O Sesc, instituição reconhecida por seu compromisso com a promoção e difusão da cultura brasileira em todas as suas formas, reitera seu papel fundamental na valorização dos talentos literários do país. Desde sua fundação, há mais de sete décadas, a entidade tem desempenhado um papel crucial na construção e fortalecimento da identidade cultural brasileira, sendo hoje uma referência tanto nacional quanto internacionalmente.
O Prêmio Sesc de Literatura tem sido um dos pilares desse trabalho, refletindo as diversas questões e temáticas relevantes para a sociedade. Racismo, questões ambientais, diversidade de gênero e fatos históricos são temas que compõem muitas das obras premiadas nos 20 anos de existência do projeto, proporcionando ao público uma reflexão profunda sobre nossa realidade.
Em 2024, o Prêmio Sesc de Literatura adota um formato ampliado e repleto de novidades, aprimorando sua missão de impulsionar a renovação no panorama literário brasileiro, enriquecer a cultura nacional e promover a diversidade de vozes literárias.
Nesse contexto, o Sesc desmente veementemente os rumores infundados e informações falsas sobre qualquer tentativa de censura em relação ao livro “Outono de Carne Estranha”, do autor Airton Souza, vencedor da edição de 2023, bem como possíveis modificações no edital que viessem a propiciar o cerceamento na liberdade de escolha das obras selecionadas. Além disso, reitera a realização do Circuito dos Vencedores, com a participação dos premiados Airton Souza e Bethania Pires Amaro, que será iniciado nos próximos meses.
O Prêmio Sesc de Literatura sempre foi pautado pela imparcialidade, com decisões soberanas de comissões julgadoras formadas por escritores renomados, que selecionam as obras com base exclusivamente na qualidade literária. No edital da edição 2024 do projeto, já disponível em nosso site oficial, podem ser conferidos todos os detalhes do processo de julgamento das obras, com a transparência que a Instituição preza em todas as suas ações. O processo de inscrição permite que os livros sejam submetidos de forma anônima pela internet, o que garante a equidade na avaliação.
A partir desse ano, o Prêmio Sesc também amplia seu escopo. Além de incorporar a categoria Poesia – a premiação era composta até ano passado apenas pelas categorias Conto e Romance – atendendo a uma antiga demanda do público, o projeto passa a receber obras destinadas a todos os públicos, quando antes permitia a inscrição apenas de trabalhos voltados ao público adulto. Dessa forma, contempla um número maior de participantes, não havendo qualquer prejuízo aos escritores que produzem ficção para o público adulto.
Outra novidade é a premiação em dinheiro para os vencedores de cada categoria, no valor de R$ 30 mil (cada), e a publicação das obras selecionadas pela Editora Senac Rio, com uma tiragem inicial mínima de 2.000 exemplares. Também haverá menção honrosa a obras finalistas escritas por trabalhadores do setor do comércio de bens, serviços e turismo. Essas novidades reforçam o compromisso do Sesc em apoiar e promover a diversidade literária brasileira, incentivando novos talentos e proporcionando uma plataforma para a expressão criativa.
As inscrições estão abertas e podem ser feitas gratuitamente até o dia 22 de abril, de forma online, em www.sesc.combr/premiosesc.
Concurso literário vem repleto de novidades, como nova categoria e também premiação em dinheiro.
O Prêmio Sesc de Literatura chega a sua 21ª edição com um formato ampliado e que valoriza ainda mais os talentos revelados. Reconhecida como uma das mais importantes e consagradas premiações para escritores estreantes nas categorias Romance e Conto, o projeto a partir deste ano conta com mais um gênero: a Poesia. Além disso, os vencedores também receberão uma premiação em dinheiro no valor de R$ 30 mil, e suas obras serão publicados pela Editora Senac Rio, com uma tiragem inicial mínima de 2.000 exemplares. As inscrições poderão ser feitas gratuitamente até o dia 22 de abril, de forma online.
