com.br/ead.
Podem se inscrever candidatos residentes nos estados de Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. O curso tem duração de três semestres e carga horária de 1.200 horas, com 80% das aulas em formato virtual e 20% em formato presencial obrigatório. Ao final, os alunos recebem certificado de conclusão do Ensino Médio integrado à qualificação profissional em Produção Cultural
Durante os encontros presenciais, os alunos podem aproveitar as atividades de cultura, esporte e lazer oferecidas nas unidades da Instituição e também têm a oportunidade de discutirem propostas práticas referentes à qualificação em produção cultural, como a realização de podcasts ou de eventos. Desde sua criação, o Sesc EAD EJA já formou 2.553 estudantes e atualmente conta com cerca de 3,5 mil matriculados.
O Sesc EAD EJA é desenvolvido em parceria com o Senac RS, responsável pela plataforma de realização do curso. A construção dos conteúdos foi baseada em experimentações, simulação de práticas, mecanismos de jogos, dramatizações e outras estratégias que possibilitam maior interação com os participantes. O início das aulas da próxima turma está previsto para 10 de março de 2025.
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