Com uma agenda que valoriza a diversidade de vozes, linguagens, expressões artísticas e regionalidades, o Sesc estará presente mais uma vez na Flip – Festa Literária Internacional de Paraty. Serão realizados cafés literários, shows, exposição, performances poéticas, rodas de conversa e oficinas. As atividades são gratuitas e acontecem de 23 a 26 de julho de 2026 em três espaços no Centro Histórico de Paraty: Sesc Santa Rita, Casa Edições Sesc e Casa Sesc. Confira a programação completa abaixo.
A vida acontece com o Sesc | 80 Anos Feitos de Histórias
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Com fotografias históricas e registros contemporâneos, a mostra apresenta um panorama da trajetória da instituição, destacando sua contribuição para o desenvolvimento social do Brasil ao longo de oito décadas.
⏰ Horários: • De quinta a sábado, das 10h às 21h • Domingo, das 10h às 15h
“Algumas histórias se escrevem com palavras. Outras, com gestos.”
Durante a Flip, o Sesc Santa Rita recebe doações de alimentos não perecíveis e dentro do prazo de validade. Ajude a escrever um novo capítulo na vida de quem mais precisa. Doe e transforme esperança em realidade.
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Com uma agenda que valoriza a diversidade de vozes, linguagens, expressões artísticas e regionalidades, o Sesc estará presente mais uma vez na Flip – Festa Literária Internacional de Paraty. Serão realizados cafés literários, shows, exposição, performances poéticas, rodas de conversa e oficinas. As atividades são gratuitas e acontecem de 23 a 26 de julho de 2026 em três espaços no Centro Histórico de Paraty: Sesc Santa Rita, Casa Edições Sesc e Casa Sesc. A instituição é ainda patrocinadora da programação oficial da Flip.
Além da pluralidade da literatura brasileira com convidados de diversas regiões do país, que já é marca registrada das ações do Sesc no evento, neste ano a programação contará ainda com convidados internacionais. A participação dialoga com duas importantes efemérides: os 80 anos do Sesc e os 70 anos da publicação de “Grande Sertão: Veredas”, obra-prima de João Guimarães Rosa, que segue influenciando gerações de leitores e escritores. A partir disso, foi elaborado o conceito Múltiplas Veredas, compreendido como metáfora dos vários caminhos que conectam literatura, cultura, território e transformação social.
Memória e saberes ancestrais se destacam em diferentes mesas e encontros, assim como temas urgentes da contemporaneidade, como sustentabilidade, cidadania, democracia e os impactos das tecnologias na vida cotidiana. Debates sobre leitura e formação de leitores abordam os desafios da circulação de ideias e o papel das práticas coletivas, como clubes de leitura e mediação literária. Para a diversão do público infantil, serão realizadas narrações de histórias e mediação de leitura.
O público também poderá visitar, no Sesc Santa Rita, uma exposição especial em celebração aos 80 anos do Sesc. Com fotografias históricas e registros contemporâneos, a mostra apresenta um panorama da trajetória da instituição, destacando sua contribuição para o desenvolvimento social do Brasil ao longo de oito décadas.
“No ano em que celebra oito décadas de atuação, a participação do Sesc na Flip ganha ainda mais relevância. A cultura amplia repertórios, fortalece a cidadania, incentiva a leitura e a formação de novos públicos, ao mesmo tempo em que movimenta o turismo, impulsiona a economia local e gera trabalho e renda. Ao reunir autores, artistas e leitores, o Sesc contribui para o desenvolvimento dos territórios e demonstra que investir em cultura também é investir no desenvolvimento social e econômico do país.”, destaca Diana Abreu, Diretora de Saúde, Cultura, Lazer e Assistência do Departamento Nacional do Sesc.
No Sesc Santa Rita, unidade do Polo Sociocultural Sesc Paraty, o público poderá participar de atividades com a presença de autores como Eliana Alves Cruz, Marcelino Freire, Milena Martins Moura e Daniel Munduruku, primeiro escritor indígena a compor o acervo da Casa de Rui Barbosa que participa do encontro “Cosmologias da palavra” ao lado de Jama Wapichana. Tati Bernardi comandará um talk show literário com os convidados Bruna Lombardi, Itamar Vieira Junior e Elisa Lucinda. O espaço também apresentará o espetáculo “Viola, Rosa e Sertão”, com o violeiro, compositor e pesquisador Paulo Freire. Haverá, ainda, na mesma casa, uma área de descompressão com enfoque em diversidade, equipada com sofás, pufes e fones com supressão de ruído, além de recursos de acessibilidade, como Libras, materiais em braile, assentos preferenciais e mobiliário adaptado.