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“Quando o Prêmio Sesc de Literatura surgiu, em 2003, tinha apenas a categoria Romance. Dois anos depois incorporamos a categoria Conto, como forma de permitir que mais escritores tivessem espaço de mostrar seus trabalhos. Ao longo de 20 anos, o projeto revelou obras de extrema qualidade literária e entendemos que era o momento de revermos o projeto, para torná-lo mais próximo do cenário literário e dos demais concursos realizados na área de Literatura. Dessa forma, resolvemos incluir a categoria Poesia, uma antiga demanda de autores, e proporcionar a premiação em dinheiro, como forma de valorizar os escritores e incentivá-los a continuarem produzindo novas obras”, disse a Diretora de Programas Sociais do Departamento Nacional do Sesc, Janaina Cunha.
As obras inscritas são analisadas por comissões julgadoras de diferentes regiões do país, compostas por renomados escritores, jornalistas e críticos literários. O processo de avaliação tem como base o anonimato tanto dos autores quanto do júri, garantindo a lisura do projeto e a liberdade de análise dos jurados, que fazem a seleção pelo mérito literário dos trabalhos, com soberania sobre a decisão final.
As obras selecionadas pelo Prêmio Sesc de Literatura nesses 20 anos abordaram as mais diferentes temáticas, representando um reflexo de questões de grande relevância discutidas pela sociedade. Racismo, questões ambientais, diversidade de gênero, fatos históricos e comportamento social são assuntos que compõem as obras reveladas pelo projeto. “Podemos dizer que o Prêmio Sesc de Literatura acompanha a história do país nessas últimas duas décadas, mostrando por meio dos livros selecionados um retrato de diversas questões debatidas na nossa sociedade. E esse é um importante papel da Literatura, que o Sesc leva aos brasileiros por meio desse projeto”, esclarece Janaina Cunha.
Os livros selecionados serão apresentados ao público em uma cerimônia com a presença dos autores. Além disso, após a publicação, serão distribuídos na rede de bibliotecas e escolas do Sesc localizadas em todas as regiões do país. Os escritores participarão, ainda, do lançamento de suas obras em eventos culturais promovidos pelo Sesc no ano de 2025.
A Premiação
O Prêmio Sesc de Literatura é um dos mais importantes e consagrados do país na distinção de escritores inéditos. O Prêmio avalia trabalhos com qualidade literária para edição e circulação nacional. Ao oferecer oportunidades aos novos escritores, impulsiona a renovação no panorama literário brasileiro e enriquece a cultura nacional. Desde a sua criação em 2003, quase 20 mil livros foram inscritos e 37 novos autores revelados. Em 2023, os vencedores foram Airton Souza e Bethânia Pires Amaro, com o romance Outono de Carne Estranha e a coletânea de contos O ninho, respectivamente.
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Projeto aproxima jovens da música clássica em todas as regiões do Brasil.
O direito a atividades culturais é garantido no artigo 71 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Mas ainda hoje, a oferta de equipamentos de cultura é escassa em diversas localidades do país. Segundo um estudo recente do IBGE, menos de um terço das cidades brasileiras têm acesso a museus, apenas 23,3% dos municípios contam com teatros ou salas de espetáculos e 9% têm cinemas.
O Sesc mantém em todo o país uma ampla estrutura que propicia a realização de atividades culturais nas mais diversas linguagens. Na música, um dos projetos de destaque junto ao público jovem é o Sesc Orquestras Jovens. Criado em 2004 e atualmente presente em onze estados, o projeto vem transformando a vida de centenas de adolescentes com cursos de instrumentos e prática de conjuntos, unindo educação musical e inclusão social.
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Um dos estados que desenvolve o projeto é Roraima, na região Norte. O professor Ramón Antonio Pérez Infante é violista e professor da orquestra há mais de dois anos. Ele conta, orgulhoso, como o projeto oferece a oportunidade para que os jovens conheçam um instrumento musical. “Ao aprender sobre música, elas ampliam sua capacidade intelectual e têm a experiência única de participar de eventos, como recitais e concertos, aprendendo a trabalhar e a interagir em grupo”, comenta.
