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Desde março de 2020 vivemos em um cenário de pandemia que lança um marco na história da humanidade. Mas o que passamos hoje é reflexo da degradação — antrópica — dos hábitats naturais que, gradativamente, dão espaço a aglomerados urbanos. Com isso, as crescentes interações negativas com os ecossistemas e sua biodiversidade deflagraram e ainda provocarão doenças que a medicina moderna pouco conhece.

Esta crise sanitária, de origem ambiental, forçou mudanças na vida pessoal e profissional de todos, que refletiram diretamente na operação do Programa Ecos. Por exemplo: com a suspensão de todas as viagens para implantações presenciais do programa, tivemos que pensar soluções para viabilizar a execução da cooperação técnica totalmente a distância. A partir dessa experiência começamos a enxergar oportunidades de revisão em todos os nossos processos, sob a lógica da eco eficiência, reduzindo os custos e os impactos ambientais relacionados à implantação. Porém muitas ações planejadas não puderam ser realizadas, já que seriam executadas nas instalações físicas, em contato com o público interno do Departamento Nacional.

Por esse motivo, este relatório de 2020 está reduzido. Com poucas ações executadas, focamos no relato dos indicadores, evidenciando a redução dos custos operacionais e dos impactos ambientais. Todavia, não obstante todos os impactos negativos que a pandemia trouxe, o atual momento pode ser propício à renovação. Rever os processos para que economizem água, energia, papéis e diversos outros recursos, a fim de promover mais equilíbrio entre receitas e despesas, será cada vez mais importante e crucial para a sustentação e a perenidade da instituição.

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