Na Casa Sesc, as discussões abrangerão a circulação literária e novos formatos – como podcasts e plataformas digitais -, além de reflexões sobre acessibilidade, diversidade e inteligência artificial, com nomes como Nina da Hora, Sil Bahia e Lu Ain-Zaila. O público encontrará nomes centrais do pensamento contemporâneo, como a escritora e ativista americana Angela Davis, ao lado do Nobel Wole Soyinka; além do intelectual Muniz Sodré, em diálogo com o podcast Angu de Grilo, de Flávia Oliveira e Isabela Reis.
O debate “América e África: uma conversa Atlântica” entre a escritora e ativista americana Angela Davis e o vencedor do Prêmio Nobel de Literatura Wole Soyinka será realizado no Sesc Caborê, em uma tenda especialmente montada para receber 700 pessoas, no sábado, 25 de julho, às 18h, com mediação da jornalista Flávia Oliveira. Os ingressos gratuitos serão distribuídos exclusivamente pela Ingresso.com na sexta-feira (24), a partir das 11h.
Já na Casa Edições Sesc, autores da editora e convidados participam de debates que articulam literatura, artes visuais, pensamento crítico e temas contemporâneos. A programação — que conta também com mesas realizadas em parceria com o Senac São Paulo — promove encontros em torno de questões urgentes do presente, como geopolítica, saúde mental, educação midiática, sustentabilidade e direitos humanos.
Entre os destaques, estão conversas com Eustáquio Neves, artista visual em exposição na Bienal de Veneza; Jamil Chade, jornalista com atuação internacional em geopolítica; Bob Wolfenson, nome importante da fotografia brasileira; Natália Timerman, escritora e psiquiatra; e Mary del Priore, historiadora e autora referência em história do Brasil, além de encontros com autores, pesquisadores, educadores e artistas de diferentes áreas.
Em uma parceria inédita entre o Sesc e a Estante Virtual, os vencedores do Prêmio Sesc de Literatura 2025 participarão de uma mesa na Casa Estante Virtual, fortalecendo o compromisso das instituições com a valorização da literatura e o encontro entre autores e leitores.
Pelo segundo ano consecutivo, os participantes poderão realizar, no Sesc Santa Rita, doações de alimentos não perecíveis ou contribuições financeiras via Pix para o Sesc Mesa Brasil, maior rede privada de bancos de alimentos da América Latina. Os insumos serão distribuídos para instituições sociais de Paraty que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar.
Além disso, o público poderá participar de uma mesa de debate e experiência gastronômica com pesquisadoras e coletivos de Paraty para discutir os vínculos entre comida, memória e território e de uma oficina de escrita conduzida por Taís Bravo, que estimula os participantes a explorar memórias e afetos por meio da criação literária inspirada nos alimentos e nas refeições compartilhadas. Essas ações convidam à reflexão sobre o engajamento em ações solidárias e buscam estimular a consciência social, ampliando o impacto do Sesc na Flip para além da cultura. Toda a programação do Sesc é gratuita e está disponível no site sesc.com.br/sescnaflip.
Espaços do Sesc no Centro Histórico de Paraty:
Sesc Santa Rita – Rua Santa Rita, 133 Casa Sesc – Rua Marechal Santos Dias, 22 Casa Edições Sesc – Rua Marechal Santos Dias, 43
A Mostra Sesc de Cinema chega à sua nona edição com 52 filmes selecionados entre os mais de 1.900 inscritos de todo o país. Desses, 21 filmes compõem o Panorama Brasil, 10 integram o Panorama Infantojuvenil e outros 21 fazem parte dos Panoramas Estaduais. Ao todo, o projeto destinará até R$ 222 mil em licenciamentos. As obras passam, agora, a integrar a programação do Sesc e serão exibidas ao longo dos próximos 12 meses em diferentes cidades brasileiras. A lista completa pode ser acessada aqui.
Voltada à promoção do cinema independente, a MSDC se consolida como um espaço de circulação para produções que, muitas vezes, encontram poucas oportunidades de exibição fora de festivais.
“A Mostra Sesc de Cinema se consolidou como uma importante janela de exibição para realizadores de todas as regiões do país. Ao promover essa circulação e aproximar as obras do público, o projeto contribui para fortalecer o audiovisual brasileiro, ampliar o acesso à cultura e fortalecer um setor que gera emprego, renda e desenvolve o país”, afirma Leonardo Minervini, gerente interino de Cultura do Departamento Nacional do Sesc.