Em todo o Brasil
As histórias de aprendizado estão por todo o país. Raniel Pereira Doria, de 16 anos, mora em Aracaju (SE) e ingressou nas atividades do Sesc em 2021 fazendo coro. Ele decidiu explorar novas habilidades e ingressou na orquestra.
“O Sesc me abriu portas onde eu não imaginava conseguir entrar, pois minha condição social não era tão boa. Graças ao projeto, estou conseguindo adquirir sabedoria e conhecimento não só na música, mas para a vida”, afirma. Hoje, Raniel toca viola de arco e conta como o projeto contribuiu para seu desenvolvimento intelectual. “Tive a oportunidade de estudar vários instrumentos e consegui aprender a me disciplinar e a melhorar minha rotina nos estudos”.
Outro aluno que compartilha a mesma opinião é o também venezuelano Luis Santiago Palma Paez, 24 anos, de Boa Vista (RR). Ele toca viola clássica e, quando veio para o Brasil, um dos objetivos era conseguir se dedicar mais à música. “A partir do projeto, consegui expandir meus contatos com maestros mais experientes, desenvolver novas capacidades e adquirir novos conhecimentos”, diz.
Também de Roraima, Flávio Luis Souza Rocha, 19 anos, conta que consegue conciliar a rotina da música com estudos e o trabalho. “Ter ferramentas, espaço e horários que facilitam o meu contato com a música ajuda muito no meu desenvolvimento Temos estrutura, locais para estudar e ensaiar e tudo o que é necessário para o aprendizado não só da música, mas também sobre profissionalização nessa área de conhecimento”, comemora o jovem, que hoje faz faculdade de licenciatura em Música.
Festival Internacional Sesc de Música
Além de oferecer aprimoramento com professores consagrados, a iniciativa estimula o encontro dos alunos para gerar desenvolvimento artístico, pessoal e profissional. Uma das programações mais fortes do projeto é a participação no Festival Internacional Sesc de Música, que acontece todos os anos em Pelotas (RS). Um dos maiores eventos de música de concerto da América Latina, reúne estudantes e profissionais de diversas regiões do país e do mundo para apresentações em espaços públicos e cursos que produzem uma grande troca de conhecimentos entre estudantes e profissionais de música.
“É uma experiência fantástica, que nos ajuda a viver a música em sua forma mais pura, promovendo o encontro de pessoas de origens e culturas diferentes, mas com o gosto e compromisso em comum pela música”, exalta o aluno Luis Santiago Palma Paez.
Azahel Alejandro Orta Camacho, 24 anos, participou de três edições do e afirma que o evento proporciona uma conexão muito profunda com professores nacionais e internacionais, estimulando ainda mais a prática musical. “É uma semana intensa de muita música, não só erudita como também popular. Para nós, esse contato com a versatilidade da música representa uma experiência de inclusão social e um grande estímulo para continuarmos aprendendo cada vez mais”.
Para Flávio Luis Souza Rocha, participar do Festival de Pelotas foi um sonho e uma experiência únicos. “Durante o evento tive a oportunidade de conhecer pessoas dos Sesc de outros estados e isso me proporcionou uma conexão como nunca imaginei. É uma programação que promove a música e que também inclui as pessoas por meio da arte”.
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Sobre o autor
Marcus Groza é poeta, dramaturgo, professor e encenador. Tem doutorado em Artes Cênicas pela UNIRIO, é mestre em Artes pela UNESP e graduado em Filosofia pela USP. Participou com poemas falados em programas de TV e festivais; concebeu e codirigiu o espetáculo de dança-teatro “Woyzeck” (2021) e atua também como editor, tradutor e iluminador.
Sobre o livro
Goiás mistura memória, crítica social e poesia, com forte carga simbólica e emocional. O protagonista, um cachorro farejador caramelo, que atua em operações de resgate, representa a resistência, a alegria e a dor diante da devastação humana e ambiental.
Abáz nasceu em Salvador (BA), tem 31 anos, é formado em História pela UFBA, mestre (UFMG) e doutorando (USP) em Educação. Atua como professor na rede municipal de São Paulo. Começou a escrever em 2024, quando participou de oficinas de literatura e conseguiu vencer a timidez e mostrar os seus textos.
Massaranduba é uma coletânea de contos que retrata o cotidiano de personagens marginalizados em diferentes contextos urbanos e de periferias. O livro transita entre o trágico e o cômico, o absurdo e o real, revelando histórias de violência, afeto, fé e sobrevivência.
Leonardo Piana nasceu em Andradas, Minas Gerais. Formado em Comunicação pela USP, é escritor e servidor público. Antes de se aventurar na poesia, escreveu dois romances. O primeiro, “Sismógrafo”, venceu o Prêmio Cidade de Belo Horizonte e foi finalista dos prêmios Jabuti.
Escalar Cansa é um livro de poemas que entrelaça referências da mitologia grega com experiências contemporâneas de afeto, dor, resistência e identidade, revelando uma narrativa lírica que engloba memória familiar e o peso da existência.
Bololô: Gaiola Vazia / Categoria Romance
Ricardo Maurício, carioca radicado em Vitória, é um artista multifacetado que transita entre as artes visuais, o teatro e a literatura…
A Glória dos Corpos Menores / Categoria Conto
Patrícia Lima, 38 anos, funcionária da Unesp de Bauru e formada em Letras, é autora do livro de poesias O amor é um solo de jazz…
Contra a Parede / Categoria Poesia
Antonio Veloso Maia surpreende com Contra a Parede, uma coleção de poemas que explora introspecção, linguagem e desconforto existencial…
O Ninho / Categoria Conto
Nascida em Pernambuco, Bethânia Pires Amaro, 34 anos, passou a infância no interior da Bahia…
Outono de Carne Estranha / Categoria Romance
O paraense de 41 anos nasceu em Marabá (PA), onde mora. É professor de História…
Mikaia / Categoria Romance
A gaúcha Taiane Santi Martins, 34 anos, da cidade de Vacaria (RS), é editora…
Corpos Benzidos em Metal Pesado / Categoria Romance
O paraense Pedro Augusto Baía, 35 anos, é analista judiciário (psicólogo)…
O Réptil Melancólico / Categoria Romance
Fábio Horácio-Castro, paraense e jornalista de formação, tem 52 anos…
O Que a Casa Criou / Categoria Conto
O pernambucano Diogo Monteiro, de 43 anos, também é jornalista…
Encontro Você no Oitavo Round / Categoria Romance
Caê Guimarães nasceu em 1970 no Rio de Janeiro. É poeta, escritor…
Terra nos Cabelos / Categoria Conto
Tônio Caetano nasceu em Porto Alegre/RS, em 1982…
O Legado de Nossa Miséria / Categoria Romance
O Doce e o Amargo / Categoria Conto
Entre as Mãos / Categoria Romance
As Coisas / Categoria Conto
O Abridor de Letras / Categoria Conto
Última Hora / Categoria Romance
Receita Para se Fazer um Monstro / Categoria Conto
Céus e Terra / Categoria Romance
Antes que Seque / Categoria Conto
Desesterro / Categoria Romance
Parafilias / Categoria Conto
Enquanto Deus Não Está Olhando / Categoria Romance
Noveletas / Categoria Conto
O Evangelho Segundo Hitler / Categoria Romance
Réveillon e Outros Dias / Categoria Conto
Quiçá / Categoria Romance
Contos de Mentira / Categoria Conto
Habeas Asas, Sertão de Céu! / Categoria Romance
Cavala / Categoria Conto
Prosa de Papagaio / Categoria Romance
Mentiras do Rio / Categoria Conto
O Momento Mágico / Categoria Romance
Beijando Dentes / Categoria Conto
Zé, Mizé, Camarada André / Categoria Romance
Correio Litorâneo / Categoria Conto
Casa Entre Vértebras / Categoria Romance
A Secretária de Borges / Categoria Conto
Hoje Está Um Dia Morto / Categoria Romance
As Netas da Ema / Categoria Romance
Santo Reis da Luz Divina / Categoria Romance
Não. Na primeira página da obra a ser anexada deverá constar apenas o título, a fim de garantir a lisura no processo de julgamento. O nome do arquivo deve ser apenas o título da obra inscrita. Em nenhum local da obra ou no nome do arquivo poderá constar o nome do candidato, caso em que a inscrição será invalidada.