Entre os filmes selecionados, 23 obras são inéditas e serão lançadas durante a programação do projeto, além disso, 45 filmes contam com recursos de acessibilidade como legendas, audiodescrição e Libras. Outro aspecto relevante é a expressiva presença de direções compartilhadas, com filmes assinados por duplas e coletivos, prática que reforça a dimensão colaborativa e descentralizada da produção audiovisual brasileira contemporânea.
No Panorama Brasil, os títulos selecionados evidenciam uma forte conexão entre cinema, identidade e território. Obras como “Uma estrada que corta o território do Xerente” e “Mercado Central” apontam para uma cartografia sensível do país, valorizando contextos locais e modos de vida específicos. Ao mesmo tempo, filmes como “Frete Grátis para todo o Norte, exceto para o Brasil” tensionam criticamente as relações entre centro e periferia, ampliando o debate sobre pertencimento e desigualdade regional.
Outro aspecto marcante é a presença de narrativas que dialogam com a ancestralidade e os saberes tradicionais, como em “Pai Pote, o filho de Ogum” e “Ancestralidade, Presente”, refletindo o protagonismo de cosmovisões afro-brasileiras e indígenas no audiovisual contemporâneo. Esses elementos coexistem com abordagens que tratam o próprio cinema como campo de reflexão, a exemplo de “Minha religião é o Cinema”, “Amuleto” e “Divino: sua alma, sua lente”, nos quais o fazer cinematográfico surge como experiência estética, espiritual e política.
A dimensão subjetiva também se destaca, com filmes que exploram afetos e processos de transformação, como “O que faço com isso agora que acabou?” e “Ausente”, revelando uma produção autoral voltada à introspecção e à construção de sentidos individuais. Paralelamente, cultura urbana, raça e pertencimento são narrativas abordadas em filmes como “Nação Hip Hop: cultura de rua” e “Destino da pele”.
No Panorama Infantojuvenil, pela primeira vez, seis estudantes do LABmais, projeto do Sesc voltado para as juventudes, foram selecionados para participar da curadoria, com encontros acompanhados pela monitora do laboratório. Os jovens, entre 14 e 15 anos, contribuíram com seus pontos de vista na seleção das obras, trazendo para o processo o olhar de quem também é público dessas produções.
Nesse panorama, a Mostra aposta em narrativas que dialogam com o imaginário, o cotidiano e os desafios das novas gerações. Elementos do folclore e da fantasia marcam presença em filmes como “Guardiões da Cobra Grande” e “Pé de Garrafa”, reafirmando a potência das histórias tradicionais como pontes de aproximação com o público jovem. A presença de diretores indígenas também é um destaque, em obras como “Guardiões da Cobra Grande” e “Medo de cachorro”. Já as temáticas contemporâneas, como tecnologia e futuro, ampliam o diálogo com o público jovem, como em “Hacker Leonilia” e “Ecos do Amanhã”.
No Panorama Estadual, a circulação começa pelos territórios de origem antes de ganhar o circuito nacional. Entre os destaques, o Panorama de Santa Catarina reúne sete filmes dirigidos por mulheres, sinalizando a crescente presença feminina em funções de direção no audiovisual brasileiro.
A programação do Sesc na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que acontece de 23 a 26 de julho de 2026, será guiada pelo conceito de Veredas, compreendido como metáfora dos múltiplos caminhos que conectam literatura, cultura, território e transformação social. A proposta também dialoga com duas importantes efemérides: os 80 anos do Sesc e os 70 anos da publicação de “Grande Sertão: Veredas”, obra-prima de João Guimarães Rosa que segue influenciando gerações de leitores e escritores.
O escritor Itamar Vieira Junior abre a programação, na quinta-feira (23/07), com a palestra 70 anos Grande sertão: veredas, propondo uma reflexão sobre a atualidade e a potência literária da obra, abordando a força inventiva da linguagem rosiana, seus impactos na literatura brasileira e as múltiplas leituras que o romance continua a suscitar.
Outro nome confirmado é de Angela Davis, pela primeira vez na Flip, na Casa Sesc. Escritora, filósofa, educadora e uma das vozes mais influentes do pensamento contemporâneo, Davis é reconhecida mundialmente por sua trajetória na luta contra o racismo, o sexismo e o sistema carcerário, além de sua atuação em defesa dos direitos humanos.
Doe alimentos e transforme esperança em realidade.
Durante a Flip, o Sesc Mesa Brasil recebe doações de alimentos não perecíveis (dentro do prazo de validade) no Sesc Santa Rita, todos os dias, das 10h às 21h.