Não. Os candidatos devem escrever apenas o título da obra a ser enviada. Vale lembrar que o nome do autor NÃO deve aparecer no texto.
Sim. Os títulos podem estar em CAIXA ALTA.
De acordo com o edital, o original enviado na categoria Conto deverá ter o mínimo de 6 contos e entre 100 mil e 400 mil caracteres com espaços.
Publicação independente também vale como publicação, então no caso não pode participar. Mas, no edital diz que “Será permitida a inscrição de obra cuja pequena parcela do conteúdo tenha sido publicada em blogs pessoais ou revistas eletrônicas, desde que não ultrapasse 20% do total.” Portanto se você tiver 20% publicado e a outra parte da obra for inédita, poderá participar.
Será aceita a inscrição de obras originais que tenham uma pequena parte do conteúdo já publicada em blogs ou revistas eletrônicas, desde que essa parcela não ultrapasse 20% do total de caracteres, no caso de ROMANCE. Para CONTOS, será permitida a inscrição de obras originais cujo conteúdo tenha sido publicado de forma esparsa em blogs, revistas eletrônicas ou antologias, desde que não ultrapasse 50% do total de caracteres. No caso de POESIA, será permitida a inscrição de obras originais cujos poemas tenham sido publicados de forma esparsa em blogs, revistas eletrônicas ou antologias, desde que, no total, não ultrapassem 25 páginas.
O Prêmio Sesc de Literatura não permite a inscrição de brasileiros residentes no exterior, pois no ano posterior à premiação os vencedores fazem um circuito intenso por todo o Brasil, e o fato de o escritor morar fora do país inviabiliza esse cumprimento.
Oferecer cursos de instrumentos e prática de conjuntos para adolescentes unindo educação musical com inclusão social. Esse é o objetivo do projeto Orquestra Jovem Sesc Brasil, criado em 2004, e que vem transformando a vida de muitos jovens por meio da música. Mais do que ensinar a arte de tocar instrumentos, a iniciativa, presente em onze estados brasileiros, também estimula o encontro dos alunos como forma de desenvolvimento artístico e profissional.
Para potencializar essa ideia, nos dias 24 e 25 de janeiro, 60 alunos que fazem parte das Orquestras Jovens Sesc regionais participarão do 12° Festival Internacional Sesc de Música, que está acontecendo em Pelotas (RS) e vai até o final do mês. O Festival promove apresentações em espaços públicos do município e cursos para estudantes e profissionais de música, entre eles, os envolvidos nas Orquestras Jovens, com participação de professores de dentro e fora do Brasil.
O Orquestra Jovem Sesc Brasil conta com grupos de alunos do Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Roraima, Sergipe e Mato Grosso – nesse estado em duas localidades, em Rondonópolis e no Polo Socioambiental Sesc Pantanal.
A edição de 2024 do Festival Internacional Sesc de Música iniciou oficialmente nesta segunda-feira, 15 de janeiro, em Pelotas com o tradicional cortejo pelas ruas centrais da cidade. Com saída do Largo do Mercado Público, alunos e professores levaram acordes e divertiram o público em uma grande festa em celebração à cultura. A programação seguiu com plateia cheia para assistir ao Concerto Bossa Nova no RS, apresentado pela UCS Orquestra no Theatro Guarany, com regência do maestro Manfredo Schmiedt e Pedrinho Figueiredo como solista e arranjador.
No aspecto pedagógico, o festival recebe cerca de 400 alunos de 22 estados brasileiros e de cinco países para aperfeiçoarem suas técnicas com 46 renomados profissionais de diferentes partes do mundo. “O evento tem a função de desenvolver o comércio local, o turismo, gerar receita para a cidade e movimentar a cultura. Além disso, o festival tem a missão de entender e enxergar o poder de uma juventude. Então a todos os alunos, eu quero ressaltar que o Sesc e todos nós acreditamos em vocês, então acreditem também”, disse a diretora de Programas Sociais do Sesc Nacional, Janaina Cunha Melo, durante a abertura oficial.
A programação segue até o dia 26 de janeiro. Serão 63 apresentações artísticas gratuitas em diferentes pontos da cidade, como espaços culturais e públicos, dentre hospitais, igrejas, o Theatro Guarany e a Praia do Laranjal. Exclusivamente os espetáculos que acontecerão no Theatro Guarany demandam a reserva prévia de ingressos pelo site www.sesc-rs.com.br/festival, onde está disponível a programação completa do evento, ou, presencialmente, na bilheteria do Theatro. Para quem não conseguir antecipar a retirada, haverá um número limitado de ingressos à disposição no local às 18h do dia das apresentações.
O ano de 2023 foi marcado por uma expressiva marca na área de Cultura do Sesc. Mais de 1,2 milhão de livros foram emprestados por nossa rede de bibliotecas no país. Com uma média de 4 mil livros cedidos por dia, essas unidades atuam de forma integrada e possibilitam consulta por meio físico e digital.
As bibliotecas do Sesc também são espaços de atividades culturais como cafés literários, saraus, festivais de leitura e poesia, feiras de livros, e contação de histórias. São mais de 320 unidades espalhadas pelo país. Nelas, o público encontra desde obras clássicas e romances até audiolivros.
Além das unidades fixas, o Sesc conta com o projeto BiblioSesc. São 54 bibliotecas móveis, que têm o objetivo de incentivar o hábito de leitura e ampliar o alcance do público. Os caminhões adaptados com estantes transportam um acervo de 3,5 mil volumes, que são constantemente renovados e disponibilizados para empréstimo gratuito.
Você pode conferir nosso acervo completo em www.sesc.com.br/bibliotecas
A práxis da mediação em espaços culturais reflexões e práticas – Sesc na Bahia
Ebook – Coletânea de exercícios Teatral – Sesc no Tocantins
Projeto Raízes Mineiras – Sesc em Minas Gerais
Mediação Cultural – Em Artes Integradas na Escola – Sesc em Rondônia
Mediar – Material educativo para mediações culturais – Sesc no Pará
Revista Sesc Arte Educação 2023 vol.3 – Sesc no Rio Grande do Sul
Jogos dos Cheiros – Sesc em Minas Gerais
A música reverbera no corpo, da “bera” ao interior – Sesc em Rondônia
Caderno de Mediação Cultural – Sesc em Minas Gerais
Cartilha Arte Educação – Sesc no Rio de Janeiro
Revista Sesc Arte Educação 2021 – Sesc no Rio Grande do Sul
Guia para Construção de Brinquedos e Brincadeiras com Elementos Naturais – Sesc no Tocantins
Território como dispositivo pedagógico – Sesc em Pernambuco
Cartografia Cultural – São Lourenço da Mata – Sesc em Pernambuco
Caderno de Cinema – DR PR
Material-Educativo Ecos-Instrumentos Musicais – Sesc no Maranhão
E-book Mediação Cultural – Sesc no Maranhão
Caderno de Cinema – Sesc no Paraná