Veja a programação completa aqui.
Promovido pelo Sesc, projeto percorrerá 42 cidades. Lançamento acontecerá em Santarém (PA,) nos dias 19 e 20 de junho
O Sesc apresenta a 28ª edição do Sonora Brasil, um dos principais projetos de circulação musical do país, que neste ano traz o tema “Reverberações Afro e Indígenas”. A abertura oficial será realizada nos dias 19 e 20 de junho, em Santarém (PA), com uma programação que combina shows, atividades culturais e ações formativas. O projeto percorrerá 42 cidades, em 15 estados. Ao todo, serão quatro grupos musicais em circulação, responsáveis por 130 apresentações e 30 ações formativas. A proposta é ampliar a escuta e convidar o público a um contato mais próximo com sonoridades afro e indígenas presentes em diferentes territórios.
Músico contemporâneo, o indígena pernambucano Gean Ramos Pankararu leva ao projeto seu trabalho, que conecta ancestralidades indígena e negra. O artista traz ainda em sua trajetória ações educativas voltadas à valorização de saberes indígenas. Do Pará, o coletivo Suraras do Tapajós apresenta um carimbó protagonizado por mulheres indígenas do Baixo Tapajós, com repertórios que dialogam com território, natureza e modos de vida. A programação inclui ainda Cabokaji (BA), com o show Salvaguarda, que aproxima música, performance e experimentação sonora, e o grupo Nderé Oblé (RS), com o espetáculo Ancestral-Futuro, reunindo canções autorais e poesia, em uma criação que propõe conexões entre passado e presente.
“Esta edição parte da compreensão de que essas sonoridades não pertencem apenas ao passado ou às referências históricas da música brasileira. Elas seguem vivas em práticas comunitárias, celebrações populares, rituais, repertórios de terreiro, cantos ancestrais e cenas contemporâneas que continuam reinventando modos de criar, cantar, tocar e narrar o mundo. A circulação desses grupos mostra como o Sesc ajuda a preservar e disseminar as diversas manifestações existentes em nosso país”, conta Leonardo Minervini, gerente interino de Cultura do Departamento Nacional do Sesc.
Lançamento
O lançamento do Sonora Brasil será na sexta-feira (19), no Sesc Santarém, com shows de Gean Ramos Pankararu e Suraras do Tapajós. No sábado (20), a programação acontece na Praça Tiradentes, com apresentações de Nderé Oblé e Cabokaji.
O Sonora Brasil
Promovido desde 1998, o projeto traz como proposta a valorização, preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro, levando ao público programações musicais de alta qualidade e ampliando o conhecimento sobre a diversidade artística produzida em diferentes regiões do país. A nova edição reforça o compromisso do Sesc em promover encontros culturais capazes de ampliar escutas, aproximar mundos e fortalecer a multiplicidade de vozes que constituem o Brasil contemporâneo.
Programação 28º Sonora Brasil – Santarém Gratuito 19 e 20 de junho Local: Auditório Sesc Santarém e Praça Tiradentes
Sexta-feira | 19 de junho Sesc Santarém • 18h – Abertura • 19h –Gean Ramos Pankararu (PE) • 20h30 –Suraras do Tapajós (PA)
Sábado | 20 de junho • 17h – início das atividades na praça/palco • 19h – Show – Nderé Oblé (RS) • 20h30 – Show – Cabokaji (BA) • 21h30 – DJ
A edição 2026 reúne quatro grupos musicais representativos de diferentes regiões do país, compondo uma circulação nacional que se desdobra em apresentações, trocas e ações formativas.
Gean Ramos Pankararu, de Pernambuco, leva ao projeto seu trabalho, que conecta ancestralidades indígena e negra. O artista traz ainda em sua trajetória ações educativas voltadas à valorização de saberes indígenas.
Suraras do Tapajós, do Pará, apresenta um carimbó protagonizado por mulheres indígenas do Baixo Tapajós, com repertórios que dialogam com território, natureza e modos de vida.
Cabokaji, da Bahia, cruza música, corpo, performance e tecnologias sonoras com o show Salvaguarda, para criar uma paisagem afroindígena marcada por rito, invenção e imaginação.
NderéOblé, do Rio Grande do Sul, reúne artistas de diferentes origens com o espetáculo Ancestral-Futuro, para construir pontes entre ancestralidade e futuro, em uma criação atravessada por palavra, corpo e som.
Programação multidisciplinar
10h às 17h — Oficina com Olivier Marboeuf
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